História O casamento do meu melhor amigo - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Drama, Hentai, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 301
Palavras 731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


É a primeira vez que eu faço uma historia que é preciso aumentar a faixa etária, então por favor se você não quiser continuar, eu vou te entender.

Capítulo 1 - Deixando a doçura



 Quando eu era pequeno, mais ou menos uns 2 anos de idade, fui mandado para uma Colégio Militar na California. Eu não sabia o que esperar da escola, porque só que eu ouvia dos meus avós, que não concordaram muito com a decisão dos meus pais, era que o Colégio tinha regras muito precisas e rígidas, como naquela época eu era a "criança de ouro" da família, a criança que todos admiravam e que iria restaurar o nome da família Frooz Torres. Mas meus pais não ligaram muito para o que eu seria, na verdade nunca ligaram e parecem que nunca vão ligar. Eu sou George Frooz Torres, nasci no dia 2 de Agosto de 1998, atualmente tenho 18 anos, vou cursar o primeiro ano de Medicina, pretendo ser Cirurgião, tive um descanso do exército e agora estou em casa descansando e me preparando pro internato na Faculdade de Seattle, prefiro fazer o internato, residência e pegar meu título fora do exército, é bem mais tranquilo. Mas não era disso que eu falava. No primeiro dia no Colégio Militar, fui bem recebido tanto pela a diretora quanto pelos professores, porém os alunos... digamos que a maioria dos meninos que percebi serem implicantes queria me bater. Não fiquei com medo então segui as minhas aulas. Para uma criança de apenas 2 anos, uma aula de artes era Ouro e eu fiz com que a minha fosse a melhor e fui premiado pelas professoras por 15 desenhos que eu fiz, alguns delas e outros de várias coisas bonitas. Um dos meus dons que meus pais não suportavam era a facilidade que eu tinha em artes plásticas, desde criancinha eu fazia coisas que as outras crianças não faziam e como meus pais queriam que eu fosse uma criança normal, começaram a transformar minha vida em algo bem monótono. Eu também tinha facilidade em Artes Cênicas, eu sempre ganhava boas notas em pecas de teatro fiz todas as peças da escola e algumas eu mesmo pude ser o diretor. Sempre fui uma criança de estatura mediana, esguio, cabelos negros, médios, ondulados e na maioria das vezes solto. Meus olhos eram mais verdes do que são hoje e minha pele era mais clara também. Nenhum menino gostava de mim e todas as meninas queriam ser minhas amigas, sempre foi assim, desde o maternal até o meu ensino médio eu fui amigo de várias meninas, muitas adoráveis, outras atrevidas e várias sacadas, porém muitas achavam que eu queria algo com elas, mas na verdade eu gostava de quase as mesmas coisas que elas, sempre tentei não transparecer que eu gostava de meninos, porque até então na minha família não é permitido e nos ligares onde estudei todos militares e visto de uma forma bem preconceituosa pelos de mais participantes do convívio social escolar. Por volta dos meus 15 anos tive a grande oportunidade de conhecer uma pessoa maravilhosa que mudou completamente a minha vida. Ana Paula Fontenelle, como eu ela também sempre estudou em escolas militares, então sempre ajudamos um a crescer, e enquanto o um crescia o outro crescia junto, para ninguém ficar para trás. De tanto que éramos próximos até comecei a gostar dela de uma forma que não era mais só de amigo, eu comecei a ficar sem ar quando ela passava perto, sempre que ela me abraça eu me arrepiava e todas as vezes que falávamos saíamos completando a frase um do outro, não tinha como você falar que não estávamos nos pegando, porque nós éramos muito próximos. Então eu o "inteligente" quis saber se ela gostava de mim. Na noite do aniversário de 17 de nós dois, porque além de ser amigos fazíamos aniversário no mesmo dia, bebemos só para ter uma noção de como era, eu achei muito ácido e meio amargo o gosto da vodca, espera que tivesse um gosto melhor para mim acompanhar a Ana sem parecer um fracote, mas não adiantava quanto mais eu me forçava a beber mais tinha vontade de vomitar, então eu parei por um tempo.
-Acho que não consigo mais- Falei para Ana que já passava de seu 15° copo.
- Meio fraquinho, mas não vou julgar meu amigo-Disse ela rindo e parecendo bem feliz, foi então que ela se virou e ficou me encarando.
-O que foi?- Perguntei
- Eu acho que estou gostando de alguém- Falou entusiasmada.
- De quem?-Tentei mostrar indiferença.


Notas Finais


Minha história é toda feita no bloco de notas então ela é bem pequena, não me julgue.


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