História O começo de uma vida - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Tags Fanfics Percy Jackson
Visualizações 2
Palavras 1.266
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Novo capítulooooooo
Ps: Por favor não me matem

Capítulo 14 - X- Artémis me fez uma visitinha


Enquanto nós caminhávamos eu pensava em todos os chalés imaginando qual deles seria o meu. Eu estava tão distraída que trombei em alguém.

- Ai! Você não olha por onde.... – Quando abri os olhos eu estava caída em cima do Fernando.

- Sempre que nos encontramos você arruma algum problema. – Ele disse rindo.

- Hum.... Desculpa atrapalhar, mas eu tenho que te mostrar o chalé. – Eu me pus rapidamente em pé, nem lembrava de Annabeth.

- Ah certo, vamos. – Ajudei ele a se levantar e fui saindo. – Desculpa.

- Tudo bem, mas acho que vou ter que me acostumar com isso. – Ele disse rindo.

***

Passei boa parte do caminho em silêncio e vermelha, mas quando chegamos bem perto dos chalés Annabeth começou a rir.

- O que foi?

- Nada, só foi engraçado presenciar aquela cena. Quem é ele mesmo?

- Ele é o Fernando, acho que ele também é novo por aqui.

- Você sabe de quem ele é filho?

- Ainda não, mas desconfio.

- Vocês são bem ligados né? – Ela me olhou com uma cara de “tô sabendo”

- Não, só nos encontramos duas vezes, uma delas foi no dia da praia. Ele que chamou vocês. – Fiquei bem mais vermelha.

- Chegamos ao seu chalé.

- Mas, esse é o chalé de Zeus.

- Vamos entrar que você vai ver.

Nós entramos no chalé e era incrivelmente lindo. Todo em branco, mas o teto.... Aquele teto era incrível, parecia o céu.

- Uau, que lindo!

- Você gostou?

- Sim, é muito lindo. – Eu estava hipnotizada com aquele teto.

- Mas, esse ainda não é o seu chalé.

- Não?

- Me siga. – Ela foi andando até o final de um corredor, no canto havia uma porta. – Entre, eu vou em seguida.

Quando eu abri a porta achei que era apenas um quarto, mas me enganei. Era um lugar tão grande como qualquer chalé. Assim que eu entrei vi uma mesa de trabalho, em cima dela havia muitos projetos e ao lado dela havia uma estante gigantesca com muitos livros.

- Quantos livros!

- Espero que você não se importe, eu resolvi te dar esse presente. Já que somos meio-irmãs achei que uma filha de Atena merecia.

- Eu amei, obrigada.

Andando mais um pouco achei alguns objetos como telas, tintas, pinceis e linha para tecelagem.

- Eu trouxe isso também, talvez você tenha esse dom.

- Nunca tentei, mas quem sabe né.

Mais à frente senti um aroma quase familiar e vi uma pequena fonte com água, parecia água do mar, em cima da fonte brilhava um arco-íris.

- É um presentinho do Percy, serve para mandar mensagens de Íris.

- Que legal, mas não tenho com quem me comunicar.

- Eu entendo – Ela me abraçou. –Mas quem sabe você precise.

- É, pode ser.

Ao lado da fonte estava a minha cama, ela era enorme e digna de uma princesa, nela toda havia decorações de conchas, pérolas e pedras preciosas. Ao lado dela havia um enorme espelho e um guarda-roupa com muitas roupas, muitas mesmo. E em frente havia uma pequena lareira, parecia bem aconchegante. Havia também alguns instrumentos musicais e algumas ervas de cura.

- Esses são presentes dos chalés de Afrodite e Apolo.

- Creio que nem todos os filhos de Afrodite tenham gostado disso. – Fiz uma careta.

- Acontece que ela não é a conselheira chefe.

- Quem é?

- No momento ela está no outro acampamento, ela foi visitar o namorado. O nome dela é Piper. Vocês se dariam bem, ela não é uma filha de Afrodite muito convencional.

- Ah sim. E a lareira?

- É apenas para te lembrar de Héstia e do quanto o aconchego pode ser bom.

Um pouco mais na frente havia uma outra mesa, essa era mais reforçada e em cima dela havia algumas ferramentas e um pouco de bronze celestial e um pouco de ferro que eu não conhecia, era tão negro quanto a própria escuridão.

- Esse presente é do conselheiro chefe do chalé de Hefesto.

- Eu conheço ele?

- Ainda não, ele foi para o outro acampamento visitar nossos amigos. Mas o Léo resolveu te dar as boas-vindas, só espero que ele não tenha aprontado nada.

- Por quê?

- Digamos que ele gosta de pregar peças.

- E esse ferro? É tão bonito.

- É ferro estígio.

- Estígio? – Olhei meio confusa.

- Só pode ser encontrado na casa de Hades, é bem mais perigoso e letal que bronze celestial, foi Nico di Angelo que mandou para você.

- Nico?

- Sim, ele mandou lembranças. Ele queria te conhecer, mas não pode estar aqui foi visitar a irmã.

Continuei andando e vi um lugar que parecia feito para treinamento, havia um boneco de treino e alguns alvos para arco e flecha, em cima de cada alvo havia um sol e uma lua.

- Isso aqui é para você treinar, os chalés de Ares, Apolo e as Caçadoras nos ajudaram nessa parte.

- Que legal.

- O que é isso aqui do lado? – Apontei para uma caixa.

- Presentinho de Hermes, ele pediu para te entregar.

- Ele que me deu?

- Sim, ele veio entregar pessoalmente, mas disse que você só poderá usar quando precisar. Talvez seja para a missão.

- E como vou saber quando vou precisar?

- Não sei. Vem aqui. – Ela saiu me arrastando até uma escada. – Puxe a escada e suba. – Quando eu olhei para cima quase caí, o teto era exatamente igual ao céu.

- Ele pode refletir o clima e o estado que você desejar que ele aparente. Agora suba logo. – Ela foi me empurrando.

- Oh! – Eu estava em um jardim no telhado do chalé, tinha várias flores e até algumas pequenas parreiras.

- Os chalés de Dionísio e Deméter te deram isso. Tem até alguns bancos aqui. – Eu estava paralisada e ela saiu me arrastando até o banco. Em cima dele havia uma caixa que exalava um brilho prateado.

- O que é isso?

- Não faço ideia, mas tem um bilhete.

Olá minha caçadora, prefiro te chamar assim do que meia-irmã. Enfim, vim te desejar uma boa estadia no Acampamento Meio-Sangue e boa sorte na sua jornada, as que coisas que você enfrentará não serão fáceis. Já que não posso interferir posso pelo menos te presentear, espero que goste.

Ártemis

- Abra, vamos ver o que é. – Annabeth realmente estava curiosa.

Quando eu abri a caixa tinha um arco prata, talhado à mão com detalhes dourados e uma aljava.

- Uau!

- Vejo que você gostou de criança.

- Senhora Ártemis! – Eu e Annabeth nos curvamos. – Obrigada pelo presente.

- Minha jovem caçadora, não agradeça, é tudo o que eu posso fazer. Este arco é mágico, ele pode se transformar em qualquer outra arma de qualquer matéria, seja bronze celestial, ouro ou ferro estígio, basta você dizer a ele e a aljava também é mágica, além de aparecer apenas quando você precisar ele nunca se esgotará. Mas, eu vim aqui por outro motivo.

- Motivo? – Perguntou Annabeth.

- Minhas jovens e bravas damas, eu vim aqui para oferecer a você Serena o futuro de uma caçadora. Se você aceitar não vai precisar enfrentar a profecia.

- Minha senhora, eu agradeço seu convite seria uma honra, mas eu não vou aceitar. Eu quero enfrentar esse desafio, sei que não vai ser nada fácil, mas eu quero lutar junto com meus amigos e salvar o Olimpo e o Acampamento.

 

- Você tem bravura, se é realmente isso que você deseja, só posso oferecer mais uma coisa. Venha comigo.



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