História O Convento. - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Kizashi Haruno, Kushina Uzumaki, Mebuki Haruno, Mei, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Sasusaku Hentai Naruhina
Visualizações 50
Palavras 871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, primeiramente quero deixar bem claro que essa fic não tem o intuito de ofender e nem desrespeitar a religião.
É apenas uma visão de uma pessoa de fora, que sabe como é a difícil missão de tomar decisões em meio a sociedade atual.

Capítulo 1 - Prólogo


O cheiro de terra molhada mesclava-se àquelas fragrâncias do ambiente. Suor. Sexo.

Desejo carnal, luxúria, descontrole, necessidade, paixão, e possivelmente  amor?

O casal que ali consumava um ato profanador perante a sociedade em que viviam, e indubitavelmente a escolha que haviam feito para suas vidas.

- Mais... rápido. - A mulher de cabelos medianos fazia seu pedido com lascívia  para o   homem  que a possuía.

- Isso, meu bem. - Respondia o ser viril que se deleitava nas pernas leitosas e  tão  pecaminosas da jovem que ali se sucumbia  ao  gozo da libidinagem.

As respirações esbaforidas e o ranger da pequena mesa madeira eram os  únicos  ruídos  a serem ouvidos  naquele âmbito.

- Céus, por Deus! - Proclamava  em alto e bom som para seu parceiro, avisando-o do que estava prestes a acontecer.

- Jamais profane seu santo nome em vão, meu bem. - Dizia o jovem pausadamente. - Venha para mim, minha jovem devassa. - Disse roucamente ao pés  do canal auditivo de sua parceira que se regozija  em espamos realizadores.

O sorriso de puro  êxtase  tomou os lábios  dos amantes quando o ápice  realiza-se para ambos.

O corpo do másculo ser recai sobre o diminuto  tronco feminino, aninhando-se aos pequenos seios medianos, ainda rígidos pela excitação.

Os miúdos  dedos alcançaram os cabelos sedosos do menino fazendo  um pequeno afago  nas madeixas.

- Preciso ir. - Sussurou a voz doce da jovem arrancando o sorriso do outro ser que nada respondeu, apenas a abraçou com mais robustez.

- Certo. - Seu tom de seriedade  extirpou  uma risada gargalhada gostosa da menina que prontamente  começou  a se recompor após  o espaço  proporcionado  pelo rapaz.

- Me deves mais uma meia-calça. - Resmungou  a moça que formou em seus lábios  um bico, igualmente  os utilizados  em seus tempos de moleca.

O rapaz apenas resmungou em resposta, ainda mantendo-se centrado em vestir suas roupas casuais.

[...]

Após  estarem prontamente vestidos, a troca de carícias ainda se mantinha constante.
Os beijos, abraços e toques inapropriados.

- Não  gosto que os esconda. - Sussurrou para a mulher que ajeitava sua saia de grande comprimento com tonalidade lilás.

- Não  tenho escolha. - Respondeu a jovem, mostrando  seu sorriso ao cavalheiro prostrado em sua frente.

A esguia moça  pegou seu capelo  e caminhou  até  o pequeno espelho, o posicionou  em seu crânio  afim de cobrir suas madeixas de uma tonalidade incomparável.

Ajeitou novamente  sua blusa social e a abotou até  cobrir totalmente  seu tórax  que tempos atrás  estavam desnudos.

O habito  lhe caia bem, tinha que admitir.

Aproximou-se novamente  de seu amante e lhe deu um selinho breve.
Caminhou  até  a saída  daquele local, porém  parou ao ouvir as palavras do rapaz.

- Qual é  o seu pecado, irmã? - Perguntou com desdém. A mulher virou e lhe lançou  seu olhar felino e luxúrioso, o qual o rapaz conhecia muito bem, afinal a artimanha da menina era mostrada a  poucos e devidamente provocada por ele.

A beldade sorriu e tomou seu caminho pelo bosque de volta a sua realidade, colocando  novamente  a máscara  que vinha utilizando  há tempos.

Sua façanha, e de muitos ao seu redor, afinal, quem nunca se omitiu afim de agradar alguém  ou até  mesmo se preservar, por medo do julgamento  alheio.

Como disses José Saramago:

" Há  vertigem neste jogo. As máscaras olham-se sabendo-se  máscaras. Usam um olhar  que não  lhe pertence, e esse olhar, que vê, não  se vê. Colocamos no rosto uma máscara  e somos outro aos olhos de quem nos olhe. Mas de súbito  descobrimos, aterrados, que, por trás  da  máscara  que afinal não  poderemos ser, não  sabemos quem somos. "

Sua caminhada seguiu tranquila até  os jardins  daquele grande colégio  de formação.
O céu  estrelado e a luz do luar iluminavam a rota da pequena noviça.

Quizás  freira daquele convento, onde habitavam as jovens destinadas a servirem a Deus de corpo e alma.

Como estava sozinha o sorriso sapeca ainda habitava seus lábios  róseos, afinal, sua perdição fora deixada de lado a alguns minutos atrás.

Seu pecado, umas das razões que lhe foram convenientes a ir contra o que é  categorizado como correto. 


- Irmã Haruno. -Ouviu seu nome ser profanado docemente  por uma voz.

A menina subitamente esvaiu-se de seus pensamentos  libidinosos e sorriu timidamente  para mulher de olhos perolados que se aproximava com dificuldade, devido à terra.

- Irmã  Hyuga. - Saudou a outra moça que finalmente  chegou ao lado da menina de pele alva.

- O pecado mortal, é  aquele cometido com plena consciência e de propósito  deliberado. - Sussurou  a recém  chegada arrancando um sorriso da irmã  Haruno.

- É  por isso que já  estamos condenadas, irmã  Hinata. - Comentou ironicamente  com a outra moça.

- Certamente. - A perolada deu um sorriso sacana. - Vamos, temos missa pela manhã, se atrasarmos, a madre ficaria um tanto que desapontada. -A face da jovem ser recompusera, sua feições  tímidas e delicadas retornaram, indubitavelmente como uma máscara.

De acordo com Shakespeare " O mundo inteiro  é  um palco. Todos os homens e mulheres não  passam de atores. Têm  suas entradas e suas saída.

As noviças sorriram em cumplicidade e seguiram de volta às  instalações, onde a atuação  iria recomeçar.

E  você, já  vestiu a sua máscara  hoje? 

Notas Finais


Esse é só início. Sintam-se livres para escreverem!
Os próximos explicará, de fato, como tudo começou.

Espero que gostem!!
Beijão 😘😘😘


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