História O Bibliotecário - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Vhope
Exibições 143
Palavras 2.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente eu sou uma louca! Eu deveria estar corrigindo provas e elaborando provas mas não! Eu estou aqui voltando com com outro capítulo em menos de 24 horas!!!! Mas é pq eu quase não consegui dormir quebrando a minha cabeça, imaginando, sentindo o gosto de cada cena de cada acontecimentos.

Uma palavra para definir esse capítulo: Amor!

É um capítulo curto, mas é o meu capítulo preferido até agora! O diálogo desse cap eu já pensava em fazer desde o começo e finalmente chegou a hora!!

Muitas novas informações chegando. É o capítulo com mais informações sobre Hoseok. Entãaaaaao façam suas apostas.

E gente finalmente o primeiro lemon chegou kk aaaaêeeee

Mas relevem qualquer coisa, ou não, detonem mesmo se não gostarem. É apenas meu segundo lemon. O primeiro que fiz também foi de VHope, na minha fic "PlayBoy". Maaas os personagens de lá eram diferentes, a situação que os envolvia também era diferente.
Em "O Bibliotecário" a situação e envolvimento deles é muito mais profundo e intenso.

Mas de todo coração espero que gostem.

Boa leitura! Beijooos! Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 6 - O Desejo e a Entrega


Sem conversas, elogios, despedidas. Sem trocas de roupa, como eu havia dito. Hoseok apenas me agarrou pela mão e saímos como dois loucos para fora daquela boate. Despistamos até mesmo Yoongi, que em meu interior temi que desse um jeito de aparecer e inventar alguma reunião e cortar totalmente nosso clima e intenções para aquela noite.

Entramos no carro. Sentei ao seu lado. Ele ligou o som do carro e arrancamos em direção à sua casa. Já era início da madrugada, praticamente não haviam veículos nas ruas e isso permitia que ele dirigisse o mais rápido que podia para que a distância entre seu apartamento e a boate acabasse logo.

Foram os minutos mais agonizantes da minha vida. Nunca sofri por tanta antecipação como sofri dentro daquele carro, ao som de músicas que jamais irei lembrar pois meus pensamentos estavam em outro lugar. E o meu sangue estava em outra cabeça, se é que você me entende. Eu estava excitado como nunca antes na vida, e tudo era culpa de Hoseok. Ele havia me provocado e agora iria sofrer as consequências disso.

Ao som da música que tocava comecei a abrir alguns botões da camisa que usava. De fato, eu estava com calor demais. Desejo demais, tesão demais, pressa demais. Passei a mão pelos cabelos, soltei um suspiro e mordi o lábio. Sabia que Hoseok estava assistindo a tudo pelo canto do olho, mas precisava se manter atento ao caminho.

Não conversávamos nada. Não fazíamos contato visual. Ali dentro apenas pairava a tensão entre nós, e a ansiedade e expectativa em cima de todas as intenções e desejos daquela noite. Eu ainda estava excitado, não tanto quanto durante a dança de Hoseok, mas meu membro ainda incomodava dentro da calça. Conduzi levemente, mas de forma descarada, a minha mão até ele. A pousei lá e joguei a cabeça para trás enquanto dava uma leve apertada na região. Vi que ele apertou o volante com força e respirou fundo. Ótimo.

 

- Aaah Hoseok. - Gemi seu nome. - Vamos logo. Eu não aguento mais. - Falei manhoso arqueando as costas. E Hoseok correu para seu apartamento o mais rápido que pode.

 

Ao chegar no prédio em que ele morava, não perdemos tempo. Definitivamente perder tempo era algo que não queríamos. Ele me agarrou pela mão e subimos. Permanecemos de mãos dadas durante o trajeto do elevador e do corredor até a porta do seu apartamento.

Entramos. Trancamos a porta. Éramos apenas nós dois. Finalmente.

O abracei e iniciei um beijo. Nunca um beijo nosso ganhou tanta profundidade tão rápido. As mãos dele me apertavam de maneira desesperada, necessitada.

 

- Vou preparar uma bebida para nós. - Ele disse separando-se de mim. Mas eu o puxei novamente, colando nossos corpos.

- Hoseok, a gente não precisa disso. - Sorri olhando fixo em seus olhos que transbordavam desejo de forma muito intensa. - Só me leva para conhecer o resto da sua casa. Hum? - Ele sorriu e me puxou.

- Ali no final do corredor fica o meu quarto. - Disse apontando.

- Acho que seria ótimo começarmos por lá.

- Continuar por lá também seria. - Ele olhou para trás e sorriu. Nem sequer existiam segundas intenções naquele sorriso, elas eram as primeiras.

 

Me puxou e chocou meu corpo contra o seu. Logo eu estava pressionado contra uma das paredes do corredor. Ele me beijava. As línguas brigando ao mesmo tempo que se acariciavam. Meu corpo arqueava para frente em busca de ter mais contato com o dele, alívio. Sentir o corpo dele colado ao meu me causava alívio. As pernas enroscadas umas nas outras. Os corações acelerados, respirações ofegantes, gemidos baixinhos e mãos nervosas tentando se livrar daquelas roupas que impediam que nos sentíssemos totalmente.

Fui eu quem o arrastou até o quarto. Sem cerimônias. Não acendi a luz. O joguei sobre sua própria cama e ele riu. Me sentei sobre ele e comecei de maneira mais calma a tirar suas roupas. Era momento de apreciar cada toque, cada segundo que estaríamos juntos, intimamente juntos.

 

- Eu adorei essa sua roupa… - Falei enquanto abria sua camisa. - Estava pensando em tirá-la desde o momento que te vi com ela. - Ele riu. Afundei meu rosto em seu pescoço e passei a beijar aquela região, sem me preocupar se ficariam marcas ou não. Hoseok era meu, claro que poderia ter marcas deixadas por mim, e já havia bastante tempo que eu queria deixar meus rastros naquela pele imaculada.

- Aaahh Tae…- Ele gemeu. Eu mordia sua orelha e ele se arrepiava. Deslizei meus lábios pela lateral do seu rosto longo e mordia levemente seu maxilar. - Eu te quero tanto… - Sua voz grave disse isso próximo demais de mim. O impacto dessas palavras foi muito maior.

- Eu também te quero Hoseok… - beijei os seus lábios. - Você não faz ideia do quanto.

 

Automaticamente rebolei sobre seu colo e ele agarrou minha bunda com força, a apertando e empurrando meu quadril para continuar se movimentando sobre ele. Seria algo normal de toda preliminar se não fosse o olhar de Hoseok no meu. Os seus olhos não saíam dos meus, e eu nem sequer tinha coragem de quebrar aquele contato visual. Só deixava tudo mais excitante. Milhões de coisas poderiam estar sendo ditas um ao outro através disso, mas a mais importante delas com certeza éramos capazes de entender: Eu não quero estar com outra pessoa que não seja você.

Acho que ele percebeu que eu gostava de ficar por cima, tanto que por muito tempo me deixou guiar. Me deixou provar dele da maneira que eu quisesse e se entregou totalmente aos meus beijos, toques, apertos, lambidas e mordidas, como um bom submisso.

Mas não era o Hoseok submisso que eu queria. Não naquele momento, naquela noite, na nossa primeira vez. Eu apenas queria me entregar totalmente e ser tomado por todo o desejo que ele fosse capaz de demonstrar por mim. Eu queria ser dominado. Meu interior implorava por ser preenchido por ele. E não foram necessárias palavras para que ele entendesse isso. Pois era o que ele queria também.

Logo estávamos debaixo dos lençóis, nus, roçando nossos corpos um no outro, em meio a gemidos ofegante sem pudor algum. No tamanho de desejo e paixão que estávamos imersos não havia espaço para pudor, medos, reservas. Ou a entrega seria total, ou a entrega não seria nenhuma. E eu fiz questão de me deixar totalmente, de me dar integralmente em cada um dos meus beijos, dos meus toques, gemidos, palavras ditas ao pé do seu ouvido.

E quando ele me tomou e me invadiu, mesmo que eu houvesse lhe dado permissão para entrar, eu também senti toda a intensidade de Hoseok, toda a sua entrega, desejo e paixão. Que com certeza foram as mais intensas de toda a minha experiência. Ele me possuiu de uma forma que eu já jamais havia sido antes, de um jeito que eu até desconhecia que fosse possível.

Os movimentos pareciam sincronizados, os gemidos eram incontidos e soavam como a nossa canção preferida. Nossos corpos suados deslizavam um sobre o outro sem preocupação alguma. Só existíamos nós, aquele quarto e aquele momento. O som dos corpos se chocando um contra outro excitava ainda mais e parecia que nunca iríamos acabar.

Eu fui comandado.Ele quis mudar de posição e eu permiti. Ele foi intenso. Eu ousei em pedir por cada vez mais, e ele me deu o que eu queria. Ele me fez gemer, ele me fez gritar. Me disse coisas ao pé do ouvido. Gritou meu nome em meio ao seu clímax, me levou ao melhor dos meus e em seguida nos beijamos apaixonadamente.

E ali foi consumado: eu estava completamente apaixonado por Hoseok. E daquele momento em diante eu não seria de mais ninguém a não ser dele.


 

Não nos movemos para longe. Ele se deitou e eu me aninhei em seu peito, sendo envolvido por seus braços. A lá ficamos por muito tempo, abraçados e ainda ofegantes sem conseguir dizer uma palavra, ainda transbordando um êxtase imenso. Olhei para a janela e o sol já começava a nascer. Senti uma sensação calorosa e me agarrei mais ainda a ele. Era em seus braços que eu sentia o maior calor de todos.

 

- Minha mãe. - ele falou quebrando o silêncio que habitava o seu quarto.

- Hã? - Levantei meu rosto para ele que ainda olhava para o teto. - O que tem sua mãe?

- Foi por ela. - Ele suspirou. - Foi por causa dela que eu me tornei dançarino da boate.

 

Ok. Aquilo era repentino e surpreendente. Hoseok estava mesmo me contando sua história sem que eu perguntasse nada? Voltei toda a minha atenção para ele.

- Ela ficou doente. Muito doente, precisava ficar internada, fazer muitos exames. Despesas médicas muito altas. - Ele deu uma pausa. - Eu já morava aqui por causa dos estudos e não podia cuidar dela de perto, já que venho de uma outra cidade no interior. E nós não podíamos pagar as despesas médicas. Precisava de um emprego que pagasse muito. Mas onde eu iria conseguir isso sendo apenas um estudante universitário? Por acaso eu conheci um cara que era dançarino de lá. Me viu dançando, gostou, disse que eu dançava muito bem e me levou até lá.

- Esse rapaz ainda trabalha lá?

- O JongIn? Ah não. Ele saiu já tem bastante tempo. - Ele sorriu. - Enfim, eu peguei o jeito logo, era o melhor dançarino do clube junto do JongIn e passei a ganhar muito. Cada vez mais. Você não tem noção do  quanto aquela boate paga bem. - Aquele relato mesmo que me deixando feliz por ele se abrir comigo, me incomodava um pouco. Por motivos que não sabia explicar. - E eu paguei por todas as despesas da minha mãe e tudo mais que foi necessário.

- E como que sua mãe está hoje? Ela está bem? - Perguntei bastante receoso.

- Sim. O tempo de tratamento foi muito longo e duro mas hoje ela está bem. - ele realmente parecia feliz em dividir comigo essas coisas. E eu também estava feliz por isso. Por ele ter me escolhido.

- Você gosta de fazer isso? Digo, de trabalhar lá? - Porque eu temia a resposta?

- Gosto. Eu amo dançar Tae. E lá eu posso fazer isso, me expressar, me entregar.

- Hoseok…. - Estava com receio de fazer a próxima pergunta, mas eu precisava saciar a minha curiosidade e o momento era aquele.

- Sim Tae - Ele acariciava meus cabelos num cafuné gostoso.

- Vocês fazem programa lá? - Perguntei de uma vez só. De outra forma não conseguiria.

- Ah não. - Ele riu um pouco. - Não fazemos isso. - Alívio. - Quer dizer, não mais. - Eu engoli em seco ao ouvir essa parte. - A atual administração acabou com isso.

- Atual administração?

- Sim. Quando eu comecei o dono era outro. Mas depois de um tempo mudou. A atual administração tirou isso e muitas outras coisas também. - Naquele momento eu até passei a simpatizar com Yoongi. Ele era o responsável por isso.

- Mas antigamente, você já fez programa Hoseok?

- Já. - Ele disse e ficou em silêncio. Aquela resposta dilacerou meu coração. - Só para ganhar mais dinheiro. Por ser muito requisitado eu tinha o privilégio de escolher quem eu iria atender, então não era tão ruim assim. - Me senti mal. - Mas não são coisas que eu me orgulhe e goste de falar. - Ele finalizou e eu o abracei forte.

 

Joguei meu corpo sobre ele e até mesmo queria chorar. Ele meio surpreso me abraçou de volta, mas entendeu minha ação e permanecemos em silêncio. Apenas sentindo ao carinho e coração um do outro. Eu parecia sentir em mim as marcas que essa parte de sua história haviam deixado nele. Ele não transparecia isso, mas eu sabia que o peso de carregar esse passado era grande.

 

- Por que você ainda está lá? - Perguntei finalmente. Minha maior dúvida depois de todo o seu relato que havia acabado de ouvir.

- Você tem um sonho Tae? - Balancei a cabeça afirmando. - E qual é?

- Me tornar escritor. Publicar livros. - Ele sorriu. E parecia visualizar meu sonho em sua mente.

- Nos completamos mais do que eu imaginava. - Ele falou em um tom de voz simples. Não entendi sua afirmação, mas isso não me impediu de derreter por inteiro. - É um sonho lindo meu amor.

- Obrigado. Mas o que meu sonho tem haver?

- Eu estou lá por causa do meu sonho. - fiquei ainda mais curioso.

- Qual seu sonho?

- Eu quero abrir uma editora. - Ele sorriu e eu sorri mais ainda. Havia acabado de entender sua afirmação da nossa completude. - Eu quero proporcionar a pessoas como você a realizarem seus sonhos de se tornarem escritores. - Agarrei o seu rosto e o beijei.

- Isso é um sonho lindo meu amor.

 


Notas Finais


O que acharam??? Gostaram??

Guardaram todas as informações? Pegaram todas as dicas???

Espero que tenham gostado. E por favor me deixem saber a opinião de vocês!!!!

Agora eu vou tentar trabalhar kkkkkk

Beijooooooooos


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