História O destino - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avril Lavigne, Becky G, Cara Delevingne, Cody Christian, Daniel Radcliffe, Dylan Sprayberry, Ian Somerhalder, Jamie Campbell Bower, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Kaya Scodelario, Lily Collins, Martin Garrix, Shay Mitchell, Shelley Hennig
Personagens Ian Somerhalder, Jamie Campbell Bower, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Martin Garrix, Personagens Originais
Tags Clichê, Finais Felizes São Chatos
Visualizações 19
Palavras 2.410
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente💙 to aqui trazendo um cap novinho pra você e eu tenho algumas coisas pra falar mais não vou amolar vocês agora então boa leitura💙💙💙💙

Capítulo 27 - Eu sei o que eu quero!


Fanfic / Fanfiction O destino - Capítulo 27 - Eu sei o que eu quero!

Eu sei que poderia mentir, mas                           estou dizendo a verdade
                    Onde quer que eu vá, há uma                               sombra de você
                    Eu sei que poderia tentar                                     encontrar algo novo

                    Onde quer que eu vá estarei                                 procurando por você

   

                             - OneRepublic, Wherever I Go




                             Pov. Matheus.

          

        - Bom, quando você terminou comigo eu fiquei arrasado, minha namorada tinha me traído com uma menina mais isso você já sabe né. O Martin ficava tentando me convencer ou a te perdoar ou a ir me divertir e eu fui covarde demais pra primeira opção então eu optei pela segunda e ai.... Mas tem uma coisa, eu só optei pela segunda porque naquele dia logo no primeiro final de semana do nosso término eu vi você com a Giovanna na balada e ele tava se esfregando em você, então eu me toquei, era ela a garota. Ai eu saí de lá e fiquei caminhando pela cidade, pensando bastante sobre tudo. - Ela fitava o gramado - Depois disso que ficava com qualquer uma que viesse, eu nem precisava ir atrás, elas só... Vinham, e eu deixava. Mas teve a que durou mais, que foi essa que você conheceu a meia hora atrás a Natália.- ela continuava a não olhar na minha cara. - Ela ficava falando pra mim me decidir logo sobre aquilo, mesmo eu falando que meu namoro havia acabado pra sempre, ela falava que não tinha acabado porque eu te amava e que ela não queria se machucar então eu tinha que me decidir logo se iria voltar ou não com você. 

         - Ela gosta de você. - falou seca, agora me olhando - E você? Gosta dela.

         - Gosto.

         - E agora o que pretende...

         - Mas eu amo você.- Ela ainda me olhava sem expressão alguma.

         - Mesmo assim, você gosta dela e não pode fazer isso. Porque pelo o que eu vi hoje ela ainda não sabe e você não parecia querer contar a ela. 

         - Mas eu vou, vou falar com ela e tudo vai se resolver tá. 

         - E a história? Acabou ou tem mais. 

         - Eu não quero mentir então eu acho melhor você saber disso. - Ela voltou a fitar a paisagem. Por que diabos ela não olha na minha cara? - Eu sabia. Sabia de tudo pelo o que você estava passando. 

         - Han? 

         - Eu sabia que você não ficava com ninguém, que passava a maioria das noites em casa vendo netflix, que não ia para balada nenhuma e se estava com algum problema e mesmo vendo você sofrer algumas vezes eu não fazia nada. E eu sentia culpa... Culpa por deixa-lá sem uma resposta concreta... Por estar te prendendo, porque ao meu ver naquela época o tempo nunca ia acabar. E eu sei o quanto você tentantava, de verdade e eu... Eu fui um completo idiota. 

        

    

                             Pov. Karol.


        Eu simplesmente não sei. Porque agora parece tudo tão diferente, agora tem essa garota e coisa de "Pode sofrer, eu fico mal mas pode continuar eu nem ligo" e eu. Eu não me sinto mais a mesma pessoa de antes, isso me fez  amadurecer e eu preciso pensar, em tudo. 

       - Você não vai falar nada. - perguntou. 

       - Eu deveria falar alguma coisa?

       - Eu não sei. Deveria.

       - Eu preciso pensar.

       - Karol...

       - Quando eu terminar de pensar a gente vê tá?

      - Por favor não faz isso. - me levantei e ele logo atrás. 

      - Lembra eu também tem pedi a mesma coisa e você simplesmente saiu.

      - Não faz assim, meu amor.

      - Olha, só me deixa pensar okay?

      - Karol por favor não faz isso.

      - E por que não?

      - Porque pode ser tarde quando você descobrir o que quer.

      - Hum? - comecei sair andado

      - LEMBRA A VIAJEM DO MARTIN ENTÃO EU... DROGA KAROL. - ouvi ele dizer mais alguma coisa, porém não entendi.





         " As vezes as coisas ficam difíceis"



                         Pov. Giovanna.



         Sai da aula e fui direto pra casa, nem prestei atenção direito estava preocupada com o que meus pais queriam falar. Cheguei em casa e os dois estavam sentados no sofá fitando o chão sérios.  

         - Hum, que bom que chegou querida - Disse meu pai Jay.

         - Senta aí, precisamos te falar uma coisa. - Pai Jen.

         - Okay, vocês tão me assustando. - larguei a mochila no chão e me sentei no sofá.

         - Eu e seu pai amamos muito um ao outro, mas o amor apenas o amor não basta, entende? As vezes os relacionamentos se desgastam tanto que fica difícil continuar e quando isso acontece... - dizia meu pai Jared.

         - Ah por favor Jared vamos logo ao ponto. Eu e seu pai estamos nos separando. - Meu olhos se encheram de lágrimas. Bastou ouvir essas palavras para pessoa forte que eu construi durante esses meses estava prestes a desmoronar. Meu pai Jared olhou feio para meu outro pai e veio me abraçar.

        - Querida não precisa chorar. Estamos aqui. E vamos continuar cuidando de você. Pra sempre - Disse meu pai Jared.

        - Me desculpe. - Veio agora meu pai Jensen me abraçar. 

        - POR QUE? POR QUE DIABOS VOCÊS VÃO SE SEPARAR? - Gritei enquanto me descrudava dos dois. Abracei meu corpo e me levantei fiquei em pé longe dos dois.

        - Giovanna se acalma por favor. - Disse meu pai Jensen vindo em minha direção e tentando me acalmar com um abraço. 

        - NÃO PARA. - Sai de perto. - Me conta, ANDA!

       - A relação se desgastou e não dá mais. - Respondeu meu pai Jared.

       - Não Jared, ela não pode gritar com a gente. E você Giovanna, o que pensa que tá fazendo? 

        - Jensen deixa. - falou meu pai Jared para o outro. Nesse momento meus olhos estavam encharcados e pretos pela maquiagem que manchava todo o meu rosto. Eles começaram a discutir e eu fiquei confusa era como se minha cabeça fosse explodir. Subi correndo para o meu quarto.

          Quando cheguei ouvi passos vindo atrás e tranquei a porta. Me sentei no chão e abracei meu corpo e me deixei ser tomada pelas lágrimas e soluços. 

          - ABRE A PORTA - Berrou meu pai Jensen. - Por favor filha, abre a porta.

          - É minha culpa não é! 

          - O que não! Você não tem culpa de nada - disse Jared.

          - Tenho sim.

          - Não, não tem não. - disse meu pai Jensen.

          - Só me deixa em paz, por favor.

           - Tudo bem, mas depois conversamos okay? - Não respondi e eles apenas saíram respeitando o meu tempo. 

           Corri pra cama e me joguei na mesma. Abafei meus gritos com o travesseiro e fiquei lá por um tempo. 

           Eu mal acredito no que está acontecendo. Meus pais estão se separando por minha culpa, a que ponto eu cheguei? Em que pessoa eu me transformei? O que há de errado comigo? Me lembrei que tinha uma coisa escondida na gaveta de calcinhas que eu precisava agora. Fui até lá e tirei uma garrafa de whisky. Me sentei na beira da cama e fiquei encarando aquela garrafa por horas, quando eu finalmente decidi. 

         Bebi, bebi e bebi. Acabei bebendo muito e quando vi estava saindo de madruga de casa e pedindo um táxi. Fui pra casa de uma pessoa que me ajudaria a esquecer disso. Toquei a campainha três vezes e como sempre ela atendeu, estava linda e sexy.

         - Margozinha, Margozinha. Como está? - disse mordendo os lábios inferiores. Ela me olhou confusa.

         - Você tá bêbada?

         - Talvez. Você tá linda hein.

         - Giovanna é 1 da manhã.

         - E sexy.

         - O que houve?

         - Eu não sei. - meu olhar se desfez e eu tava com tanta vergonha de estar fazendo isso. Cara o que eu tenho na cabeça? - Me desculpe, tenho que ir.

        - Espera... Você tá mal. Quer conversar?

        - Eu não sei...

        -Anda, entra logo. - fiz o que ela pediu e entrei.

       Sentei em seu sofá e ela foi pegar água na cozinha. Eu simplesmente não estava mais me aguentando em pé então deitei e fechei meus olhos. 

        - Ah não, você não vai dormir no meu sofá fedendo bebida. Vamos, você precisa de um banho.

        - Hum, você vai me dar banho? - Sorri maliciosamente.

        - Sim, mas não vai rolar nada então tira o seu cavalinho da chuva.

        - Ah - fiz biquinho.

        - Vem. - ela me levou até o banheiro e tirou minha roupas e me colocou em baixo do chuveiro, a água estava um gelo. 

         - A água tá muito gelada. - resmunguei.

         - A pior parte vem amanhã na resaca, então nem reclama. - Terminei o banho e ela me carregou até sua cama, pegou um pijama e me ajudou a vestir. - Eu vou pegar um remédio na cozinha e já voltou. - minha cabeça latejava. Ela voltou logo e me deu o remédio - Anda, bebe isso vai amenizar um pouco. - tomei os comprimidos olhando pra ela. Meu deus que mulher. 

        - Por que tá fazendo isso? Cuidando de mim. O nosso lance não era só sexo?

        - Porque eu gosto de verdade de você e você sabe que por mim o nosso "Lance" não seria só sexo. - É verdade, ela sempre quis mais e eu? Eu sou só uma garotinha pra essa mulher  Deitei em sua cama

       - Posso passar a noite aqui? Com você. - Ela sorriu e se deitou ao meu lado. Então me deitei em seu peito e ela fazia cafuné em meus cabelos.

         - Amanhã quando você acordar me conta o que aconteceu? - fiz que sim. E antes de cair no sono acabei sussurrando.

        - Eu também gosto de você.

  


 

                Nunca me deixe partir

                             - Florence The Machine,  never let me go



                            Pov. Karol.

         

        

         Fiquei vagando pelas ruas da paulista. Pensando em tudo, raciocinando. Sabe eu não me sinto mas a garota que era apaixonada por um e gostava também de outra pessoa, a garotinha que derramava lágrimas fáceis. Eu cansei de sofrer, cansei de sofrer por tudo e por todos. E em meio a tudo isso tudo o que eu quero é paz, vontade de sair pelo mundo sem preocupações de não me apegar a nada nem ninguém. Mas quer saber? Eu não sou assim e mesmo tentando eu nunca vou ser. 

          Estava passando por uma casa e vi um casal de velhinhos brigando, e acabei prestando atencão no que diziam os dois. Eles estavam saindo do carro.

          - Eu não acredito que você esqueceu de novo de trancar a porta dos fundos Oscar. - disse a senhorinha.

           - Como se eu fosse o único a esquecer das coisas não é mesmo Estela? 

           - Não não agora estamos falando da porta que você não trancou. Eu falo e repito isso a 40 anos e toda vez você esquece de trancar a porta. E se algum dia alguém entrar pra roubar? Hein.

          - Você está certa. - ele riu - eu sempre esqueço de trancar as portas.

         - E eu sempre estou certa. - sorriu convencida.

         - E é por isso que estamos juntos a 45 anos - ele sorriu apaixonado e ela retribuiu. - Porque você sempre me lembra das coisas que são importantes na minha vida. 

         - Por que eu te amo - ele se beijam. - Anda Oscar precisamos chegar naquela festa hoje. - eles riram e foram pra dentro da casa. 

         Cara eles estão juntos há 45 anos? Eu não tenho nem a metade de 45 anos. Será que eles não enjoam um do outro? E essas brigas? Imagina ficar 45 anos com uma pessoa e cada dia ter uma briga diferente? Meu deus é muito tempo.

         Mas olhando por um lado olha o amor deles, mesmo depois de 45 anos eles ainda parecem se amar. O amor deles não envelhece e mesmo ela com rugas dá pra ver em seu olhar que ele ainda a acha a mulher mais bonita do mundo. E ele? Mesmo com os defeitos ela ainda assim o ama.   

       Continuo à caminhar pelas ruas pensando na pessoa que eu sou agora e na daqui pra frente. O que eu quero? O que realmente eu quero? Será que depois disso tudo eu ainda o amo? Depois desses três meses eu nem sei mas 

       Na verdade eu sei sim. E pra que continuar a perder tempo assim, afinal eu não vou esperar três meses pra saber o que realmente importa.

       Caminho para o metrô e depois pego um ônibus até a casa de um certo alguém. Quando chego toco na campainha com o coração mais acelerado do que nunca. Pra minha surpresa quem atende é a sua mãe.

           - Karol! Tudo bem?

           - Tudo sim. E a senhora? - tento procurar com os olhos ele lá dentro. 

           - Eu estou bem, mas você parece que não. Está procurando alguém?

           - Sim o Matheus.

           - Ah, o Matheus? Ele não te falou que ia passar um tempo em Amsterdam com o Martin? 

            - Oi? Como assim?

            - Sim, ele planejaram esse viajem a 2 meses, como o Martin tem que ir pra lá estudar o Matheus foi passar as férias com ele e se gostasse eu permite que ficasse mais tempo. Mas por que quer saber? - fiquei sem palavras. - olha o vôo sai em 1 hora talvez se correr alcance. Menina eu sei que você ama ele e ele te ama então vai lá, quem sabe.

           - Eu vou sim - sai correndo e peguei meu celular e chamei um uber.

            Em menos de 10 minutos ele chegou e foi para o aeroporto. Eu estava com o coração na mão. Por que ele não me contou que ia pra lá? Que droga. O lugar já ficava longe e ainda pegamos um pequeno trânsito.

            - Vai demorar? - perguntei impaciente para o motorista.

            - Uns 20 minutos até chegar lá moça.

            - Mas eu só tenho 10 minutos. 10 minutos pra chegar lá moço. Não tem como ir mais rapido não?

            - Infelizmente não. 

            Chegamos lá e eu paguei o moço e sai correndo. Corri o mais rápido que pude, estava ficando com medo, medo que que ele tivesse ido e preferisse ficar lá, já que nada o prende mais aqui porque eu pedi um tempo pra pensar não é mesmo? 

             - O vôo para Holanda Amsterdam acaba de sair. - ouvi de um microfone. 

             Então é isso? Acabou?


Notas Finais


E então gostaram? Quero saber viu.
O que eu tenho pra falar é que esse gente é infelizmente o penúltimo capítulo dessa história que acompanhou o meu ano e o de vocês que lêem essa história. E ela pode não ser a mais maravilhosa mas eu tenho um grande carinho e amor por ela e por vocês que a lêem. Muito obrigado💙 mas vamo deixar o textinho de despedida pro último cap né💙💙💙
Outra coisa eu realmente gostaria muito de saber o que acharam do cap e o que estão achando da fic. É muito importante💙
E agora bjs e até o próximo❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...