História O Despertar - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Bella Swan, Billy Black, Carlisle Cullen, Carmen Denali, Charlie Swan, Edward Cullen, Emmett Cullen, Esme Cullen, Irina Denali, Jacob Black, Jasper Hale, Kate Denali, Leah Clearwater, Renée Dwyer, Renesmee Cullen, Rosalie Hale, Seth Clearwater, Sue Clearwater
Tags Renesmee
Visualizações 49
Palavras 690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Um


~Pov Renesmee~

            Após jogar minhas coisas no porta malas do carro, entrei no banco de trás e rapidamente coloquei os fones de ouvido que estavam conectados em meu Ipad.  Pela janela observei a ilha de Esme que estava a vários quilômetros de distancia da praia e percebi que mesmo depois de cinco anos tentando me adaptar com nossa moradia temporária, eu nunca poderia me acostumar com o sol quente e o cheiro do protetor solar que passava todos os dias pela manhã. Meu lugar era em entre as folhas e o cheiro de musgo que exalava em nossa antiga casa, ao meio da neblina e a terra úmida no solo. Por mais que não fosse sentir saudade daquele lugar, algo dentro de mim não queria me deixar partir, pois saberia o que teria que enfrentar ao voltar para nossa antiga vida. Olhar para Bella no banco do frente e vê-la paralisada sem focar em um único lugar pelo caminho, fez reforçar a angustia em meu peito. Não conseguia imaginar o que ela estava sentindo, mas diferente dela, eu podia sentir dor. O sentimento que fazia meu coração pulsar meu sangue mais rápido, como se estivesse faltando ar em minha cabeça e por incrível que pareça, eu ainda tinha lágrimas para escorrer em meu rosto. O celular tocou no bolso de Edward e ele rapidamente atendeu. Sentada em suas costas, pude escutar a voz chorosa de Renée ao telefone.

            - Vocês estão a caminho? – Perguntou ela com o nariz congestionado.

            - Sim. – Respondeu Edward calmamente. – Acredito que amanhã de manhã já estaremos em Forks.

            - Como está a Bella?

            - É difícil dizer.

            - Entendo. Bom, façam uma boa viagem.

            - Obrigado. – Agradeceu ele e logo em seguida desligou o telefone. Quase no mesmo instante pegou a mão de Bella, a encarou e beijou a sua mão. Aquilo era o máximo que ele ou eu poderia fazer naquele momento.  Tentar conforta-la.

            O voo durou uma eternidade, pareciam dias, ou semanas sentada em uma poltrona de um avião. Ás vezes levantava de meu lugar e sentava-me ao lado de Bella. Ao pousarmos, chamamos o taxi e novamente a eternidade nos fez companhia. Fomos direto a igreja e o impacto de que aquilo estava realmente acontecendo, caiu em mim no momento que olhei todos vestidos de preto. Luto. Luto por uma pessoa amada que viveu para proteger os outros. Talvez a cidade toda estivesse ali. A cidade toda e mais alguns amigos e parentes mais próximos de cidades vizinhas. Ao nos verem as pessoas tornaram a chorar e sem dizer uma palavra a ninguém, Bella seguiu até o caixão e ficou ali parada, observando o corpo de Charlie esticado na caixa acolchoada. Aproximei-me dos dois e toquei as mãos cruzadas de Charlie sobre sua barriga. Nunca pensei que um dia ele teria a mesma temperatura que meus pais. Ele parecia estar sorrindo e isso de certa forma confortou meu coração. Senti o toque frio de Edward em meu ombro e rapidamente, virei-me para abraça-lo. As lágrimas, pareciam congelar em seu smoke gelado.

            - Eu estou com vocês para sempre. – Disse ele puxando também Bella.

            Ao desviar-me de seu peito, meus olhos encontraram os de Jacob. Ele estava sentado ao lado da cadeira de rodas de Billy. Estava da mesma maneira que me lembrava da ultima vez em que havia o visto há cinco anos, porém com os olhos mais inchados. Ele me abraçou e arrepiei-me com a sensação térmica de seu corpo, por ter me esquecido de que sua pele era febril.

            - Eu sinto muito. – Disse ele com sua voz calorosa.

            Eu sabia que aquelas palavras não trariam Charlie de volta, mas de certa forma aquilo me confortava e não deixava que eu me soltasse de seus braços. A sensação de nosso abraço era diferente das outras vezes. Agora minha cabeça não batinha mais eu seu umbigo, mas sim em seu peito, o que me fez escutar cada detalhe de sua pulsação.

            - Obrigada. – A palavra falhou ao sair de minha boca que estava levemente molhada com as gotas de lagrimas. Ele esticou sua mão e limpou as lágrimas em meu rosto.



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