História O Crush da Cafeteria - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Fluffy, Got7, Jikook, Kookmin, Markjin, Romance
Exibições 82
Palavras 1.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


vOLTEI! E estou atrasada de novo, desculpe, mas eu não contava com minha internet ficando sem funcionar!
Eu ainda estou tentando terminar minha monografia do tcc, mas tirei um tempo e vim postar para vocês!

Não vou enrolar por aqui, espero que gostem e obrigada pelos favoritos e pelos comentários!!

Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo IV


Fanfic / Fanfiction O Crush da Cafeteria - Capítulo 4 - Capítulo IV

PARK JIMIN's POINT OF VIEW

Entreguei o controle da TV a JungKook e me sentei na poltrona, onde passei aquela noite. Ela era extremamente desconfortável. Sentia minhas costas reclamarem até agora.

  — Se importa se eu deixar aqui? — Jeon questionou, parando em um canal de MVs. Neguei, sorrindo levemente.

Eu havia perdido um dia de serviço para ficar com aquele garoto, enquanto eu poderia simplesmente tê-lo deixado ir embora e passar em um hospital. Se perguntarem o por quê, eu responderei que é porque me sinto responsável por ele após encontra-lo daquele jeito ontem, mas a verdade é que eu não sei. Talvez isso seja realmente uma parte, mas não tenho certeza.

Fiquei o observando enquanto assistia aos clipes, cantarolando cada um deles, e dançando o quanto conseguia, sentado e machucado. Às vezes, fazia careta quando alguma parte do corpo doía. Acabei rindo.

  — Jimin-ssi... Quer dizer, Hyung — Corrigiu-se rapidamente, fazendo-me rir. — Seus pais não se importaram de eu passar a noite aqui? — Seus olhos se voltaram aos meus, esperando por uma resposta. Limpei a garganta e neguei.

  — Não se preocupe com isso. Eles não se importam. — Ele assentiu. — Você avisou seus pais sobre o que aconteceu?

  — Eles não se importam. — Deu de ombros, repetindo meu ato.

  — Problemas com pais devem ser comuns — Comentei e ele riu.

  — É, devem sim. — Murmurou ácido e eu senti uma pontada de curiosidade para perguntar o que acontecera, mas isso podia se voltar a mim, e eu não queria contar, imaginava que ele também não. Nem nos conhecíamos há muito tempo. — Seu irmão tem quantos anos?

  — Cinco.

  — Ele é uma graça e bem parecido com você. — Sorriu, desviando os olhos da TV, mas desviou logo.

JungKook, mesmo com o rosto todo inchado, roxo e machucado, parecia muito bonito. Seu sorriso era adorável. Seus dentes da frente eram salientes e fofos.

  — Você tem irmãos?

  — Tinha. Meu Hyung morreu há alguns anos. — Deu de ombros.

  — Sinto muito.

  — Não sinta. Ele está melhor onde está. — Sorriu de lado e eu senti um arrepio passar por meu corpo.

  — Você avisou seus amigos do que aconteceu?

  — Sim. Hoseok Hyung vai avisar meu professor sobre isso.

Ele me dava respostas curtas e diretas, e eu não sabia se era por que não gostava de respondê-las, ou era apenas seu jeito. Preferi ficar quieto e não perguntar mais.

Após dez minutos em silêncio, olhando ao redor da sala, sentia-me sufocado com aquele lugar. Eu odiava aquela casa. Eu odiava tudo naquele lugar. Desde que aquela mulher foi embora, eu não conseguia olhar tudo aquilo e não me lembrar da cobra que ela era. Da merda pela qual ela estava me obrigando a passar e levar Min Ki junto. Aquela casa não tinha boas lembranças, pelo contrário. Eu só conseguia me lembrar dos surtos, dos xingamentos e das noites em que eu chorava com saudades do meu pai. Eram lembranças ruins e que eu apagaria se pudesse.

  — Eu vou... Lá atrás. Já volto. Só gritar se precisar. — Murmurei, levantando-me e seguindo pela cozinha até os fundos da casa. O jardim lá atrás era consideravelmente grande, e era para onde eu fugia sempre que não aguentava mais a pressão que aquela casa me trazia.

Respirei fundo, assim que meus pés descalços alcançaram a grama um pouco alta e fria. Sentei ali e fechei meus olhos. Não se passaram nem cinco minutos quando senti outra presença ali. Abri um olho, vendo JungKook se sentar ao meu lado, fazendo careta.

  — O que houve? Você não parecia muito... Confortável?

  — Ah, é... — Ri levemente. — Eu só não me senti muito bem. Faz tempo que não fico tanto tempo em casa.

  — Você trabalha muito, né?

  — Um pouco.

  — Sua mãe deve se orgulhar muito de você.

  — Ah, claro.

Minha mãe realmente deveria se orgulhar muito de mim. Mas ela não o fazia. Que pena, porque sou um ótimo filho.

Ficamos em silêncio por um tempo. A presença de JungKook não era incômoda, pelo contrário.

  — JungKook-ah, posso te perguntar algo? — Ele assentiu. — Quando você acordou, você fez aquele monte de perguntas — Ele assentiu —, e quando perguntou sobre mim, perguntou o que eu fazia ali, mas não quem era eu. Nós por acaso já nos conhecemos?

Ele riu fraco com a minha indagação. Ergui as sobrancelhas em surpresa, esperando uma resposta.

  — Bom, pelo jeito, eu já havia te visto, mas você não. — Sorriu, me olhando. — Frequento o café em que trabalha, de frente a universidade. Você me atende quase todos os dias. Mas parece que é focado demais no trabalho — Comentou e riu.

  — Ah, sim... Desculpe não te reconhecer.

   — Na verdade, eu não esperava que você o fizesse de qualquer jeito. Imagino o tanto de gente que atende todos os dias.

“Mas ninguém tão bonito quanto você.” — Meu cérebro teimou em completar e eu senti minhas bochechas enrubescerem.

  — Você está aprendendo sobre café, não está? — Assenti. Ele sabia disso? — Eu já te observei bastante — Confessou, olhando para o chão, brincando com um pedaço de mato. — Você leva jeito. Parece gostar.

  — E gosto. Eu realmente comecei a apreciar o café depois de começar a trabalhar ali. — Contei e ele assentiu em silêncio. — Como você pode ter reparado tanto em mim e eu não me lembrar de te ver?

  — Costuma ser assim. Não sou a pessoa mais memorável do mundo.

Ri dele. Com aquele rosto, ele definitivamente não deveria passar assim tão despercebido. JungKook parecia brilhar. Ele, com certeza, chamava a atenção aonde quer que fosse, eu podia ter certeza. Quem não repararia nele?

Meus pensamentos foram interrompidos pela campainha, que chamaram minha atenção para fora de minha própria mente. Deveria ser a mãe de SeokJin.

  — Deve ser a minha vizinha. Venha, eu te ajudo.

Passei meus braços em sua cintura para levanta-lo, e o puxei contra meu corpo. Aquela não foi uma boa ideia. JungKook estava tão próximo a mim que eu podia sentir sua respiração contra meu rosto. Arregalei os olhos levemente quando percebi a pouca distância entre nós. Ele sorriu sem graça, afastando-se um pouco e disse que conseguia ir sozinho. Assenti, deixando-o ir à frente, e segui de perto, cuidando para que ele não caísse ou algo do tipo. Assim que o deixei na sala, aconchegado no sofá, corri até a porta. A mãe do Hyung examinou JungKook cuidadosamente, e disse que a grande dor que ele sentia era porque a carne estava magoada, e explicou que talvez ficasse difícil para ele andar nos próximos dias, assim como para respirar ou fazer qualquer outra coisa. Ela deu mais dos analgésicos e refez os curativos do rosto dele. Depois disse que daria um jeito de conseguir um atestado médico para ele levar a universidade.

Quase uma hora depois, ela deixava a casa.

  — Vou ligar para o meu Hyung vir me buscar. — Avisou, pegando o celular. — Você precisa ir trabalhar, né?

  — Ah, sim.

Eu havia me esquecido daquilo. Pedi licença a ele, e enquanto o mais novo ligava para seu amigo, eu fui tomar um banho. Não demorou muito para que eu estivesse sentado de volta ao sofá, pronto para o trabalho.

  — Eu preciso tirar sua roupa, Hyung — Murmurou e eu neguei.

  — Pode ir assim, se for mais fácil. Depois você me devolve. — Ele assentiu, e, então, ficamos em silêncio.

Em alguns minutos seu amigo buzinava na frente de casa.

  — Você quer uma carona? Seu trabalho é lá do lado. Hoseok Hyung não se importaria.

Eu pensei muito em recusar, mas eu já estava atrasado. Pegar carona não iria me matar. Eles já estavam indo para lá mesmo. Concordei, assim como o dono do carro. Um moreno, mais alto que eu — o que não era muita novidade, já que para os padrões coreanos eu era “baixo” —, e muito falante. Ele sorriu grande quando me viu, e lançou um olhar a JungKook, que negou com a cabeça, rindo. Arqueei uma sobrancelha, sem entender, mas deixei passar. Por todo o percurso, o moreno não parava de questionar JungKook sobre cada detalhe que acontecera, recebendo respostas curtas e pouco pacientes do mais novo, o que acabava deixando Hoseok frustrado.

  — Essa sua animação é contagiante, Kookie!

  — Desculpe não estar comemorando ter sido assaltado e ter levado uma surra, Hyung. Prometo que na próxima agirei melhor — Debochou, fazendo o outro bufar.

  — Você consegue ser mais insuportável que o Yoongi quando quer.

JungKook deu de ombros, sem se importar realmente, o que me fez rir levemente. O problema então não era eu. Ainda bem!

  — Como conseguiu aguentar essa criança mal educada, Jimin-ah?

  — JungKook é bem legal. — Dei de ombros.

  — Ah, claro. Só com você. — Resmungou, recebendo um tapa de Jeon. — Aish, sua criança! — Ameaçou bater em JungKook, que riu, vendo-o hesitar. — Sorte sua que te adoro.

Hoseok não demorou muito para parar de frente a cafeteria.

  — Obrigada por cuidar de mim, Hyung.

  — Imagina.

  — Estou te devendo um jantar. — Sorriu e eu assenti.

  — Ah, claro! Não se esqueça. Eu irei cobrar. — Ele riu, assentindo. — Até mais, JungKook-ah.

  — Até mais, Jimin. — Ele sorriu, acenando da janela do carro.

Fiquei parado na calçada, vendo o carro desaparecer na primeira curva. Um sorriso besta estampado em meus lábios. 


Notas Finais


O que acharam? Muitos erros? Perdoa os erro!

Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo (que eu não tenho data para postar, mas acho que até domingo sai)!


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