História O Caos Eminente. - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Bts, Mortes, Zumbis
Visualizações 56
Palavras 906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Falaaaaaaaaa galeraaaaaa, olha só o quem voltou, siiiimmm eu! "Não diga, nem percebemos."
Eu voltei agora de vez, muito obrigada por terem me entendido e esse tempo realmente me ajudou bastante.
Sobre o capítulo de hoje, ele está pequeno, mas é apenas para dar continuidade ao próximo que está realmente muito bom e talvez eu o poste amanhã ou talvez hoje mesmo. Então aguardem!

Capítulo 11 - Where is Kim?


 (...)

Saí do carro rapidamente assim que vi as feições da Ana um tanto desesperadas.

- O que houve? – Perguntei a ela.

- A Kim, eu n-não sei onde ela está. Ela simplesmente sumiu!– Falou Ana gaguejando. Assim que escutei isso corri até o quarto onde Kim era para estar e não a encontrei. Procurei dentro do banheiro e não havia nenhum sinal dela.

- Calma Kassie. Vamos encontrá-la – Disse o Jimin entrando no quarto.

- Não Jimin, eu não vou me acalmar! – Digo e vou até a onde havia deixado minha arma e pego a mesma. – Eu vou atrás dela.

- Você não vai sozinha! – Disse o Jimin, mas o ignorei e passei por ele descendo as escadas.

- A onde você vai, Kassie? – Perguntou Ana.

- Atrás de Kim. – Digo e Jimin tenta me impedir novamente. – Sai da minha frente!

- Você não pode ir sozinha, pensa direito! – Disse Ana.

- Eu vou com ela. – Disse Vernon se metendo. – Eu conheço bem as florestas. Posso ajuda-la.

- Ok, vamos! – Digo por vencida.

- O que? Você aceita a ajuda dele e a minha não? – Disse Jimin incrédulo.

- Jimin não é hora para isso. O Vernon vai me proteger e vamos trazer Kim sã e salva.

- Quer dizer que eu não sou capaz de proteger você e nem a Kim? – Ele pergunta e pela sua feição de desaponto pude perceber que havia cometido um erro.

- Não Jimin, não foi isso...

- Não, tudo bem. Vai lá com seu anjinho da guarda. – Ele diz sarcástico e entra de volta para dentro da casa. Olhei ao redor e todos me olhavam estranhos.

- Vamos logo! – Digo para Vernon e seguimos em direção á floresta;

Podemos avistar, assim que entramos na mata, algumas pegadas.

- Ela estava indo por essa direção, mas mudou logo em seguida.

- Ela deve ter visto algo e acabou se assustando e mudando de rota. – Digo e Vernon me olha surpreso.

- Exato. Como sabe disso? – Perguntou ele.

- Você não é o único que entende de floresta.

- Encontrei outras pegadas. – Ele disse e fui até o mesmo. – Mas elas são diferentes. As da Kim são pequenas e essas são grandes e estão meio arrastadas.

- Um zumbi. – Digo e meu pavor aumentou mais ainda. – Ah meu deus, onde você está Kimberly?

                                           ...

Empresas e mais empresas depositavam seus dinheiros e suas confianças em minhas mãos.

Cabia a eu fazer o que me foi destinado. Eu nunca imaginei que algo assim poderia ser tão perigoso e ao mesmo tempo tão maravilhoso. Eles queriam se enriquecer ás custas de dores de pessoas. Espalhamos a notícia que era a cura para um câncer, mas na verdade era uma bactéria que infectaria a todos e somente a minha indústria teria a cura.

No começo, havia combinado e estava realmente fascinado com a ideia, mas depois percebi que minha ambição se tornou minha maldição. O que eu estava fazendo? Não era certo matar milhares e mais milhares de pessoas em troca de alguns míseros dinheiros. Eu ainda tentei acabar com isso, mas era tarde. A bactéria já havia sido injetada em animais e assim começou todo o caos.

Lembro-me de como tudo aconteceu.

     - Vocês enlouqueceram! Não percebem o quanto isso é perigoso?  – Gritava enlouquecido.

- Oras, como é ingênuo. Isso não importa, não mais. Me dê o frasco! – Disse o meu “chefe” se referindo ao o que eu segurava em mãos. O famoso XT2, a bactéria que acabaria com o mundo.

- Eu não deixarei que cometa essa loucura! – Abri a tampa do frasco – Eu darei um fim nisso. – Dito isso tomei todo o líquido e senti a ardência descer pela minha garganta.

- NÃO! – Senti todo o meu corpo arder e senti que estava sendo cozinhado vivo. Gritava e esperneava, a fim de mandar a dor embora. Vi que havia um produto inflamável perto dali e abri o mesmo. Meu chefe tentou me impedir, mas eu o empurrei e o mesmo voou longe. Derrubei os milhares de produtos químicos que havia naquele laboratório e logo vi a chama subir. Meu chefe vendo que o laboratório iria pelos ares tentou fugir, mas eu o segurei em minhas mãos.

- Esse é o fim!

- Na verdade é apenas o começo. – Ele diz e logo sentimos a chama nos queimar.

 

Ana.

Assim que Kassie e Vernon se foram fui até o Jimin para ver como ele estava. Olhei pela fresta da porta e ele estava sentando sobre a cama e olhava em direção ao chão.

- Ei, você está bem? – Perguntei entrando e me sentando ao seu lado.

- Sim. – Ele responde ainda vidrado no chão.

- Não precisa mentir para mim. Eu sei que não está bem.

- Será que ela não percebe que eu sou doido por ela? Será que eu só sou um inútil e que ela pode brincar com os meus sentimentos?

- Jimin, ela não quis dizer aquilo...

- Engraçado, ela mal conheceu o cara e já confia nele e eu? Sou só um babaca que ela faz o que bem entende.

- Ela apenas faz isso para te proteger. Ela te ama e, eu acho que ela não suportaria a dor se algo te acontecesse.

- Você tem razão, mas ainda sinto uma culpa.

- Culpa de quê? – Perguntei.

- Por fazer o que farei agora. – Ele diz e logo sinto seus lábios sobre os meus.

                                                 ...

 


Notas Finais


P.s: Eu não gostei mt desse capítulo, então realmente me perdoem se estiver uma merd*!
Mas o próximo será muito bom.
Obrigada pelo apoio, é realmente importante para mim. *u*


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