História O chefe. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Visualizações 73
Palavras 616
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Férias é o caramba!


Eu pensei ter ouvido férias, não foi isso que ele disse?! É, mas férias não incluem eu ter que arrastar essa mala de chumbo até o quarto do hotel que nós nos hospedamos!

China! O ar puro como um maço de cigarros acesos todos de uma vez! É um lugar lindo e perfeito para se tirar férias! Só que não, porque nós estamos aqui a trabalho. O secretário dele estava doente ou coisa assim e adivinha quem foi o azarado escolhido para ser explorado no lugar dele? Certíssimo, euzinho aqui!

Bem, de qualquer forma, são experiências novas! Pra quem não sabe, eu sou fluente em chinês e eu acredito que deve ter sido esse o motivo para eu ter sido escolhido, haveria uma reunião no dia seguinte com alguns acionistas e representantes dos setores de propaganda de outras empresas.

Um lugar cheio de gente importante sempre é um bom lugar para se estar.

–Me desculpe ter pegado você de surpresa, mas eu não tinha muitas opções!– Jungkook falou atrás de mim, tomando da minha mão a alça da bolsa que eu tentava arrastar e a ergueu como se estivesse levando nada mais que uma pena. Isso me deixou bastante envergonhado, confesso.

Eu costumava a malhar no passado, mas eu nunca fui uma pessoa forte, eu sempre fui franzino e digamos... Delicado.

Jogo sujo comigo, ter que acompanhar aquela parede humana! Eu parecia ter dez anos perto dele. Ninguém diz que eu sou dois anos mais velho!

–Tudo bem, é você quem manda, chefe!– eu bati continência com bom humor e como é de praxe, fui ignorado.

–Nós vamos dividir o quarto pra não haver gastos desnecessários.– ele informou quando adentramos aquela suite dos Deuses.

–Espera! Mas só tem uma cama, onde eu vou dormir?!– Eu indaguei ao constatar o fato e ele me apontou um sofá no canto.

–Você pode ficar alí ou se preferir chão é todo seu!– ele soltou uma risada ao ver minha cara de desgosto. –O que você queria? Que a gente dormisse de conchinha?!– Ele diminuiu o tom de voz, de novo com aquele senso de humor estranho.

–O sofá está ótimo!– falei com o cinismo, bufando ao ouvir a risada debochada dele às minhas costas.

Esse maldito! Ainda me paga!

(…)

O restante do dia se passou tranquilo, nós almoçamos no restaurante do hotel e conversamos várias coisas aleatórias. No fim, não estava sendo tão ruim, ele era uma pessoa normal fora do trabalho e nós acabamos descobrindo várias coisas em comum.

–Eu prefiro as obras mais clássicas como Michelângelo e Da Vince. Picasso não faz muito meu estilo.– Ele falou enquanto caminhavamos por um bosque no meio da cidade, o sol já estava próximo do seu linear e o outono fazia as folhas secas dançarem no vento e cobrirem o chão como um tapete vermelho.

–Eu entendo, eu também gosto da forma que a beleza das coisas são retratadas na sua totalidade nas obras clássicas.– Ele balançou a cabeça com veemência, como se o que eu disse fosse exatamente o que ele queria dizer.

–Se algum desses renascentistas ainda estivesse vivo eu mandaria pintar um quadro seu.– Eu não sei se eu corei pelo conteúdo da frase ou pela forma galante como ela foi dita.

–O q-que é isso agora?– eu perguntei um tanto nervoso e ele apenas soltou um riso pelo nariz.

–Olha só!– ele apontou para o lado, fugindo do assunto e eu o obedeci. A magnífica bola flamejante estava dando adeus ao dia, escondendo seu brilho atrás das montanhas sendo filmado pelos casais passantes e por nós dois, parados a beira de um lago de água límpida que refletia os últimos raios de luz daquele dia.

–Jimin-ah, é bom ter você aqui comigo.



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