História O caso do estripador - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Exibições 12
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 3 - Tueur de sang-froid


Fanfic / Fanfiction O caso do estripador - Capítulo 3 - Tueur de sang-froid

##### Annie-ON #####

O dia tinha sido incrivelmente apertado e estressante, eu tive que aguentar todos no meu pé o dia inteiro falando sobre o Jack, o trem lotado na volta com alguns pervertidos olhando pra mim, de pé, enquanto a Peggy falava mais que um papagaio que conseguiu ler todo um dicionário. Realmente eu não estava mais com saco pra nada, eu estava à um fio de matar uma pessoa e para piorar a maleta que eu carregava estava cheia de trabalhos atrasados, papéis velhos, documentos e principalmente minhas facas e disfarce, por sorte a Peggy não morreu, meu código de ética conseguiu salvá-la. Eu desci do trem lotado sentido um alívio imenso se apoderar de mim, eu caminhei um pouco até a pensão,(N/A: Um pouco o caralho, foram quase 7 km à pé até a pensão).

##### Quebra de tempo #####

Depois de andar feito uma condenada eu consegui chegar viva até a pensão, pela santa graça de Deus, parecia que minha vida tinha se esvaído diante de meus olhos, eu estava muito cansada. Andei mais um pouco e parei na frente do albergue para descansar, me encostei com leveza na parede e me deixei relaxar, isso acontecia até eu ouvir duas vozes, uma mais feminina e  outra que com certeza era a do Lysandre, que parecia um pouco irritada. Abri rapidamente minha mala e tirei dela um sobretudo preto me vestindo com ele apressadamente, ótimo disfarce, mesmo que estive um pouco manchado de sangue. O suposto casal vem se aproximando, eu coloco rápido o chapéu e acendo um charuto para colaborar no disfarce mal feito, começo a tragar sufocando com a fumaça logo de inicio mas logo me acostumando com a própria e me recostando na parede como alguém normal e nada perigoso, mas oque mais me perturbava em minha mente naquele momento era o porque de eu estar bisbilhotando a vida alheia. Balancei a cabeça espantando as paranoias da minha mente e me convencendo de que oque eu estava fazendo era um simples ritual, onde a fera observava o cotidiano da sua presa, mas lá no fundo eu sabia que eu tinha ciúmes de um completo desconhecido. Eles vinham se aproximando, calei meus pensamentos e foquei diretamente na conversa deles.

— Eu vi que você é novo por aqui, já que é um novo hospede eu posso fazer um desconto pelos meus serviços, faço de tudo e pela metade do preço normal já que você chegou aqui recentemente - Falou a loira segurando firmemente o braço de Lysandre, mais conhecida com Ambre, minha futura presa.

— Quantas vezes eu vou ter que te falar que eu não quero nada, realmente eu não estou interessado, agora você poderia soltar meu braço por?! - Pronunciou com falta de paciência na voz.

— Por uma beleza que é você eu faço até por menos da metade do preço, passe uma noite comigo e eu juro que você não se arrependerá - Ela parecia desesperada e apertava cada vez mais o braço dele.

— Me solte agora, eu já estou atrasado para encontrar o Castiel - Ela o soltou com um quase inaudível suspiro de decepção e raiva e deu de costas se encostando na parede e o encarando com ódio mais perceptível que seu suspiro.

— Pelo menos eu tentei - Sussurrou Ambre deixando escapar sua insatisfação perante o acontecido, enquanto isso Lysandre prosseguia seu caminho até um bar no centro do distrito.

Por algum motivo e de algum jeito eu sentia me sangue ferver, era um ódio psicopata que eu sós senti uma vez na minha vida, era o certo tipo de ódio incontrolável, no exato local eu só sentia uma vontade, e essa vontade era o desejo de sangue, eu queria estripa-la do jeito mais doloroso possível. Arrastei a minha maleta até o beco pouco iluminado da pensão e soltando violentamente no chão e chamando a atenção da prostituta que despertou dos próprios devaneios e reagindo com um pulo de surpresa. Fui me aproximando enquanto ela encolhia no canto sujo das paredes.

— Desculpe senhor, mas eu já encerrei os meus serviços por hoje - Ela me disse com desprezo ainda olhando pro chão.

— E eu não quero seus serviços imundos vadia - Peguei seus cabelos brutalmente e a arrastei enquanto se debatia até uma viela totalmente desprovida de iluminação, era o local perfeito para um crime sem pistas, ou talvez não.

Chegando no beco sem saída tirei minhas vestimentas e ela me identificou.

— Annie, porque você está fazendo isso?

— Eu não tenho que te dar nenhuma satisfação sua putinha. - Falei enquanto segurava a faca em mãos - Agora morra!!!

Comecei a apunhala-la com a faca afiada, os gritos dela eram um perfeita melodia para meus ouvido, eu sentia meus olhos mergulhados em ódio escaldante e ácido que chegava a derreter. Os seus gritos começaram a ficar mais altos, e quanto mais altos mais risco de ser pega no ato. Coloquei meu minha mão sobre a boca de Ambre, recebendo uma mordida dolorosa.

— AHHHH, vadia satânica, você vai aprender a não morder os outros cadela - Abri sua boca suja com meu sangue e segurei sua língua com força - Vê se aguenta essa cadela.

Pego a faca e corto a língua da vadia com a faca e a vejo agonizar de dor, meu olhar no seu ferimento demonstrava um satisfação. Larguei a faca e decidi usar os punho, comecei a esmurrando com toda a minha vontade, cada vez que eu batia eu sentia um prazer imenso me dominar.

— Essa brincadeira está me enjoando - Digo pegando a faca - Acho que está na hora de finaliza-la

Na mesmo hora posiciono o metal em sua garganta e corto com todo o meu gosto que tenho por assassinar putas como ela, agora esta finalizado, ela não tem mais vida.

— HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA - Solto uma risada estérica e saio de cima do corpo.

Levanto do local e pego minha maleta jogado em um canto qualquer, o ferimento da mão ainda doía mas não era nada que me mataria, limpo o sangue imundo da minha pele com o sobretudo e o enfio na maleta de novo. Ignoro completamente o corpo e saio da cena do crime. Não ia demorar pra outra prostituta achar o corpo, enquanto isso eu voltaria a pensão e continuaria com meu teatro diário, nada mais do que a rotina de Jack, o estripador.

 

 


Notas Finais


Então foi isso, bye!!


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