História Death: O Perigo Mora ao Lado - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Investigação, Mistério, O Campeonato, Romance Policial, Sexo, Violencia
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Palavras 1.976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem, apresento agora a vocês oficialmente o Elliot

Capítulo 3 - O Roubo


Fanfic / Fanfiction Death: O Perigo Mora ao Lado - Capítulo 3 - O Roubo

Passei novamente minha mão balançando meu cabelo, gostava de considerar que meus cabelos negros em contraste com meus olhos verdes eram meu maior chame.

 - Quem é o gatão. Sim você é o gatão.

 Peguei meu blazer o jogando sobre o ombro, como os galãs de novelas mexicana. Saí do banheiro  que levava ao corredor do segundo andar da mansão de meus pais. A festa no térreo já havia começado, e quando ouvi a voz da minha mãe senti um frio na barriga. Não a via a três meses, sentia falta da minha velha, mais que tudo eu a amava, consequentemente o meu pai e a penca de irmãos que eles me deram.

 Eu andei a passos largos até alcançá-la estavam no topo do primeiro lance de escadas. Ela me olhou surpresa,  seu lábios se curvaram num sorriso de canto e ela pulou em cima de mim.

 - Elliot,  meu bebê que saudades. Saudades. 

Ela repetiu a palavra "saudades" mais umas cinco vezes antes de me soltar. Apertando minhas bochecha ela me encarou.

 - Onde estava? Ninguém avisou que estava chegando. 

 Ela passou a língua na ponta dos próprios dedos depositando o máximo de saliva ali e a passou em meu cabelo,  penteando de lado. 

 - Eca mãe. - franzi o cenho. - Eu entrei pela porta dos fundos.

 - Hum. - ela revirou os olhos. Minha mãe as vezes parecia uma adolescente.  -  Meu bebê que bom que está aqui.

 - Mãe eu não sou seu bebê. - encarei meu pai e irmãos que assistiam aquela cena patética.  - Se eu sou um bebê o Leon é o que? Um esperman do papai? - um na licoroso sorriso brotou em meus lábios.

 - Elliot tem criança aqui! - meu pai me repreendeu indicando a Ayla. 

 - Pai. Eu não sei se o senhor sabe mas eu tenho aulas de sexólogia desda quarta serie. - ela arqueou as sobrancelha. 

- Em que mundo estamos! Você é só criança Ayla. - ele protestou. - Se continuar com toda essa corrupção já vai estar o que? Com namoradinhos? Beijando na boca? Você não faz isso né filha?

 Ayla não respondeu e todos nós rimos daquilo,  meu pai cruzou os braços irritado.

 - Bem. Não vão dar um abraço no irmão de vocês?  - eu fingi indignação.  - Só a mamãe sentiu minha falta?

 A primeira a vim até mim foi Hadessa ela me deu um abraço apertado. 

 - Como vai pirralho? - perguntou sorrindo.

Eu não respondi. Pois meu pai interrompeu. 

 - Filha tem o filho de um amigo do papai quer te conhecer. - ele a olhou empolgado. 

 - Eu não quero conhecer ninguém.  - embora as palavras escolhidas não foram as melhores,  não havia arrogância em sua voz.

 - Mas você está solteira a tempos, desde daquele tal de Brad você não arranjou mais um namoradinho. Achei que quisesse um.

 A boca de falar "namoradinha"  chegou até a coça. Hadessa me lançou um breve olhar de impaciência, implorava que assumisse o controle daquela cena patética. 

Hadessa era lésbica,  mas nunca quis revelar isso a ninguém. Eu mesmo havia descobrido por um acaso. Aos 15 anos de Sophia e meus 12 eu gostava muito de uma garota ruivinha lá do colégio,  seu nome era Alby ela vivia colada com Hadessa e eu fazia de tudo para ficar perto da minha querida irmã, somente para poder admirar as belas sardas que enfeitavam o rosto de Alby.

Mas em certos momentos elas duas desapareciam, uma vez vi as duas fugindo para os fundos da escola e decidir segui-las, ao chegar ao destino as duas garotas começaram a se beijar ( confesso que fora uma cena agradável para meu começo de puberdade)  quando interroguei Hadessa sobre o que havia presencido ela me fez jurar que não contaria a ninguém sobre sua orientação sexual e onze anos depois aqui estamos ainda presos a esta promessa.

 Eu pigarrei e disse:

 - Pai, deixe Sophia em paz. Brad é coisa do passado. Ela não quer se prender a ninguém. 

 Pobre Brad não passava de um namoro de fachada.

Minha mãe tão atenciosa que era, eu acreditava que desconfiava então intercedeu por nós:

 - Deixe suas filhas em paz Christopher.

 Meu pai não disse mais nada e Leonard veio até a mim e me deu um abraço apertado.  Eu baguncei o cabelo da minha versão de 16 anos, eramos muito parecidos.

 - Senti saudades.

 A proxima fora a Ayla,  eu nunca fui paciente com minha irmãzinha mas gostava dela. Era baixinha e seus cabelos dourados chamava atenção,  era sempre vestida de cor-de-rosa e com uma crosta exagerada de gloss labial do mesmo tom na boca. Só tinha um defeito: Exageradamente mimada.

 Em seguida o pequeno Leon pulou em meus braços, nós os Christopher éramos muito parecidos. Por sorte havia generosas diferença de idade entre nós. Mas eu já tinha uma noção de como seria no futuro, parecido com meu pai. Leonard na fase adulta seria como eu, e Leon como Leonard na adolescência. Ayla como Hadessa, tudo tão complexo.

Minha mãe costumava dizer que filhos parecidos com os pais são consequência de um relacionamento cheio de amor (isto é quando não estava brigada com o papai) e em outros momentos, dizia que era uma maldita genética,  esperma amoldiçoado e entre outras barbaridades. 

 Descemos todos para a festa, logo que chegamos vários fotógrafos imploravam por fotos da família. Meus pais pousaram para algumas antes de desaparecerem entre os convidados. Ficamos um bom tempo enfrente aos flashes eu e meus irmão a sequência como sempre era: Sophia, Eu, Leonard, Ayla e Leon e quando aquilo teve fim eu me permitir uma boa dose de whisky.

 A casa estava cheia a iluminação era precária o que eu achava que dava uma situação reconfortante ao local. Minha mãe era uma boa organizadora de festas afinal. 

 Eu já estava na terceira dose do meu whisky importado quando meus olhos encontraram uma jovem que estava a dançar com um velho qualquer no canto do salão. A música clássica era boa mas trazia-me ansia aquela cena o velho pousando a mão nas partes baixas da garota, m tarado claro, era desperdício também a cintura da garota era incrivelmente fina, perfeita para aquele tipo de dança. Eu acredito que ela era uma admiradora do bom e velho cavalheirismo pois parecia visivelmente incomodada. 

Eu a olhei de cima a baixo, estava costas para mim mas eu sabia que era bonita, a pouca luz não me deixava dizer certamente a cor de seus cachos mas eu arriscaria dizer que eram como mel. O cabelo estava preso num coque frouxo e ela deixava como charme uma mecha solta ao lado do rosto. 

Eu fiquei uns bons minutos secando a garota,  nunca fui bom em leitura lábial mas eu entendi algo como " retocar a maquiagem" e se afastou do velho. Decidi que era hora de agir, eu iria atrás dela e conseguiria seu número.

 A desconhecida subiu as escadas para o primeiro andar, provavelmente queria um pouco de privacidade. 

Eu esperei até que ela desaparecesse no topo das escadas para ir atrás.  Ao adentrar o longo corredor eu a observei rebolar e desfiar até o fim do mesmo, não compreendi e foi então que notei que ela seguia pelas escadas de servisso rumo ao segundo andar da mansão. Minha curiosidade aguçada e suspeita me levaram a investigar, não queria levantar suspeitas, aquele andar estava vazio ela sabia disso, portanto enquanto ela subia pelas escadas de serviço eu segui pela escadaria principal. O corredor estava escuro mas fiquei observando a bela dama olhar atentamente as portas, que eram estas os quartos de meus pais e irmãos.

Eu estava totalmente confuso com aquela cena ate que a vi abri facilmente a porta do quarto de meus pais.

Então as coisas começaram a fazer um pouco de sentido: a então desconhecida tratava-se de uma ladra (muito habilidosa por sinal) usou as escadas principal para que as câmaras de segurança mostrassem ela subindo apenas até o primeiro  andar(qual era liberado para os convidados)  e usou as escadas de serviço para chegar até seu objetivo tranquilamente já que estas não eram tão vigiadas. 

Linda,  e inteligente, essa é pra casar. " Ou nao".

 Esperei ela adentrar o quarto para me aproximar,  tal situação tão incomum ocorreria em pleno meu dia de folga do trabalho, justamente quando eu estava desarmado. 

Eu me aproximei o máximo que pude da porta do quarto para poder expiar.

A ladra entrou no closet da minha mãe a ali iniciou um processo que eu conhecia bem: coleta de impressão digital. E ao fim abriu com a maior facilidade o cofre que havia lá dentro, guardando em sua bolsa um par de brincos de diamante e uma boa quantia em dólares. 

Aparentemente satisfeita, ela encerrava ali sua missão,  eu me escondi novamente e ao passar próximo a mim por um breve instante senti seu doce perfume amadeirado e floral. 

" Não se deixe levar por essas curvas Elliot ela está roubando sua mãe."

Tentei focar na situação.

A mulher voltou pelo mesmo caminho de antes e eu fiz o oposto, me perguntando se estariam os seguranças facilitando aquele roubo já que havia as câmaras de segurança dos corredores e eram sempre monitoradas em dias de festas. 

 Já no primeiro andar esperei ela descer rumo ao terreo para que não levantasse suspeitas, e logo que ela se dirigia para a saída pelos cantos do salão eu a puxei para perto de mim.

Ela se virou aparentemente assustada. 

 - Poderia me conceder uma dança? - eu sussurrei em seu ouvido e ela não recusou. 

 Não, nenhuma palavra, ela apenas me olhava. Não demonstrando nevorzismo apesar de tudo, ela era linda, pálida com a maquiagem, que escondia os lindos pontinhos em seu rosto (eu tenho sim tara por sardas, admito.) os delicados e bem estavam desenhados lábios pintados de vermelho-sangue. Apenas perfeita assim. 

Eu me permiti minha mão até sua cintura e lhe apertar,  arrancado um involuntário gemido da garota. Ah e eu consegui ver bem, seus lindos cachos eram castanhos escuro, mas algumas mechas eram como mel (aparentemente um fenómeno natural). 

 Dançamos ao ritmo da música lenta e ela me olhava com intensidade,  nem sequer quis saber meu nome, talvez já soubesse quem eu era, ou sabia que exercia uma pequeno poder sobre mim.

" Resista cara, resista a esses olhos castanhos "

Eu repetia para mim mesmo.

Desci a minha mão destra até sua coxa, acertando ali onde queria chegar, subindo um pouco seu vestido eu lentamente retirei a arma presa ao cinto.  Ah! Agora sim, minha menina demonstrou medo! Estávamos num canto mais isolado e escuro, ninguém havia de ter presenciado aquilo.

Apontando a arma para sua barriga se acabar com a dança eu falei calmo: 

 - A joia, o dinheiro e tudo que roubou da minha mãe, devolva.

Mas naquele maldito momento, um maldito garçom, caiu malditamente, derrubando várias taças de cristal e bebidas (malditas) caras ao chão. E eu? Fui malditamente empurrado para longe da minha presa e  rapidamente aqueles ricos e esnobes (e malditos) convidados se amontoaram perto dele e minha menina? Está sumiu em meio a multidão.  

 Eu corri dali em direção aos jardins, era a única saída e eu pretendia alcançá-la, ao vê-la correr pelo imenso gramado eu apenas apontei e atirei.

" Além de linda,  inteligente, ela é boa o suficiente para colocar silenciador numa arma, como não adorar?"

 Caída de joelho ao chão ela colocou a mão no ombro onde fora atingida pelo tiro.

Olhou pra mim,  parecia ter medo e eu corri até ela, faria sua prisão ali mesmo. Seu rosto  agora estava avermelhado  lágrimas ameaçavam rolar, dava até pena de vê-la  daquela maneira. Me abaixei a sua frente para sa ocorrer, e então quando me teve tão perto ela abriu um largo sorriso malicioso, e tudo ficou escuro. 



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