História O Crush da Cafeteria - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Fluffy, Got7, Jikook, Kookmin, Markjin, Romance
Exibições 69
Palavras 2.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ei, pessoinhas! Voltei rápido e dentro do prazo, certo? Confesso que quase não vim postar hoje, porque oh diazinho corrido mds! Fuvest o dia inteiro, logo depois foi chegar e vir direto terminar a minha monografa (só para deixar claro, essa merda parece que não acaba nunca! Graças a Deus, agora já está prontinha) e ainda preciso terminar um site para essa semana.... Fiquei tão ocupada que ainda nem vi o comeback dos meus filhos B1A4, e olha que era um dos comebacks para qual eu mais estava ansiosa! E nem consegui ver os episódios novos do novo drama no Lee Min Ho!

E, calma... MEU. DEUS. JÁ ESTAMOS COM 46 FAVORITOS! Cara, não sei para vocês, mas eu considero isso um número impressionante, já que eu não esperava muito de OCdC, então, MUITO OBRIGADA!!!!

Em fim, sem mais enrolações, espero que aproveitem o capítulo com aparição de Park MinKi, a criança mais fofa do universo!

*Não revisei o capítulo, pode conter erros, desculpe!

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction O Crush da Cafeteria - Capítulo 5 - Capítulo V

JEON JUNGKOOK's POINT OF VIEW

  — Obrigada por aceitar aplicar a prova desse modo, senhor. Realmente me ajudou muito.

  — Você é um bom aluno, Jeon. E se saiu muito bem. Se cuide. — Assenti. — Eu vou à frente, então... Espero que retorne logo às aulas.

  — Vá com cuidado. — Despedi-me, curvando-me enquanto ele sumia pelo corredor pouco movimentado da faculdade.

Por sorte, o exame que eu faria no dia seguinte ao assalto, pôde ser feito oralmente, o que acabou tornando mais fácil para mim. Eu havia realizado a prova rapidamente, e poderia cumprir os próximos dias de atestado sem culpa. Eu havia ido ao hospital, mesmo sem querer. Hoseok Hyung era filho do diretor do Hospital de Seul, e pedira a seu pai que me atendesse e fosse bastante generoso com os dias de atestado. Como bom filho mimado que era, ele conseguiu dez dias para mim. Era um grande presente, admito. Poder ficar alguns dias deitado, descansando daquela rotina louca era maravilhoso.

Eu obviamente não estava tão ruim quanto no dia após o ocorrido. Eu conseguia andar normalmente, e meu rosto estava menos inchado e roxo.

Resolvi passar no café. Eu e Jimin não havíamos conversado desde o que acontecera. Haviam se passado cinco dias e eu precisava admitir que estava bastante ansioso para revê-lo. Adentrei o local, buscando por ele com os olhos, mas não o encontrei. Encontrei meu lugar no fundo do lugar vazio, assim como boa parte do estabelecimento, já que era horário de aula, e caminhei até o mesmo. Alguns minutos depois, ele saía dos fundos do lugar, vestindo o avental que fazia parte do uniforme. Sorri.

  — JungKook-ah! — Sorri ainda mais. — Você está melhor, posso ver. — Ele sorriu também. E aquele sorriso era genuíno e mil vezes mais bonito que qualquer outra coisa. Okay, eu provavelmente não gostava apenas de observa-lo. Talvez, eu também gostasse bastante dele, em si.

Talvez.

  — Estou parecendo mais com um ser humano comum? — Indaguei, rindo ao mostrar o rosto.

  — Oh, realmente bonito. — Brincou. — O que vai querer?

  — Um Mocha, por favor.

  — Já venho.

Minutos mais tarde, a bebida estava a minha frente, e Jimin também. Ele sentara comigo e sorria abertamente.

  — Eu consegui um atestado. Dez dias. — Contei animado e ele riu. — E acabei de fazer a prova que precisava.

  — Foi bem?

  — Muito bem. Essa matéria é ridícula. — Dei de ombros, fazendo-o rir mais um pouco. — E como você está, Hyung? Você foi repreendido por faltar no emprego da manhã?

  — Não, na verdade. O meu chefe entendeu quando expliquei a situação. Min Ki não para de me questionar sobre você.

  — Jura? Mas nós nem conversamos muito.

  — Bom, você o impressionou. — Ri levemente. — Preciso voltar ao trabalho. Foi bom te ver. — Assenti. — Me chame, qualquer coisa.

— Até mais, Hyung.

Ele me deixou na mesa sozinho, enquanto atendia um casal que acabava de adentrar o local. Fiquei no local por mais meia hora, recebendo seus sorrisos vez ou outra, enquanto ele corria pelo local que começava a lotar gradativamente. Deixei o valor da bebida mais algumas notas de “gorjeta” ali, e sai acenando com a cabeça discretamente. Ele não precisava saber que eu estava na dele. Eu nem mesmo sabia sua sexualidade para querer deixar algo aparente.

No meio do caminho de volta ao meu apartamento, lembrei-me que ainda tinha suas roupas em casa e podia usá-las como desculpas para lhe ver novamente. Ri levemente, pensando no quão idiota eu estava sendo. Usar aquele tipo de coisa como desculpa era ridículo.

 

 

Respirei fundo, apertando a campainha a minha frente e permaneci parado, estático. Lá estava eu, parado de frente a porta da casa de Jimin Hyung, com uma sacolinha com suas roupas em mãos. Minhas mãos estavam suando e eu me sentia ainda mais imbecil por estar daquele jeito, fazendo a coisa mais ridícula do mundo. Aquilo não era muito de meu feitio, mas eu insistia em agir como um retardado apaixonado, como Yoongi Hyung me descrevera ao me dar carona até ali.

 

— Está apaixonadinho, Menino Jeon? Que gracinha!

— Hyung, não me trate como uma criança, eu já tenho vinte anos.

— Isso não muda o fato de que continuará a ser um retardado apaixonado, JungKook-ah. — Debochou, fazendo-me revirar os olhos e receber um tapa em minha nuca.

— Ai...?! — O encarei incrédulo.

— Não revire seus olhos para mim, pirralho! Sou mais velho que você. — Bufei, recebendo mais um olhar atravessado e sorri forçado para ele, que acabou por soltar uma gargalhada.

 

  — Ei, você! Eu te conheço, não conheço? — Virei-me assustado, vendo um garoto do outro lado da rua, os olhos semicerrados para conseguir me enxergar.

  — Desculpe, eu... Acho que não. Estou procurando pelo Jimin. — Ele correu até mim, após verificar se não havia carros na rua.

  — Você não é o menino que apanhou? Sim, é sim! Sou Kim SeokJin, prazer. — Ele não me deixou responder para continuar: — Então, Jimin me falou bastante de você, e acho que confia em você o suficiente para que eu te peça um favor. — Franzi o cenho. Como assim? Nem nos conhecemos e ele está querendo me pedir coisas. — Tenho algo urgente para resolver e minha mãe está em plantão hoje. Jimin está trabalhando e permanecerá até o amanhecer, portanto, será que você poderia ficar com o Min Ki? — Ele cuspira tudo aquilo muito rápido sobre mim, e parecia agitado. — Ande, por favor. Ele é uma criança quieta e não dá trabalho. Por favor.

  — Eu... Eu não sei cuidar de uma criança. Eu...

  — Vamos, garoto! Ajude-me, hã? Eu realmente preciso sair agora...

  — Tudo bem, eu acho...

Arrependi-me assim que estava sozinho, dentro daquela casa que conheci há dias, com uma criança pulando no sofá, pedindo por doces. Meus olhos estavam arregalados e eu me sentia completamente perdido. Eu podia dar doces àquela criança? E por que aquele pequeno ser não parava sentado, ou em um único lugar. Minha cabeça girava. Eu nunca fui bom com crianças.

— Seu Hyung te deixa comer doces?

— Claro que sim, dãrrr! — Arqueei uma de minhas sobrancelhas. — Eu estou com fome, me de alguma coisa, anda.

Ele começou a pedir por comida, e eu não conseguia entender se ele queria doce, ou realmente queria comida. O deixei na sala, indo até a cozinha. Não havia nada mais que rámen nos armários. Eu poderia fazer aquilo. Era até mais fácil.

Antes que eu pudesse começar a fazer algo, ele apareceu atrás de mim como um pequeno fantasma branco e de cabelos extremamente negros.

  — Sem rámen! Eu não vou comer isso ai. Eu não gosto do seu rámen.

  — Mas você nem mesmo sabe o gosto do meu rámen.

  — Não gosto do seu rámen.

E ele continuou a afirmar isso mil vezes. Eu suspirei. Eu resmunguei. Eu quase gritei. Estava a ponto de chorar quando ele apareceu na cozinha após alguns minutos, minha carteira em suas mãos. 

  — Você tem um cartão de crédito. Não, você tem três! — Seus olhos brilharam e um sorriso enorme apareceu em seus lábios. — Com isso a gente compra pizza, não compra? Lembro que minha omma os usava para comprar pizza.

  — Você quer pizza? — Seus olhinhos, agora, pareciam menos assustadores, tinham um brilho infantil, e pareciam dois risquinhos por conta do enorme sorriso que tomava seus lábios. Ele assentiu. Ele me lembrava tanto do Jimin. — Ótimo, vamos ter pizza, então!

Ótimo, ele parecia feliz.

  — Sorvete e refrigerante também? — Ele parecia esperançoso.

  — Faz muito tempo que você não come isso? — Questionei e ele assentiu. — Tudo bem. Sorvete e refrigerante também.

Fiz o pedido pelo celular, enquanto ele fazia mil exigências e dizia o como eu estava sendo um Hyung legal. Um sentimento muito bom tomou meu interior ao vê-lo tão feliz. Era apenas uma pizza, mas ele parecia realmente realizado com isso. No fim, acabei entrando em uma promessa de lhe levar para tomar sorvete outro dia, já que a pizzaria não entregava o mesmo, e estava um pouco tarde para que eu saísse com ele sozinho.

  — Hyung, você pode me ajudar com isso? — Sua voz baixa e  esganiçada soou na sala, após ele ter me dito que iria no quarto. — Meu Hyung diz que eu não posso comer sem fazer minha lição de casa, e hoje eu não tenho Jin Hyung para me ajudar.

Nossa, essa criança realmente havia mudado apenas com a menção de comida. Sorri um pouco mais aliviado. Assenti e ele veio se sentar ao meu lado. Min Ki era uma criança bastante inteligente e mal precisou da minha ajuda. Ele sabia muito do que precisava, e era uma criança bem madura para a sua idade. Fiquei ao seu lado, alisando seu cabelo com os dedos, enquanto ele usava seus dedinhos magros e longos para fazer contas. Assim que ele repousou o lápis sobre os cadernos, a campainha tocou.

— Pizza! Pizza!

Sorri com sua animação, e peguei minha carteira.

 

  — Isso é realmente gostoso, Kookie Hyung. — Exclamou, tomando mais de seu refrigerante. Assenti, limpando o cantinho de sua boca que havia ficado sujo de molho.

Comemos em silêncio, pois ele estava muito focado em comer o máximo que conseguisse, e eu apenas não sabia o que falar com uma criança de cinco anos. Eu nunca fui bom com crianças. Sempre fui o tipo que sem querer acabava esbarrando em uma criança e a empurrava longe. Ou que acabava falando alguma merda e as fazia chorar. Eu também pisei no pé de muitas delas sem querer. Pessoas em geral não eram o meu forte. O observei em silêncio, até o mesmo aparentar estar saciado. Seus olhinhos pareciam pesar.

  — Quer ir dormir? — Ele assentiu.

Segurei em sua mãozinha, e o menino me guiou para seu quarto. Ele era bonito, todo azul. Havia brinquedos e era bem organizado para o quarto de uma criança. Havia um pequeno mural de fotos em uma das paredes, a qual me chamou a atenção, no entanto, o garoto me chamou pouco depois de se acomodar na cama.

— Jin Hyung sempre me conta uma história. Você pode me contar uma história? — Arregalei os olhos.

— Eu? Mas... Eu não sei...

Seus olhinhos piscaram lentamente e eu senti como se Jimin estiveste ali, pedindo-me para lhe contar uma história para dormir, enquanto o sono o derrubava gradativamente. Suspirei, sentando-me na cama ao seu lado. Ajeitei o cobertor sobre seus ombros e pigarreei.

— Eu não me lembro de nenhuma história agora, mas... Eu posso cantar uma música para você, o que acha?

— Você canta?

 — Eu arrisco. — Ri levemente. — Topa?

 — E se eu não dormir? — Bocejou, os olhinhos cansados.

— Se você não dormir... Bom, eu te pago um sorvete extra por cada música que eu precisar cantar até você dormir. — Propus e ele sorriu abertamente, assentindo. — Ótimo.

 — Eu vou ficar acordado durante dez músicas! — Exclamou animado, fazendo-me rir.

Respirei fundo e me deitei ao seu lado, começando a cantar baixinho uma de minhas músicas preferidas no momento, Lost Stars. Eu sussurrava a letra para ele, enquanto acariciava seus cabelos macios e cheirosos, imaginando que os de Jimin deveriam ser tão macios e cheirosos quanto. Terminei a música, esperando vê-lo com os olhinhos ainda abertos, lutando contra o sono, mas Min Ki estava completamente apagado. Sua respiração tranquila e seu rosto com expressões suaves. Suspirei, sorrindo. Min Ki era adorável.

Levantei-me da cama, ajeitando mais uma vez o cobertor em seus ombros, antes de seguir até as fotos pregadas na parede. Algumas delas estavam rasgadas. Franzi o cenho, analisando-as melhor. Todas as fotos ali eram de Jimin e Min Ki juntos, nenhuma de seus pais. Aquilo era bastante estranho. Em uma das fotografias rasgadas, era possível perceber a presença de uma terceira pessoa na foto, no entanto, esta foi rasgada.

Resolvi deixar o quarto, antes que o garoto acordasse novamente. Fechei a porta atrás de mim e olhei as outras duas portas no corredor. Uma delas deveria ser o quarto de Jimin. Eu estava morrendo de curiosidade para saber como era seu quarto. Seria muito indiscreto de minha parte bisbilhotar seu quarto? Será que eu estaria invadindo sua privacidade? Poderíamos contar isso como um pagamento, certo? Um pagamento por meus serviços de babá no meio da semana, e pelo uso do meu cartão de crédito.

Dei de ombros, decidindo que iria sim ver seu quarto. Ele nem mesmo saberia. Abri a porta mais próxima a mim e acertei em cheio, pois aquele cômodo era realmente um quarto. Era enorme. Duas vezes o tamanho do quarto de Min Ki, no entanto, não parecia em nada com um quarto masculino, nem mesmo com um quarto jovem. Era apenas... Como um quarto de mãe. As paredes eram revestidas com um papel de parede florido, com cores puxadas para o creme e o pastel, junto de um rosa apagado e sem vida. Os móveis de madeira eram antigos, e estavam empoeirados. A cama parecia muito confortável, ainda que intocada. Parecia que aquele quarto não era usado há um bom tempo.

Seria o quarto da mãe de Jimin? Mas... Ela não dormia ali? E se aquele não era o quarto de Jimin, aonde ele dormia? Só havia aquela porta, além do banheiro e dos aposentos do Park mais novo. Eu não me lembrava de nenhum outro quarto, mas deveria estar enganado. Saí daquele quarto o mais rápido que pude, pois o mesmo me dava calafrios, e segui de volta a sala.

A casa não era pequena, tinha poucos cômodos, mas todos grandes e bem distribuídos. Ainda assim, aparentava muito solitária na penumbra da noite. Tudo era silencioso e a casa era fria. Não tinha um aquecedor naquele lugar. Bufei. Juntei o que havia sujado com Min Ki, e levei a cozinha, aonde joguei restos no lixo, guardei os pedaços de pizza que não havíamos comido, e lavei a louça louca suja. Meia hora depois, não havia o que fazer, e percebi que a casa também não tinha nem mesmo Wi-Fi. Isso era sacanagem.

Sentei de frente a TV de poucos canais e Revirei os olhos quando percebi que já havia passado todos os canais e não tinha nada interessante. Acabei deixando em um drama qualquer, enquanto brincava com o telefone celular em minhas mãos. A casa de Jimin era um pouco... Entediante. O amanhecer estava longe, o que significava que a chegada de Jimin também. Com menos de meia hora, a melhor opção ali, era dormir. E eu não queria dormir. Todavia, eu apaguei sem nem mesmo perceber.


Notas Finais


E ai? Espero que tenham gostado!
MinKi é a criança mais foda do mundo, gente! Amo esse menino, fico imaginando um mini Jimin todo fofinho e espero assim, mds!
Em fim, eu realmente espero que esse capítulo consiga ser uma distração àqueles que fizeram a Fuvest hoje e estão exaustos com aquela prova horrível (ainda bem que eu nem queria entrar na faculdade esse ano mesmo); àqueles que só estão cansados de tudo mesmo ou àqueles que, como eu, estão deprimidinhos essa semana com as últimas notícias da YG, o desband de 2NE1 e a saída do meu bebezinho do WINNER... Cara, eu ainda estou mal com essa coisa do Tae, ele é tão importante para mim, mds..

Em fim, hoje estou falando bastante, né? Para finalizar: estou entrando em semana de provas (irei perder o MAMA por causa da prova de matemática TT), portanto, sem certeza de datas, okay? Como eu já disse, costumo deixar a escola de lado, sim, então espero conseguir postar ainda essa semana!

Obrigada pelos comentários e favoritos, até o próximo!


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