História O Contrato - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Jaxon Bieber, Justin Bieber
Tags Demilovato, Justemi, Justinbieber
Visualizações 142
Palavras 2.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha... eu não irei culpar vocês se acharem que esse capítulo não ficou bom, pois eu também não achei. Vocês merecem algo melhor e com certeza terão no próximo capítulo. Eu levei alguns dias para escrevê-lo porque bem, eu simplesmente não conseguia passar o que tinha em minha cabeça, para o computador. Isso me irritou profundamente, mas acabou que hoje eu consegui, transmiti toda a minha ideia desse capítulo, para o computador.

É isso, aproveitem o capítulo!

Os comentários não são obrigatórios, mas são bem vindos. <3

Capítulo 11 - O HOSPITAL (pt.2)


Fanfic / Fanfiction O Contrato - Capítulo 11 - O HOSPITAL (pt.2)

A CIRURGIA DE JAXON seria dentro de algumas horas, pois ele precisava completar o tempo necessário de jejum. Ver meu pequeno deitado naquela cama de hospital, dormindo e, quando acordado, com um olhar caído e vez ou outra chorando por fome, era o meu fim. Durante a madrugada, não havia pregado os olhos nem por um minuto e, cada vez que ele se mexia, era um motivo para que eu me levantasse assustada para olhá-lo. Justin levantou duas vezes e pediu para que eu deitasse no lugar dele, pois precisava descansar, acabou que em nenhuma das vezes saiu vitorioso.

Jaxon se tornou uma das peças mais importantes em minha vida, e não somente porque ele é meu emprego. O garoto era cativamente, e entramos em uma conexão no primeiro momento em que o peguei no colo, todos viam isso, afinal, ele não queria ficar com mais ninguém senão comigo. Nós brincávamos e tínhamos a maior amizade que duas pessoas poderiam ter. Em meu trabalho o ajudando a desenvolver sua fala, por vezes já peguei o menino em gargalhadas por achar a palavra engraçada, mas logo em seguida, “aprender” a falá-la.

Foi em uma das noites dormindo em seu quarto, em uma poltrona desconfortável para uma noite de sono, pois o menino havia pegado uma gripe após enfrentar friagem com Ella — coisa que preferi omitir de Justin, numa tentativa de manter o emprego da garota — que percebi que faria qualquer coisa por Jaxon, inclusive tomar toda a dor possível dele, para que ele sempre mantivesse seu sorriso no rosto e nunca chorasse. Foi quando eu me certifiquei de que enfrentaria qualquer coisa por aquele pequeno pedaço de gente que as pessoas dizem ter um ano de idade; e que, definitivamente, não me importaria de entrar na frente de uma bala, ou de um caminhão em alta velocidade, se isso fosse manter meu pequeno vivo. Era um sentimento muito além de trabalho, mas se tornava algo materno — ou perto disso. Eu sempre tive uma boa desenvoltura com crianças, e elas sempre foram de se apegar a mim, assim como me apegava à elas, mas nenhuma delas jamais chegou perto do que era com Jaxon, ele era, de longe, a criança mais maravilhosa que já conheci, e isso tudo, em três meses.

— Demi… — Justin desperta minha atenção. — Vá ao hotel e coma algo, tome um banho e descanse um pouco. Você precisa. —

Justin. Justin Bieber. O chefe ignorante, arrogante e cheio de si, que, no fundo era… medroso. Eu nunca entendi muito bem o que aconteceu entre ele e sua esposa, mas sei bem que o casal tinha um filho, e, quando a mulher enlouqueceu, o tomou de Justin e acabou o mandando, também ouvi das empregadas algo sobre ela não acreditar que o filho estava morto, e o continuar maltratando. A verdade era que toda sua arrogância, ignorância, e coisas talvez desnecessárias em contratos, tinha um porquê. E quando eu soube, finalmente entendi. Em seu lugar, eu seria da mesma forma, talvez pior. Nós víamos o amor que ele tinha por Jaxon e em sua cabeça, toda proteção era pouco. Eu via em seu olhar o quanto de medo ele tinha que algo parecido com o aconteceu com seu primeiro filho, acontecesse à Jaxon.

Com a chegada do último mês, eu pude conhecer um pouco mais de Bieber, apesar dele tentar se manter quieto e fechado, pois era óbvio que ficava desconfortável quando falava comigo, pude descobrir um pouco mais dele. Seus atos não pensados entregavam quem ele realmente era, e o coração bondoso que tinha. Todos os pequenos detalhes que fazia a mim e ao seu lado, o expresso de carinho que tinha repentinamente à mim quando saíamos com Jaxon. Todos os seus mínimos detalhes fizeram com que eu visse quem ele realmente era e, ontem, em nosso “encontro”, ele não pode escondê-los mais de mim. E seria bom que não o fizesse. Uma parte de mim gostaria muito que ele mostrasse quem ele realmente é quando sua guarda está baixa, enquanto a outra tem medo de gostar demais de quem ele realmente é, e acabar tendo problemas em seu contrato por causa disso. Não poderia perder o emprego, precisava dele pois via nele a única e última maneira de salvar minha mãe.

— Sim, eu vou. — Sorri fraco. — Mas me promete ligar caso alguma coisa aconteça enquanto estou fora? —

— Sim, eu prometo. — Sorriu, segurando meu rosto com suas duas mãos e beijando o topo de minha cabeça. — A chamei um táxi. Ele te espera na entrada do hospital. — Apenas assenti e dei um beijo em Jaxon antes de sair.

Eu queria palavras o suficiente para descrever o quanto bondoso e amoroso Justin Bieber revelou ser. Muitas das vezes, não porque ele quis — e isso era óbvio —, mas sim porque seu lado escondido estava se revelando e voltando às margens.

PEGUEI O TÁXI e fui para o hotel, ao chegar, na tentativa de pagar o taxista foi gentil ao me dizer que Justin já havia pago a corrida, na verdade, havia pago mais do que deveria, e vi o homem tentar me dar o troco, mas não aceitei e apenas o agradeci. Entrei no hotel e fui direto para o elevador. Estava vazio, e eu era a única ali, a preocupação com Jaxon não deixava que minha fobia com elevadores tomasse conta, e isso era ótimo. Virei-me para o elevador, e vi meu estado: Eu estava péssima. A camisa de Justin tinha um braço dobrado e outro desdobrado, os botões estavam tão bem fechados quanto minha cara, e meu cabelo tinha um coque desleixado, eu tinha olheiras que eram tão visíveis quanto um vovô de maiô, e o melhor: eu estava morrendo de fome.

Quando saltei no andar de nossa suíte, o último, abri a porta com o cartão e a primeira coisa que fiz foi pedir para que um café da manhã reforçado subisse para mim, e logo segui para tomar banho. Tentei uma ducha de água quente, seria o suficiente para fazer uma leve massagem em meus ombros e me livrar do cansaço, senão pelas condições. Meu banho serviu apenas para me limpar de impurezas, pois eu ainda continuava cansada, ainda continuava nervosa, e com fome. Deixei a toalha que estava enrolada em meu corpo sobre a cama de Justin, caminhei nua pelo quarto e parei em frente minha bolsa, de dentro dela, tirei um vestido floral em tons preto, branco e lilás, qual preto era a cor do fundo, e as flores eram branco e lilás, elevado até o joelho e rodado, vesti uma lingerie preta e logo o coloquei. Apenas penteei meus cabelos e iria esperar que secassem naturalmente. Deitei na cama à espera de meu café, que demorou tempo o suficiente para que eu tirasse um cochilo. Tentei comer calma e acreditar que tudo no hospital estava bem, mas de dois em dois segundos eu olhava meu celular à espera de uma ligação ou mensagem de Justin, pois um sentimento dentro de mim dizia que havia algo errado, e isso me matava.

Logo que acabei de comer, calcei meus chinelos e escovei os dentes, peguei minha bolsa com celular, dinheiro, carteira de motorista e documentos e segui para o hospital novamente. Eu queria notícias e infelizmente elas não vinham, isso me deixava cada vez mais nervosa.

Ao entrar no hospital eu pude ouvir a voz de Justin alta e nervosa, e isso fez com que eu certificasse meus medos que algo estava errado. Ao caminhar para uma outra sala, que placas indicavam que era o setor de internação — onde todas as documentações eram resolvidas e também onde o acompanhante poderia ter notícias mais rápido de seu paciente — pude ver meu patrão extremamente nervoso, não gritando, mas falando alto e sendo rude com todos. E em cada duas frases, vinha um “eu quero meu filho fora daquela sala agora!”. As moças que ali trabalhavam estavam assustadas, pedindo que ele se acalmasse e que tudo daria certo, uma gaguejava por medo do homem. Aproximei-me em passos largos e puxei Justin pelo braço.

— Ei, o que houve? — Tento manter a calma, mesmo estando nervosa.

— O anestesista aplicou dose errada no processo de indução de Jaxon, uma das enfermeiras avisou-me pois precisavam que autorização para fazer um processo de retirada, ou algo assim. — Abaixou o tom para falar comigo. — Eu quero o meu filho fora daquele centro agora, ou eu vou destruir esse hospital. —

Meu coração apertou e eu não fui capaz de responder muita coisa, apenas fiquei em silêncio e deixei que Justin continuasse brigando com as enfermeiras. Meus pés me levaram até uma das cadeiras e nela me sentei, escondi meu rosto em minhas mãos, com meus braços apoiados no joelho, e comecei a rezar, logo iniciando uma oração depois de terminar de rezar o Credo. Implorei à Deus que mantivesse Jaxon bem e que o erro médico não o fosse prejudicial. Eu sempre entendi que dEle vem todas as coisas, e que se algo acontecesse, era porque deveria acontecer, pois Ele quis assim, mas eu implorei mesmo assim para que nada acontecesse ao meu menino, implorei como nunca havia feito.

Depois de um tempo, o silêncio reinou na sala, levantei o olhar, ainda embaçado pelas lágrimas que desceram durante minha oração, e vi que Justin estava bebendo água, passando a mão repetidamente por sua cabeça, e as enfermeiras haviam deixado o local.

— Justin… — Chamei seu nome baixo, e ele pareceu se desligar de outro planeta e olhar para mim. Andou em passos largos e se abaixou para ficar de meu tamanho sentada naquela cadeira. — Jaxon vai ficar bem? — Ele sorriu. Sorriu verdadeiramente, como nunca o havia visto sorrir. Não entendi, confesso.

— Eu nunca vi ninguém ter o amor que você tem por Jaxon, em tão pouco tempo… — Disse ainda sorrindo. — Ele ficará bem, e em breve poderemos voltar pro hotel, e depois para casa. —

Eu ansiava por isso, ainda mais, por Jaxon ficar bem. Justin me abraçou e deitou-me em seu peitoral, fiquei ali por uma questão de tempo até que uma enfermeira aparecesse nos dizendo que Jaxon estava bem, e nada aconteceria com ele, pedindo a autorização necessária para prosseguir a cirurgia. Justin concordou, mas disse que logo que ele saísse da cirurgia, um helicóptero o levaria para o hospital qual ele era dono, e ele teria um melhor tratamento lá. Foi relutante para que as pessoas do hospital aceitassem isso, afinal era um transporte de risco. Eu não queria que ele passasse por isso, era perigoso, mas mesmo com meus pedidos de deixar Jaxon aqui, ele não quis, disse que ele voaria para Ottawa com seu filho e eu iria no jato particular, para encontrar eles no Hospital. Suspirei inúmeras vezes. Como se não bastasse a viagem de risco de meu pequeno, eu não iria com ele… e voaria sozinha.

No caminho para o hotel, para arrumar minhas coisas e a de Justin, meu celular começou a tocar, revelando o nome de Olivia brilhando em cor branca na tela. Atendi rápido, preocupada de ter algo acontecido com mamãe.

Demi! Você conhece… Justin Drew Bieber? — Olivia disse nervosa, mas parou para, pelo que parece, ler o nome de Justin em algum lugar.

— Sim, trabalho para ele, por que? —

Você acreditaria se eu dissesse que ele é dono do hospital oncológico onde mamãe está se tratando? — Eu podia imaginar minha pequena irmã abrindo a boca em um perfeito ‘oh’, logo que disse aquilo. — Quando fui com o papai buscá-la da quimioterapia, um homem chamou o papai dizendo que o tal Justin Bieber ligou para lá dizendo que todo o tratamento e medicação da mamãe, seriam de graça. Isso é maravilhoso, não é? — A animação em sua voz era perceptível, quando suas palavras saíram em meus ouvidos, por um momento eu fiquei sem ar. Justin não podia ser mais maravilhoso.

— Eu não acredito que ele fez isso… — Disse baixo, talvez mais para mim que para minha irmã. — Eu devia agradecê-lo por isso! —

Com certeza!

Minha mãe tinha, agora, uma grande chance de cura, graças à bondade inegável de Justin Bieber. Eu não conseguia pensar em que momento ligou para o hospital, ou melhor, para o plano de saúde que recebo de meu emprego com ele, e procurou saber em qual hospital minha mãe se tratava, os dias vinham tão corridos, que era inacreditável que ele tenha conseguido fazer isso longe de mim, já que estivemos uma boa parte do tempo juntos. Eu o agradeceria assim que pudesse, talvez quando eu soubesse que Jaxon estava bem e curado, pois meu coração estaria mais leve, com certeza.

Me vi sendo despertada pelo motorista do táxi, que avisou-me gentilmente que havíamos chegado em meu destino. O paguei e desci do carro sem esperar por meu troco, apenas me despedindo.

Subi para o quarto logo após ser parado pela recepcionista que gentilmente avisou que Justin já havia ligado para dizer que eles estavam de ida, e que eu não precisaria me preocupar com mais nada, pois tudo estava certo.

EU PASSEI ALGUMAS HORAS arrumando as malas, Justin era uma pessoa muito bagunçada quando queria e suas roupas estavam uma bagunça na mala que carregava, e eu precisei dobrá-las para que todas coubessem. Jaxon também, nunca deveria ter deixado Justin procurar pelas roupas do filho, fez uma enorme bagunça. Tudo aquilo me fez refletir no porquê haviam trago tantas roupas, já que iriam ficar por apenas dois dias.

Enquanto arrumava a minha mala — a mais organizada —, meu celular tocou, e o nome “senhor Bieber” apareceu na tela, fazendo-me atender rápido.

— Justin…

Estamos voando.

 



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