História O cometa - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Exibições 10
Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Hospital


— Doutor, ela está em sono profundo já fazem dois dias. Erina vai ficar bem? — Lysandre pergunta, sentado ao lado da cama onde sua namorada dormia. Segurava a mão da garota e sentia-se culpado.

— Logo ela acorda, não podemos apressá-la.

— Tudo bem.

O médico sai do quarto e Castiel entra, trazendo um café e alguns biscoitos para Lysandre. Ambos passavam muito tempo com Erina, indo para casa algumas vezes para descansar ou algo do tipo.

— Você acha que ela ainda vai demorar? — Castiel pergunta, de costas para eles, olhando pela janela do quarto.

— Acho que sim. — Lysandre tira, sorrindo fraco, uma mecha de cabelo do rosto de Erina. — Ela é meio preguiçosa pra acordar.

— Lysandre, você não está se culpando por isso, está?

— Eu não devia ter incentivado...

Antes de Castiel poder dizer qualquer coisa, os dois conseguem ver uma pequena movimentação nas mãos de Erina e logo ela abre os olhos verdes. Parecia confusa e tentou levantar-se, sem resultado. Virando para a direita ela vê Castiel e sorri.

— Tiel, onde eu tô? Cadê minha irmã?

— Você está no hospital, Erina.

— O que houve?

— Você bateu o carro, foi muito grave. Nós saímos com poucos arranhões, mas você ficou apagada por dois dias. — Castiel explica tudo. — Sua irmã está em Londres.

— Ainda faltam três anos para eu poder dirigir. — Erina respira fundo. — Londres? Por que a Amberlin estaria em Londres? Nossos pais nunca iam deixar.

— Erina, em que ano nós estamos? — Lysandre pergunta, dando-se conta do que estava acontecendo.

— Estamos em 2013, lógico. — Ela ri, mas continua olhando para Lysandre. — Você parece meio novo para ser médico e nem tá de uniforme. Quem é você?

— Você não reconhece o Lysandre?

— Acho que eu deveria...

Os olhos de Lysandre tornaram-se vermelhos e cheios de lágrimas. O rapaz sai da sala, contrariado.

— Quem é ele, tiel?

— Bem, seu namorado. Estão juntos há dois anos.

— Eu... perdi a memória?

— Me dê um minuto, Erina.

Castiel sai do quarto da garota, indo procurar Lysandre. Acaba esbarrando em Rosalya, que diz que Lysandre foi embora e fica feliz por Erina ter acordado. A garota também não reconhece Rosalya.

— Sou sua melhor amiga. Vamos fazer uma comemoração quando sair do hospital.

— Não sei se é uma boa ideia, não lembro de ninguém.

Castiel passou os últimos três dias em que Erina ficou no hospital junto com ela. Trazendo amigos, contando histórias e tocando música pra ela. Ficava um pouco temeroso quando ela perguntava dos pais ou da irmã, cada um por motivos diferentes.

— Nós avisamos sua irmã que você vai pra casa hoje, pequena. — Castiel havia deixado de lado todo o seu sarcasmo e cinismo, dedicando-se a cuidar da garota que ele considerava como sua irmãzinha.

— Ela vai vir?

— Vai sim. — Castiel suspira.

— Não sente saudade dela, tiel? Vocês eram amigos bem próximos.

— É, ela me ajudou a superar a Debrah. — Ele força um sorriso. — Sua irmã e eu ficamos juntos por um ano e meio, até que Debrah voltou e quis me levar com ela. Você desmascarou a puta, mas Amberlin ficou muito zangada e terminamos tudo. Ela foi para Londres, onde seus pais estudaram.

— Eu não tinha ideia...

— Senhor Castiel? — O médico chama entregando-lhe papéis para assinar. — Ela vai ser liberada hoje, mas não pode ficar sozinha ainda.

— Ficarei o tempo todo com ela.

— Você é um bom namorado.

— Somos só amigos, doutor.

— Ah, desculpe então.

— Tiel, você não disse que o tal Lysandre era meu namorado? Cadê ele? Por que veio me visitar só uma vez?

— Não tivemos mais notícias do Lysandre desde que você não o reconheceu.

— Eu achava isso muito engraçado, sabe? Como alguém poderia perder a memória tão fácil e não se lembrar das pessoas importantes de sua vida? — Erina começa a tentar segurar as lágrimas. — E olha só meu estado. Não sei de nada do que aconteceu em três anos. É muito tempo.

— Ei, ei, ei, não começa com o choro. — Castiel cruza os braços. — Não gosto muito da ideia, mas vamos aceitar a sugestão de Rosalya. Encher a casa com seus amigos mais próximos e tentar fazer você lembrar.



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