História O canto do docel - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Black Pink, EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Lisa, Personagens Originais, Rosé
Tags Chaelisa, Chanyeol, Drama, Kaisoo, Miss-psycho, Mpreg, Romance
Visualizações 144
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello Angel!!

Cheguei com o segundo capítulo da fic. Como eu sempre digo -e faço- os primeiros capítulos são sempre os mais chatos, mas depois melhora. Resolvi não enrolar muito as coisas nessa história, que é aquele clichê de acordo de casamento, claro que irá ter várias diferencias, mas não deixa de ser um clichê. Não vou enrolar a fic com coisas comuns, então, tudo que eu achar que é comum, mas que não pode ser tirado da fic, eu vou colocar nas notas iniciais ou finais, então fiquem atentos.

✨ Há muito mais por trás do nosso Kai do que eu mostrei agora, vocês vão ver melhor ao decorrer da fic.

✨ Kyungsoo é sim uma pessoa bastante inocente nessa fic, então, não esperem muitas coisas dele.

✨ Patricia vai ser uma pessoa muito importante na fic, então não ignorem a presença dela quando ela aparecer, tudo que ela for dizer para o Kyungsoo, ou o que ela significa para o Kyungsoo tem demasiada importância.

✨ a religião, deus ou demais crenças não são relevantes na fic, apesar de citadas

Agora sem mais delongas, tenham uma boa leitura.

Capítulo 2 - 01; acordos selados com a dor


Fanfic / Fanfiction O canto do docel - Capítulo 2 - 01; acordos selados com a dor

 

 

 

 

 

 

New York, ruas movimentadas, pessoas rindo felizes, outras correndo de polícias ou ladrões, tiros, buzinas, choro de criança, choro de adultos. Havia uma barraquinha de comida japonesa ao lado de uma de comida mexicana, dois senhores sentados em seus banquinhos conversando sobre política. Nada fora do normal, nada que seus olhos negros e opacos já não estivesse acostumado. Fazia aquele caminho todos os dias desde seu aniversário de 18 anos quatro meses atrás. Ia e vinha todos os dias no banco de trás do carro de seu irmão mais velho. As mãos presas por suas algemas de ouro e a boca tampada com um novelo de lã. “É pra sua segurança”, eles diziam. Mentira. Todos eram mentirosos, usam desculpas esfarrapadas para encobrir a desumanidade com os Docel’s e mulheres.

 

   A família Do era bem conhecida pelo ramo das jóias preciosas, criadores de riquezas. No entanto, houveram rumores que algumas jóias estavam sendo criadas com vidro e não diamantes verdadeiros, o que causou uma queda enorme nas ações e estava levando a empresa a falência. D’diamond tem como dono aquele foi o homem mais rico de todos os tempos, Do Insoo. Do Insoo é pai solteiro de dois filhos, porém, apenas o mais velho é conhecido pela mídia, por ser um homem e o próximo a sentar na cadeira presidencial, após a aposentadoria de seu pai, Do Myungsoo.  O segundo filho veio ao mundo como um Docel, miúdo e pouco amado pelo pai e irmão, Do Kyungsoo vivia escondido dentro de casa, tendo apenas a companhia de sua governanta Patricia Smith, a única mulher na casa.

 

   Do Kyungsoo também é o garoto no banco de trás do carro, com as mãos algemadas e a boca tampada com o novelo de lã. O garoto de 18 anos de idade estava vendo seu mundo - se é que já tivesse tido um antes - desmoronar bem a frente de seus olhos.

 

   Com a queda das ações, Insoo se viu desesperado, não poderia perder sua maior fonte de renda, uma renda milionária, aliás. Então, entrou em contato com algumas exportadoras de Pérolas da Coreia do Sul, em busca de um acordo nupcial. Ele tinha um Docel jovem e virgem, a Exportadora de pedras preciosas tinha um herdeiro homem e solteiro a procura de um jovem para engravidar e lhe dar filhos. Uma coisa levou a outra e um acordo foi selado.

 

  Catedral de São Patrício, uma das mais belas igrejas de New York, e onde também seria o casamento de Do Kyungsoo. Já fazia meses que o local estava sendo preparado para a cerimônia, a imprensa e paparazzis já estavam posto ali na frente, havia diversos convidados na porta de entrada e também já dentro da igreja. O noivo já estava no altar, a espera do belo Docel.

 

  O noivo.

 

  Kim Jongin, um homem belo e de sorriso cafajeste, carregava nas costas seus 34 anos e idade e uma nobreza gritante, e também um banco recheado de dinheiro e jóias. Era o atual dono da exportadora  Kim, de pedras preciosas, também dono de uma das maiores mansões da Coreia do Sul, nomeada de Black Pearl. Não tinha mais os pais, sequer havia um irmão, era o tão solitário Kai, nome que seus empregados usaram como código para fofocarem ao seu respeito.




 

     A porta do carro foi aberta, e antes mesmo de ser retirado do veículo, suas mãos foram soltas e a boca destampada, com um aviso claro de “sorria, Kyungsoo”, vindo da parte do irmão mais velho. Ele que o levaria para o altar, e o entregaria para o homem que sequer conhecia. Passo por passo, de braços dados com Myungsoo, escutando a marcha nupcial anunciando o fim de sua liberdade, ele atravessou o hall de entrada, os flashes e perguntas jogados em seu rosto assustado, os olhos livre de lágrimas, mas demonstrando totalmente a angustia que sentia.

 

   Lá estava o tapete branco com rosas vermelhas espalhadas, Kyungsoo viu aquilo como sangue derramado em um chão de mogno ilustrado, talvez fosse seu sangue ali. Seus olhos escuros como grandes pérolas negras, se ergueram, mirando vários homens de ternos escuros e olhos frios, ao lado deles alguns Docel’s, uns Kyungsoo reconhecia, das enormes festas que seu pai dava na casa onde morava, outros Kyungsoo não fazia nem ideia de quem eram. Voltou a olhar para o chão, o braço sendo levemente apertado pelo o do irmão. “Erga o rosto, Kyungsoo”, ele mandou, a voz rouca e irritada, “Não me faça passar vergonha”, Kyungsoo não faria, Kyungsoo era obediente. Ergueu o rosto, os olhos levemente embaçados pelas luzes que vinham do lustres acima de sua cabeça, o cheiro da vela queimando suas narinas, e o coração acelerado ao ter as duas pérolas negras na mira daquele choque Âmbar, que eram os olhos de seu futuro marido.

 

  Kyungsoo quis correr, e só não correu pois seu irmão estava atento a todos seus movimentos e o prendeu contra seu braço. Começando a caminhar com mais pressa.

 

    — Estamos aqui reunidos hoje para celebrar a união desse jovem casal…  — Mentiras e mais mentiras saíram pelos lábios do padre. Amor? União? Respeito? Kyungsoo não conhecia nenhuma dessas palavras, do sentimento. Ele sempre foi o Docel que serviria como moeda de troca, aquele que daria mais riquezas ao seu pai.  — Senhor Kim Jongin, o senhor aceita se tornar responsável, ao Docel Do Kyungsoo?

 

   Não demorou nem um segundo, o aceito saiu frio, rápido, automático. Não era preciso perguntar nada para Kyungsoo, ele não tinha escolha, para ele era aceitar ou aceitar, nada de ponderar um sim ou não.

 

     — Então, com o poder a mim concedido eu vos declaro Marido e Docel!  — Sorriu de forma perversa, olhando para o assustado Kyungsoo, que soltou um suspiro  — Por favor, selem essa etapa com um beijo.

 

     Jongin, o homem forte, virou Kyungsoo para si, não foi rude ou grosseiro, continuava sendo algo automático. O Âmbar novamente se encontrou com a Pérola Negra, e os lábios grossos se encontraram em um beijo rápido, morno. Aquele era o primeiro beijo de Kyungsoo, sem amor, apenas negócios. E aquele era o beijo que Jongin já não mais conseguiria contar nos dedos, mas o primeiro por negócios, sem quaisquer tipo de sentimento.




 

    — Senhor Kim, é um prazer lhe entregar meu filho, ele é ótimo na cozinha e tem o combo de uma governanta, pode levá-la com o senhor, também. Não me terá utilidade nenhuma.  — Insoo sorriu sarcástico.

 

   Estavam no escritório de Insoo, assinando os últimos papéis e acordos, para se tornarem sócios um do outro. Kyungsoo estava sentado ao lado de Jongin, a cabeça baixa e as mãos apertando uma a outra, o corpo tremia levemente, não de medo ou de frio, e sim de ansiedade, de nervoso. Tinha tanta coisa para dizer ao pai, tudo que estava intalado em sua garganta, mas não podia. Não por temer apanhar, ou por ser jogado na sarjeta, ele temia o que poderia acontecer com Patricia.

 

    — Do que me serve essa governanta então?  — A voz fria questionou, enquanto assinava o último papel  — Jogue-a na sarjeta ou dê de presente ao seus outros sócios.

 

     — Não!  — Kyungsoo ditou rápido demais, se erguendo e praticamente deixando a cadeira cair, os olhos escuros, mirando os castanhos claros, irã e angústia brilhando fortemente  — Digo… Ela está comigo desde que eu nasci, cuidando de mim, tenho muito carinho por ela… Senhor.  — Lembrou-se de dizer a última parte em forma de respeito, como sempre fora obrigado a fazer.

 

  Patricia era mais que uma governanta, ela foi praticamente a mãe de Kyungsoo, uma mulher que lhe ensinou verdadeiramente o que era amar e ser amado, um amor de mãe, de tia, de avó, de melhor amiga. Mesmo sendo maltratada diariamente por Insoo e Myungsoo, ela nunca se deixou abalar e sempre cuidou muito bem de Kyungsoo. O agora Kim Kyungsoo, não deixaria a mulher de sua vida cair na mão de homens repugnantes e muito menos ir parar em um local onde poderia em breve morrer.

 

      — Leve-a então, mas ela será responsabilidade sua, qualquer erro cometido por ela, cairá sobre você.  — Jongin se levantou e apertou a mão de Insoo, este que ainda sorria de forma sarcástica, estava rico e havia se livrado de Kyungsoo, e como bônus de Patricia.  — Foi bom fazer negócios com você.

 

        — Também acho, senhor Kim.

 


Notas Finais


Qualquer pergunta, critica, sugestão ou somente aquele carinho, só comentar.
Se não quiser fazer por comentário, a MP tá logo ali.

✨ Próximo capítulo sai em breve!

ps: sem betagem, então, relevem os errinhos.

Chu~


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