História O conto da lua e do sol - Capítulo 1


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Exibições 66
Palavras 2.944
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo único: A história de nós dois


Fanfic / Fanfiction O conto da lua e do sol - Capítulo 1 - Capítulo único: A história de nós dois

Antes da existência de qualquer planeta, galáxia ou universo, antes de qualquer vida ou espírito, dois astros vagavam pelas trevas, solitários e sem brilho. Desconheciam outra existência. Desaprendiam o sentir. Andavam a esmo, incertos se os olhos estavam abertos ou fechados, pois não havia luz. Muitas vezes passavam perto um do outro, incapazes de ouvir a pulsação de seus corações ou a respiração ofegante de seus narizes. Quase se tocaram, quase se esbarraram, quase se notaram… Quase.

 

A música era alta, as luzes piscavam de uma forma encantadoramente fascinante, porém, não era esse o tipo de coisa que Alec queria estar presenciando nesse momento. Tudo o que ele queria, era sair dali, ficar em casa e virar a noite assistindo algum documentário sobre deuses gregos ou animais exóticos. Seus olhos pesavam, e suas mãos estavam geladas contra o copo. Os olhos azuis passavam despercebidos, e ninguém sequer o notava ali, calado, quieto, entediado. Queria que seu melhor amigo não fosse tão festeiro assim, e preferisse ficar com ele e a namorada vendo um filme de comédia, mas, ao invés disso, lá estavam os dois, se acabando de dançar ao som de um dos sucessos do mês.

Sua cabeça latejava.

Ele achava que as pessoas presentes ali eram só pessoas. Vidas que faziam tão pouco sentido quanto a sua, existências tomadas pela rotina e pelo cansaço, mas, mal sabia que uma daquelas vidas faria parte da sua de uma forma tão intensa quando a necessidade que a lua tem do sol para poder brilhar à noite.

Seu corpo estava apoiado no balcão, onde mantinha os cotovelos dobrados, e encarava fixamente o copo de vidro preenchido com o líquido que não parecia tão convidativo assim.

Foi então, que ele apareceu.

Os cabelos negros parcialmente manchados de tons arroxeados, bagunçados em ondas perfeitas em cima, enquanto as laterais, eram levemente raspadas, dando uma transparência ao tom de seus fios. Os brincos cor de prata em suas orelhas, o maxilar bem marcado e a pele bronzeada, que era exposta até alguns dedos abaixo do pescoço, deixando alguns poucos centímetros de seu peito expostos.

Os olhos eram marcados por delineador, de uma forma chamativa e discreta ao mesmo tempo, dando ao seu olhar felino, um ar completamente novo. Usava lentes de contato que imitavam olhos de gato, num tom neon verde que fazia Alec jurar que brilhavam no escuro.

O homem o encarou, a expressão divertida, com um copo de tequila na mão e o pescoço parcialmente suado, provavelmente de tanto dançar.

— Eu te conheço? – Magnus perguntou, estendendo o copo até mantê-lo apoiado em cima do balcão, e fazer um sinal com a cabeça para que o barman enchesse-o novamente.

Alec negou.

— Nunca nos vimos antes. – Disse, inquieto. Alguma coisa naquele homem era diferente, o fazia se sentir ofuscado, talvez. Magnus era radiante, sedutor, incógnito e diferente.

— Tem razão. – O homem sorriu, ao ver que seu copo de tequila havia voltado cheio. – Eu não esqueceria um rosto como o seu. – Disse, levanto o líquido límpido até a boca e dando um gole demorado, degustando.

Alec se sentiu encabulado, seu rosto corou na mesma hora, e ele desviou o olhar. Não era muito normal um cara em uma balada que não fosse LGBT dar em cima dele. Ele que era tão na dele e quase nunca tomava a iniciativa de sequer encarar alguém que nunca viu antes.

— Ora, não se envergonhe. – Magnus sorriu, se aproximando e se posicionando ao seu lado. – Meu nome é Bane. – Disse por fim, estendendo a mão cujas unhas eram pintadas de um preto luminoso. – Magnus Bane.

— Alec. – Disse o garoto, tocando a mão do mais velho timidamente, e sorrindo de uma forma involuntária.

— Bom, Alec... – Magnus proferiu. – O que acha de dançar um pouco? Minha música preferida está tocando, agora... Você vem? – Perguntou, e o mais novo assentiu nervoso, deixando o copo que segurava, e que estava pela metade, em cima do balcão, enquanto o outro já havia terminado o seu, e já devolvia o objeto seco.

Então eles dançaram.

Cinco músicas agitadas seguidas e uma lenta, e quer saber?

Magnus Bane é do tipo de cara que parece beijar bem, mas, se você quiser pagar para ver, vai perceber que beija muito melhor do que parece. E aparentemente, Alec não quis pagar para ver, e sim, foi praticamente pago pra isso, já que o outro nem sequer tirava os olhos da sua boca, e quando todo o álcool que os dois haviam ingerido, mais o calor do momento, e mais o ritmo excitante da música começaram a se juntar e a fazer efeito, eles se beijaram. Alexander não era o tipo de cara que beija alguém pela primeira vez que o vê, mas Magnus Bane era uma exceção. Era o tipo de exceção que você, garoto ou garota inocente, inconscientemente busca encontrar quando vai a uma balada com seu melhor amigo e a namorada ruiva dele.

Então, no fim daquela noite, Magnus deu seu número para Alec e sussurrou um “me liga” antes de desaparecer pela multidão, e deixa-lo parado, com o copo de bebida na mão mais uma vez, desejando estar em casa vendo algum documentário.

Ou então, ligando para Bane.

 

...

 

Mergulhados na escuridão e esquecidos de suas individualidades, o Sol e a Lua apaixonaram-se intensamente. Deixaram para trás o deserto no qual viviam e iluminaram o vazio com o primeiro sentimento bom de todo o universo: o amor. Não havia sentido em ser dois, se podiam ser um. Não havia sentido em andar separados, se podiam juntar as mãos e desbravar o grande escuro à frente. Caminharam juntos por uma longa eternidade e mais algumas eras…

 

Os dois já estavam namorando há quase dois anos, quando o primeiro “eu te amo” saiu da boca dele. Suas mãos estavam frias, trêmulas, sua garganta travava a cada vez que tentava dizer aquilo. Alec estava completamente entregue ao homem incógnito que o convidou para dançar em uma festa onde ele não estava disposto a fazer nada, estava apaixonado, e queria demonstrar isso de alguma forma que não o envergonhasse ou fizesse o mais velho o achar um bobo, mas acontece que Magnus não era assim.

Magnus Bane, um cara que, à primeira vista é sedutor, encantador, confiante e provavelmente exibido, na realidade era um romântico reprimido, que curtia mandar flores, mesmo que fosse para um homem que sofria de asma como o Lightwood.

Era um fofo.

Haviam acabado de ter uma noite daquelas, e agora, tudo o que ambos ouviam, era a respiração pesada e embargada de sono do outro. Alec estava com a cabeça apoiada no ombro nu do namorado, enquanto desenhava coisas invisíveis e sem nexo no peito dele e observava seu dedo vagar pelo local, lentamente, sentindo a mão do Bane acariciar seus cabelos negros e bagunçados.

Ele queria dizer, estava nervoso...

— Magnus... – Chamou, em um quase sussurro, ouvindo o outro soltar um som com a garganta, sinalizando que podia falar, estava ouvindo. – O que você realmente sente por mim? – Perguntou, agradecendo a si mesmo por não ter gaguejado naquele momento, estava tão encabulado, que podia morrer ali mesmo.

Magnus soltou uma risadinha divertida, sendo seguida por um beijo demorado no topo da cabeça do garoto mais novo ali, sorrindo para o teto do quarto, mais especificamente, para a lâmpada.

— O que eu sinto por você... – Falou, buscando palavras específicas para expressar o que ele sentia, o que estava sentindo naquele momento. – Sinto como se a cada vez que vejo seus olhos ou qualquer parte de você, meu peito de dividisse em mil borboletas e começassem a voar dentro de mim de todas as formas.

Alec parou de fazer os movimentos com os dedos, e desviou o olhar do peito do outro, para seu rosto.

— O que isso quer dizer?

— Quer dizer que eu te amo.

 

...

 

O Sol e a Lua presenciaram a separação entre o céu e a terra, a criação das águas e da terra seca, dos seres verdes e dos oceanos. Durante três dias, os dois dançaram pelo novo universo, trocando juras de amor eterno e prometendo que nunca soltariam as mãos. No quarto dia, porém, Deus avisou-lhes de seus planos: o Sol iluminaria o dia, a Lua clarearia a noite; ambos reinariam absolutos no céu, porém separados. A Lua não aguentou e seus olhos choraram mares de tristeza. O Sol queimou de aflição e afundou-se em suas cinzas ao ver sua amada sofrer. Deus, triste, deu-lhes um tempo para o adeus.

 

— Não me importo, Alexander. – Maryse disse, terminando de arrumar as folhas que estavam bagunçadas em cima da mesa. – Você vai, sim para o Japão comigo e seu pai, e não quero saber de nenhuma reclamação.

— Mas, mãe! – Alec choramingou. – E o Magnus? E o Jace? Por que não leva a Izzy? Ela estava louca para fazer compras por lá!

— Isabelle só tem quinze anos. – A mulher se aproximou dele o olhou fixamente. – Querido, você é herdeiro da corporação, você vai dar continuidade ao nome Lightwood, não pode jogar na lama o nome da nossa família só por causa de um amor adolescente.

— Não é um amor adolescente! – Esperneou. – Eu tenho vinte e seis anos! Eu sei o que estou fazendo!

— Eu não estou dizendo que você é um... Ah, Alec... Não importa. Você vem conosco, e pronto. Não quero saber.

— Mas, mãe... – Alec choramingou. – Mãe, por favor... – Disse, com os olhos azuis marejados, a mulher não voltaria atrás.

Odiava ver seu filho triste, chorando. Ainda era seu bebê, mas, apesar disso, ela sabia que o futuro de Alec e da corporativa Lightwood dependia dessa viagem ao Japão. A mulher levou a mão ao rosto do filho, e acariciou ali, entortando os lábios.

— Vá se despedir dele. – Disse, e virou de costas, saindo, e deixando o filho mais velho desolado e aflito.

 

...

 

O último abraço do Sol e da Lua escureceu todo o universo, entristeceu as folhas e agitou as águas. A existência conheceu, pela primeira vez, a desesperança e a saudade, sentimentos criados pelo sofrimento daquela despedida. Parte da Lua tornou-se escura como a solidão e o Sol perdeu todo esplendor que ostentava. Nenhum abraço foi tão triste quanto este. O último beijo roubou o perfume das flores e a fertilidade das terras, pois o Sol chorou e as suas lágrimas incendiaram o chão. Deus, apesar de deprimido, não voltou atrás na decisão: colocou-os em seus devidos lugares e os abençoou.

 

— Eu iria com você, mas sabe que eu não posso. – Magnus disse, limpando as lágrimas dos olhos do outro com os dedos, delicadamente, a testa encostada na do outro, os olhos fechados, as respirações trêmulas, os corações quebrados.

Ele não sabia o que realmente dizer para que Alec não entrasse em desespero, conhecia o garoto, e sabia o quanto ele era complicado, mesmo tentando se fazer de forte, Alec era um poço de sentimentos conturbados.

— Eu não quero ir. – Sussurrou, acompanhado por um choramingo e mais lágrimas. Magnus o abraçou, apertou-o forte contra si, e Alec fez o mesmo, suspirando e gemendo, enquanto soluçava. – Eu quero ficar com você.

— Também não quero que vá. – Magnus disse, beijando o topo da cabeça do mais novo e sentindo o corpo do Lightwood tremer contra o seu. Mordeu o lábio, tentando evitar as lágrimas que estavam por cair de seus olhos, mas não conseguiu, estava chorando.

Seu coração, estava, deveras apertado, sua garganta queimava e ardia, ele queria rouba-lo dali e nunca mais solta-lo, mas sabia o quão a família era importante para Alec, e que não deveria sequer se meter nesse assunto.

Faria algo, pensaria em alguma coisa para vê-lo, nem que fosse uma vez por ano, ele o veria.

Estar preso aos Estados Unidos por conta de um trabalho, era realmente algo que ele não havia planejado, Magnus era um homem livre, mas, de repente, ele não podia largar tudo e seguir a vida com o amado. Seria infantil.

Ele o amava, de fato, o amava muito, quase tanto quanto amava a si mesmo e prezava pela felicidade do outro mais do que a sua própria, afinal, ele estaria feliz se Alec estivesse.

Mas, feliz, definitivamente, não era a palavra usada para definir a situação de Alec naquele momento, os olhos vermelhos, respiração pesada e soluços, hora ou outra.

Eles ainda não haviam se soltado, e nem queriam, até que, por fim, se soltaram.

Se olharam uma última vez antes de selarem os lábios, e então, Alec se foi.

 

...

 

Durante os longos e longos anos de separação, eles até tentaram esquecer um ao outro: o Sol, embora fosse insuportável a diferentes olhos, paquerava algumas nuvens faceiras e outras musas celestes, apesar de o seu coração clamar pela criatura mais linda de todas; a Lua, enciumada, enfeitava-se toda de amor e formosura, conseguindo todos os amantes desejados, nenhum, porém, fazendo-a tão feliz quanto o seu astro rei. A saudade era tão dolorida que eles tentavam burlar as regras do firmamento. Certos dias, a Lua subia mais cedo ao céu para vislumbrar o Sol, ainda que de longe. Os dois fingiam dançar juntos, esquecendo todos os amores e relembrando os dias em que podiam caminhar lado a lado. Outras vezes, o Sol renascia antes que a Lua dormisse e pedia que as nuvens amigas acariciassem a face tenra da sua amada, pois não podia correr para abraçá-la. O que é a saudade aqui da Terra se comparada com a do Céu? As nuvens ainda espalhavam o perfume da Lua pela Via Láctea para que o Sol o sentisse até o seu último suspiro do dia. Como doía o amor distante!

 

— Você deveria simplesmente esquecer isso, Alec. – Seu pai disse, olhando para o filho. – Já fazem quase quatro anos, e vocês nunca mais se falaram.

— Está exagerando. – Alec disse. – Eu não vou deixar de acreditar que, um dia vamos voltar a nos ver. É como se eu pedisse que você esquecesse da morte da minha mãe e fosse pra uma balada procurar uma japonesa bonita e namorar ela. É impossível.

Robert ficou calado por alguns segundos, olhando para a xícara em sua mão.

Aquilo que o garoto tinha dito, era a mais pura verdade, se ele não esqueceu o amado durante esse tempo, deveria dar, ao menos uma chance para os dois.

O que aquilo custava?

Izzy já tinha idade suficiente para assumir a filial no Japão, poderia mandar Alec de volta para os EUA, quem sabe?

— Tudo bem, meu filho. – Robert disse. – Eu vou ligar pra sua irmã.

 

...

 

A Lua continuou iluminando a noite, apesar de toda a saudade; o Sol clareava o dia, apesar de toda a tristeza. As dores aumentaram tanto com o passar dos anos que o Sol ficou mais quente e a Lua mais fria. Ambos perdiam as esperanças de um reencontro, de outro abraço e de outro carinho, pois os meses não traziam novidade e nem centelha de luz. Com um tempo passado, porém, Deus chamou o Sol ao seu encontro e comunicou o seu grande plano: a Lua o encontraria no mais tardar do dia, unindo os seus corpos por algumas horas para que revivessem o amor e espantassem as saudades! O Sol pulou de felicidade ao agradecer a Deus, transbordando de amor e alegria, emanando a mais forte luz e o mais gostoso calor. Mal podia esperar para ver a Lua tão de pertinho! Ela também foi avisada e preparou-se para o tão esperado reencontro…

 

Alec conseguiu falar com Jace para que o amigo avisasse Magnus que ele estaria voltando. Pelo que Magnus disse ao loiro, estaria no aeroporto, esperando-o assim que seu avião chegasse. Alec segurava uma mala na mão direita, e procurava o asiático com os olhos, mas não conseguiu vê-lo em lugar algum.

Suspirou.

Estava triste por aquilo, queria ver Magnus mais que tudo, estava com saudades, muitas saudades do mais velho, queria senti-lo novamente, beija-lo e dizer a ele o quanto o amava, mas não o via, de forma alguma.

Foi quando sentiu duas mãos quentes cobrirem-lhe os olhos e então, seu corpo todo estremecer ao ouvir a voz rouca e suave do moreno no pé de seu ouvido, dizer:

— Adivinha quem é?

Alec sorriu.

Sorriu de orelha a orelha, estava mais do que feliz, estava borbulhando de felicidade por dentro, queria gritar. Se virou e o analisou. O rosto ainda era o mesmo, o mais velho apenas mudou o cavanhaque, mas ainda era o mesmo. Deixou o cabelo crescer, agora estava todo cortado igualmente, porém, sem nenhuma mexa de cor alguma, apenas o castanho natural.

Os olhos usavam as lentes felinas que Alec tanto adorava, e eram contornados por um delineador.

Era Magnus, ali, mesmo.

Como estava feliz, poderia chorar.

O abraçou com tanta força quanto foi abraçado de volta, afundou o rosto no vão do pescoço dele e sentiu seu cheiro.

E também era o mesmo, ainda.

Sorriu novamente.

— Eu te amo. – Sussurrou. – Eu te amo, te amo tanto... Eu senti tanto a sua falta.

Magnus sorriu também, e o apertou ainda mais contra si, beijando o topo da cabeça do moreno, como costumava fazer sempre que se abraçavam.

— Eu te amo mais. – Disse, e se soltaram, colando os lábios e sorrindo.

— Não tem ideia do quanto eu senti sua falta.

— Agora, estamos juntos... Não há nada a temer, vamos compensar esses anos separados. – Magnus passou os dedos pelas bochechas dele e sorriu, selando os lábios mais uma vez. – Casa comigo, Alec.

 

...

 

Por mais que todo conto tenha um desfecho, o amor entre o Sol e a Lua é algo infindo. Podem passar anos, séculos e eras… o bem-querer entre os dois, amantes para todo o sempre, jamais terá fim.

Nenhum amor é de todo impossível.

Nem o nosso.


Notas Finais


Quero dar créditos a 
Thayane Thandra pelo texto em itálico.

O resto, é de minha autoria.

link da história em que eu me inspirei: http://ogostodeser.tumblr.com/post/92090130727/o-conto-da-lua-e-do-sol-ou-a-hist%C3%B3ria-de-n%C3%B3s

COmentários?

NÃO DEIXEM MALEC MORRER


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