História O Começo do final - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arianne Martell, Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Cersei Lannister, Daenerys Targaryen, Gendry, Jaime Lannister, Jon Snow, Meera Reed, Nymeria Sand, Sansa Stark, Tyrion Lannister, Willas Tyrell
Tags Game Of Thrones, Gendry/arya, Jonerys
Visualizações 92
Palavras 1.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho que não demorei muito dessa vez. Desculpa o capitulo pequeno é porque vou tentar postar algo até o feriado. Bjos amo vocês e leiam as notas finais.

Capítulo 15 - The Queen's Justice


            JAIME

 

            Acordei com um misto de da luz do sol que tinha entrado no quarto e o alvoroço que estava fora das muralhas, estava no quarto sozinho fazia algumas semanas que eu não dormia mais no mesmo quarto que Cercei, não conseguia mais ficar muito tempo no mesmo cômodo que ela, aquela não era mais a mulher que eu amava. Levantei da minha cama para checar os motivos do alvoroço, quando olhei pela janela eu vi exatamente o que não queria no porto, a frota Greyjoy estava de volta e parecia ter dobrado de tamanho, tentei ouvi o que as pessoas gritavam para ter uma pista do que aquele homem fazia aqui.

            Tudo que eu conseguia escutar eram ruídos, eles estavam muito longe e gritavam descoordenadamente resolvi me vesti e ir para sala do trono, provavelmente seria para lá que ele iria, estava torcendo para que ele não tivesse conseguido trazer algo bom o suficiente para conseguir a atenção dela nem que por um momento, tenho certeza que algo ruim ira acontecer.

            Desci para o salão principal e fiquei ao lado dela, junto com Montanha e Qyburn, o homem adentrou a sala com todo aquele ar de superioridade que ele carregava. Colocou-se a nossa frente e nós mostrou o presente que trouxe para Cersei. Ellaria Sand e duas Serpentes de Areia as mais novas delas eu acho.

            - Como eu disse você é uma rainha, eu só precisava achar o presente perfeito para chamar sua atenção, acho que esse será um bom começo. – Disse o pirata.

            - Você tem razão isso é um bom começo para presentes, você realmente conseguiu chamar minha atenção. – Respondeu Cersei com um brilho nós olhos por perceber que finalmente conseguiria sua vingança.

            - Eu lhe dei o que nenhum outro homem poderá lhe dar. Justiça, justiça pelo assassinato da sua filha. – Falou o homem não só para impressionar Cersei, mas para me irritar também.

            - Você se mostrou um forte capitão, e também um verdadeiro amigo da coroa. –Respondeu Cersei.

            - Você merece mais que um verdadeiro amigo. – Disse o homem para Cersei.

            - Você merece um premio apropriado por seu feito. – Disse Cersei.

            - Só tem um premio que eu desejo. Então quando será o nosso casamento? – Perguntou o homem.

            - Assim que a guerra acabar. – Falou Cercei de uma maneira ríspida.

            - Se assim deseja. Vou voltar para minha ilha e apareço aqui assim que a guerra acabar. – Respondeu o homem em um tom de deboche misturado com ironia.

            Aquele homem não sabia como tinha irritado Cersei, desde pequena ela odiava ser contrariada, mas teve que aceitar isso, pois sempre foi obrigada a obedecer alguém primeiro ao nosso pai e depois a Robert, agora que ela finalmente tinha pegado o poder para ela, não se deixaria ser contrariada por ninguém.

            - Quem você pensa que é para desafiar sua rainha? – Respondeu Cersei com raiva.

            - O homem que pode lhe dar a vitória nessa guerra, mas eu não vou lutar por uma incerteza, ou estou ao seu lado ou não, mas essa decisão só cabe a você. – Respondeu o homem de forma confiante.

            Cersei percebeu que estava sendo contrariada, mas que também não tinha muitas opções ela percebeu que estava em um conflito e resolveu ceder afinal essa era sua melhor opção.

            - Nós casaremos daqui a duas luas. – Respondeu a mulher se sentindo contrariada.

            Imediatamente um sorriso cínico brotou no rosto do homem, ele tinha conseguido o que queria, as pessoas no local estavam sem entender o que estava acontecendo, na verdade nem eu tinha entendido muito bem.

            - Essas mulheres não são o único presente, posso lhe dizer também que abati grande parta da frota da Vadia Targaryen. – Falou o homem confiante.

            Isso foi o suficiente para Cersei se esquecer de que havia sido contrariada por ele há alguns minutos atrás e foi o suficiente, para lhe dar mais confiança na guerra.

            - Com Euron Greyjoy comandando nossas frotas e Jaime Lannister liderando nosso exército, os filhos e filhas de Westeros defenderão a nossa terra. – Disse Cersei para todos que se encontravam no local o que fez com que ela fosse aplaudida.

            - Queria pedir sua benção ao meu casamento, sei que você e sua irmã tem uma relação muito intima acho que isso seria o meio justo a fazer. Além de que você pode me dizer se ela gosta de forma mais gentil ou bruta. Um dedo no traseiro talvez?

            Tentei interromper o homem que só tinha falado aquilo para me perturbar, mas ele não permitiu apenas continuou falando.

            - Agora não, nós conversamos depois, tenho que aproveitar meu momento de gloria. – Disse ele.

            Passei a tarde tentando entender o que estava acontecendo, o que ainda me mantinha naquele lugar o que me mantinha naquele castelo, eu não tinha mais meus filhos a mulher que um dia eu mandei não era a mesma, eu me encontrava perdido naquele lugar.

            Estava andando por um corredor e ouvi uns cochichos sobre a vingança da rainha ela tinha feito com a filha de Ellaria exatamente o que ela fez com minha filha, ela tinha envenenado a mais velha e obrigado Ellaria e a mais nova a assistirem a menina a morrer quando ela morresse Cersei voltaria para envenenar a mais velha e obrigar Ellaria a assistir outra filha morrer, quando as duas estiverem mortas a mulher seria obrigada a passar o resto de sua pobre vida ao lado dos corpos de suas filhas.

            Estava em meus aposentos, fazendo minha refeição e bebendo um bom vinho acho que a bebida era a única coisa que eu reconhecia no lugar que eu me encontrava. De repente escutei um barulho e vi Cersei entrando no quarto, fui tentar colocar minha mão dourada no lugar, mas ela não permitiu e tentou me beijar. Tentei me distanciar mais ela continuou insistindo, tentei mais uma vez e ela não parou, ela se abaixou e tirou a parte de baixo da minha roupa, colocou meu membro em sua boca e isso foi o suficiente para me fazer ceder a ela, depois de tanto tempo de tanto esforço eu tinha mais uma vez feito o que Cersei queria que eu fizesse.

            Acordei na manhã seguinte com ela ao meu lado, alguém bateu na porta, pedi para ela não atender afinal ninguém podia nós ver daquela maneira, mas ela não quis me escutar. Tinha uma criada na porta, veio dar algum recado.

            - O que essa moça queria? Como ela sabia que você estava aqui?

            - Veio me avisar que o representante do banco de Bravos chegou. Provavelmente ela não sabia que eu estava aqui deve ter ido aos meus aposentos e não me acho, mas como eles estão avisados que se não me encontrarem você e o responsável vieram lhe procurar.

            - Entendo, como você pretende negociar com o banco de Bravos, nós não temos um tostão e a divida e enorme.

            - Simples meu amor, você vai pegar o ouro da campina pra mim.

 

            JON

 

            Estava parado em uma parte de Pedra do Dragão observando o mar e sentindo o vento no meu rosto, mesmo que essa fosse uma sensação única e que eu provavelmente não teria novamente em minha vida eu não conseguia parar de pensar no que eu estava fazendo aqui. Todos em Winterfell tinham razão eu havia partido para minha morte, estava cercado por pessoas que não pensavam em nada além de poder. Perdi-me de meus pensamentos quando ouvi a voz de Tyrion.

            - Vim aqui para refletir minha falha em prever o ataque de Euron. Você esta tornando isso mais difícil. Você fica bem melhor refletindo que eu. Você está me obrigando a refletir sobre falhar ao refletir sobre minha falha. – Disse o anão em tom de brincadeira.

            - Eu sou um prisioneiro nesta ilha. – Disse cortando seu humor.

            - Eu não diria que você é um prisioneiro nessa ilha. Você é livre para circular pelo castelo, ir às praias, aonde quiser.

            - Menos ao meu navio. Vocês o tomaram. Ou onde meus homens estão. Diga-me que eles estão sendo bem tratados?

            - Eu não diria que tomamos seu navio. E não se preocupe com seus homens.

            - Eu não perderei meu tempo fazendo um jogo de palavras com você, até porque eu perderia. Os mortos vêm, atrás de nós.

            - Pense em uma solução para minha falha, no que fazer com a perda de parte de minha frota e meus aliados que se encontram mortos, e eu vou pensar no que fazer com seus mortos-vivos. – Respondeu ele serio.

            - Eu acho difícil de entender. Se me falassem dos Outros e do Rei da Noite...

            Foi nesse momento que percebi que tudo realmente parecia uma loucura, quem acreditaria que os mortos estão voltando a andar, eu não acreditaria se não tivesse visto com meus próprios olhos.

            - Você provavelmente não acredita.

            - Na verdade eu acredito.

            - Não acreditava antes. “Gramequins e Snarks”, você dizia. Lembra? Você dizia que era loucura.

            - Era loucura. Todos sabiam. Até que o Jeor os viu, depois você os viu. Confio mais em olhos honestos do que no que todo mundo sabe.

            - Como que eu convenço pessoas que não me conhece de que um inimigo em que ninguém acredita está vindo para matar todos eles?

            - Boa pergunta.

            - Eu sei que é uma boa pergunta. Mas estou mais interessado em uma boa resposta.

            - As pessoas não tem cabeça para problemas tão grandes. Os outros, Rei da Noite, Exercito dos Mortos, é mais confortável para todos enfrentar um mostro conhecido chamado minha irmã.

            - Preciso ajudar meu povo e não posso fazer isso daqui. Eu preciso ir embora.

            - Não é atitude de um rei desistir tão fácil,

            - O que quer dizer com isso.

            - Você veio pra cá por alguma razão, só preciso que me fale.

            - Vidro de dragão é uma das únicas coisas que mata eles, junto com aço Valeriano e fogo. Essas montanhas estão cheias dele, vim aqui para tentar minera-lo.

            - Isso é algo mais razoável a ser pedido, vou falar com a Rainha sobre.

            Após essa fala o homem saiu e me deixou sozinho novamente, perdido em meus pensamentos.


Notas Finais


Oi gente eu tenho percebido algo desde o começo da fic, eu tenho muito mais leitores assíduos do que pessoas que adicionaram a fic aos favoritos ou a lista de leitura/biblioteca, então venho aqui com muito carinho implorar para vocês favoritarem a fic se estão gostando dela, quanto mais comentários e favoritos mais pessoas vão se interessar em ler a fic, o que me ajuda muito.
Mudando levemente de assunto eu to escrevendo uma fic que e meio romance, meio fantasia queria saber se vocês gostariam de ler.
Comentem o que vocês acharam do capitulo e da minha ideia da fic nova, amo vocês até a proxíma.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...