História O Bibliotecário - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Vhope
Exibições 150
Palavras 3.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nossa como esse capítulo saiu rápido não é mesmo?!!

Culpa de vocês! Os comentários positivos me deixaram muito animada e minha mente tá aqui a mil trabalhando em muuuitas ideias nessa fic para vocês!!

Eu deveria estar estudando agora para minha prova de anatomia que vou fazer mais tarde, mas eu não me aguentei e adiantei a postagem do capítulo que só seria a noite hahahahah

Espero muito que gostem porque a cada novo capítulo, nova ideia eu tenho gostado cada vez mais de escrever essa estória e dar vida a esses dois personagens lindos que são Taehyung e Hoseok.

Aproveitem o capítulo e tenha uma ótima leitura. E leiam as notas finais, pq tem perguntinha para vocês lá.
Beijooooooooos

Capítulo 4 - Histórias de outro dia


Desgrudei meus lábios dos dele lentamente, não era nem como se não quisesse que ele se soltasse de mim, eu realmente não queria! O mesmo acontecia com ele, pois seu corpo se descolou do meu lentamente.

Ele me mirou passando a língua lentamente sobre os lábios. Perguntei aos céus se me seria concedida a força necessária para eu resistir aquele ato tão propositalmente provocativo. Como previsto a resposta foi não, e agora que já havia provado daquele lábios definitivamente não iria mais me conter em minha vontade de continuar os saboreando. Sorri e puxei o seu rosto mais uma vez contra o meu para mais um beijo que por minha própria vontade jamais acabaria. Suspeito que por vontade dele também.

- Taehyung eu já tenho que ir. - Ele disse ao se separar de mim, mas sem de fato me soltar. Claramente querendo muito mais ficar do que ir. - Aqui que fica minha casa. - Olhei e vi o prédio onde antes estávamos encostados na parede nos beijando. Poderíamos continuar ali sem problema algum. Muito alto e bonito por sinal. Ser striper dá tanto dinheiro assim? Pensei, mas claro que era melhor não comentar nada.

Me despedi e rumei para minha casa. Tão feliz quanto cachorro quando recebe um osso. Quem era Hoseok, por que ele era um striper, o que o levou para essa profissão, como ele acabou indo trabalhar em uma biblioteca. Toda essa entrevista que eu queria fazer a ele já não importava mais. Desde que eu estivesse naqueles braços, com os meus lábios naquela boca eu estaria feliz.

Talvez eu estivesse exagerando? Certamente não. Eu apenas sou intenso.

Certo, dizer que não me importava era um exagero. Ainda mais quando algo dentro de mim me dizia que eu ainda podia esperar o pior das respostas para essas perguntas. Mas outra parte minha também dizia que alguém com o sorriso tão sincero, risada tão contagiante e energia tão inspiradora, não poderia guardar informações tão surpreendentes sobre si mesmo. A ponto de destruir a imagem que ele constrói.

E aí me ocorreu o pensamento de que talvez esse seja o real motivo para toda essa aparência que ele constrói: coisas duras sobre si e sua história, as quais ele faz questão de esconder. Talvez até de si mesmo.

Essa ‘teoria’ talvez fosse começar a me enlouquecer novamente.

Hoseok ainda era nebuloso demais, ao mesmo tempo em que era extremamente transparente.

 

~:~

 

Cheguei na biblioteca. Essa era última semana em que passaria meus dias apreciando Hoseok, quer dizer, os livros na biblioteca pública da cidade.

Quando entrei e o vi eu não sabia como iria reagir. Sempre era assim quando acontecia algo novo entre mim e Hoseok: eu não sabia como reagir quando o visse e ficava tentando imaginar qual seria a reação dele. Resultando sempre em um palpite totalmente errado de seu agir ao me encontrar.

O que eu deveria fazer? Sorria? Acenava? Iria até sua mesa e dava um cumprimento mais íntimo? Quem sabe o puxar pela gola da camisa e dar um beijo daqueles?

Quando eu o vi, sei que involuntariamente abri meu maior sorriso. E ele me tratou como sempre me tratou todos os dias, com seu cordial e indiferenciado ‘Bom dia Taehyung. Como foi o final de semana?’. Dessa vez não me surpreendi ou me frustrei. Sempre me irritei muito com esse seu comportamento. Mas dessa vez até havia achado humor nisso, me fazendo sorrir mais ainda e lhe respondendo um ‘Melhor impossível. Espero que o seu tenha sido tão bom quanto o meu.’ e vendo seu sorriso perdurar em seu rosto enquanto me afastava em busca de uma mesa.

Fui para minha mesa habitual. Peguei de dentro da minha bolsa o meu atual companheiro ‘Orgulho e Preconceito’ e tentei me concentrar nos relatos da geniosa e forte Elizabeth Bennet. Ainda estava no período em que ela não era nem um pouco fã de Mr. Darcy. Já li esse livro incontáveis e ainda não sei dizer de quando gosto mais: do período de ódio e troca de farpas entre eles, ou de quando passam a estar apaixonados.Penso que todo o processo que os dois tiveram é especial. E mais importante, necessário.

Refletia sobre quando os sentimentos de Mr. Darcy começaram, se Lizzie deveria ter sido menos dura e tão preconceituosa com ele, ou ele tão preconceituoso com a mesma. Mas fui arrastado para longe da minha reflexão por um certo bibliotecário alto que passou e me puxou o braço chamando minha atenção. O segui com o olhar e o vi adentrar pelos corredores. No mínimo incomum. E extremamente intrigante. O segui silenciosamente para saber o que ele queria. E mais silenciosamente ainda já estava sendo pressionado contra uma estante de livros pelo ninja sexual Hoseok.

 

- Se eu quisesse te matar, você estaria morto agora. - Ele falou baixinho, afinal de contas ainda estávamos em uma biblioteca.

- Que bom que você me quer vivo então. - Sorri enquanto aqueles olhos expressivos passeavam dos meus olhos para os meus lábios.

- Claro. Com você morto como farei isso? - E puxando meu queixo em direção ao seu rosto me beijou.

 

Sério que eu estava dando uns amassos com o bibliotecário, na biblioteca? Estava! Em meio aos livros e prateleiras e pessoas lendo, mesmo que ainda poucas. Parecia irreal e audacioso demais. Mas era igualmente sexy.

 

- Bibliotecário Hoseok - falei ao descolar nossos lábios. - Você é um rapaz muito mal. A biblioteca é um local quase sagrado. - Vi o sorriso mais sacana de todos se formar naqueles lábios.

- Posso te contar um segredo? Eu sempre fui louco para profanar esse lugar. - E assim colou nossos lábios de novo aprofundando mais ainda o beijo.

 

Eu concordava com Hoseok, bem que aquelas paredes e corredores poderiam ter mais histórias guardadas além das que estavam nas páginas dos livros. Então, se era assim, eu e ele escreveríamos a nossa história por entre as capas e páginas das outras histórias já existentes naquele lugar.

Como era bom quando o beijo ia ganhando profundidade e eu sentia todos os pelos do meu corpo se arrepiarem gradativamente, enquanto os dedos dele se afundavam em meus cabelos, indecisos entre puxões e cafunés. E como nossas línguas pareciam se entender e se acariciar profundamente. Nosso beijo era como um idioma falado apenas por nós dois.

 

- Me beijando em horário de trabalho? Não está se achando muito ousado senhor Jung?

- Eu sou ousado. - Um arrepio e um beijo no pescoço. - E faço o que eu quero fazer. - Mais um beijo no pescoço. E um arrepio só pela carga da resposta dita ao pé do ouvido com voz grave.  - Alguma objeção Senhor Kim? - Ele puxou levemente meu cabelo fazendo minha cabeça inclinar para o lado expondo todo meu pescoço e seu rosto afundou-se de vez naquela região que a cada toque ficava mais sensível. - Hum?

- Nenhuma… - falei junto a um suspiro. Quem seria o louco de ter alguma objeção contra as investidas daquele homem? Por mim, ele poderia ousar como bem quisesse.

- Agora eu que quero chamar você para um encontro. - Ele disse aproximando nossas bocas, deixando-as  próximas demais para que eu conseguisse distinguir quais eram os meus lábios e quais eram os dele. - Você aceita?

- Com você tão perto assim fica difícil de recusar. - Ele sorriu. Já estava passando a gostar demais daquele sorriso de garoto danado que ele tem.

- Essa é a intenção. - Ganhei mais um beijo.

- Então você está fazendo isso como arma de manipulação contra mim? Que jogo sujo.

- É para conseguir o que quero. - Me deu um selo. - É um boa causa. Você aceita?

- Sim.

- Minha casa - Mais um beijo - Hoje a noite - Outro beijo. - As 19:00. - Um último beijo.

 

E saiu me deixando excitado, ofegante e com os lábios mais vermelhos que os da Branca de neve, no meio de um corredor aos fundos da biblioteca.

 

Bem no horário marcado estava chegando na portaria do prédio de Hoseok. Só sabia qual era o prédio, não fazia ideia de qual seria seu apartamento. Mas ao me dirigir ao porteiro e dizer quem eu estava vindo ver logo descobri. Ele prontamente ligou pelo interfone e eu fui autorizado a subir.

Apartamento 1012. 8º andar. De um prédio de 8 andares.

Sai do elevador e na minha cabeça ainda estava badalando: sério que Hoseok mora em uma cobertura? E cada vez mais eu me perguntava o que ele fazia naquela biblioteca, que definitivamente não pagava bem o suficiente para manter uma apartamento daqueles.

Quando apertei a campainha, ele não tardou em abrir a porta. Calça jeans, camisa preta. Aquele definitivamente era seu estilo: casual, confortável e incrivelmente atraente.

Entrei sorrindo e impressionado: era um senhor apartamento. Não era luxuoso, nem cheio de ostentação, mas também não parecia barato.

Estava naquele meu estado de ‘O que faço agora?’. Não sabia se o abraçava, beijava, apertava somente a mão. Senti seu braço enlaçando minha cintura e mais uma vez ele deu a resposta por mim: um beijo.

 

- Olá testa de Hoseok! - Falei sorrindo ao encerrar o beijo. E tocando seu rosto. Seu cabelo estava um pouco molhado e penteado para o lado, deixando a mostra a testa que quase nunca aparecia, devido o cabelo estar sempre sobre ela.

- Aah. - Ele riu envergonhado. Hoseok envergonhado? Como assim? Achei que esse era meu papel aqui. - Você gostou?

- Sim. - Adorei! - Fica bem bonito assim. - Fica, como posso dizer, extremamente sexy?

-O que você preparou hoje? - Perguntei o seguindo apartamento adentro.

- Hoje eu vou cozinhar para nós!  

- O que? - Olhei para ele surpreso e divertido. - Você cozinha?

- Um pouco.

- Bonito. Inteligente. Independente e ainda cozinha. Existe algo mais que você faça?

- Muitas coisas. - Ele sorria. - E todas muito bem. Mas no momento certo você vai comprovar. Por hoje é a minha comida.

 

Porque tudo que saía da boca dele me soava extremamente sexual? Controle-se Taehyung!

 

Ele fez um jantar para nós e estava deveras delicioso! A comida de Hoseok era maravilhosa. Não descrevo aqui, pois realmente não sei detalhar os alimentos que como em minhas refeições. Já estava começando a desconfiar que ele era mais uma daquelas pessoas que tem talento para todos os tipos de coisas e tudo o que faz, faz bem. Pessoa privilegiadas essas.

Nos sentamos na sala e conversávamos coisas aleatórias enquanto tomávamos um pouco de vinho, coisa que eu sempre tive vontade de fazer: tomar um bom vinho ao lado de uma boa companhia. No caso relatado, eu tinha a melhor delas.

- Me diga Hoseok - comecei decidido - Porque trabalha na biblioteca? - Olhei ao redor do apartamento. - Está claro que não foi com o salário de lá que você comprou isso aqui.

Ele riu. Deu uma risada gostosa e eu me senti aliviado. Ele não havia se sentido ofendido ou invadido com minha pergunta repentina e considerava por mim ousada demais para um segundo encontro.

- Muito perspicaz você. Não foi mesmo. Mas quando se trabalha somente fins de semana, e à noite, é preciso encontrar algo para preencher os dias. Sem a biblioteca eu morreria no tédio. Ou você vai lá todos os dias pois está cheio de outras coisas para fazer? - Dessa vez quem riu fui eu.

- Não mesmo. Sem a biblioteca eu morreria no tédio das férias. - Respirei fundo. - Como você foi para na biblioteca? Como conseguiu seu emprego lá?

- Ahh eu sou formado em letras.

- Sério? Eu estudo letras! - O interrompi pela animação que aquela informação gerou em mim. E ele sorriu.

- Sim. Aí surgiu a vaga e eu me candidatei. Letras não tem muito haver com administrar uma biblioteca, mas eu também tenho cursos administrativos. E o mais importante: amor por livros, boa vontade e disposição.

- Se já e formado, porque não quis ser professor?

- Acho que ser dançarino de boate à noite e professor durante o dia seria ainda mais chocante e comprometedor do que sendo bibliotecário. - ele disse rindo e bebendo um pouco do vinho em sua taça. Eu sorri junto. Era surpreendente como ele levava com leveza e até mesmo sutileza, algo que alguns tomariam como um tabu e um absurdo. - E eu nunca tive vontade de lecionar.

- Hoseok - Ele me olhou - Como você virou dançarino? Como chegou àquela boate? - Perguntei temeroso da sua reação, mas ainda assim com coragem. Talvez tenha sido o efeito do álcool sobre mim que me fez ficar tão destemido.

 

Ele sorriu e se aproximou de mim. Sentou ao meu lado e me beijou os lábios. Eu correspondi. Encostou sua testa na minha, acariciou meus cabelos e apenas respondeu: - Ah Tae. Isso é uma história para outro dia.

 

Dessa vez eu não fui embora sozinho. Ele me deixou em casa de carro. Foi até um tanto emocionante entrar naquele veículo escuro que algumas vezes vi parar ruas antes e ele saltar para fazer seu caminho até a boate, a qual sua verdadeira ligação com ele ainda era um mistério para mim. Mistério esse que eu tinha a intenção de fazê-lo revelar. Ou simplesmente a esperança de que um dia por livre e espontânea vontade ele me revelasse.

O carro estava parado em frente a minha casa e eu simplesmente não queria sair. Ou não podia. O corpo de Hoseok era atraente demais, e eu me atraía a ele de uma forma tão poderosa, tal como um elétron de um núcleo positivo de um átomo.

Tudo havia começado como uma conversa informal de despedida. Uma troca de números de telefone e um beijo inocente de boa noite. O que não duraria por muito tempo, e logo eu estaria dentro de casa e ele voltando para a sua.

Mas os vidros do veículo encontravam-se totalmente embaçados devido a grande quantidade de gás carbônico, misturado a oxigênios e vapor de água resultantes da intensa atividade que acontecia ali.

Eu estava sobre o colo de Hoseok que apertava minha cintura me fazendo arfar e arrepiar com o toque de seus dedos em minha pele.

 

- Me manda embora. - Eu disse quase suplicando por entre nossas respirações ofegantes e o som do estalar dos beijos que ele passou a dar em meu pescoço. - Por favor me manda embora. - Pela minha voz parecia mais um 'Vamos ficar aqui para sempre'.

- Por que eu faria isso? -Ele perguntou sem levantar o rosto para mim e me deu uma leve lambida na região que era atacada me fazendo pender a cabeça para trás e deixar escapar um pequeno gemido de minha garganta.

- Ou você faz isso ou eu posso nunca sair daqui de cima de você. - Disse com até um pouco de dificuldade. Já sentia o sangue faltar na oxigenação de meu cérebro. Ele então parou e me olhou, com um sorriso que eu não consegui decifrar mas que adorei.

- Não seja por isso... - Se aproximou do meu ouvido lentamente. - Fica mais um pouco Tae. - Disse em um voz manhoso e eu me arrepiei inteiro.

Voltei meu rosto para ele e ataquei seus lábios novamente. O que diabos aquele homem estava fazendo comigo?

- Hoseok - Falei ao encerrar o rápido beijo - Você não me provoca. - Disse em tom de aviso. Ele me encarava enquanto suas mãos adentravam minha camisa, percorrendo lentamente o meu tórax. - Você não sabe o que eu sou capaz de fazer.

- Eu só irei saber quando você me mostrar. - Soltei um suspiro quando seus dedos alcançaram meus mamilos me causando uma pontada em meu membro que já sofria dentro daquela calça. - E você também não sabe o que eu sou capaz.

- Aah eu consigo imaginar. - Coisas demais até.

- Acho que a sua imaginação não chega nem perto da realidade. - Tive que concordar mentalmente. Minha imaginação nunca acertava com ele. Hoseok sempre surpreendia sendo muito além.

 

Ele tirou minha camisa e eu abri os botões da que ele usava. Passei a beijar aquele pescoço, e aquelas clavículas que me deixavam louco. Hoseok abaixo de mim suspirava em meu ouvido a cada toque e correspondia também apertando na intensidade de sua excitação a pele da minha cintura, ou seja com muita força. Rebolei levemente sobre ele, mais para buscar alivia próprio do que por provocação. Mexer com ele era apenas um bônus da situação. Ele soltou um gemido e segurou meus cabelos, puxando meu rosto em sua direção e chocando nossos lábios.

Ele estava suado, eu estava suado. Os nossos peitos nus se chocavam e nossas excitações também. Tudo que eu mais queria naquele momento era senti-lo, e sabia que ele queria aquilo também. Levei minhas mãos até seu cinto e comecei a abri-lo. Ele sorriu em meio ao beijo com minha atitude.

 

- Taehyung… - ele gemeu meu nome por entre nossos lábios.

- Hoseok eu…-  Comecei a falar mas fui interrompido pelo som do celular de Hoseok tocando.

 

Ele ignorou. Nós ignoramos, mas a pessoa insistia. O mandei atender, poderia ser algo importante, ou talvez urgente.

 

- Oi Yoongi. - Ele disse bem sério. - Espero que seja importante pois você me interrompeu. - Ele pareceu  ouvir algo que realmente parecia importante pois sua expressão mudou. - Tá certo. Estou indo.

- Você vai ter que ir? - Falei ofegante e frustrado. Nunca é bom ser interrompido em um momento de tremenda excitação como aquele.

- Sim. Infelizmente. - Me deu um leve beijo. - Coisa de última hora da boate. Yoongi convocou uma reunião. - Analisei a situação e só consegui chegar à conclusão de só poderia ser algo bem sério. O chefe estava convocando uma reunião de última hora. Suposição minha, é claro. Não sabia como aquele lugar funcionava. - Desculpa mas eu tenho que ir.

- Tudo bem. - Disse saindo de cima de seu colo e vestindo novamente minha blusa. - Nos vemos depois.

- Sim. - Ele fechou o cinto e abotoou a camisa e me olhou sorrindo. - Boa noite Tae. - Nos beijamos uma última vez e eu desci do carro.

 

E antes que eu caísse no sono uma mensagem chegou em meu celular.

 

“Não sei o que tenho mais vontade de fazer: passar horas conversando com você, ou horas te beijando.”

 

E logo em seguida, mais uma.

“Sua pele morena fica ainda mais bonita quando está em chamas.”

 

Eu iria simplesmente ficar louco.


Notas Finais


Aaaaaaahhh!!! O que acharam??? Preciso saber pra decidir se eu coloco no capítulo que vem o que eu estou pensando em colocar hahahahha

Gente preciso saber a opinião de vocês: vocês acham que está cedo demais para o lemon acontecer? Pq vai ter lemon sim. Mas só preciso saber se está cedo demais ou não....

E como eu sei que alguns leitores não gostam muito de lemon eu tenho que avisar algo: aqui terão bastante lemons pq já deu perceber e nesse capítulo vai ficar mais nítido a carga sexual que existe em cima de Hoseok. E de como só falta o mundo explodir quando ele e Taehyung estão juntos.

Então me deem muito amor nos comentários que eu preciso saber a opinião de vocês.

Beijooooooooos e até a próxima!!


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