História O cubículo - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boyxboy, Cubículo, Originais, Yaoi
Visualizações 56
Palavras 2.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi amoreeeees volteeeei, não demorei tanto dessa vez ^^ espero que gostem.

Betado por ~yowngix ❤ 💕 💜

Capítulo 7 - Momento Tenso


— Eu... Droga, eu não posso contar Gustavo, não posso, eu não... Eu não tenho cicatriz nenhuma ok? Eu era proibida de cair, só para não me "danificar", eu... Merda, eu sempre tive que ser perfeita e... Ah! — Desisti e ele respirou fundo, fechou os olhos e ficou calado por um bom tempo, suspirou e abriu os olhos. 

— Você foi obrigada a tudo isso por mim? — Perguntou "calmo" e eu engoli a seco me sentando na cama. 

— Gustavo, calma, não...— Ele me interrompeu sério. 

— Responda a pergunta Gabriela! — Mandou. 

— S-Sim. — Murmurei baixinho. 

— Bem, não precisa mais. Me perdoa por tudo o que você passou, mas eu também não pedi isso, eu não pedi uma mulher perfeita, e tanto que você não é, você é linda, maravilhosa, perfeita por fora, mas é quebrada por dentro, tão quebrada... você grita por ajuda, mas não deixa ninguém te ajudar, eu percebi que você e seus pais tem uma péssima relação, só você sabe o que sofreu, já eu...eu não sofri nada, tive uma vida como qualquer outro jovem e eu não estou falando isso para te magoar, to falando isso para você saber que estou inteiro, eu posso concertar você, posso ajudar você... Mas você precisa deixar. —Falou — A começar por parar de mentir, eu odeio mentiras. — Falou e eu assenti envergonhado — Quando estiver pronta me conta, mas não de desculpas falsas. — Falou sério. 

— Obrigada. — Murmurei — E me desculpa por mentir. — Murmurei e ele assentiu, se sentou e encarou a TV — Ta com raiva? — Choraminguei. 

— Não. — Falou mal humorado, eu engatinhei até ele e ele virou a cara. 

— Gustavo. — Chamei manhoso e ele não me deu bola — Desculpa, eu não vou fazer de novo. — Choraminguei e ele murmurou um "Uhum", ele estava com as pernas esticadas na cama, então me sentei em seu colo de frente pra ele e ele me olhou surpreso — Desculpa. — Sussurrei e fiz cara de choro. 

— Não faz essa carinha pra mim. — Resmungou. 

— Por favor. — Murmurei e ele bufou. 

— Só porque você é muito linda. — Murmurou emburrado e eu sorri. 

— Ótimo, vou fazer nosso almoço. 

— Não vou ganhar nem um beijo? Assim não dá!— Resmungou e eu ri, segurei seu rosto em minhas mãos e o beijei, suas mãos ficaram em minhas coxas e as apertava as vezes. 

— Pronto. — Murmurei e ele resmungou algo que não entendi, sai de seu colo e voltei para a pia, catei o feijão, o lavei e depois coloquei para cozinhar, fui até a geladeira ver o que tinha de bom pra fazer... tinha salada, mas eu só faria depois, e de carne... Acho que bife de hambúrguer... ia ser isso mesmo, coloquei água do macarrão no fogo com óleo e sal — Gustavo, você come pimenta? — Perguntei de costas para ele. 

— O que?— Perguntou e eu ri. 

— Você come comida apimentada?— Repeti. 

— Ah como, mas não muito apimentado. — Falou e eu assenti. 

— Ok. — Murmurei e coloquei o arroz no fogo, enquanto ele cozinhava fui a banheiro, porque ninguém é de ferro, principalmente minha bexiga, quando saí do banheiro Gustavo acompanhou cada passo meu — O que? — Perguntei e ele sorriu. 

— Agora que eu reparei... Na verdade reparei naquele momento que sentou no meu colo. — Ele divagou e eu corei— Que roupa mais... Wooow. — Eu corei ainda mais. 

— Eu disse que eram curtas. — Resmunguei. 

— Que isso amor, estão ótimas.— Sorriu safado e eu revirei os olhos, fui pro fogão e coloquei o macarrão na água.— Gaby...— Chamou e eu olhei — Fica de costas 'pra mim não.— Ele disse e eu arregalei os olhos virando meu corpo para ficar de frente para ele. 

— Calma lá, você estava puto comigo até agora a pouco. — Falei e ele sorriu. 

— Isso foi a muito tempo. — Sorriu sapeca e eu corei. 

— Gustavo! Como eu escondo isso? 

— Não esconde... Eu estou adorando a visão. — Ele me olhou de cima a baixo e eu corei — Hmmm, certo, eu posso te emprestar uma blusa. — Falou e eu sorri— SE... — Meu sorriso morreu na hora— Ficar só com a blusa e a calcinha. — Sorriu e eu abri a boca. 

— Mas a blusa sobe muito fácil. — Choraminguei. 

— É pegar ou largar. — Sorriu cínico — Você tá cozinhando, a blusa vai te ajudar. — Murmurou e eu bufei. 

— Me dá! — Resmunguei e ele fez "YES!", foi ao guarda roupa e pegou uma de suas blusas. 

— Aqui amor. — Abriu o maior sorriso, eu peguei e corri para o banheiro, retirei meu pijama e coloquei a blusa dele, ficou bom até, pelo menos tapava toda a minha bunda, na verdade a blusa ia até o meio das minhas coxas, então, é... esta ótimo, saí do banheiro e ele me esperava sentado na cama, me olhou de cima a baixo e sorriu.— Como vou saber se cumpriu sua parte?— Sorriu sapeca e eu mostrei o short na minha mão.

— Dessa forma. — Resmunguei e ele riu, parecia ainda mais animado, eu suspirei e voltei para o fogão. 

— Você está linda. — Ele disse e eu corei. 

— Vai assistir um filme vai. — Resmunguei de costas para ele e ele riu. 

— Quando você estiver aqui comigo eu dou play. 

— Que filme você escolheu? — Perguntei mexendo o macarrão, depois peguei pimentão e cebola pra picar pequenininho. 

— Meu namorado é um zumbi. — Ele disse rindo. 

— É de terror?— O olhei desconfiado. 

— Nem de longe. — Murmurou e eu suspirei aliviado, o que fez ele rir gostosamente — Vai demorar?— Choramingou. 

— Já ta com fome? 

— Não, só quero você aqui. — Bateu no espaço vazio ao seu lado na cama. 

— Por que não bebe um pouco? 

— Por que VOCÊ não bebe um pouco? — Perguntou e eu dei de ombros. 

— Eu nunca bebi, então acho que com uma dessa eu... Sei lá.

— Eu cuido de você boneca. — Sorriu. 

— Esse é o problema. — Pisquei pra ele e ele riu. 

— Que isso... vai ser divertido. Vamos boneca, como você vai expulsar as putianes lá na boate se não vai conseguir se controlar? 

— Não desgrudando de você. — Dei de ombros e ele respirou fundo. 

— Boneca, é só uma cervejinha. — Murmurou. 

— Pega uma e bebe junto comigo, assim vai te fazer feliz? 

— Claro. — Sorriu largo e eu corei, ele foi até a geladeira e pegou a bendita cerveja, abriu e deu um bom gole, colocou na pia, do meu lado e ficou me olhando, eu lavei o tempero verde e dei um pequeno gole. 

— O gosto é horrível. — Fiz careta e ele riu. 

— É suportável... O efeito é bom.— Falou e eu bebi uma quantidade maior e ele sorriu orgulhoso, eu voltei a cortar o tempero bem pequeno pra não ter problema, mexi o macarrão de novo e desliguei o arroz.— Por que ta fazendo comida tão cedo? 

— Porque se eu esperar ficar com fome eu faço qualquer coisa para me encher, então é melhor fazer agora. — Dei de ombros, então surgiu uma ideia na minha cabeça e eu corri para a geladeira e encontrei a salsicha lá, como eu amo quem fez as compras, meu deus, peguei umas quatro, lavei e deixei na pia descongelando. 

— Vai fazer o que? — Perguntou curioso e me empurrou a cerveja. 

— Macarrão com salsicha.— Falei e ele fez careta — Hey!— Resmunguei — Eu experimentei sua cerveja, não vai doer experimentar meu macarrão. 

— É que...-— Ele murmurou e eu me virei pra ele. 

— Eu cozinho, você come, você vai experimentar sim e ponto final. Prometo que não vai se arrepender! 

— O que eu ganho se me arrepender? 

— O que você quiser. — Sorri desafiante. 

— O que eu quiser MESMO? — Sorriu largo. 

— Sim. Tudo o que você quiser, eu vou aceitar e fazer numa boa. 

— Isso ta ficando interessante.— Sorriu malicioso. 

— É claro que se você perder ficará responsável pela limpeza da casa o tempo que ficarmos presos aqui.— Sorri e ele fechou o sorriso. 

— Poxa boneca, aí você me quebra. — Choramingou — É um prêmio muito bom e um castigo muito ruim. — Resmungou. 

— Ta bem... Apenas lavar o banheiro e as vasilhas, mas vai ter que cumprir. — Sorri. 

— Não vou, sabe por quê?— Perguntou e eu neguei sorrindo — Porque eu vou ter o que eu quiser de você. — Falou e eu ri. 

— Olha, eu duvido muito, você vai amar meu macarrão. — Falei e tomei a cerveja. 

— É sobre isso que eu duvido. — Zombou. 

— Veremos meu caro. — Sorri e ele só me olhou bobo me fazendo corar — Que foi? — Perguntei envergonhado cortando a salsicha em cubinhos. 

— Você tem um sorriso lindo. — Ele disse e eu corei. 

— Assim você me deixa envergonhada poxa. — Murmurei. 

— Falando a verdade eu te envergonho? 

— O certo seria me elogiando. — Murmurei. 

— Que isso boneca, só estou apontando os seus encantos.— Sorriu. 

— Você é um chato, isso sim. — Resmunguei e ele riu — Pega o escorredor pra mim? 

— Mas eu sou um chato. — Resmungou. 

— Por favor vai. — Choraminguei desligando o macarrão. 

— Ta bem. — Sorriu e pegou pra mim, eu sorri e dei um selinho nele — Opa, prêmio! — Sorriu largo. 

— Uma consolação na verdade, você vai perder a aposta. — Zombei. 

— Se eu ganhar acho bom você já saber o que vou querer. — Murmurou e me abraçou por trás. 

— SE ganhar você terá, ué. — Ri e lavei o macarrão. 

— Eu quero a verdade. — Sussurrou e eu assenti, me soltei dele para pegar o molho de tomate e depois voltei pra ele. 

— Tá ok, eu conto. — Ri e coloquei a panela no fogo enquanto o macarrão escorria.

— Quem te ensinou a cozinhar?— Perguntou roubando salsicha e eu bati na mão dele. 

— As empregadas. — Ri. 

— Achei que sua mãe...— Ele murmurou de forma incompleta. 

— Não, minha mãe é um desastre na cozinha. — Ri levemente — Ela quase explodiu a panela de pressão uma vez. — Ri. 

— Isso explode? — Se assustou. 

— Sim, se ficar tempo de mais no fogo ou se a abrir sem o vapor ter saído por completo... A explosão acaba com a cozinha. — Expliquei. 

— E com a sua cara né? Ta doido... Eu não sabia disso. — Resmungou e eu ri. 

— Eu também não sabia, mas é vivendo e aprendendo né? — Sorri e joguei o alho, esperei dorar um pouco e joguei a cebola e o pimentão, então acrescentei o molho de tomate e joguei as salchichas que havia cortado, coloquei um pouco de água pra ajudar com as salsichas, tapei a panela me escorei nele. — Gustavo? Posso te perguntar uma coisa? 

— Pode falar amor.— Sussurrou e eu corei. 

— O que te fez mudar comigo? O meu rostinho bonito não foi. Além do mais você tinha pedido pra eu não me iludir, mas você ta me iludindo e eu não sei o que fazer! 

— Não amor, não mesmo, eu não estou te iludindo, só... Olha quando você me desafiou, mesmo depois de ter me olhado com tanto encanto, minha válvula foi acionada, então sobre a proposta eu não aceitaria nunca, mas me pareceu atencioso da sua parte, você não me queria, mas me deixaria ficar com quem eu quisesse, e... Você é tão fofa, linda... Eu me encantei boneca, você é tão frágil, me fez querer cuidar de você... E é isso que eu vou fazer, mesmo que você não queira. 

— Eu...— Fiquei sem palavras, me virei para ele e o beijei, ele riu e me abraçou forte.— Preciso te contar uma coisa. — Murmurei e abaixei a cabeça. 

— O que aconteceu minha boneca?— Perguntou e eu me virei de costas pra ele de novo.

— Se lembra do homem que dançou comigo? — Murmurei baixinho e ele respirou fundo. 

— Sim eu lembro. — Resmungou e eu mexi o molho. 

— Ele... Me fez um convite, que, naquela hora, me pareceu maravilhoso. 

— Acho que não quero ouvir. — Emburrou. 

— Okay. — Sorri e esperei, não demorou muito ele apertou a minha cintura e bufou. 

— Que convite foi esse? — Resmungou. 

— Para morar com ele, caso as coisas não dessem certo entre nós.— Falei e ele me apertou ainda mais— Naquele momento eu super topei, até sei onde encontrar ele... Eu jamais voltaria para a casa dos meus pais. — Murmurei. 

— Você vai morar CO-MI-GO. — Rosnou. 

— Como pode saber se vai me querer? 

— Eu sei porque eu já te amo! Ta bom pra você?— Falou e eu arregalei os olhos — Não há NADA que me faria desistir de você. — Sussurrou, eu corei, ele me deu um beijo estalado na bochecha. 

— Mesmo? — Murmurei. 

— Com certeza. — Ele disse tranquilo. 

— Devido ao segredo eu não posso ter filhos.— Murmurei. 

— A gente adota. — Sussurrou e eu sorri. 

— Promete? 

— Prometo, adotamos tranquilamente. 

— Bom. — Sorri e joguei o macarrão no molho e mexi bem. 

— Hora da verdade. — Sorriu e eu ri. 

— Nada de mentir em. — Adverti. 

— Eu não vou gostar. — Ele manteve a pose e eu ri. 

— Vamos ver se não. — Pisquei.


Notas Finais


E aí? Curtiram? Espero q sim.... Amo vocês 💕 💙 💜

Betado por ~yowngix ❤ 💕 Linda


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