História O casamento do meu melhor amigo - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Hentai, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 30
Palavras 803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Obs: Oiiiiiieee, amoras, acho que fiz vcs pensarem que o saqui a pouco seria perto de mais, mas não é. Bom finalmente encontrei em mim uma fusão de Shonda Rimes e J.K. Rowling, não me matem pelo que vai acontecer nos proximos capítulos.

Música: Pacify Her ( Melanie Martinez)

Despedida: o Mocinha aqui vai esperar vocês nas finais. *3*

Capítulo 28 - Perfect Time


Fanfic / Fanfiction O casamento do meu melhor amigo - Capítulo 28 - Perfect Time


- Hum.- Finalizou meio desconfiado abertando os olhos de lado.
 Cheguei mais perto do seu rosto e dei um beijo. Foi como uma explosão de memórias ele não era meu, mas agora naquele quarto suando e me pagando ele era mais do que só meu, ele era minha metade, o que me faltava todos os dias, ele era e é meu ápice, meu ponto fraco, meu fracasso e meu sucesso. Então entramos num estado de tranzi, e ficamos assim por um bom tempo. Até que depois de um tempo calmos de mais, tudo começou a esquentar, ele ficou deitado em baixo de mim, disse que era para mim ir primeiro. Coloquei meu membro na entrada dele devagar esperando ele se acostumar, quando ele finalmente balançou a cabeça dizendo que eu poderia continuar, eu aumentei um pouco o ritmo das estocadas, fazendo o mesmo soltar leves gemidos de prazer que me davam mais gás, a cada momento mais eu queria fazer com que ele fosse só meu, para sempre. Ele gritava meu nome e eu surssurava o dele, por mais que estivéssemos sozinho, eu queria que todos ouvissem ele dizendo que era só meu e eu só dele, não haveria mais ninguém que iria nos parar, eu queria a todo momento mais um pedaço dele, porque ele era como cortar o maior Baobá do mundo usando uma faca cega, você sempre tem que ter uma estratégia melhor e mais precisa. Ele era meu desafio, era minha paixão, foi uns dos meus primeiros amores platônicos de juventude e agora eu estava na cama dele usando ele, o carinha que sempre ficava vermelho, estava mais vermelho do que nunca. Depois de um tempo aumentamos tanto as estocadas que eu tive que parar por um tempo para recuperar a respiração, ele também teve que recuperar a respiração, nada ao redor emitia um som se quer a não ser as nossas respirações fortes e pesadas, que tomam toda a nossa ernegia.  Eu ainda tinha muito gás, mas tinha que parar para encher os pulmões, que nem quando alguém vai correr e precisa de água,  ou quando você usa um carro e tem que por gasolina se não fica parado no mesmo lugar.
 Ele finalmente saiu de baixo de mim e ficou por cima, ele segurou nas minhas coxas enquanto se posicionava entre as minhas pernas, eu estava com medo, nunca tinha feito isso, mas eu não queria demonstrar, então apenas balancei a cabeça positivamente deixando ele começar o mesmo processo que acabará de ocorrer, só que desta vez, bem diferente. Quando ele começou a colocar o membro, eu senti uma pontada que era muito forte e que parecia que ia me destruir de dentro para fora, assim que ele passou a glande na minha entrada e depois foi aprofundando mais eu segurei com força a perna dele, era dolorido de mais, eu não sabia se queria mais fazer aquilo, eu que estava de olhos fechados logo os abri quando ele me pediu, falou que tudo iria ficar bem, falou que depois da dor vem uma sensação um pouco mais confortável. Soltei devagar a perna dele e ele foi indo cada vez mais para a frente em movimentos curtos, disse que iria assim até eu me acostumar. Aos poucos a dor foi desaparecendo e no lugar dela o prazer tomou conta do meu corpo, eu disse para o Leo começar a estocar com mais rapidez e força, começando um processo de entradas e saídas do seu membro que eram queimantes e muito bom. Ele começou a se movimentar cada mais rápido e mais forte, eu consegui sentir a espessura, o tamanho, as veias, os líquido que tocava as paredes da minha entrada, sentia os perfumes misturados no ar, como o dele de morango, hortelã e limão, que chocavam com o meu de melância e menta. Eu via seu suor descendo pela testa, via sua bochechas mudando de cor, via seus olhos se apertando quando ele atingia o próprio ponto sensível, me segurei no pescoço dele, diz algumas marcas no braço e depois que ele abaixou a cabeça fiz marcas no pescoço caminhando em beijos até chegar em sua boca, senti o desejo, a paixão e o desespero dele, que me deixava pouco confortável, mas me dava muita vontade de querer ele cada vez mais e mais. 
 Eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser ele, não pensei na escola, no Antony, no Pedro, no Diego, nos meus pais, na minha família, no que eu estava fazendo. Leonardo estava ali na minha frente, em cima de mim e dentro de mim, não conseguia pensar no que ia fazer depois e no que ia acontecer. Não pensei em nada, apenas me deixei levar pelo fluxo, é como uma velha frase que foi dita pelo meu avô ainda em vida:
 


Notas Finais


Gente to vergonha, muita vergonha, sério ainda bem que não estou na frente de vocês, porque eu estaria vermelho de mais. Nessa semana parei para ver Glee, eu nunca tinha assistido, gostei é ótimo, ainda mais pq eu adora musicais. Aderi a mim o apelido Mocinha, que foi dado pela Sue, ao Kurt, e Porcelana também.


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