História O cão dos Baskerville - Capítulo 3


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Categorias Sherlock
Personagens Dr. John Watson, Sherlock Holmes
Tags Arthur, John, Livro, Serie, Sherlock
Visualizações 1
Palavras 288
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Página 10


— Muito bom — disse Holmes. — Excelente! 

— Também acho que é grande a probabilidade de ser um médico rural que faz muitas das suas visitas a pé.

— Por quê?

—Porque esta bengala, embora fosse originalmente muito bela, tem sido tão malhada que não consigo imaginar que seu dono seja um médico da cidade. O grosso anel de ferro está gasto, é evidente que ele tem andado muito com ela.

— Perfeitamente lógico! — disse Holmes.

— E ainda temos os "amigos do CCH". Imagino que sejam as iniciais de alguma coisa relacionada com o grupo de caça local ao qual ele provavelmente tem prestado assistência cirúrgica, e que em troca lhe deu um pequeno presente.

— Realmente, Watson, você se supera — disse Holmes, recuando a sua cadeira e acendendo um cigarro. — Sou obrigado a dizer que em todas as narrativas que tem tão gentilmente escrito sobre minhas pequenas proezas, você tem subestimado sua própria capacidade. É possível que você não tenha luz própria, mas é um condutor de luz. Sem possuir gênero, algumas pessoas têm um extraordinário poder de estimulá-lo. Confesso, meu caro amigo, que lhe devo muito.

Ele nunca dissera nada parecido antes, e devo admitir que suas palavras me deram um enorme prazer, pois ficara muitas vezes melindrado com a sua indiferença para com a minha admiração e as tentativas que fizera de divulgar os seus métodos. Orgulhava-me também de pensar que tinha aprendido o seu sistema a ponto de aplicá-lo de um modo que merecia sua aprovação. Ele então pegou a bengala das minhas mãos e examinou-a por alguns minutos a olho nu. Depois, com uma expressão de interesse, depôs o cigarro e, levando a bengala para perto da janela, examinou-a novamente com uma lente convexa. 







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