História O Casamento das Rosas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Mascára da Morte de Câncer, Personagens Originais, Shura de Capricórnio
Tags Afrodite De Peixes, Casamento, Drama, Romance
Visualizações 47
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, gente linda que ama romance!
Bem, não sei se vcs lembram mas, eu tinha prometido a fanfic com o casamento do Dite e da Belle lá na fanfic do Órion que é a continuação da fanfic Helena - O Amor Sempre Volta. Caso vc parou aqui e não sabe sobre o que é a fanfic, bem é meio necessário vc saber um pouco sobre o que se trata mas, só de ler a primeira fanfic (a da Helena) acho que já basta mas a decisão é sua ;)
Nesse cap, veremos como o peixinho pediu a Belle em casamento e espero q gostem ^^
Boa leitura!

Capítulo 1 - 1. Como Tudo Começou...


Fanfic / Fanfiction O Casamento das Rosas - Capítulo 1 - 1. Como Tudo Começou...

 

Mais ou menos um ano depois daquela terrível batalha contra Máscara da Melancolia e contra Verônica de Nasu em Asgard e com benção de Atena, Helena e Mask estavam planejando seu casamento simples.

Os dois não faziam muita questão de festa e a ex-Fase queria levar o amado até a antiga cidade onde ele nasceu para realizarem o casamento. Claro que levariam Belle e Afrodite como padrinhos afinal, o pisciano teria um ataque de nervos se não participar-se de pelo menos uma parte daquela celebração. 

Teriam que levar Ryuthos e os quatro irmãos também no final, já que as crianças não paravam de implorar por isso.

Depois de arrumarem as malas, todos viajaram até Palermo, na Sicília, onde Mask sentiu a nostalgia de estar novamente em sua cidade natal italiana.

Alugaram uma vã e foram pela estrada com as crianças atrás e os adultos na frente, que compartilhavam os primeiros pares de acentos junto ao rádio. A pedido de Afrodite, estava tocando música para animar a viagem apesar das músicas serem de maioria italiana.

-GENTEEEEEE QUE MOVE O MUNDO INTEIRO E EU NÃO ENTENDO... essa letraaaaa... – cantarolou alto o sueco, sendo o sofrimento dos ouvidos de Mask.

-Estava demorando para isso, ô Renato Sueco – resmungou o canceriano, no volante – E não estrague essa música, pelo amore de Dio! É a minha música favorita.

-Cante um pouco, amor – pediu Helena, com os olhos brilhantes.

-Depois reclamam de mim – murmurou Afrodite – Ele não sabe cantar, Hele.

-Canta, Mask! Canta! Canta! – pediram Belle e Helena, fazendo Mask ceder aos pedidos.

-Já que pedem tanto...

Acompanhando o ritmo da música, o italiano cantava no mesmo tom do cantor e saia um som bonito de sua voz que fez as crianças acompanharem também a música que embalava aquela viagem pelas estradas sicilianas.

O pisciano só ficou um pouco com raiva quando viu que Belle parecia gostar muito da música sendo cantada pelo cavaleiro, tornando seu mal humor na viagem praticamente perceptível num raio de dois quilômetros. Apesar de romântico, Afrodite sempre fora muito ciumento.

E foi ao som de I Venti Del Cuore que todos chegaram enfim a um hotel de aparência simples e aconchegante naquele fim de tarde. Estavam preparados para pedir ao padre local para realizar o casamento naquele dia mesmo e eles passariam uma noite naquele lugar.

Enquanto as crianças comiam o jantar e as duas garotas foram pedir ao padre de uma igrejinha em frente ao hotel por um casamento, os dois cavaleiros estavam na varanda dos quartos observando o pôr-do-sol.

Afrodite continuava com a cara rabugenta e isso não passou despercebido pelo amigo que logo perguntou:

-Por que essa cara? Um gato comeu a sua língua? – perguntou Mask rindo da própria piada.

-Nada que te interesse, macarrone – respondeu Afrodite, duramente.

-Nossa! Pelo visto foi mais que um gato.

-Foi um siri mendigo que enfiou a pinça no meu olho.

-O que aconteceu dessa vez? – Mask suspirou – Foi o negócio lá das músicas?

Desde que voltaram de Asgard, Belle e Afrodite decidiram por fim assumir seu namoro mas, toda vez que a garota voltava ao Santuário de Afrodite, era uma tortura ao pisciano. Ele tinha medo que acontecesse alguma coisa e seus ciúmes o corroía até vê-la novamente.

Mask tinha percebido que ele ficou meio emburrado ao decorrer da viagem e não precisou da resposta do amigo para saber que ele ficou com ciúmes.

-Ela apenas gostou da música, só isso – disse o canceriano.

-Não viu como ela olhou para você – resmungou o pisciano.

-E quando você aparece todo arrumado lá em casa e a Helena fica até com brilhinho nos olhos quando te vê?

-Touché.

-Irritado eu fico mas, é porque agora que você parou de usar maquiagem, começou a exagerar nas roupas.

-Eu preciso ser esquisito em algum lugar da aparência.

-Ser um Shun de cabelo tutti-fruti já não basta? – perguntou Mask recebendo um tapa em resposta – Ai! Cazzo! Eu vou casar, dá um tempo na violência.

O dourado apenas revirou os olhos mas estava feliz por ter descarregado um pouco da tensão.

Há dias estava ansioso por causa do casamento de Mask mas, não pelo casamento em si e sim pelo que poderia causar aquilo. Sabia que Belle amava casamentos e tinha medo de ela exigir dele um pedido de casamento. 

Não que estivesse com medo de pedir mas, tinha medo de pedir da maneira errada ou de pedir na hora errada. Não sabia também se ela queria mesmo casar ou se era o tempo ideal. Dúvidas surgiam em sua cabeça e embrulhavam o seu estômago deixando-o praticamente uma fonte insuportável de ansiedade.

Um pequeno silêncio continuou entre eles até que Afrodite decidiu contar tudo o que sentia para o amigo.

Compartilhou suas dúvidas e seus medos com muita ansiedade enquanto decidiram se trocar para estarem preparados para a cerimônia. E Máscara, como um bom amigo, ouvia tudo enquanto calçava os sapatos pretos para o casamento.

Depois de longos minutos de conversa em que eles já tinham terminado de se vestir, o pisciano então perguntou:

-Acha que eu estou ficando doido? – perguntou depois de um longo suspiro – Me sinto cada vez mais paranoico quando a Belle olha para algum homem. Até quando ela olha pro Ryuthos eu fico com raiva.

-Ai você está exagerando um pouco – riu o italiano.

-Não ria, eu estou uma pilha de nervos!

-E sou eu quem está casando! Cara, se ela não quiser casar... tudo bem. Se você não quiser casar, tudo bem também.

-Mas eu quero casar!

-E do que está reclamando então?! 

-Eu não sei... – Afrodite então olhou para o relógio e suspirou – Está na hora. Espero que o meu desabafo não tenha feito você repensar de casar, amigão.

-Não se preocupe, isso foi um treino para ver o quanto uma mulher pode falar sobre uma coisa tão simples...

Mask então fugiu rindo do amigo que estava decidido a esganá-lo ali mesmo por causa da piadinha.

 

A cerimônia mesmo simples foi muito bonita e emocionante. As cinco crianças se divertiram ao levar o véu de Helena que estava vestida com um bonito vestido branco de manga curta com renda. Tudo então terminou com um beijo do belo casal que logo foram ovacionados pelas crianças com muitos abraços e parabéns.

O outro casal também estava feliz com o casamento mas, havia uma estranha tensão entre eles e isso estava preocupando o pisciano a cada vez mais. Não conseguiu dar uma palavra direito com Belle desde que chegaram em Palermo e sentia seu rosto encher-se de preocupação. 

Depois de uma hora de festa, Mask pediu a Mú por telefone que ele levasse as crianças para o Santuário para que o casal pudesse ter uma primeira noite de lua de mel em paz. Logo depois, as crianças já foram teletransportadas e cada casal foi para um quarto. Mask levava sua amada Helena no colo e os dois se trancaram lá para começarem a lua de mel bem.

Mas enquanto isso, Afrodite e Belle se trocavam calmamente e sem silêncio. Ás vezes olhavam de canto um para o outro mas, nenhum deles tinha coragem de dizer nada e isso estava começando a se tornar preocupante.

"Será que ela quer terminar? Quer ir embora? Vai me abandonar? Não... por Deus, não... - pensou o pisciano abotoando com dificuldade os botões do pijama."

-Quer ajuda? – perguntou Belle, reparando na dificuldade do amado.

-Hã... – mas antes que Afrodite respondesse, a pisciana já começou a abotoar direito aqueles botões.

Um silêncio fez-se de novo entre os dois e Afrodite ficou olhando fixamente para Belle por um tempo que nem mesmo ele conseguiu determinar. Belle percebeu os belos olhos azuis olhando para ela mas decidiu que repararia neles depois, afinal queria conversar algo com o pisciano.

-Gustav, já faz um tempo que estamos juntos e eu...

-Você quer terminar? Logo hoje no casamento do Mask?! Não podia ter deixado para amanhã? – perguntou Afrodite desesperado.

-Calma, calma! Ninguém falou em término, não. Eu sou loira mas não sou burra de deixar o homem dos meus sonhos – respondeu Belle, calmamente – É que, eu queria saber porque você está tão esquisito comigo! Está assim desde o carro...

-Ahhh... – o pisciano então suspirou e sentou na cama – Nem me fale do carro.

-O que te aflinge, meu peixinho? Ou quer que eu adivinhe? Tem algo a ver com casamento?

“Como é que essa mulher sabe lê meus pensamentos?! – surpreendeu-se o sueco.”

Belle, percebendo a surpresa no olhar do amado peixe, logo matou parte da charada.

-Tem a ver comigo e com você? – perguntou Belle e Afrodite confirmou – ... hum... casamento, eu e você... sabe, se você me ajudar vai ser mais fácil de entender, querido.

-Está bem – Afrodite suspirou – É que... essa história toda do Mask com a Helena está me dando uma grande pressão.

-Como assim? – Belle sentou ao lado de Afrodite um pouco confusa.

-Com o meu melhor amigo casando, logo você também estaria querendo casar para poder ser feliz e então estaria logo me mandando casar com você...

-Gustav, eu não vou obrigar você a fazer nada que não queira, sabia? Isso de certa forma, depende mais de você do que de mim por causa do seu celibato.

-Que celibato? No Santuário tem mil e um casos de amor, um cavaleiro acabou de casar e só a Atena que não percebe. Mas o problema não é ela... o problema sou eu! Eu sou um pouco esquisito e você não pode ficar migrando do seu Santuário para o meu toda a hora! E se formos muito novos para isso? E se nos separarmos? Isso está me deixando maluco!

Depois de um rápido suspiro, Belle prontamente abraçou Afrodite bem forte e o pisciano se acalmou um pouco. 

Ela compreendeu as preocupações dele, afinal estava pensando exatamente nisso com o passar da viagem mas, não queria falar nada para não parecer que ela estava dando uma ordem ao sueco como se só porque Mask e Helena estavam casando eles deveriam se casar também. Claro que ela queria casar no entanto, tinha que decidir isso com Afrodite antes de qualquer coisa.

-Não se preocupe tanto, Gus. Eu não vou te obrigar a casar se você não quiser – disse a Rosa, ainda abraçada ao seu amor.

-Como assim não quero? É claro que eu quero! – exclamou o cavaleiro com emoção da voz tomando conta do seu ser – Não gastei o tanto de euro que consegui comprando uma aliança para nada!

-Você fez o quê?!

-Comprei isso para você...

O pisciano então foi até a mala e tirou de lá uma caixa grande de madeira, onde abriu e tirou uma segunda caixinha de veludo na qual abriu revelando um lindo anel brilhoso de diamante azul como os olhos de Belle. 

A guerreira ficou encantada com o anel e logo sorriu com o esforço de Afrodite por ter guardado aquele segredo por tanto tempo. Abraçou o amado e depois o olhou com muita doçura, dizendo:

-Bem... você quer casar e eu também... você já tem a aliança... – começou a dizer a loira mas, Afrodite logo se ajoelhou e pegou a mão dela.

-Belle de Rosa Azul, você aceitaria ser a minha futura esposa? – perguntou o pisciano, com um grande sorriso.

O sorriso de Belle também cresceu e ainda emocionada com o pedido, ela demorou um pouco para responder.

Depois de alguns minutos ajoelhado em que Afrodite já não aguentava mais ficar naquela posição, Belle logo se ajoelhou também e o abraçou novamente, gritando um sonoro “Sim”.

-SIM! Sim! Sim! Sim para todo o sempre – exclamou a pisciana.

O sueco então pôs o anel do dedo da amada e eles selaram aquele momento com um terno beijo. Os dois se olharam um pouco com a mesma emoção de um casal comum de apaixonados e se abraçaram novamente.

Os dois casais passaram uma semana em Palermo, toda regada a amor e carinho entre eles até que decidiram voltar para o Santuário novamente na segunda para continuar os seus serviços. Afrodite e Belle decidiram que se casariam ainda na próxima semana assim teriam mais tempo de organizarem seu casamento que seria inesquecível.


Notas Finais


Bem, tentarei atualizar essa fanfic toda terça-feira e espero que vcs gostem bastante da fanfic q terá 8 Caps e guardará muitas surpresas e comédias.
Bjs e até o próximo cap o/


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