História O despertar do amor - Capítulo 10


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Categorias Originais
Tags Ação, Amor, Apocalipse, Mortos, Originais, Original, Paixão, Personagens Originais, Romance, Twd, Zumbis
Exibições 19
Palavras 2.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Capítulo 10



POV Steve
Holly caminha apressada em direção a loja de caça, ela está tão brava que nem posso critica-la por isso. Fui babaca e não devia ter falado tudo aquilo pra ela. Falei porque estava bravo, pois ela sempre tenta me desafiar, esta sempre querendo se colocar na linha de frente e isso é perigoso demais. Só quero protegê-la.
- Anda mais devagar Holly. - peço e ela me fuzila com olhar e volta a andar apressada. - Olha a gente precisa conversar sobre...
- Eu estou pouco me fodendo pra você. - ela diz se virando bruscamente em minha direção. - Você já disse tudo que acha sobre mim, já era, entendeu?
- Holly, eu estava falando de como vamos entrar aí. - Me defendo e ela me olha revirando os olhos.
- Claro. - vejo quando um suspiro de irritação escapa dela. - A gente arromba a porta como em qualquer outro lugar que invadimos.
- Nossa, que genial, nem pensei nisso! - uso todo meu tom de ironia e isso a deixa mais nervosa. - Estou falando que devemos entrar um de costas para o outro, em formação, caso tenha zumbis lá dentro.
Ela assente sem dizer nada e olha para a loja que no momento está com algumas janelas quebradas, na entrada um corpo de um homem morto está estirado ao chão e a porta está fechada. O cenário é horrível, a rua está como em qualquer filme Apocalíptico que já assisti, carros batidos e abandonados, mortos no chão, sangue para todo o lado, objetos espalhados...
- Vamos de uma vez. - Holly pede seca e sem me olhar.
- Olha pra mim antes. - peço mas ela me ignora. - Holly, é sério. Olha pra mim.
- O que foi? O que você quer? - ela pergunta agora me olhando. - Queria que eu te olhasse então ótimo, estou te olhando.
- Você não pode entrar lá desse jeito.
- Desse jeito como? Não estou propriamente vestida para a ocasião?
- Para com esse sarcasmos irritante. - peço começando a me irritar. - Você precisa entrar lá com a cabeça vazia, está estressada e qualquer deslize pode colocar sua vida em risco.
- O sensei já terminou sua aula? - ela pergunta com as mãos na cintura. - Estou ótima para entrar naquela porra e pegar um arco.
Então Holly começa a andar novamente em direção a loja, sem alternativa e cansado de discutir com ela, começo a caminhar ao seu lado.
Olhamos por uma janela quebrada e nos certificamos de que não tem zumbis lá dentro, ao menos olhando assim não tem.
Holly fica de costas pra mim e eu também fico de costas pra ela. Vejo quando ela aperta a faca em sua mão e assente para que abra a porta e possamos entrar.
Quando entramos nos deparamos com a loja toda revirada, prateleiras caídas no chão, dois corpos dilacerados no canto do cômodo e vidros das janelas quebradas ao chão.
Lá fora é bem cedo ainda mas o cômodo está um pouco escuro. O silêncio é tão grande que só escuto a respiração de Holly se misturando a minha, depois escuto um leve ranger do chão de madeira e posso notar quando Holly fica tensa.
- Continua em formação. - sussurro para ela que assente. - Vamos verificar os outros cômodos, a loja agora parece grande e precisamos ter cuidado.
- Tudo bem. - escuto um certo tom de medo em sua voz.
Voltamos a caminhar em meio a tensão, algumas vezes Holly tropeça devido a estar andando de costas e preciso ajudá-la a se recompor. Entramos de cômodo em cômodo, fico preocupado o tempo todo, odeio estar em número pequeno e se as coisas saírem do controle eu e Holly não daremos conta de nos defendermos.
- Esse é o último. - falo ainda olhando para a porta, agora eu e Holly estamos de frente um para o outro e a formação não é necessária mais.
- Escuta. - ela diz apontando para a porta e olhando em volta enquanto escuta algo que não consigo identificar. - Está rangendo que nem aquela hora que escutamos lá em baixo.
- Deve ser um zumbi.
- Não, não mesmo. A essa hora já era pra ele sentir nosso cheiro, estaria batendo freneticamente na porta. - ela diz me olhando com um misto de medo e preocupação.
- Só vamos descobrir quando entrarmos.
Respiro fundo colocando a mão na maçaneta da porta, aperto meu facão na mão e giro a maçaneta entrando logo em seguida.
O que encontro é um deposito quase vazio a não ser por umas caixas de armadilhas de caçador. Então quando viro para a direção de Holly vejo o que ela tanto encara e fico paralisado, é triste e ao mesmo tempo assustador demais.
Três cadáveres que tentaram se matar estão pendurados pelo pescoço, eles balançam de leve enquanto tentam nos alcançar sem êxito. Os dentes mastigam o ar freneticamente desejosos por nossa carne, o gruido que eles soltam é assustador.
É um homem e duas mulheres, ou eram isso antes de tudo começar.
- É horrível. - Holly diz com a voz embargada. - Não podemos deixar eles assim. Eles não queriam isso.
Pego uma cadeira e subo nela, primeiro enfio meu facão no homem que parecia ser o mais velho do trio. Depois acabo com o sofrimento do que um dia foram duas jovens.
- Obrigada. - Holly diz me olhando. - Eles não sabiam que era preciso um tiro na cabeça.
- Vamos encontrar um arco para você. - falo enquanto adentramos mais o deposito.
Aparentemente não encontramos nenhuma arma que seja útil, mas então Holly aponta para um sótão e subimos pela escadinha.
Aqui está bastante escuro e não consigo enxergar mesmo franzindo o olhar, fico em alerta com medo de encontrar algum zumbi mas então o cômodo é iluminado pelo um pequeno faixo de luz.
- Encontrei uma lanterna. - Holly diz balançando o objeto em sua mão. - Isso aqui é um baú de tesouro.
Olho em volta e vejo do que ela está falando, é parte do deposito misturado com  uma sala de troféus e medalhas de campeonato de tiro ao alvo. Está intacta e aposto que ninguém conseguiu encontrar esse lugar.
- Uau... - Holly está encantada com tudo, chega a ser bonito mesmo eu não conseguindo ver seu rosto de alegria direito.
A luz da lanterna passa por um parede onde três arcos de estilos diferentes estão pregados nela, há também algumas armas como escopetas, pistolas automáticas e submetralhadoras. Armamentos dignos da forças armadas. Um vidro está protegendo as belezuras e fico tão impressionado quanto Holly.
- Aqui tem muita coisa útil. - ela diz boquiaberta. - Vamos ter que quebrar o vidro. Não vejo outro jeito.
- Tudo bem. Dessa distância não vamos ser ouvidos pelos mordedores. Mas antes vamos caçar bolsas grandes para recolher as armas e algumas lanternas.
- E munição. - ela diz me mostrando uma caixa de balas de uma Ak. - Muita munição.
- Recolhe o que estão de fora do vidro primeiro, depois a gente quebra e pega o resto. - falo indo até a saída. - Me espera aqui, vou procurar gasolina em um desses carros.
- Acho boa idéia, vamos precisar de muito espaço pra levar tudo isso. - ela a responde quase sorrindo.
- Cuidado aqui, qualquer coisa me grita.
- Vai logo Steve.
Termino de descer a escada e corro para fora. Por sorte a rua está quase vazia e apenas dois zumbis caminham a esmo sem me notar. Vasculho carro por carro e por sorte consigo o suficiente de gasolina para sairmos dessa rua e procurarmos mais em outra.
Volto para ajudar Holly com as duas malas grandes de munição e armas que ela conseguiu juntar. Depois entramos de novo na casa e subimos para quebrar o vidro, ela me entrega um pé de cabra e assim que quebro a vidraça um alarme estridente começa a tocar e extintivamente tampamos os ouvidos.
- Que porra é essa? - Holly grita sobre o barulho ensurdecedor. - Essa merda tem alarme como?
- Os donos da loja deviam ter um gerador por aqui, devíamos ter ficado mais atentos!
- Vamos recolher o restante das armas e dar o fora daqui! - ela diz tirando a mão dos ouvidos para pegar um arco e colocar na mala, depois ela pega um que fica com ela e sai a procura da bolsa de flecha enquanto vou colocando o resto na mala.
- Vamos! - falo colocando as alças da mala em volta de mim. 
Holly assente e vejo ela correr escada abaixo com a sua aljava (Onde ficam as flechas) nas costas e o arco na mão.
Eu estou com meu facão na mão direita e na esquerda seguro uma pistola calibre 38 com silenciador.
Vejo quando um zumbi entrava na casa e Holly acerta uma flecha em sua cabeça, é tão corajosa.
O alarme soa alto demais e quando saímos da casa vemos vários mordedores se aproximando de todos os lados, corremos o máximo que pudemos e quando um zumbi se aproxima de mim eu atiro na cabeça nojenta dele, o fazendo cair apagado no chão.
Vamos nos aproximando do carro e assim que entramos jogo a mala no colo de Holly, giro a chave fazendo o motor roncar, dou partida e saímos atropelando uns mordedores.
Estamos ofegantes e noto pela visão periférica Holly atirar com um arma com silenciador. Acelero na rua e só agora vejo o quanto de zumbis tem, são muitos, mais do que imaginei, vou atropelando alguns e finalmente saio da rua ganhando uma distância grande deles.
- Que loucura! - Holly grita assustada. - Eram tantos!
Uma hora depois o carro começa a falhar e sei que é a gasolina e então ele para.
- Não consegui gasolina o suficiente. - falo quando vejo Holly me olhar confusa.
- Ótimo. - ela reclama bufando.
Essa rua está completamente vazia e posso apostar que os zumbis de todo o condado estão indo pra loja de caça, atraídos pelo barulho do alarme.
-Holly, eu estou cansado, você também deve estar. Vamos entrar em uma dessas casas, descansar um pouco, comer um dos enlatados que trouxemos do posto e então sairmos pra procurar gasolina.
- Parece bom. Estou exausta. - ela diz colocando a mão no curativo na testa.
- Está sentindo algo?
- Não, só quero descansar mesmo.
Depois de certificar que a menor casa da rua está segura, eu e Holly entramos. Ela deixa o arco e a aljava na sala e vai até a cozinha preparar os enlatados de feijão para comermos.
Fico me sentindo culpada pelas crueldades que disse a ela, nunca achei e nunca vou achar ela uma mimadinha idiota. É só que me irrito com a idéia dela ser tão destemida, acaba se colocando em riscos. E não quero ver ela em risco como naquele dia com aqueles caras babacas.
Suspirando me levanto da poltrona velha e caminho em direção a cozinha. Vejo Holly parada observando as latas de mantimentos.
- Algum problema? - pergunto e ela me olha assustada.
- Não. Só estava prestando atenção no barulho do alarme, esta tão longe mas mesmo assim dá pra ouvir um pequeno barulho. - ela responde olhando pela janela. - Esse cenário todo é assustador.
- É sim. - Vou pro seu lado e ela me encara um tanto tensa. - Não tô afim de brigar. Pelo contrário. Vim pedir desculpas por tudo que te disse.
- Não precisa Steve, no fundo eu sei que você está certo. Sou uma bomba relógio que vai machucar todos a minha volta.
- Não, Holly. - faço ela me olhar. - Eu não penso essas coisas de você.
- E porque disse tudo aquilo então? - ela pergunta brava.
- Porque detesto ver o quanto você se coloca em risco. Fiquei nervoso e disse aquilo tudo da boca pra fora. - Holly me olha sorrindo cínica, parece bem brava e duvido que vá me desculpar com tanta facilidade.
- Steve, será que você pode me deixar em paz? Cansei da sua bipolaridade! Você é confuso e acaba me deixando confusa também. Me deixa irritada e com vontade de te matar porque parece que...
Sem pensar a interrompo com um beijo, mais para um selinho. Vejo quando ela arregala os olhos e passo meus braços em volta de sua cintura. Peço passagem com a língua mas Holly não permite e sim tenta me afastar dela, mas não deixo.
Meu braço direito a aperta mais em minha direção enquanto com a mão esquerda adentro seus cabelos sedosos.
Sei que ela quer e por isso peço passagem novamente, dessa vez ela permite e aos poucos vai se rendendo ao beijo.
Sua mãos sobem pelos meus braços, indo até minha nuca para intensificar o beijo que agora é muito urgente.
Nossas línguas travam uma batalha sensual e prazerosa, Holly puxa meu cabelo de leve e como punição aperto sua cintura a fazendo soltar um gemido baixinho.
Holly separa nossos lábios para buscar mais ar e os meus seguem obedientes para seu pescoço, mordendo, beijando e o chupando de leve.
Sinto as mãos de Holly tirarem minha jaqueta e as pressas fazer o mesmo com a minha camiseta.
- Quer mesmo isso? - pergunto sem conseguir desgrudar meus lábios de seu pescoço.
- Não sou nenhuma virgem Steve. - ela responde quando com um movimento a coloco sentada no balcão da cozinha. Fico entre suas pernas e aproveito para apertar suas coxas. - O que eu sei é que quero você agora.
- Eu também te quero. - falo mordendo seu lábio inferior. - Muito.
Então volto a beijar seus lábios. Holly tira a própria jaqueta, com a rapidez a ajudo a se livrar da camiseta preta a deixando de sutiã rendado preto também.
As coisas estão urgentes e sinto quando ela começa a desabotoar meu cinto e calça. Minhas mãos apertam seus seios médios e ela geme rouco separando nossos lábios. Sem resistir mais vou descendo meus beijos até seu busto e tiro o sutiã que a deixa bastante sexy.
Enquanto toco um de seus seios minha boca sente inveja e toca o outro o sugando e mordendo o mamilo rígido de Holly. Seus gemidos abafados e baixos me deixam tão excitado que meu membro chega a doer de tanta excitação.
As mãos de Holly descem para dentro da minha calça e preciso morder meus lábios para evitar um gemido quando ela pega meu membro e começa um movimento de vai e vem.
- Você... me deixa louco de-desse... jeito. - sussurro em seu ouvido e ela suspira quando volto a beijar seus seios.
- Steve... Não quero preliminares agora, que... quero você. - ela diz aumentando o movimento em meu membro e me fazendo delirar.
- Como você me quer? - paro o que estava fazendo para olhar ela.
- Você sabe.
- Quero ouvir você dizer. - insisto descendo minha mão até sua intimidade coberta pela calça e apertando-a em seguida.
- Aí meu Deus... - ela geme fechando os olhos enquanto começo a fazer movimentos com o dedo.
- Diz com todos as letras. Quero seu perdão e vou conseguir do melhor jeito. - falo me afastando pra tirar sua calça junto com a calcinha. - Quero muito me desculpar.
Acaricio sua intimidade molhada de tesão fazendo Holly gemer.
- Diz, Holly... - peço enfiando um dedo meu dentro dela.
- Quero vo-você dentro de mim... Com força. - ela responde me fazendo sorrir.
Observo seu magnífico corpo por um momento, então a tiro do balcão e coloco na mesa por ser mais baixa, faço Holly deitar e tiro o restante das minhas roupas ficando entre suas pernas em seguida.
- Anda logo Steve. - ela pede e assim faço.
A penetro lentamente e ela se contorce gemendo em satisfação, fico parado apenas observando o momento sensual e quando ela me olha eu começo a me mover com uma lentidão proposital.
Holy começa a se mover comigo e me apoio na mesa ficando bem próximo a sua boca.
- Mais... rápido, Steve. - ela pede gemendo em meu ouvido e assim o faço.
Foi ela quem disse que me queria dentro dela com força, então dou um estocada forte que faz a mesa ranger e Holly morder a mão pra reprimir um gemido alto.
É tão gostoso estar dentro dela que eu ficaria assim pra sempre se pudesse.
Saio de dentro dela e a faço se levantar, viro Holly de costa e ela deita o tronco na mesa enquanto a penetro de novo.
As coisas estão mais urgentes e vou me movimentando com força e agilidade, puxou seu cabelo e isso a faz rebolar com maestria. Ela geme segurando a borda da mesa que range levemente. O barulho da nossa respiração e do nossos corpos se chocando  deixa tudo mais gostoso e vou me deixando ser guiado pelo insistindo.
- Vai me perdoar? - pergunto ofegante e Holly geme se contorcendo em baixo de mim.
- Ta-Talvez.
Ela levanta seu tronco para grudar seu corpo por completo ao meu, aproveito pra acariciar seu corpo e simplesmente vamos nos entregando.
Toda a confusão foi boa, se não fosse ela esse momento não estaria acontecendo.
- Gostosa... - falo estocando com tanta força que ela não consegue reprimir um gemido alto. - Você gosta assim?
- Gosto... gos-gosto com força... - dito isso eu dou uma estocada mais forte fazendo todo o meu membro ser engolido por sua intimidade.
Saio de dentro dela e me sento na cadeira, ela fica me olha e quando balanço meu membro ela entende o recado. Vem até mim e se senta em meu colo fazendo todo meu membro deslizar pra dentro dela que geme manhosa.
Por um momento não existe Apocalipse, só existe nós dois e o nosso desejo.



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