História O Carma do Óculos - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~ProjetoIE

Postado
Categorias Got7
Tags Algodão Doce, Óculos, Pintor, Praia, Projetoie, Youngbam
Visualizações 9
Palavras 3.030
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma fanfic para o ProjetoIE de shipps flops!
Espero que gostem, eu realmente gostei.

Beijinhos de Luz!
'3'

[Por enquanto não haverão capas] [Eu não revisei, farei isso depois, mas caso haja algum erro, podem avisar, se quiserem/puderem, é claro]

Capítulo 1 - Capítulo Único - Um dia "normal" na praia


 

Era mais um dia quente de verão, provavelmente o dia mais quente no ano. Não era algo exagerado considerando que as temperaturas na Coreia não são muito altas, mas pensando nos padrões da região, se encontravam elevadas. As pessoas que tinham a oportunidade de aproveitar o sábado sem se preocuparem com o emprego se encontravam na praia, a maioria com seus filhos, montando castelinhos de areia, jogando vôlei ou futebol, com suas blusas de manga cumprida e todas as partes de pele expostas, devidamente protegidas com protetor solar.

Com Youngjae não era diferente. Ele havia ido para praia aproveitar, porém, sozinho. Seus pais não tinham a sorte de tantos de poder passar o fim de semana aproveitando, e a avó, que vivia em casa, não tinha pique para ficar no calor da praia cozinhando embaixo do sol. De qualquer forma, o garoto não tinha interesse de ficar com a família naquele momento. Isso ele poderia fazer no conforto de casa, relaxar em conjunto. Sua vontade era a de ter um dia inteiro só para si.

Assim que chegou à areia tirou as sandálias e colocou-as na sacola, ficando apenas com a bermuda e camiseta brancas, sua camisa azul e seu chapéu de palha, comprado em uma viagem para o exterior. Estava protegido e mesmo assim confortável. Pôs-se logo a caminhar em busca de um lugar vazio para ficar, já que não queria pessoas, muito menos crianças descontroladas, atrapalhando o que ia fazer. Quando achou o lugar perfeito montou acampamento, passaria um bom tempo ali, provavelmente sem levantar, tudo deveria estar arrumado para que não houvesse problemas. Ele esticou sua toalha no chão, prendendo cada ponta com um pesinho por garantia. Pôs uma almofadinha no fim da extensão do tecido caso quisesse deitar, e outra como assento, mais ou menos no meio da toalha. Tirou a mesinha portátil da sacola, onde apoiou tudo necessário para passar o tempo.

Ao sentar-se na almofada com a mesinha à sua frente, deu-se finalmente a liberdade de abrir o bloco de folhas sem pauta e seus estojos. Tanto o de lápis e pincéis, quanto o da aquarela. Só faltava uma coisa, e tudo finalmente estaria pronto. Seus óculos. Onde os tinha colocado? Lembrava-se de ter ouvido o barulho de algo caindo ao guardar as sandálias na sacola. Tinha batido sem querer com os calçados no rosto. Provavelmente o que havia caído eram seus óculos!

- Que droga! – falou para si mesmo. – Só porque eu arrumei tudo, agora tenho o problema dos óculos. Maldita visão! – as pessoas que passavam atrás de si perguntavam-se do que ele estava falando. – Mas eu não posso voltar agora... Não. Acabei de ajeitar tudo. Se eu sair, terei que deixar tudo para trás, isso bagunçaria as coisas, e provavelmente me custaria mais itens, mas se eu desmontar tudo para depois remontar, considerando a ida e a volta... Demorarei mais uma hora! É muito tempo a ser perdido... Parece que vou ter que me virar sem eles. – deu de ombros se conformando com o resultado de sua decisão, afinal, não era o único par de óculos que tinha. Sua casa era repleta deles, pois Youngjae sempre calhava de esquecer onde largava o bendito objeto.

Com isso decidido, ele finalmente se focou no papel em branco. Youngjae sempre buscava sua inspiração em espaços aparentemente desinteressantes e simples, que do nada, se transformavam no cenário mais elaborado na mente do jovem artista. Ele encarava o horizonte concentrado. Tentava achar algo que pudesse dar aquele clique em sua mente. Uma ave, um barco, um suposto movimento animal na água, qualquer coisa.

Teve sua cabeça atingida por uma fruta e ao pegá-la começou a rabiscar vorazmente como uma criança. Mas... Aquilo não era nada... A fruta não era nada especial, ele sentia isso. Não era o que ele queria. Bufou em descontentamento e arrancou a folha rabiscada, que colocou bem dobrada dentro da sacola, logo se deixando cair com a cabeça na almofada estrategicamente localizada às suas costas. Tirou a outra debaixo de si com certa dificuldade e empurrou lentamente a mesinha para que tivesse espaço para deitar completamente. Seria um longo dia...

***

Considerando que não estava dormindo, mas sim descansando os olhos embaixo da sombra fresca que a árvore atrás de si proporcionava, Youngjae conseguiu ouvir nitidamente alguém o chamando de senhor enquanto cutucava levemente sua canela. Ele tentou ignorar, pois pensou ser apenas mais um vendedor irritante, mas aquele garoto (pelo menos parecia mais jovem que si ao ouvir o timbre da voz) estava realmente o tirando do sério.

Ao abrir os olhos tirando o chapéu de cima dos mesmos e rapidamente se sentando, vendo o ser à sua frente caindo de bunda no chão (indicando que provavelmente estava agachado antes), conclui que sim, ele provavelmente era mais novo, pois carregava uma expressão infantil no rosto, e o algodão-doce em sua mão direita não ajudava em nada. Analisou-o de cima à baixo rapidamente. Cabelos escuros, olhos consideravelmente grandes, lábios decorados por um sorriso gentil e um nariz... Redondo e bonitinho? Talvez? Usava uma camisa enfeitada de coqueiros, e uma bermuda igual a sua, mas azul, tinha certeza que eram da mesma loja.

- Ufa! Que bom que acordou. Eu estava começando a achar que tinha morrido! – o garoto falou colocando a mão no peito aliviado. – O senhor não devia ficar muito tempo exposto a esse sol e mormaço sem protetor solar. Sua pele até está avermelhada! – enquanto o desconhecido continuava falando, Youngjae o observava mais atentamente. Era isso! Ele era a inspiração perfeita! – Bom... De qualquer forma, eu preciso perguntar algo pra você e...

- Agora não! – ele disse enquadrando o menino entre seus dedos. – Está quase perfeito, só vá um pouco mais para trás.

- Mas eu...

- Aqui está. – jogou a almofada, que antes usava para a cabeça, no garoto que quase se desequilibrou com o ataque repentino. – Dê mais dez passos para trás!

- A-Aqui? – questionou enquanto apontava para o chão, esquecendo brevemente de sua pergunta, que antes parecia tão importante.

- Isso! Perfeito... – Youngjae pegou o lápis para começar o trabalho.

- É que eu preciso saber... – tentou novamente, mas foi cortado ao se mover um pouco.

- Fique sentado! Você não pode estragar tudo agora! A pose está quase perfeita... – o menino se sentou suspirando e colocou mais um pouco de seu doce na boca. – Isso! Fique assim! Segure o algodão-doce perto da boca, mas não o coma!

- Tudo bem... – disse engolindo o que já tinha na boca, definitivamente ele não sairia dali tão cedo. – Bom... Já que eu não tenho nada pra fazer mesmo e você provavelmente não vai me deixar sair daqui, eu acho que posso ficar...

- Uhum...

- Eu sou Kunpimook, mas pode me chamar de Bambam! Eu vim da Tailândia e moro aqui há cinco anos. – disse animado, começando a conversa já que não queria ficar em silêncio. – E você? Qual o seu nome? Mora há quanto tempo aqui?

- Hum... – Youngjae murmurou enquanto mantinha-se concentrado, tendo seu lábio inferior pressionado pelo superior. – Eu sou o Youngjae... Moro aqui desde sempre.

- Legal! Eu tenho 17 anos...

- 18. Eu tenho 18. – disse rapidamente.

- Ah. Ok... Então... Como eu posso te chamar?

- Tanto faz. Pode ser hyung mesmo.

- Sério? Wow. A maioria das pessoas que eu conheço não me deixa chama-los de hyung. Obrigado pela oportunidade.

- Tá... – Youngjae ergueu todo o rosto pela primeira vez desde que tinha começado o esboço. – Deixe o queixo mais levantado e a mão mais firme. Seu algodão-doce está pendendo.

- Ok! – ele se ajeitou rapidamente e sorriu, fazendo com que o desenhista desse um sorriso mínimo com a rapidez com que fora atendido. – Hyung?

- Hum?

- Hyung, você costuma desenhar bastante?

- Quando eu tenho tempo. Geralmente eu começo algo de manhã, em um sábado, por exemplo, e fico até a noite para terminar. Outras vezes eu começo, mas não termino. Depende.

- Por que você não termina?

- Eu esqueço... – corrigiu uns traços que o incomodavam. – Ou fico com preguiça.

- Entendi... – ficou em silêncio, mas logo voltou a falar arrancando uma bufada do outro. – Pretende terminar esse desenho hyung?

- Se você parar de falar e de se mexer, sim. Pretendo. – respondeu mal-humorado.

- Desculpe...

Os dez minutos seguintes seguiram em silêncio entre os dois. Youngjae só ouvia as vozes distantes, o mar que ia e voltava calmo e as gaivotas. Bambam tentava se concentrar para não esquecer a pergunta original que tanto lhe incomodava, jurando que aquela seria a única pergunta cortada em toda a conversa até o fim da pintura, tinha certeza disso. Tentava também, conter outras dúvidas que rondavam sua mente, assim como comentários aleatórios que normalmente compartilharia com Yugyeom, mas que só lhe restavam ser compartilhados com Youngjae naquele momento. Era algo difícil a ser feito, mas ele estava se esforçando ao máximo. Tinha certeza que se ficasse parado até o fim, tudo acabaria mais rápido e ele poderia voltar mais rápido para o lado de seu amigo, que provavelmente deveria estar conversando com algum estranho a essa altura. Bambam não se aguentou e perguntou algo que lhe incomodava desde que tinha visto Youngjae.

- Hyung, você está bem? Fica pressionando os olhos.

- Eu não enxergo muito bem... – disse fazendo o último traço a grafite de seu desenho, sorrindo feliz e orgulhoso. Até agora estava ótimo. – Perdi meus óculos de manhã. Acho que assim que cheguei...

- Então, era sobre isso que queria falar. Eu... – foi cortado.

- Vai ficar quieto enquanto eu passo a tinta no desenho. Quero ter certeza das sombras e das cores. Se você se mover...

- Vai estragar tudo... Já entendi. – falou irritado com a interrupção do mais velho. Realmente, aquela pergunta não estava querendo ser ouvida. Carma, só podia ser. – Acho melhor esperar ele acabar...

- O que eu falei? – encarou o menino à sua frente, quase o fuzilando.

- Fique quieto... Desculpe. De novo.

- Bom menino. – sorriu agradecido, e Bambam inconscientemente sorriu também ao ter aquele sorriso tão gentil direcionado para si. – Depois eu te pago outro algodão-doce, ou sorvete se você quiser.

- Tudo bem... – aceitou baixinho evitando se mover tanto. – Obrigado.

- De nada...

***

Estava há tanto tempo naquela posição que Bambam até perdeu a noção de tempo. Não sabia mais se haviam passado horas ou minutos desde que tinha sentado naquele ponto, mas sentia suas costas doendo, os olhos pesando e as pernas dormentes. Mas o que podia fazer? O mínimo movimento faria com que Youngjae reclamasse, e ele com certeza não queria mais ouvir reclamações do outro.

- Pelo amor de Deus! Quanto tempo mais eu vou ter que ficar aqui?! – gritou desesperado, jogando tudo para o ar. Sentia a boca seca de tanto tempo sem falar e beber nada. Só queria se espreguiçar e ir embora o mais rápido possível, caso o outro tivesse mais uma ideia maluca.

- Eu já acabei faz uns trinta minutos... – Youngjae comentou enquanto bocejava e limpava a tinta das mãos.

- Ah... PERAÍ! O QUÊ?! – Bambam tentou levantar rapidamente para ir em direção ao outro, mas isso só o fez tropeçar e cair de joelhos pela falta de uso das pernas por tanto tempo. – E por que você só me avisou agora?!

- Sei lá. Você parecia meio cansado, então deixei você ali.

- É claro que eu estou cansado! Estou sentado há horas e sem poder me mexer! – agora já estava perto o suficiente para encarar Youngjae nos olhos. – Minhas costas doem, minhas pernas doem, e eu estou morrendo de sono!

- Veja bem, eu também fiquei sentado o mesmo tanto de horas que você, talvez até mais. Eu já levantei, me espreguicei, dei uma corridinha pra acordar, e você nem percebeu. Se você ficou mais trinta minutos sentado, eu não posso fazer nada. Eu inclusive exclamei um “acabei” quando finalizei o desenho, se você não ouviu não é problema meu.

- Oras! Eu fiquei sentado sem me mexer pra você pintar seja lá o que for e você me trata assim?!

- Pare com esse drama! Você já pode se mexer de novo, esqueça o resto! – o pintor sorriu orgulhoso e apontou o desenho para o seu modelo. – Viu só? Está perfeito. Aposto que nunca fizeram uma pintura sua com tamanha perfeição.

O garoto olhou o desenho ainda mal humorado, mas não deram nem dois segundos observando a imagem e ele sorriu. Realmente estava muito bonito. Estava realista e ao mesmo tempo sonhador. Ele tinha uma expressão infantil no rosto enquanto encarava o algodão-doce, que acabou desfazendo no processo, o doce parecia até algo mágico naquela imagem, ele não sabia nem como explicar. Só sabia que estava ótimo.

- Ok. Eu admito que esteja bom...

- Ha!

- Mas, não justifica você não ter avisado.

- Tudo bem... Eu meio que fiz de propósito...

- Hyung!

- É que eu queria te obser... – tossiu um pouco se corrigindo. – Eu queria ver quanto tempo você aguentava mais ali.

- Tá...

- Eu te prometi um sorvete né? Então vamos a busca dele! Só me deixe arrumar as minhas coisas.

Apesar de Youngjae insistir em que poderia arrumar tudo sozinho, Bambam o ajudou. Além de achar que eram coisas demais para uma pessoa só, queria seu sorvete rapidamente. Estava necessitado de doces, e principalmente de algo para compensar o tempo que ficou parado sem consumir nada.

Andavam lado a lado sem se encararem. Sabiam aonde ir, então não precisavam se comunicar. Quando chegaram à sorveteria que ficava na beira da praia, Youngjae foi pegar os sorvetes, enquanto o outro se sentava, apoiando as coisas do artista na mesa. Assim que voltou, colocou os doces na mesa e encarou o garoto a sua frente, que agora apenas se preocupava em atacar o que via diante de si.

- Você disse que veio da Tailândia né? Gosta daqui? – perguntou despreocupado enquanto mexia no sorvete.

- Hum? – Bambam levantou a cabeça rapidamente com o queixo sujo, Youngjae se viu obrigado a limpar aquilo já que aquele garoto não parecia ter interesse em tal ação. Ele pigarreou antes de responder. – Ah, sim. Eu gosto bastante. Mas às vezes sinto saudades de casa. Muitos dos meus amigos ficaram lá, então eu me sinto um pouco afastado de vez em quando.

- Você não comentou que se mudou há cinco anos?

- É...

- Então como ainda não se acostumou?

- Não é que eu não me acostumei... Eu só sinto mais saudades porque mantemos contato. Eu constantemente falo com eles, mas vídeos, ligações e mensagens não se comparam a tê-los na minha frente.

- Corta esse contato, fácil.

- Não! Que ideia! Está louco? Nunca...

- Sei lá. Foi só uma ideia.

- Péssima... – Youngjae deu de ombros após o comentário e continuou a comer.

Eles continuaram sentados ao ponto de repetirem mais um pote de sorvete, que era bem generoso, fazendo com que ambos pensassem no que teriam que fazer para compensar tudo aquilo. Bambam tinha certeza que depois do segundo pote já poderia ser considerado diabético.

- Finalmente! – ouviram uma voz quebrar o silêncio em que estavam. – Por onde você andou? Estou te procurando há um tempão!

- Yugyeom!

- Sim! Eu!

- Eu quase não me movi desde que eu saí de onde estávamos. – Bambam disse. – Ah! Youngjae-hyung, esse é Yugyeom, o amigo de quem eu te falei. Yugyeom, esse é o Youngjae-hyung.

- Prazer em conhecê-lo. – disseram em uníssono enquanto se curvavam levemente.

- Tudo bem. Você estava parado. Mas o que era tão importante para você não ter voltado?

- O hyung estava fazendo um desenho de mim. – pegou o desenho e mostrou-o. – Bonito não é mesmo?

- Realmente... – concordou olhando para o autor do desenho.

- Obrigado... – agradeceu enquanto coçava a nuca sem graça.

- Ah! Lembrei! – Bambam gritou desesperado enquanto apalpava as roupas à procura de algo. – Youngjae-hyung!

- Sim?

- Eu ia perguntar se esses óculos são seus. – levantou o objeto que por todo o tempo ficou no bolso de sua camisa.

- Sim! Onde você os encontrou? – recebeu o objeto de volta colocando-os imediatamente.

- Na areia, perto da entrada da praia. Você teve sorte que eu achei e que ninguém pisou neles. – ambos os que ouviam concordaram com a cabeça. – Você realmente fica bem bonito de óculos hyung. Eu estava imaginando se eles eram seus, como você ficaria com eles. Ficou bom...

- Obrigado, de novo... – Youngjae corou e cobriu as bochechas, nervoso.

- Bambam, pare de deixar o hyung envergonhado! – Yugyeom disse dando um leve tapa na cabeça do garoto que fingiu dor instantaneamente.

- Tudo bem. Não é todo dia que se ouve um elogio por usar óculos. Pelo menos, não no meu caso...

- Viu Yugyeom! É bom elogiar as pessoas, elas ficam felizes! Eu não podia ter dito outra coisa sendo que é a verdade! Pra que guardar algo que todos precisam saber? – Bambam fez um DAB e se levantou assim que Youngjae se preparou para ir.

- Tá... Tanto faz. – ele olhou para o outro que se ajeitava para ir embora. – Hyung, você quer uma carona? Meus pais vieram nos buscar. Se você não tiver problemas com isso, podemos te deixar em casa.

- Se não houver problemas, pode ser...

- Então vamos! – o tailandês gritou enquanto saltitava para fora do estabelecimento em que se encontravam. Enquanto ia à frente ouviu Youngjae falar se endereço para Yugyeom e parou bruscamente. – Hyung!

- O quê?

- Eu acabei de descobrir que moro apenas duas quadras de você!

- Essa não...

- É um ótimo jeito para nos aproximarmos mais, não acha?

- Claro...

- Ótimo! Acho que deveríamos marcar mais encontros! – enlaçou os dois pelos pescoços. – Nós três!

- Eba... – Yugyeom e Youngjae comemoraram falsamente, jogando sem empolgação alguma os punhos para o alto.

- Vai ser difícil ele largar do seu pé. – Yugyeom disse assim que Bambam se afastou ao ver o carro que os levaria embora. – Falo por experiência própria.

- É. Eu sei... – retirou o chapéu enquanto bufava para poder ajeitar os cabelos, mas sem deixar de manter um pequeno sorriso no rosto. Afinal, não poderia ser tão ruim, não é mesmo?


Notas Finais


É aqui que eu termino minha fanfic. Espero que tenha curtido, se você leu até aqui.

Beijinhos de Luz!
'3'


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...