História O Caso - Capítulo 27


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Categorias Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Dave Farrell, Joe Hahn, Mike Shinoda, Personagens Originais, Rob Bourdon
Tags Assassinato, Drama Policial, Linkin Park, Mike Shinoda, O Caso
Exibições 25
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O Caso está de volta

Capítulo 27 - Voltando Para Casa


   Michelle Roberts esperava por Mike no aeroporto. Sorriu e acenou quando o viu passar pelo portão de chegada. Ele não esperava que alguém fosse recebê-lo, mas ficou feliz em ver um rosto conhecido.

    – Michelle, oi! O que faz aqui? – Ele sorria. Por sua voz era possível ver o quanto estava cansado. Se inclinou e beijou a bochecha dela.

     – Dave me pediu para vim te buscar. Com sua ausência, ele está cuidando sozinho do caso da jornalista.

    – Pretendo voltar o mais rápido possível ao trabalho.

    – Pelo o que posso ver você não está em condições de trabalhar. – Apontou para o esparadrapo no nariz dele.

      – Umas contusões de nada não me impedirão de fazer o meu serviço.

      – Bom, você só será liberado ao trabalho depois de passar por um check-up médico.Marquei uma consulta no seu nome para amanhã de tarde no Hospital Geral.

     – Sou obrigado a ir? – Perguntou.

    – Pode apostar que sim.

   Michelle pegou no braço dele e seguiu para as portas de vidro que levavam ao estacionamento externo do aeroporto.
 
    A claridade do dia e burburinho da cidade grande atingiram Mike como uma avalanche. Não fazia ideia do quanto temeu nunca mais voltar para aquela realidade até aquele momento. Respirou fundo e por mais estranho que parecesse, se sentiu feliz com o cheiro de gasolina que invadiu seu nariz.

     – Vamos, Mike. O que faz ai parado?

   Nem percebeu que Michelle tinha seguido em frente até seu carro econômico que mais parecia um brinquedo de tão pequeno que era.

      – Estava pensando no quão bom é estar de volta em casa.

   Ao contrário da médica que deslizou com facilidade para dentro do automóvel, Mike teve que fazer alguns contorcionismos para entrar. Suas pernas longas tiveram que ser emboladas no pequeno espaço interior.

      – No seu próximo aniversário vou te dar um carro de presente.

      – E me desfazer do Bob?

     – Bob? Você deu um nome ao seu projeto de carro? – Indagou.

     – Bob não é só um carro, é um companheiro.


               (***)

   Antes que Mike chegasse a porta, alguém a abriu.

   A perpesctiva do quanto sua família  era importante e que na maioria das vezes a deixava de lado por uma investigação policial, invadiu-o ao ver sua mãe correr e abraçá-lo. Ao contrário do que imaginava, ela não chorava, mas seus olhos e ponta do nariz estavam vermelhos.

    – Meu Deus, filho, esse tempo todo você desaparecido e o irresponsável do Dave não nos avisou nada. Não consigo parar de pensar que enquanto estávamos de férias, você era mantido preso por bandidos perigosos.

    Durante o caminho, ficou sabendo através de Michelle, que Dave preferiu não falar sobre seu desaparecimento aos seus pais e Brad, pois nem ele mesmo tinha certeza do que estava acontecendo.

    – Estou bem agora, mãe. É o que importa.

    – E se algo de mais grave acontecesse, ele ia fica inventando desculpas quando quiséssemos falar com você?

    – Deixe disso Margareth – O pai de Mike veio caminhando devagar pela passagem de pedras amarelas que atravessava o jardim. – O rapaz só estava nos poupando da preocupação.

   Quando Mike soltou a mãe para abraça-lo, Kile Shinoda não conseguiu se conter e chorou feito uma criança nos braços do filho.

  
             (***)

   Adam só chegou em casa duas horas depois, quando o sol já estava se pondo. Amanda não o deixou faltar na escola porque tinha uma peça sobre os animais da savana africana para apresentar naquele dia. Ela não entrou, deixou o menino na porta com Margareth e foi embora, sem ao menos perguntar se o detetive estava bem. Ele a viu partir pela janela do quarto. Sentiu vontade de gritar por ela, mas preferiu procurá-la em outro momento. Agora, o que queria era pegar seu filho nos braços e beijá-lo muito.

    – Papai, você voltou! – Gritou Adam, enquanto soltava a mão da avó e corria para se jogar nos braços do pai.

   Pela primeira vez em muito tempo, Mike chorou. Ele tremia, soluçava e apertava o filho sobre o peito, prometendo nunca mais se afastar dele.

              (***)

   Depois do jantar e de pôr Adam para dormir, Mike tomou banho e vestiu uma roupa limpa. O segundo banho e a segunda troca de roupa, não foram suficientes para fazê-lo se sentir melhor. As dores no corpo voltaram e ainda sentia medo de sair de perto do filho e dos pais. Sabia que tal sentimento não o abandonaria até pôr as mãos em Joshua e seus compassas. Se pensasse bem, a casa poderia estar sendo vigiada naquele exato momento.

   Uma sensação de pânico arrasou-o. Levou a mão ao peito acelerado. Sentou na cama, procurando se acalmar. Quando começava a se sentir mais relaxado, o celular tocou, tornando a acelerar o coração.

   Sorriu com o nome que apareceu no visor do aparelho novo; tanto seus documentos como todos os pertences que levara consigo para a viagem foram destruídos por Joshua.

    – Como vai, amigão? – A voz de Dave era calorosa e boa de se escutar.

     – Ótimo.É ótimo estar de volta.

     – Precisamos nos encontrar. Aconteceu certas reviravoltas no caso Hill no período em que esteve de "férias".

     – Férias forçadas – Disse. – Me encontra amanhã no Sengo às cinco, vou tá lá perto por volta das três da tarde, mas até essa hora acho que já terei resolvido tudo que preciso.

    – Não vai dar, vou ao ateliê tirar as medidas do terno de casamento.

    – Então a gente se encontra lá, leve o dossiê do caso.

    – Cristina vai comigo e ela não ficará nada contente em saber que estou tratando de trabalho numa hora que não deveria. Aconteceu algumas coisas entre a gente enquanto você esteve fora, estou fazendo de tudo para não aborrecê-la e principalmente: não desistir de casar comigo, porque meu caro, não existem duas Cristinas dando bobeira por ai. Vou jantar contigo amanhã. Nada de comida congelada, por favor.

    – Espera ai, você e a Cris andaram brigando? Vocês não são o casal perfeito? – Deu uma risadinha de deboche.

     – Até os casais perfeitos se desentendem,meu caro.

    – Claro, claro, mas vai me explicar  isso direitinho amanhã. Traga as bebidas.

    


Notas Finais


Amanda está mesmo dando um gelo no Mike


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