História O casamento da minha melhor amiga - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Casamento, Castiel, Lysandre, Rosalya
Exibições 100
Palavras 3.215
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Hentai, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes que me perguntem:
ISSO É HORA DE POSTAR CAPITULO?
Eu pergunto:
E tem hora para postar meus amores?

EU NÃO TENHO CULPA QUE TERMINEI AGORA.

Postei capítulo muito rápido, mereço parabéns não é não? Qual é? ERA PARA EU ESTAR DORMINDO.
Brincadeira

Eu gostei muito desse cap, e espero que vocês também gostem, agora se me dão licença eu vou dormir.

Boa leitura <3

Capítulo 7 - Enganados


Dia sete de agosto de 2017 –Helena.

Peguei o elevador em direção ao saguão já com minhas chaves em mãos, assim que as portas do elevador se abriram vi o ruivo sorrindo, ele estava com uma calça jeans preta, uma camisa banca e uma jaqueta também preta, não estava tão ruim. Fiz um sinal para ele entrar no elevador também e apertei o botão para o térreo, onde meu carro se encontrava.

-Boa noite – Ele disse depois de alguns segundos em silencio, apenas me virei a sussurrei um boa noite de volta – Que seco.

-Boa noite molhado – Sorri.

-Há há há – Ele disse pausadamente – Engraçadinha, pensei que só eu que fazia as piadinhas aqui.

-A gente sempre tenta inovar né – Ri baixo e as portas se abriram.

Caminhei até o meu carro e abri as portas do mesmo, Castiel entrou também e se sentou ao meu lado no banco do passageiro, coloquei minha bolsa no banco de trás e fiz minha pequena conferida nos cintos, espelhos e freios como eu sempre fazia logo em seguida liguei o carro sem dizer nenhuma palavra, não acho que precisamos conversar durante o percurso, um silencio poderia ser muito confortável.

-Então... – O que eu não queria se realizou, Castiel queria começar uma conversa – Como foi seu dia?

-Você não jeito melhor de começar uma conversa do que com um simples como vai seu dia? – Tentei imitar sua voz numa tentativa inútil, pois o que saiu dos meus lábios parecia quando a Rosa comeu cogumelos sem querer e ficou com uma voz de homem por causa de sua alergia, e ele riu.

-Eu não sei por que, mas não sei como conversar com você.

-Está tão apaixonado que fica sem palavras na minha presença? – Brinquei.

-Pensei que você queria que eu levasse isso a sério.

-E eu quero.

-Sei – Riu e se remexeu no banco.

Finalmente consegui sair do estacionamento do prédio e entrar nas ruas, estavam pouco movimentas e eu não tive muita dificuldade em entrar na grande pista que levava até a outra cidade. Liguei o GPS, o caminho não era muito difícil, mas eu não queria me arriscar, abaixei um pouco o vidro e deixei um ar entrar no carro, fazia muito calor naquela noite.

-Há quanto tempo você conhece a Rosalya? – O ruivo ao me lado me perguntou encarando a estrada.

-Huh? – O olhei rapidamente – Quer mesmo saber?

-Eu quero te conhecer melhor – Sorriu – E acho que essa é uma pergunta melhor do que como foi seu dia – Ele disse e eu ri, com certeza era uma pergunta melhor.

-Bom, Rosalya e eu nos conhecemos desde pequenas – Eu sorri ao me lembrar do dia em que a vi pela primeira vez – Eu tinha acabado de chegar a uma cidade nova e não conhecia ninguém, tirando o fato de que eu era extremamente tímida, mas ela veio falar comigo no dia da minha mudança. Chamou-me para brincar e então viramos melhores amigas – Me virei para ele que me olhava sorrindo – O que foi?

-Você fica com um sorriso lindo quando fala da sua amizade com ela – Senti minhas bochechas esquentarem, mas que droga, de novo não!

-Ah – Voltei a olhar para a pista tentando esconder meu rubor – Ela é minha amiga desde pequena, acho que é normal ficar feliz por lembrar como nos conhecemos – Suspirei – E você? Como conheceu o Lysandre?

-Huh? Ah, não faz tanto tempo como você e a Rosalya – Ele riu baixo – Nos conhecemos na faculdade depois que eu... Tive uma desilusão amorosa – Se apoiou na janela e pareceu incomodado.

-Desilusão amorosa? Você Castiel?... – Fiquei meio surpresa, ele não parecia do tipo que amava muito, depois de alguns segundos em silencio percebi que eu estava sendo muito invasiva e tentei me redimir – Ah, desculpe você não precisa me contar nada.

-Não tudo bem – Ele sorriu – Ela não valia a pena mesmo, seu nome era Debrah e ela me traiu com metade da faculdade – Ele riu sem humor – Tudo para conseguir o que queria.

-Oh, eu sinto muito.

-Não precisa, como eu já disse ela não valia a pena – Suspirou – E o pior é que eu realmente gostava dela.

-Assim você me faz ficar com ciúmes – Tentei deixar o clima menos tenso, ele estava realmente se abrindo para mim.

-Não precisa meu amor, ela é passado – Sorriu.

-Ei, eu só estava brincando, nem venha com essa de meu amor – O encarei e o mesmo riu.

-Tudo bem Helena – Deu ênfase no meu nome.

Sorri e continuei dirigindo, quando comecei a me entediar liguei o rádio deixando em uma estação qualquer até que começou a tocar uma musica conhecida por mim, quando me dei conta já estava cantando alto e o Castiel ria ao meu lado me incentivando, a viagem até que não seria tão ruim com ele.
Continuei dirigindo, fizemos algumas paradas para usar o banheiro ou beber agua, já estávamos dentro da civilização e perto da empresa onde ficava o Buffet, estacionei na frente da mesma e suspirei profundamente.

-Acho que minha bunda está quadrada – Falei e o mesmo riu.

-Ainda temos alguns minutos antes da hora marcada, vamos dar uma volta – Me olhou – Assim você desamassa sua bunda – Riu alto e eu dei um leve tapa em seu braço renda também.

-Ok, estou precisando de um pouco de ar – Me virei para pegar minha bolsa no banco de trás e eu podia jurar que estava com olheiras enormes por ter ficado a madrugada inteira dirigindo, então abri o porta luvas do carro e tirei meus óculos escuros do mesmo, eu costumava deixa-los lá por preguiça ou em caso de necessidades, tirei as chaves do carro saindo do mesmo, e do outro lado o ruivo colocava sua jaqueta que tinha tirado em algum momento da viagem e colocava uns óculos escuros também – De onde você tirou isso? – O olhei e ele riu.

-Sempre estou preparado.

Demos algumas voltas em frente à empresa para nos alongar, ficar horas dentro de um carro não é algo muito bom, peguei meu celular e conferi o horário no mesmo.

-Já podemos entrar – Falei e Castiel acenou com a cabeça e entramos no prédio.

Era um lugar grande e bem sofisticado, havia um grande lustre que iluminava o local, grande até de mais, confesso que fiquei com medo do mesmo cair. Fui em direção à recepção e soltei um riso baixo quando me lembrei de como a ultima recepcionista ficou na presença de Castiel, o mesmo notou minha risada.

-O que foi? – Me olhou rindo um pouco também.

-Nada – Me concentrei em parar de rir e olhei a mulher a minha frente, ela sorria com elegância – Bom dia.

-Bom dia – Nos cumprimentou.

-Temos um horário marcado para agora – A olhei que sorriu simpaticamente.

-Claro... Senhor e Senhora... ?

-Não somos casados – Corrigi.

-Ah desculpe – Ela pareceu meio envergonhada.

-Não foi nada – Castiel sorriu.

-Helena Johnson e Castiel Collins – Sorri – Em nome de Rosalya Waldorf – Completei.

-Sim... – Ela olhou o computador por alguns minutos e depois fez uma expressão confusa.

-O que foi? O nome não está ai?

-Não, nada disso, é que está marcado para as sete... Da noite – Ela levantou os olhos para me olhar.

-Rosalya eu vou te matar – Sussurrei e Castiel riu.

-D-Desculpe, fiz alguma coisa de errado? – A mulher gaguejou um pouco.

-Não, não você não fez nada – Castiel riu – Bom, acho que voltamos mais tarde – Ele envolveu seus braços em minha cintura e me puxou para fora do prédio enquanto eu murmurava mil palavras não tão bonitas para minha querida colega de apartamento.

-Eu vou mata-la – Falei colocando as mãos na cabeça.

-Ela pode ter se confundido – Ele me olhou.

-Sério Castiel? – O encarei – Desculpe, mas ainda falamos da mesma Rosalya que quer a qualquer custo que nos dois ficássemos juntos?

-Ah é – Ele riu – Me lembre de agradecê-la depois.

-Eu já estou irritada o suficiente, não começa.

-Tá bom, tá bom – Parou de rir – O que vamos fazer até lá? Quer dizer... Temos muito tempo até as sete.

-Eu não sei – Olhei em volta – Nunca vim nessa cidade.

-Sério? – Me olhou – Eu já morei por aqui durante alguns meses – Sorriu – Posso te apresentar alguns pontos turísticos.

-Melhor do que nada – Respirei fundo já me acalmando – Sabe dirigir? – Mostrei as chaves para o mesmo que confirmou com a cabeça – Então pega – Joguei as chaves para o mesmo que as pegou no ar – Se eu dirigir de novo é capaz de me atirar pela janela.

-Não pense em suicídio, eu não sou tão ruim assim.

-Entra logo no carro – Ri baixo e esperei o ruivo destravar o automóvel.

Entrei no carro e Castiel o ligou saindo da vaga em que eu tinha estacionado, me permiti fechar os olhos e tentar dormir, nem que seja só um pouco...
Acordei com o som de alguém batendo no vidro, abri meus olhos e vi Castiel perto do meu rosto, com apenas a janela do carro nos separando, ele sorria animadamente, percebi estar com sua jaqueta cobrindo meu corpo oque me fez olhar para seus braços, musculosos braços, eu não podia - de maneira nenhuma – negar que Castiel era um homem atraente, seus cabelos ruivos, seus músculos definidos, seu sorriso encantador e sua voz rouca meio grave era uma perdição, mas eu nunca havia parado para admira-lo. Sinto minhas bochechas esquentarem, pela milésima vez no dia eu coro por Castiel.

-Quer um sorvete?- Ele diz e eu dou uma risada baixa, um sorvete é a melhor coisa para quem acabou de acordar, não neguei, fiz quem sim com a cabeça e o vi sorrir e sair de perto da janela.

Levantei o banco do carro - o qual não me lembro de ter abaixado – ficando numa posição mais confortável, prendi meus cabelos num desajeitado coque e peguei meus óculos escuros e sai do carro, senti uma rajada de vento contra mim fazendo cada pelinho do meu corpo se arrepiar pelo frio, não vi outra escolha e coloquei a jaqueta de Castiel.

-Fica melhor em você do que em mim – Ele diz se aproximando de mim com uma casquinha de sorvete – Alias, eu não sabia do que você gostava e comprei de morango.

-Tudo bem, eu gosto de morango – Peguei o sorvete do ruivo – O seu é do que?

-Chocolate – Sorriu.

-Eu quero – Antes que ele pudesse dizer alguma coisa eu já tinha comido uma parte da sua casquinha.

-Que ousada! – Rimos.

Nós sentamos em um dos bancos que haviam ali e eu olhei em volta, parecíamos estar em uma praça bem grande, haviam várias crianças brincando e carrinhos de alimentos por todos os lados, certamente para a alegria das crianças e o desespero das mães que tinham que comprar cada doce diferente que cada barraca vendida. Sorri ao lembrar de meu pai, ele vivia quase na mesma situação, já que eu era uma criança bem pidona.

-Você fica linda sorrindo – Ele diz e ruborizo.

-E aquele papo de não tentar me conquistar?

-Não estou tentando te conquistar Helena – Ele sorriu – Só estou sendo sincero.

-Se é assim – Me remexi desconfortável, não sei por que mais me sinto extremamente tímida agora.

-Já terminei – Ele pula do banco e me olha enquanto eu ainda estou na metade do meu – Rápido! Tem muitos lugares que quero ir!

-Eu sou só uma Castiel!

-Eu posso te ajudar a terminar – Se sentou do meu lado e deu uma lambida no meu sorvete, que ao meu olhar foi extremamente sexy. Eu estou realmente me sentindo atraída por Castiel? Não, não.

-Sai daqui – O empurro e o mesmo começa a rir – Não te dei permissão para chegar perto de mim e do meu sorvete.

-E também não tinha dado há uns minutos e mesmo assim você o fez.

-Só que eu sou diferente.

-Como?

-Eu só sou! – Suspirei, nem eu estava entendendo oque eu estava dizendo, terminei meu sorvete o mais rápido possível depois de tanto ser apressada por Castiel.

Entramos no carro e o mesmo voltou a dirigir, mas eu não dormi dessa vez, ficamos conversando sobre coisas aleatórias até ele estacionar na frente de uma cafeteria.

-Cafeteria? – O encarei.

-Você achou mesmo que só iriamos tomar aquele sorvete pela manha? – Ele me olhou – Eu sou um homem que precisa de muitas vitaminas – Disse eu ri.

-Ok senhor. Vamos logo, eu quero muito um café!

Entramos na cafeteria não tão lotada e sentamos em uma das mesas, pedi um café e um croissant, Castiel também pediu um café, mas pediu um pão de queijo para acompanhar.

-O que você faz? – Perguntei, eu não sabia quase nada de Castiel e o mesmo já sabia até onde eu trabalhava.

-Eu sou advogado – Ele disse e eu me segurei para não rir – Ei! Eu estou vendo!

-Desculpa – Falei e não consegui segurar e logo comecei a rir na sua frente.

-Qual é o problema? – Ele começou a rir também.

-Castiel, não me entenda a mal, mas você não passa a imagem de um advogado – Controlei minha risada – Você não é serio.

-Ei! E quem disse que todos os advogados tem que ser homens chatos e sem humor? – Ele fez um bico, fofo eu diria – E você não conheceu o Castiel advogado ainda, só o Castiel comum.

-Você tem dupla personalidade? Eu não sabia que estava me dando com um louco... – Provoquei.

-Você pode ser bem ousada quando quer né – Ele riu.

-Você nem imagina – Deixei um tom malicioso sair.

E então eu me vi numa conversa cheia de diálogos com duplo sentido, eu não sabia como nem onde havia conseguido toda essa intimidade para brincar assim com o Castiel, se é que aquilo era uma brincadeira, falávamos de sexo como se fosse algo banal, mas escondíamos nossas palavras e jogávamos a tão famosa malicia, deixando tudo mais engraçado – e excitante -.

-Então você sabe colocar ordem na situação senhor advogado?  - Eu sorri.

-Eu sempre controlo bem o tribunal – Sorriu e o vi se aproximar de mim.

-Já perdeu alguma vez?  - Mordi meu lábio inferior num ato involuntário.

-Eu nunca perco – Colocou sua mão no meu queixo aproximando mais nossas bocas, eu simplesmente não mandava mais no meu corpo, minha cabeça estava lá, gritando por espaço e pedindo para empurra-lo, mas meu desejo comandava meus músculos me aproximando mais do mesmo, eu estava consumida pela luxuria e atraída por Castiel...

-Eu acho isso incrível – Sussurrei e por pouco nossos lábios não se colam durante minha fala, mas oque merda eu estava fazendo? Afastei-me rapidamente quando meu cérebro voltou a ter o controle sobre meu corpo e eu consegui raciocinar. Vi o ruivo se afastar sorrindo.

-E-Eu vou pro carro – Me levantei da cadeira rapidamente saindo do café e entrando no automóvel – Ai meu Deus! O que eu estava prestes a fazer? – Fechei os olhos e voltei no tempo mentalmente e relembrei do forte cheiro de seu perfume, que se fazia presente na minha memoria e no meu corpo, literalmente porque eu vestia sua jaqueta.

Eu o vi sair do estabelecimento e vir na direção do carro entrando no mesmo e me dando um sorrisinho de lado, ruborizei e tentei me esconder encarando o mundo lá fora pela minha janela.

-Vamos, tem alguns lugares que quero te apresentar – Sorriu.

E passamos o resto da tarde assim, Castiel me levava a vários lugares diferentes – e incríveis – mas eu não aproveitava cem por cento já que estava morrendo de vergonha do caso ocorrido mais cedo, almoçamos num restaurante qualquer e logo voltamos a andar pela cidade, quando eram umas seis horas eu estava deitada no banco do meu carro exausta de tanto andar por ai.

-O dia foi divertido – Ele disse e eu apenas concordei com a cabeça – Vou nos levar até a empresa do Buffet, daqui a pouco temos que estar lá.

-Ok... – Bocejei enquanto falava.

Chegamos ao Buffet e Castiel teve que me arrastar até a o prédio já que eu estava morrendo de preguiça, e foi tão entediante quando eu pensei que seria, experimentamos alguns pratos enquanto o gerente só falava e falava, Castiel pediu para experimentarmos o tal prato que a família do Lysandre tanto gosta, quando finalmente me vi livre disso tudo eu só pude agradecer.

-Finalmente! – Digo quando saio do Buffet – Eu só quero dormir.

-Vamos – Ele riu – Temos uma longa viagem pela frente.

-Ah nem me fale!

-Quer que eu dirija? – Ele me olhou e eu não pude deixar de sorrir.

-Eu ia amar se você fizesse isso.

-Eu não sou louco de te deixar dirigir com sono – Ele riu – Nos dois morreríamos.

-Engraçadinho.

Entramos no carro e Castiel começou a dirigir, passaram-se alguns longos minutos naquela pista quando ele se pronuncia.

-Estou cansando – Suspira – Acho melhor fazermos uma pausa.

-Ok – Aceitei, não via problema passar uma noite em um hotel.

-Tem um Motel daqui alguns metros, podemos dormir lá – Ele disse e eu arregalei os olhos.

-Mo-motel? – O olhei.

-Quartos separados, é claro – Ele disse, tentei me tranquilizar, mas a ideia de ir para um motel com Castiel não deixava minha imaginação tranquila.

Depois de algum tempo vi a placa brilhante do motel indicando que ali que ele ficava, Castiel estacionou e desceu do carro com tranquilidade, enquanto eu estava incomodada. Entramos no lugar e vimos uma mulher de meia idade, sentada na frente de um computador comendo alguma coisa.

-Boa noite – Castiel sorriu.

-Ah boa noite – Ela se levantou.

-Dois quartos, por favor – Ele disse com tranquilidade e a mulher murmurou um claro, voltando seus olhos para a tela de seu computador, eu tinha medo daquele olhar que ela fez em seguida, o mesmo olhar da recepcionista do Buffet, de que havia alguma coisa errada.

-Ah desculpem-me, mas só há um quarto vago – Ela disse e eu murmurei um “mas que droga”.

-Tem certeza? Não há nenhum outro quarto vago, ou um que há camas de solteiros? – Castiel insistiu.

-As pessoas não costumam vir aqui para dormir – Ela disse num tom envergonhado.

-E então? – Ele se virou para mim.

-Tudo bem, ficamos com o quarto – Falei, estávamos cansados e nenhum dos dois tinha capacidade de dirigir, e eu não queria ser a responsável de um acidente só porque não queria dividir cama com Castiel.

Ele sorriu e pegou a chave do quarto, subimos para o mesmo, fomos pelas escadas já que o elevador estava quebrado e quando entrei no quarto só queria me jogar naquela cama, mas me contive ao lembrar da presença de Castiel.

-Eu vou tomar um banho – Avisei e corri para o banheiro, eu precisava evita-lo.

Tomei um dos banhos mais rápidos da minha vida, eu só queria dormir, assim que sai do banheiro Castiel entrou alegando que também precisava de um banho e eu me deitei na cama.

-Agora eu só preciso dormir antes dele voltar – Sussurrei para mim mesma, seria ótimo se eu conseguisse dormir.

Nada tirava da minha cabeça oque aconteceu mais cedo e isso estava me remoendo por dentro, não sei oque é isso, mas está desconfortável e eu quero parar de sentir.
Alguns minutos me revirando eu sinto o meu lado da cama afundar e logo o cheiro do sabonete do motel invadir minhas narinas, me permito abrir um pouco os olhos e vejo que Castiel estava ao meu lado, sem camisa e de costas, seus cabelos um pouco úmidos e sua pele branca subindo e descendo com calma, adeus noite de sono...


Notas Finais


SIM EU USEI O TRADICIONAL COLLINS PARA O SOBRENOME DO CASSY ME JULGUEM

É porque eu estava sem ideias... ;-;


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