História O casamento do meu melhor amigo - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Hentai, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 124
Palavras 763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Amoras vamos combinar que já estava mais do que na hora de eu começar a encrementar a massa de bolo, POR FAVOR VC HETERO QUE ESTÁ LENDO ISSO É SÓ O COMEÇO, vc tem 2 alternativas ou sai daqui agora ou continua lendo, se for continuar lendo, por favor venha para o nosso mundo de arco-íris por favor, mentira kkkkkkkk, brincadeira heteros levem na Boa. Parei fiquem com o capítulo, dedicado para Isabella e Clarinha (minha amiga gostosa que sabe como eu sou) *3*

Capítulo 6 - Regando a amizade



- Eu acho cirurgia plástica muito esteticista, fique com a Geral mesmo. - Falou o louro.-  Eu sou Diego.
-É, seu namorado falou, sou Antony.
- Prazer Antony, sou George e nós não somos namorados.
- Me desculpa, eu achei que pela proximidade de vocês dois...
- Tá tudo bem Antony
- George - Acho que estou ouvindo alguém te chamando.
- Droga eu esqueci que vim com a minha mãe, licensa pessoal. Voltei a recepção e lá estava ela, com uma olhar indiferente.
- Já acabei, vamos?
- É que acabei de conhecer alguns alunos que também vão cursar Medicina, eu poderia ficar para conhecer melhor as áreas e o resto do campus.
- Pode ser - Será que eu senti um pouco de preocupação vinda de minha mãe?- Que horas pretende voltar?
- Não muito tarde.
- Não esqueça da regra. - Uma regra imposta pelo meu que faz com que todos se não estiver em casa até a meia noite deve achar outro lugar para dormir até que a casa se abra pela manhã, não é uma das melhores regras dele, mas já me gerou muitas gargalhadas, teve uma vez que ele ficou do lado de fora e ele estava bêbado, não é legal rir do seu pai bêbado, mas é legal ver ele fazendo coisas que você achava que ele nunca poderia ou iria fazer, como chorar o nome da minha mãe feito um bebê por mais de 55 minutos seguidos, ou gritar perto da janela do meu quarto que me amava, nem ele nem minha faziam isso, aquele dia não foi só o mais engraçado como também o melhor da minha vida. Mas depois no outro eu acabei levando uma bronca porque eu abri a porta para ele e nisso já eram 3 da manhã, na verdade minha mãe me deu uma bronca, ele apenas foi legal comigo, falou obrigado, coisa raríssima, e depois me deu um dinheiro para eu fazer o que eu quisesse.
 Era assim quando eles se "importavam" comigo.
- Não vou esquecer.
 Voltei ao jardim e me deitei na grama, quando entrei de novo não tinha avistavado o Diego ou o menino ruivo, Antony. Então acabei apenas deitando e olhando pro céu.
- O que está fazendo? - Perguntou Antony vindo em minha direção.
- Pensando.
- Em que?
- Em tudo, mas principalmente em corações.
- Em corações? - Assenti com a cabeça - Por que?
- O que te lembra um coração Antony?
- Não sei um motor vermelho.
Eu ri porque não entendi de cara a comparação e depois tentei imaginar um motor vermelho, fofo, significativo, chamativo, ai eu ri mais um pouquinho ele também.
- Vou te explicar porque estou pensando em um coração. Primeiro: vermelho é minha cor favorita, sim tenho 17 anos e tenho cor favorita, porque não importa o tanto que eu crescer o ficar velho o vermelho sempre vai me perseguir e eu costumo gostar do que me persegue, segundo: o coração é uma máquina, assim como o cérebro, embora ele leve sangue pro corpo todo ele consegue ser apenas um instrumento, pesquisa mostraram que algumas pessoas poderiam viver sem o coração esperando transplante, para isso seria necessário um desvio ou um aparelho que o substituísse, mas isso é feito em pouco tempo, porque o órgão em si é muito importante. 
- É por isso que você quer ser cardiologista? - Olhos verdes esmeralda me olharam confuso e animados.
- Não exatamente.- Respondi.
- Não entendi.
- Como assim?
- O que te faz tanto querer ser um cardiologista?
- Ata. Quando eu era pequeno, mais ou menos um 5 anos, meu avô Paulo Torres, teve uma parada cardíaca, enquanto eu, ele e minha avó andávamos pelo bosque atrás da casa deles. Minha avó tentou fazer uma massagem cardíaca para tentar acelerar o coração, mas os movimentos que ela estava fazendo só fizeram o coração dele parar, minha avó não tinha culpa de não saber o procedimento correto, ela nunca foi doutora, ela é contadora e ela é muito boa em matemática. Depois que meu avó morreu minha avó vendeu a casa e comprou um apartamento, meus pais tentaram algumas formas de fazer ela ficar na Califórnia, mas ela viajou para Cabo Verde, na África, e de 16 em 16 meses eu vou visitá-la e sempre é horrível, sempre nos divertimos muito, mas acabamos lembrando do vovô caindo e dele falando para ela fazer a massagem, a parte que eu mais odeio que não sai da minha memória é quando ele olha para ela segura ...
 


Notas Finais


Ra peguei vocês ainda não amoras, vocês vão começar a senti o gosto desse bolo só no próximo capítulo *3*, não fiquem tristes, vcs acabaram de conhecer o personagem um pouco mais tipo o fato do Tony estar quase gostando do George. Mentira, sério? Conta mais. Nope, ñ dou spoilers, *3* até o próximo.


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