História O Casamento do Escorpião - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Kanon de Dragão Marinho, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Personagens Originais, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Shaka de Virgem, Shura de Capricórnio
Tags Ação, Comedia, Milo, Personagens Originais, Romance, Saint Seiya
Exibições 36
Palavras 2.481
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4:


—Ei, fala comigo. -insistia, mas o outro permanecia calado, compenetrado, ignorando-o. -Qual é? Você também se divertiu! -ainda silêncio. -Não acredito que vai ficar emburrado e fingir que não me conhece! Isso é tão infantil! Foi um acidente...

Camus olhou zangado para Milo, respirou fundo e disse pausadamente:

—Não Milo... Quando você esbarra em alguém, é acidente. Quando pisa no pé de alguém... é acidente. Quando sua super nova modifica uma geografia durante uma batalha... teoricamente dizemos ao mestre, para livrarmos nosso pescoço, que foi acidente... mas invadir, destruir propriedade particular, sermos presos...ISSO NÃO É ACIDENTE!

—Você também queria fazer isso. Ei, eu deveria estar zangado, deveria estar me casando em... -ele olha o relógio na parede através das grades da prisão. –MEIA NOITE? ÀS OITO DA MANHÃ EU TINHA QUE ESTAR NO ALTAR COM A DIONE! POR QUE FOI ME DAR OUVIDOS E ME DEIXOU FAZER AQUILO?

Um dos homens com quem dividiam a cela resmungou, pedindo que se calassem.

—Nem eu sei... -suspirou resignado.

—Decidido. Vamos detonar a parede e saímos daqui e...

—DE JEITO NENHUM!

O policial do outro lado do corredor olhou feio para eles, antes de voltar a se ajeitar na cadeira e dormir.

—Já chega de confusões, Milo! -Avisou Camus sério. -Destruir a prisão só daria mais problemas a senhorita Kido! Vamos esperar amanhecer e ligamos para Atena. Ela envia um advogado e estamos resolvidos.

—Atena não está na casa dela! Ia pro Santuário passar a noite. Só está o mala do Tatsumi e duvido que ele dê recados a ela.

—E o que sugere?

—Temos que estar em casa antes que Atena saiba que fomos nós a colocar suco de groselha na fonte da empresa dela. -Milo sussurrou. -Vamos ter que apelar pros rapazes.

—Eles? Ou estão na sua festa de despedida de solteiro ou dormindo em casa agora!

—Tem ideia melhor? Hyoga?

—Não quero que meu discípulo me veja aqui atrás das grades! Seria humilhante! -suspirou. -E Desirré quando descobrir não vai me deixar esquecer nunca!

—Então? -Milo insistiu. -Sabe o número do celular de alguém?

—Guarda! -Camus chamou. -Queremos dar o nosso telefonema.

—Agora? -o policial olhou o relógio e suspirou ao se levantar. -Está bem...mas cada um de vocês tem direito a um telefonema só.

—Vai ligar pra quem? -Milo perguntou.

 

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Enquanto isso...na despedida de solteiro de Milo.

—Vai Adônis, Vai! -diziam os cavaleiros ao rapaz que dançava em cima da mesa com duas garotas, somente de roupa de baixo.

—Hoje ele deixa de ser virjão! –Máscara da Morte comenta, rindo.

—Não acredito que a mãe dele borde o nome do Adônis nas suas roupas intimas! -Mu admirou-se.

—Não acredito que estejamos vendo-o de roupas intimas! -Shaka preferiu olhar para o seu copo de suco ao espetáculo. Foi quando olhou pela janela e viu um certo movimento. Aproximou-se, olhou para fora e arregalando os olhos fechou a janela com um estrondo. -AS GAROTAS!

—São bonitas, sim. -Mu respondeu, rindo da cena. -Não foi fácil convencê-las em cima da hora, mas...

—ESTAS NÃO! NOSSAS MULHERES! -disse Shaka desligando o som sob protestos e uma chuva de copos plásticos. -Seus ignóbeis. Estou salvando seus relacionamentos! As suas esposas e namoradas estão vindo aí!

—QUE? -exclamaram a maioria, correndo para as janelas, e ao verem quem se aproximavam, as reações foram diversas.

—Mu, leve as dançarinas daqui agora! Alguém cubra o Adônis! Peguem as cartas, finjam que estão jogando pôquer! -Saga gritava ordens, e todos obedeciam.

—Levá-las para onde? -o ariano estava confuso.

—Rozan, Jamiel...sua casa, não importa! -disse Saga.

 

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Do lado de fora.

—Acha certo invadir a festa deles assim? -Marin perguntou, pronta a abrir a porta do bar.

—Milo havia dito que iam só jogar cartas e beber. Não vejo nada demais. -respondeu Celeste.

—Vamos. -Maíse disse decidida. -Está frio aqui fora.

Marin ia abrir a porta, mas Aiolia a fechou com rapidez, praticamente na face incrédula da amazona.

—Aiolia fechou a porta na minha cara? -ela perguntou, olhando para as amigas.

—Fechou. -respondeu Raga-Si sem entender.

—AIOLIA! -ela bateu na porta com mais força. -Abra agora mesmo esta porta!

—Agora...agora não dá, Marin! -dizia o outro do lado de dentro.

—Como assim?

—Shun! -June bate na porta. -Você está aí?

—Mu! Leva elas agora! -pediu Saga.

—Mas...são muitas pessoas para teletransportar ao mesmo tempo!

—AIOLIA! -Marin gritou.

—SAGA! -Celeste gritou seguindo de murros na porta. -Algo errado?

—Er... não, Celeste... é que... Adônis bebeu demais e vomitou nele todo, tá uma coisa horrorosa aqui. Tá dando trabalho. E ele tá seminu e não queremos que entrem antes de limparmos tudo! -dizia fazendo gestos para que Mu sumisse.

—Se ela trouxe a lança vai te capar, Saga. –Máscara da Morte ria, bebendo ainda mais. -Vocês vão se ferrar.

—Você também! -avisou Shura.

—Eu não. Minha mulher não tá aí fora! -desdenhou. –Deve estar dormindo com a nossa filha agora. Ela dorme cedo.

—GIOVANNI! –a voz de Maeve fez Máscara da Morte engasgar com a cerveja, cuspindo todo o conteúdo. –Reze a Odin para que seja só o Adônis mesmo dando trabalho.

—Fala aí primo... ic... –Adônis abraçando o Máscara da Morte de cuecas. –Tu ficou babando na morena dos peitões, né?

—Cala a boca, verme! –tampando a boca do rapaz.

—GIOVANNI PIERINO MASTRANGELO! -Máscara arrepiou até a alma ao ouvir seu nome ser proferido com fúria. -Pode me dizer por que tem uma mulher seminua e bêbada dormindo aqui na porta?

Todos se entreolharam, procurando respostas para dar a elas.

—Certamente, minha cara Maeve... É uma pobre e desgarrada ovelha que caiu no vício e podridão da vida! -respondeu Shaka imediatamente.

Todos fizeram sinais positivos para o virginiano.

—Aiolia...abra esta porta agora! -avisou Marin com tamanha calma, que o Leão obedeceu imediatamente, um segundo após Mu desaparecer com as dançarinas.

As garotas olharam ao redor, viram Shura e Máscara da Morte no balcão. Aldebaran mexendo no karaokê, Adônis caído embriagado num canto e na mesa de pôquer os demais cavaleiros.

—Meninas! -Saga com um grande sorriso. -Como foi a festa da Dione?

—Acabou faz tempo. -respondeu Shina, olhando ao redor.

—E vieram nos fazer companhia? Que alegria cariño! -Shura abraçou a esposa ao dizer isso.

 

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Um pequeno interim:

Mu reaparece com as strippers na entrada de Rodório, tontas pela bebida quanto pelo teletransporte, duas acabam se agarrando ao cavaleiro de Áries, quando derrubando-o. Nisso ele percebe uma pessoa que observava a tudo com os grandes olhos castanhos arregalados.

—N-Naru de Dorado? –Mu disse o nome da impetuosa amazona que chegara algumas semanas atrás. –Não é o que está pensando e... bem elas... sabe a despedida de solteiro do Milo... sabe que um cavaleiro de ouro vai casar amanhã né... então...

—Você é bonitinho... –disse uma loira, dando um beijo em Mu.

A amazona de bronze não diz nada, dá as costas para ele e sai andando.

—Espera, Naru. –falou se livrando da loira, mas era tarde. O ariano baixa a cabeça, envergonhado. –Agora ela vai ter certeza de que sou um pervertido.

 

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De volta ao bar.

—Onde está Camus? -Desirée olhou ao redor, não vendo o esposo. -E Milo?

—Hummm... estes dois. -Máscara riu, bebendo um gole da cerveja. -Tão sumidos há horas! -a esposa o cutucou. -É sério! Saíram faz tempo!

—Não foram para casa...ao menos Camus não. -Desirée comenta preocupada.

—Não se preocupem com eles. Devem estar bem. -Saga comentou, e ouviram um telefone tocar. -Quem tem celular aqui?

—É do Mu. Ele esqueceu quando levou as garotas... -Kanon chuta Aldebaran discretamente. -...aquelas pobre meninas que se perderam até um táxi para que cheguem em casa a salvo. -Kanon bate na própria testa.

—Não vão atender? Pode ser importante. -disse Marin.

—Não... depois ele retorna ligação. -respondeu Saga.

—Afff...custa atender? -Afrodite pegou o celular e o atende. -Alô? Não... é o Afrodite... Como está? Bem... nossa... mesmo? Que coisa! -todos olharam para ele. -Tá tudo bem... quer que eu pergunte para ele? ... Tá. -Afrodite olha para todos e fala. -Errr...alguém tem um advogado de confiança para tirarmos Camus e Milo da cadeia?

—QUE? -gritaram todos.

—Como assim meu marido preso? –Desirée aflita.

—Me dá este celular! -Saga toma o aparelho da mão de Afrodite. -Que ideia é essa de estarem presos?

Camus do outro lado da linha, amaldiçoava Mu por não estar com o celular quando lhe ligou. Para que comprar um celular se ele vivia desligado ou esquecido com os outros? Mas o ariano era a única pessoa sensata que Camus confiaria no momento, e para o seu azar, ele não estava.

—Não grite, Saga. Eu vou contar tudo. Depois pague nossas fianças e nos tire daqui. Só não deixe minha esposa saber. -pediu Camus

—Tarde demais. –respondeu Saga.

—Como assim meu marido preso? –Desirée aflita e Camus ouviu do outro lado da linha.

—O que pode piorar? –Camus suspirou e em seguida fazia um resumo do que houvera.

—VOCÊS O QUE? -Saga gritou, espantando e depois caiu na gargalhada.

—Não ria, Saga! -dizia Camus envergonhado do outro lado da linha. -Tem que nos tirar daqui e logo! Milo tem só sete horas e quarenta minutos para estar no altar!

—Tá, calma... eu vou resolver isso. Em que delegacia estão? -Saga faz algumas anotações e desliga o celular olhando para os amigos. -Temos um probleminha.

—Camus está preso, que probleminha? -Desirée perguntou irônica. -Me dá o endereço que vou tirá-lo de lá!

—Espera. Deixa que resolvemos isso! -pediu Saga. -Dione e a família dela não precisam saber nada desse episódio. E não sabemos se vai demorar para tirarmos eles de lá. Vão pra casa e durmam, eu cuido disso!

—Mas... –a francesa tenta argumentar.

—Confie em mim, Desirée. –ele pediu.

—O que pretende fazer? -Celeste indagou com as mãos na cintura.

—Shaka, Kanon e eu vamos pagar a fiança dos dois e trazê-los a tempo pro casamento. Se por acaso demorarmos, vocês mantenham Dione calma e os convidados bem. Afinal, um é o padrinho e o outro o noivo! -respondeu o geminiano com calma. -Se acaso nos atrasarmos um pouco, distraiam todos.

—Distrair como? -Aiolia não entendeu, mas Saga não respondeu saindo rapidamente com o irmão e Shaka.

—Cantando? -Máscara ironizou, bebendo sua cerveja. –Vamos para casa dormir, é o que podemos fazer agora.

Todos concordaram, saindo em seguida.

 

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Meia hora depois...

—É aqui? -Shaka indagou, olhando ao redor no saguão da delegacia, onde policiais uniformizados andavam para lá e para cá, com papéis e presos a serem fichados ou soltos.

—É. Vamos conversar com algum policial. -disse Saga se aproximando do balcão de atendimento, onde um policial de bigodes pretos e compridos preenchia algumas fichas com cara de sono. -Com licença, oficial. Viemos pagar as fianças de alguns amigos nossos.

—Agora? São quase uma da manhã! Nomes, por favor? -pediu o policial. –Não podem esperar de manhã?

—Infelizmente não. Os nomes são Camus DuPont e Milo Alessandros. -respondeu imediatamente.

O policial o observou bem, antes de fechar a ficha e pedir:

—Espere um momento. Vou chamar o tenente. -e afastou-se.

Alguns minutos depois, um homem engravatado, cabelos castanhos em desalinho apareceu, com o que parecia ser um dossiê em mãos.

—A menos que sejam advogados, não posso soltá-los. -já foi falando.

—Ei, calminha. -pediu Kanon. -Você é?

—Tenente Dimitr Standinkou. -respondeu. -Seus amigos foram presos sob a acusação de invasão de propriedade particular, ato de vandalismo e... puxamos a ficha de seu amigo francês, aparentemente ele tem uma acusação de crime sexual na França.

—Que? Camus? -Saga não acreditou. -Ele não faria isso!

—Atacou uma moça no metrô de Paris anos atrás. -respondeu o tenente calmamente.

—Camus é um pervertido sexual? -Kanon murmurou. -Eu sabia que aquela pose de certinho era só fachada! Melhor ligarmos para a Atena!

—Não seja ridículo, Kanon! Não vamos incomodar a senhorita Atena com algo tão indigno dela! -falou Shaka irritando-se. –E sabemos que Camus não faria algo assim.

—Vai saber...ele ficou anos morando isolado com um garotinho na Sibéria. Pode ter caído na tentação e...

—Esperem! -pediu o policial. -Quer dizer que ele também é pedófilo e mantinha uma criança em cárcere privado? É um maníaco este DuPont?

—E ladrão. -falou outro policial entregando uma ficha ao tenente. -Há queixa dele ter roubado uma fantasia no Shopping da cidade. Uma do Barney.

—Ele ficou engraçado de Barney. –Kanon foi cutucado por Shaka. –Você devia ter visto!

—Kanon!

—Nosso amigo é um delinquente! -Kanon começou a rir, e levou cotoveladas de Shaka e Saga ao mesmo tempo. –Ouch!

—Tenente. Isso tudo é um mal entendido! Camus não é um criminoso! -alegava Shaka.

—É um homem integro! E pai de família! -continuou Saga.

—Pode ser. Mas só vamos soltá-los quando o Juiz assim determinar a fiança. -disse o tenente irredutível.

—Quando isso? -Saga perguntou, olhando o relógio apreensivo.

—Segunda-feira, quem sabe? Talvez até sexta que vem.

—Hoje é sábado! -exclamou Kanon. –O Milo casa de manhã cedo!

—Lamento. Lei é lei!

Shaka chama os gêmeos em um canto:

—O que faremos? É uma da manhã! Em mais ou menos sete horas ele tem que estar no santuário! -falava Saga.

—Vamos ter que chamar Atena. Não vejo outra alternativa. -ponderou Kanon.

—Ela vai matá-los! -suspirou Saga.

—E vai ser divertido! –diz Kanon sorrindo.

—Já falei que não vamos incomodá-la com um assunto tão mundano! -falou Shaka. -Deixe que eu me encarrego disso.

Shaka ajeita o paletó que usava e se aproximou do policial.

—Senhor tenente. Somos homens sensatos. Podemos resolver isso sem precisarmos incomodar um juiz, que deve estar ocupadíssimos com outros assuntos deveras mais importantes que este simples ato de vandalismo de dois marmanjões que esqueceram de crescer.

O tenente o encarou, erguendo uma sobrancelha.

—O que está sugerindo?

—Que podemos entrar em uma acordo de cavalheiros. -comentou, mexendo no bolso e deixando uma nota cair no chão. -Ops...o que temos aqui? É seu?

—Não. Este dinheiro é seu. Caiu do seu bolso. -falou o tenente.

—Tem certeza de que não é seu? -Shaka pega a nota e coloca no bolso do tenente. -Eu não vi meu nome nela e pode ser sua. Que tal? Podemos conversar?

O tenente sorriu e...

A cela 2, ao lado da cela 1 onde Camus e Milo estavam encarcerados, recebia três novos ocupantes.

—Por que estão aqui? -Camus indagou, olhando os amigos presos.

—Shaka tentou subornar o tenente Standikou. -comentou Saga, dando um pedala em Shaka.

—E é o homem mais próximo de Deus! -ironizou Kanon.

—Calem-se! -pediu Shaka. –Com tantos policiais corruptos do mundo, eu encontro um honesto?

—Buda tá castigando seus pensamentos impuros com a morena que dançou macarena no balcão e você babava nela. -Kanon comentou, olhando disfarçadamente para o lado.

—EU NÃO ESTAVA BABANDO NA KAREN! -defendeu-se o virginiano.

—Olha, até sabe o nome dela! -Kanon continuou.

—Sou um homem casado! Amo minha esposa!

—Calem-se. Ou o tenente pode incluir na minha ficha além de tentativa de suborno, o assassinato de vocês dois! -vociferou Saga. -E agora?

 

Continua...


Notas Finais


Notas: Naru é de A Nereida.
As acusações de Crimes vem de Uma Garota Especial e Perdidos no Shopping. XD


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