História O Chanceler da República - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star Wars
Tags Chanceler Da República, Star Wars
Visualizações 34
Palavras 3.416
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Sci-Fi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Caminho ao poder


Cap. I- Caminho ao poder 

Meu pai era comandante do Exercito da Velha República. Mas a sua vida mudaria. Quando o Império Sith, os Mandalorianos e os zygerrianos, que eram chamados de potencias imperiais começaram a apertar o cerco para a República, meu pai seria enviado ao front  para comandar uma divisão poderosa que seria a causadora de grandes problemas para as forças imperiais. Ele era um estrategista nato, seu comando brutal levou a República, mesmo com altas baixas, a conter o avanço dos Mandalorianos, mas nem meu pai sabia o que estava por vir: 

Batalha por Taris. -7 anos Antes da Formação da República Galática. 

O Soldado já cansado de muito correr no campo de batalha, entra no quartel general improvisado das forças da República em uma antiga universidade da nobreza de Taris. 

-Comandante Dressen, comandante! 

O Soldado Young era o batedor mais renomado das forças de meu pai, ele já tinha se infiltrado várias vezes dentro do território inimigo para fazer o reconhecimento, tinha muita experiencia nisso, o que era raro para quem possuía essa função. 

-Sim o que foi soldado? 

-Os Mandos estão vindo pelo sul. Vão lançar um ataque maciço. Praticamente todas as Forças. 

Em volta da mesa posicionada ao centro, estavam vários capitães e tenentes de meu pai, que se espantaram com a noticia, meu pai por outro lado, raramente demonstrava alguma emoção para eles. 

-Tão cedo. Achei que eles iriam esperar reforços, não recebemos nenhum relatório de incursões no planeta. Eles não tem nem suporte aéreo e seus tanques não superam nossos walkers- disse a tenente Winston. 

-São guerreiro lunáticos prontos para qualquer sacrifico por Mandalore. Preparem para um ataque e escondam nossos soldados mais ao leste das cordilheiras, e ordene-os atacar assim que os Mandos darem as caras. Eles terão que vir a pé pelas cordilheiras para evitar nossa artilharia. Depois mate os que restarem, sem prisioneiros hoje. 

Seria a ultima ordem que meu pai daria antes como Comandante da Velha República. Os Mandalorianos, ou Mandos como eram chamados entre os soldados Republicanos, caíram direto na armadilha e morreram às centenas, pelos soldados escondidos pelo terreno. Após isso, as tropas da República mataram todo e qualquer sobrevivente ou ferido no local às ordens de meu pai. A batalha de Taris já havia acabado sendo a ultima vitória da Velha República na guerra contra as Potencias Imperiais. A noticia que viria a seguir abalaria a todos. 

Pálido, o chefe das comunicações do posto avançado corria na direção de meu pai para lhe entregar a noticia.  

-Senhor! Acabou, nós perdemos. 

 
 

Enquanto os homens de meu pai comemoravam a vitória em Taris. Os Sith se aproveitavam e atacaram o coração da República. Coruscant foi bombardeada e o prédio do senado destruído junto com o Templo Jedi. Durante o ataque, os Jedi fugiram para algum esconderijo e a população de Coruscant foi abandonada. A República caíra completamente. As ordens finais aos comandantes espalhados pela Galáxia foi que eles voltassem a Coruscant. Mas muitos deles já haviam sido mortos por Mandalorianos durante os ataques-surpresa. Meu pai foi um dos poucos comandantes da República a chegar a Coruscant com vida. 

Quando ele chegou na capital destruída, os Sith já haviam abandonado a população a própria sorte. Uma junta militar colaboracionista tomou o poder de Coruscant e de uma pequena porção dos planetas do núcleo, eles se chamavam de "Governo Central"  mas meu pai os chamou de "ratos nojentos". Ele não aceitaria colaborar com os Sith, nem o resto dos Impérios, por isso ele havia pedido demissão de seu cargo de Comandante, mesmo com eles oferecendo-lhe a patente de General.  

Ele se juntaria a um homem líder um grupo revolucionário que queria acima de tudo trazer a República de volta e acabar de uma vez com o Governo Central, este homem era Valorum. Líder de uma das famílias mais respeitadas da antiga República. Meu pai logo se tornaria um dos membros da alta cúpula do grupo. Como era ilegal qualquer tipo de reação ao governo Central, meu pai conseguiu organizar fugas das prisões de segurança máxima de prisioneiros políticos. Ele organizou golpes e ataques a bancos, o que  para todos era espetacular em termos de estratégia. 

A população estava faminta, cansada e pobre. Culpavam ao governo Central que repudiava todos os protestos brutalmente. A queda do governo central estava próxima, Valorum e meu pai sabiam disso. Estava na hora de tomar o poder. 

 
 

Coruscant - Ano da Formação da República Galáctica  

Na estação do rápido metrô de Coruscant a multidão aguardava a chegada de Valorum impacientemente. O povo gritava com bandeiras da Revolução Republicana, e sob as ordens de meu pai, o Exercito Revolucionário patrulhava o local para impedir que o Governo Central atacasse.  

Saindo do vagão estava o homem de seus já 62 anos, o povo aplaudia. Muitos de seus compatriotas estavam lá. Entre eles os Dreis. Werk Dreis foi o professor de meu pai na academia militar da Velha República, eram grandes amigos, sua esposa Zira e sua filha Hera estavam lá também.  

-Dressen!! Dressen!!- A voz de Werk chamava meu pai na multidão. 

-Werk!! 

Os dois amigos se abraçaram na multidão. 

-Zira! 

-Nossa a quanto tempo.- Disse a velha mulher. 

-E Hera. -Dizia a jovem. 

-Nossa! Hera. A última vez que te vi, você éramos adolescentes. 

Hera se tornaria minha mãe. 

-Porque não está lá com ele?- Perguntou Werk apontando para Valorum 

-Estarei com ele amanhã; 

-Amigos. Companheiros de Longa data. -Disse a voz de Valorum em um palco aplaudido por várias pessoas de várias espécies; 

-Desde que fundamos a nossa revolução nós tivemos como objeto prioritário formar a República Galáctica e trazer paz para Coruscant e os planetas do Núcleo, destruindo os ditadores que tomaram o Poder por meio do medo. Mas o Povo quer liberdade, agora. O povo quer direitos, agora. O povo quer Paz, agora! 

Demorou apenas 4 meses para que os revolucionários conseguissem dar um golpe de Estado e acabar com o Governo Central e implementar a República Galáctica.  

Valorum se tornou o Presidente e meu pai foi o escolhido ,então,  para viajar aos planetas do núcleo para garantir a Lealdade e o apoio deles a Nova República Galáctica.  

 
 

 
 

Visita a Alderaan.  

Meu pai estava em nos seus aposentos aguardando o piloto anunciar a chegada da nave à capital de Alderaan, quando Hera chegou em seu quarto trazendo uma bandeja de comida. Hera havia se tornado a secretária pessoal de Valorum. Ela então havia sido enviada junto a Dressen. 

-O que você está fazendo? 

-Achei que você estaria com fome. 

-Acha que eu não sei? 

-Sabe do que? 

-Você me espionando, tomando notas. Acha que não percebi? Quem te enviou aqui?  

-Ninguém, eu pedi. 

-Porque? 

-Achei que poderia ser mais útil aqui. 

-Como assim útil? 

Os dois estariam muito perto agora, os rostos bem próximos quando se beijaram pela primeira vez. Hera acreditava que meu pai mudaria a Galáxia, ela estava certa. 

 
 

A chegada a Alderaan foi rápida, a República sabia que as Potencias Imperiais não declarariam guerra contra a República pois a achavam insignificantes ao seu próprio poder. Isso permitiu que meu pai convencesse os outros líderes a iniciar um grande exercito em segredo, para o caso de um possível ataque.  

Meu pai estava sendo enviado para um posto avançado. 

Quando sua nave pousou, desceu Hera e meu pai, a antiga tenente de meu pai, Winston, os aguardava. 

-Olha pra você, nossa Comandante do Exército.- Disse meu pai 

-Olha pra você. -Disse a tenente rindo- Comissário da Segurança da República Galáctica. Escolhido pelo próprio Valorum. 

- Winston essa é Hera Dreis. -Meu pai então se virou para minha mãe- Ela era minha tenente durante a batalha de Taris.  

As duas se cumprimentaram. 

Winston foi então com Dressen para o centro de operações avançado. Os dois conversariam a sós. 

-Alenko, Jenkins. Soube que eram do Governo Central?- Disse Dressen 

-Sim, sim. Kosh os colocou sob meu comando, mas... 

-Você confia neles? Pode ser sincera. 

- Kosh me disse que eles são confiáveis. 

-E você? 

-Você me conhece muito bem. 

-Então não acha que precisamos expulsá-los. 

-Sim mas Kosh é o General do Exército; 

-Aqui está a lista de Oficiais desertores do Governo Central, quero que você os convoque aqui.  

-Devíamos informar Kosh. 

- Não creio que ele entenderia, é uma ação necessária que precisa ser executada rapidamente e com punho firme. 

------ 
 

Os oficiais foram chamados ao posto avançado e as tropas da República os encaminhavam  para uma nave de carga velha. 

Até que um deles disse. 

-Porque? Nós lutamos pela República, por favor. 

Meu pai e Winston observavam de longe. 

-Todos os oficiais da lista estão aqui. 

- A nave  tem que chegar a Coruscant Winston, ela não pode explodir, devemos tomar muito cuidado.  

Os dois trocariam olhares de sarcasmo. 

 
 

Coruscant. 

-"30 oficiais do Exercito Repúblicano, desertores do Governo Central acabaram morrendo, num acidente terrível, serão substituídos por pessoas de sua confiança." Eu chamo de assassinato.- Estava dizendo Kosh. 

-Assassinato? Ele diz que foi acidente. Os oficiais estavam no cargueiro que explodiu numa colisão no espaço.- Valorum respondia 

-E quem os colocou no cargueiro? Eram excelente oficiais. Eu exijo que você substitua Dressen agora.  

-Dressen sempre foi um dos nossos homens mais leais. 

-Escute-me quando digo que ele será nosso maior problema. 

Kosh era um Rodian rico, intelectual, filantropo, fazia parte do ciclo de confiança de Valorum. Ele nunca perdoou meu pai depois desse incidente, e sempre o evitou. Em Coruscant Dressen e Hera se casariam 5 anos depois. Todos os amigos estavam lá inclusive o jornalista, criador da Nova Holonet, Ednot Turn. 

Turn era amigo de meu pai e minha mãe, gostava muito dos dois. Ele havia sido nomeado chefe do jornal Tribuna da República Galáctica.  

-Que alegria!! Eu amo festas.- Disse Turn. 

-Que bom que você está aqui Turn. Seu otimismo sempre é bem vindo- minha mãe disse, eles se abraçaram. 

-É sempre bom não é? Ver o melhor nas pessoas. Meu amigo Jedi sempre dizia. 

-Você teve contato com ele? 

-Não, eles estão sumidos. Valorum já garantiu que quer encontrar os Jedi e protegê-los mas ele tem tido pouco progresso. 

-Dressen sempre diz que eles logo vão chegar, mas ele diz que pode ser que isso cause outra Guerra.  

-Turn, como vai?- Gritou um duros que acabava de chegar na sala. 

-Faça as honras por favor-Disse outro duros que estava o acompanhando. 

- Hera, estes são Worrik e Akira. 

-Prazer. 

Worrik, Akira, Turn, meu pai e Kosh eram os mais poderosos no governo depois de Valorum. Eles formavam o que era conhecido como o governo provisório. Valorum queria formar uma República presidencialista, que elegesse seus membros a partir do voto de todos os cidadãos Republicanos. Kosh, Worrik e Akira sempre seguiram Valorum mais tinham suas ideias próprias de formar um conselho geral. Meu pai defendia que deveria ser criado um cargo que ainda estivesse acima de qualquer outro para que se mantivesse a ordem. Kosh desprezava meu pai, assim como Akira, o considerava o idiota e caipira do grupo. 

Meu pai havia nascido numa família pobre e entrou no exército com muito esforço, ele não era intelectual estudioso ao ponto dos outros membros da cúpula de Valorum, mas era talvez o mais inteligente de todos. 

 
 

Coruscant- 8 meses depois. 

-Amigos, amigos.- chegou Valorum em sua sala de reunião.  

Na sala estavam Kosh, Worrik, Akira, meu pai, Turn e minha mãe que já estava grávida. 

-Temos hoje que decidir algo urgente. A chancelaria da República precisa de uma melhora no rendimento. Como podemos fazer isso? 

- Qual é o problema da chancelaria?- Perguntou Worrik 

-A função está se tornando maior que sua estrutura, a Chancelaria tem o dever de segurança, proteção, contratação, resolver problemas administrativos, burocráticos e tem que manter a estrutura da República. Eles estão tendo que cuidar de tudo isso.- Respondeu Akira. 

-Eu acho que devíamos levar um de nós a Chancelaria, como um Chanceler-Geral da República Galáctica. Dessa forma teremos controle maior sobre o seu trabalho. O que acha, Kosh? 

-Eu? Eu não faço o trabalho de um burro. Dê ao Dressen. 

-Por favor, nada de ofensas. O que acha, Worrik? 

-Eu nomeio Dressen. 

-Eu também. -disse Akira 

-Você aceita Dressen?- perguntou Valorum 

-Mas é claro. 

2 meses depois no apartamento de meu pai, minha mãe estaria dando a luz a mim: 

A enfermeira estava no quarto com a minha mãe e meu pai estava com seu amigo Eleodie decidindo alguns assuntos. 

-Então Erodine, eu preciso que você vá até  Kuat resolver alguns problemas.  

-Quais? 

-Uns velhos amigos nossos acham que mandam no lugar e estão aterrorizando todo mundo. Quero que você vá lá e de um soco na cara de cada um deles. 

Erodine riu. 

-Pera aí. É sério? 

-Quanto ao soco não. Cuide disso por favor 

-Pode contar comigo. 

A enfermeira saiu gritando, "Sua filha nasceu". 

Meu pai então veria me ver pela primeira vez, ele abraçaria minha mãe e me seguraria no colo dando-me o nome de Vanden.  

De repente a campainha de nosso apartamento toca, e animado Erodine vai atender. 

Pálido Turn entra na sala e diz: 

-Onde está Dressen? 

-Está lá, o que foi o que aconteceu? 

Turn não conseguiu falar, e foi correndo para o quarto onde eu, meu pai e minha mãe estávamos. 

-Dressen!! Dressen! É Valorun. Ele teve uma parada cardíaca. 

O silêncio tomaria a sala, exceto pelo meu choro. 

 
 

A parada cardiorrespiratória de Valorum causou danos em seu cérebro pois ele ficou alguns minutos sem respirar, ele então ainda presente na liderança, teve que começar um tratamento sério. Meu pai se aproveitou de tal situação para aumentar suas funções e seu controle na República. 

Meu pai o visitaria alguns dias depois: 

-Presidente Valorum. Como vai? 

-Quem te autorizou a mandar Erodine para Kuat? Quem? 

-O que? 

-Você disse a ele para punir os seguintes membros da Comissão Republicana. 

Valorum jogou um datapad em meu pai. 

-Quem te deu isso? 

-Eu sei que ele deu um soco em alguém. 

- Mas o cara era um babaca. 

-Não tolero isso, de jeito nenhum. Você vai pedir pra ele se.... 

Valorum então colocou a mão no peito. 

-Está sentindo dor? 

-Não estou, não. Quero que mande ele voltar agora. 

-Mas... 

-AGORA. 

-Presidente sabe o que eles querem com isso? Você tem que descansar. Ficar calmo. Sabe porque eles ficam te irritando? Querem te ver morto, querem tomar o poder, e eu não vou permitir. Quero o presidente Valorum de volta e nos liderando. 

Valorum então ficou quieto e meu pai saiu da sala. 

O trabalho que todos recusaram, colocou meu pai no comando da Segurança Interna da República. Ele se rodeou de homens sem escrúpulos, escolhidos por sua lealdade a ele. 

Kraht era um dos piores. 

-Coloquei um grampo na casa de Valorum. Saberemos sobre todos que ligarem.- Disse Kraht para meu pai. 

-Quem fez o serviço? 

-Eu mesmo 

-Quem mais sabe? 

-Ninguém. 

-Garanta. 

Meu pai então entrou em seu gabinete na Chancelaria da República.  

Do lado de dentro estavam o esperando Akira e Worrik. 

-Olá Dressen- disse Akira- Estávamos pensando. 

-Enquanto Valorum se recupera-disse Worrik 

-Nós poderíamos liderar a República. Sob a tutela de Valorum é claro- terminou Akira. 

-Nós?-Disse meu pai. 

-Dressen, Akira e Worrik. 

-Qual é o significado de República? 

-Coisa Pública-Respondeu Worrik 

- Ah. Porque pertence a mais de uma pessoa.- Disse meu pai. 

-Gostei.- Responderam os Duros logo antes de sair. 

-O que estão tramando?- Disse Kraiht. 

-Deixem me tomar como idiota.- Disse meu pai rindo. 

1 ano depois. 

 
 

-Acabamos de interceptar uma ligação da casa de Valorum.- Disse Kraiht 

-Para quem? 

-Melhor você escutar. 

 
 

A voz da filha de Valorum seria escutada pelo equipamento que Kraiht estava segurando. 

-Alô, Kosh? Amor? 

-Sim, fale querida. 

-Kosh. Você tem que vir falar com papai. Ele precisa ouvir você, é o único jeito de você se livrar de Dressen. 

-Certo estou indo amanhã querida. 

Meu pai então levantou furioso da mesa e seguiu para seu speeder. 

Ele iria para a casa de Valorum. 

Bateu na porta com força, e justamente a filha de Valorum abrira a porta. 

-Onde ele está? 

Meu pai entrou e foi encontrar Valorum lendo. 

-Olá Dressen. Estou lendo uns dos meus livros sobre a queda da Velha República. 

Meu pai pegou um Datapad que estava na mesa. 

-Isto é um relatório oficial? 

-Sim, eu estou lendo os relatórios oficiais do Estado. 

-Seus médicos falaram pra você... 

-Sei que te obedecem. Fazem tudo que você diz. 

-Mas eles estão preocupados com a sua saúde. 

-Você faz tudo isso para me manter fora da política. 

-Não, é para que se recupere... 

-Não, é pra me manter fora da política. 

De repente Valorum sentiu uma dor no peito. 

-Nada de política. Ordem médica. 

-Médica? Não, sua? 

-Não. 

-A situação em Kuat você é de lá você... 

De repente Valorum sentiu uma dor forte de novo no peito. 

Dressen então correu em direção a filha de Valorum que estava no outro cômodo. 

-O que você fez sua estupida? Acha que eu não saberia que você ligou para Kosh para falar sobre mim. ELE NÃO PODE SE ENCONTRAR COM KOSH NEM NINGUÉM. O que quer fazer, matá-lo?  

Ele então saiu da casa então irritado. 

1 semana depois 

Meu pai estava no escritório naquele dia quando minha mãe entrou correndo, ele logo se levantou assustado. Ela então correu para os braços dele chorando e gritou. 

-Valorum está morto. 

E meu pai lhe dava conforto naquele momento difícil para ela. 

Meu pai achou melhor Valorum ser cremado em uma cerimonia pública em Coruscant. Durante o funeral meu pai então se aproximou de seu assistente Cleeg. 

-Cleeg. Você foi instruído a encontrar Kosh e traze-lo aqui, o que houve? 

-Eu fiz o que você pediu, disse a ele que nenhuma nave oficial poderia traze-lo de Carida. Ele não poderia vir. 

-Eu disse para você ficar calado sobre isso não disse? 

-Isso. 

Meu pai então subiu num pequeno palanque e começou a falar para o público. 

-Valorum nos deixou com a missão de manter viva a essência de nosso movimento que é trazer a República de volta para toda a Galáxia. E eu prometo, nós prometemos, que traremos o sonho de Valorum a vida e assim Valorum viverá para sempre. 

Minha mãe estava de folga com sua amiga Lya, a esposa de Erodine  no dia seguinte em nossa casa no campo em Alderaan.  

-O que houve? -Disse Lya. 

-É toda essa confusão sobre a morte de Valorum. Dressen diz que estão planejando algo. 

-Quem? 

Meu pai estava comigo quando recebeu o telefonema dizendo que o testamento de Valorum seria aberto naquela tarde ele então se dirigiu para a Chancelaria. 

_________ 
 

-... o presidente Valorum também escreveu. "Dressen é rude, e está é uma falta que se tornou incabível àquele que mantém o cargo de Chanceler Geral da República. Eu proponho aos líderes da República. Que substituam por alguém mais leal, mais democrata, mais compassivo e menos..."-lia Worrik até ser parado pela multidão em volta da mesa.  

-Tem que ser Kosh- Um gritou. 

-Ignorem isso-Gritou outro. 

-Fale com eles. Você pode nos livrar de Dressen. -Disse a filha de Valorum para Kosh. 

-Deixe que Akira acabe com aquele idiota. 

-Por favor todos. -Akira se levantou da mesa que tinha umas 20 pessoas. Meu pai naquele momento ficou preocupado e esperou que Akira fosse achar alguma forma de humilhá-lo; 

-Para todos nós, as palavras de Valorum tem significado. Mas no tempo que ele estava fora, eu, Dressen e Worrik líderamos a República juntos. Posso dizer aqui, que as palavras do Presidente não são fundadas. Eu proponho então que mantenhamos Dressen em seu cargo. 

-Ele te traiu. -Disse a filha de Valorum no ouvido de Kosh. 

Meu pai então se levantou da mesa. 

-Vamos considerar que Valorum disse tudo isso. Ele estava num momento no qual, a sua doença já afetava seu pensamento. Mas consideremos que ele realmente escreveu. Sim amigos, eu sou rude com aqueles que ameaçam a República, mas eu sempre disse isso abertamente e ainda digo. Eu nunca fui livre para abandonar minha posição como Chanceler. Eu sempre lutei pelo ideal de levarmos a República para todos os cantos da Galáxia. Por três vezes eu quase renunciei, e por três vezes Valorum disse pessoalmente que eu deveria ficar. Eu continuarei no cargo de Chanceler enquanto a República precisar de mim. 

Metade da Mesa se levantou para aplaudir meu pai. 

Kosh desperdiçou sua ultima oportunidade de parar meu pai, ele havia subestimado aquele que chamava de burro e idiota. 

Agora o controle de meu pai sobre a República estava completo. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...