História O Destino de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 14


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Categorias Harry Potter
Personagens Cedrico Diggory, Cho Chang, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Viktor Krum
Tags Draco Malfoy, Drarry, Harry Potter, J K Rowling
Exibições 524
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEEEEEY
Pessoas do meu core, como vocês estão? Eu estou bem, muito obrigado. Sem mais delongas, vamos as minhas desculpas hahaha
Não postei nas últimas duas semanas (descumprindo meu compromisso) por questões de bloqueio criativo. Achei que estivesse em uma época boa para escrita, mas acabei percebendo que ela está um pouco melhor que antes, mas ainda não consigo escrever todos os dias. Eu tento, mas não sai nada.

Buuuut
Hoje estou aqui com capítulo novo. Com a volta de nossos queridos Lúcio Malfoy, Bella, Senhor e o Cavaleiro (vilão que vocês nem conhecem direito, mas sei que vocês irão ODIAR).

Espero que vocês gostem desse capítulo e a gente se vê lá embaixo <3

Capítulo 14 - Peter e o Cavaleiro


14: PETER E O CAVALEIRO

As grandes portas da Mansão Malfoy se abriram. As escadas, o piso lustrado, os móveis importados. Tudo brilhou às boas vindas para seu dono.
Com suas roupas negras e grandes sapatos escuros, Lúcio Malfoy entrou elegantemente em sua casa. Os cabelos longos e claros esvoaçavam aos seus passos e sua varinha, adornada em detalhes de prata, pousava em seus dedos delicados.

Apesar de toda sua áurea "benéfica" e seu olhar objetivo, Lúcio não era a pessoa que parecia ser. Muito pelo contrário, ele era completamente o oposto do que dizia ser. E quem conhecia suas duas facetas, também sabia que, ali, naquele coração, não existia lugar para além de uma pessoa. E essa vaga já estava ocupada; ele mesmo.

Narcisa Malfoy apareceu no hall de entrada, descendo as grandes escadas. Ela estava com um vestido de cor bege, os cabelos presos em um coque e o olhar levemente caído. Lúcio, que, com certa moderação olhou para a mulher, continuou seu caminho até seu escritório. A mulher o seguiu.

— Victorio está em casa – ela diz, os olhos vagueando entre o local perfeitamente arrumado e o rosto pálido do marido, agora sentado atrás de sua mesa. — Caso você queira saber.

Lúcio deixa a varinha em cima da mesa, enquanto abre várias e várias gavetas ao mesmo tempo. Estás à procura de algo, mas parece não a encontrar. Então, seu olhar se dirige rapidamente para a mulher e por alguns segundos eles parecem lembrar de tudo que haviam passado juntos. Os dois se abraçam fortemente, enquanto os olhos de Narcisa começam a ficar levemente lacrimejados.

— O que está acontecendo, Lúcio? – ela pergunta, sua voz embargada, sentindo toda a pressão do marido em seu corpo. Parecia estar prestes a chorar.

Ele encosta sua cabeça no ombro da mulher, enquanto começa a soluçar baixinho. Os dois se sentam em um pequeno sofá ao lado de uma grande prateleira de livros. Lúcio limpa o rosto das lágrimas e ajeita as madeixas de seus longos cabelos atrás das orelhas. Narcisa, de cabelo negros, observa o marido, antes de começar a falar:

— Está resolvido? – uma chama de esperança parece crescer em seus olhos. — Estamos perdoados?

O contato de olhar entre eles é quebrado. Narcisa balança a varinha e as portas do escritório se fecham. Naquele momento, eles não precisavam de nenhuma interrupção. Ela se aproximou mais do marido.

— O que o Senhor disse, Lúcio? O que ele disse sobre Dumbledore?

Um soluço, dele. Uma respiração pesada, dela.

— Eles... – silêncio. — O Senhor está disposto a nos perdoar, Narcisa...

Um suspiro de alivio toma conta de Narcisa, que começa a rir de alegria. O marido continua quieto, esperando para que continuasse sua fala. Ela olha fundo nos olhos do homem e então percebe que algo não estava certo.

— Mas Bela e o Cavaleiro, não. — ele então finalmente olha para a mulher. Uma lágrima escorre. — Eles estão decididos a nos fazer pagar. Eles... eles me mostraram algo tão horrível, tão nojento.

E então, as lembranças de Lúcio retornaram rapidamente a sua cabeça.

“O senhor sorriu para Lúcio, seus olhos claros brilhando na escuridão daquela sala. Por alguns breves segundos, Lúcio pensou que ele nunca ficaria na presença de alguém tão mau quanto Aquele-que-não-deve-ser-nomeado. Alguém tão frio, tão maléfico e tão perigoso quanto Lord Voldemort. E alguém tão jovem.

— Me tragam o pequeno.

Os olhos de Lúcio se dirigem em todas as direções, em busca de qualquer coisa que pudesse indicar a presença de Vitório ou até mesmo de Draco. Mas, então, quando um elfo doméstico esfarrapado apareceu de mãos dadas a um pequeno garoto de cabeça raspada, seu coração começou a bater mais forte. Não era nenhum de seus filhos.

O elfo colocou uma caixa ao lado da grande mesa, para que o garotinho pudesse subir na mesa. E, então, as luzes das velas pareceram ficar mais fortes e o garoto, agora, era o foco das atenções de todos os bruxos naquele lugar.

— Esse garoto, Lúcio, é Peter Lockhart. Sim, o garoto desaparecido a algumas semanas. Você deve ter visto seu rostinho delicado nas capas dos jornais ou em revista de bordéis que você costuma frequentar – disse o Senhor, sua pele tão delicada quanto a do garotinho sob a mesa.

O Cavaleiro, sentado não muito longe de Bella e o Senhor, pareceu soltar uma breve risadinha. Ele puxou o garoto pelos pequenos braços e passou seus dedos em seu rosto.

— Tão puro quanto o vinho que lhe és servido – disse o Cavaleiro, sorrindo para a criança. — Tão dócil quando a flor que cresce em seus jardins. Tão delicado quanto o algodão de seus lençóis. Não é mesmo, Peter?

Lúcio fechou os olhos, tentando tirar a imagem do pequeno garoto de cuecas em cima da mesa. Mas o soco d’O Senhor na mesa lhe fez ficar com os olhos arregalados.

O Cavaleiro desceu suas mãos até a coxa do garotinho e apertou com certa força.

— Você gosta disso, Peter?

O garoto não diz nada. Sua língua parece estar congelada. As mãos calejadas e grandes do Cavaleiro sobem pela coxa do garoto até encontrar sua cueca. Ele aperta a bunda do garoto, enquanto o força a colocar seu dedo em sua boca.

Lúcio fecha os olhos, começando a sentir o nojo a crescer em seu peito. O Cavaleiro, não tão velho com o Senhor, aproxima os lábios da pequena boca do garotinho. E lhe beija. Enquanto toda a sala se eterniza em um silêncio profundo.

O Cavaleiro segura a cueca da criança e está prestes a descer pelas pequenas pernas, quando, de repente, o feitiço atravessou a sala. Lúcio estava de pé, a varinha apontada para o Cavalheiro, agora caído no chão.

— Como ousa fazer isso a uma criança?! – ele grita as últimas palavras. — Seu filho da puta do...!

A varinha de Bella é rápida e logo Lúcio já está preso em uma cadeira. O Senhor se levanta de sua cadeira, após ajudar o Cavaleiro a sentar-se novamente. A criança foi retirada da sala, novamente pelo elfo doméstico.

— Lúcio, você precisa conviver com essa realidade. Você nunca achou que iria encontrar alguém tão cruel quanto Voldemort, achou? Pois bem, eu sou a prova de que você estava errado. Eu sou o cruel e o Cavaleiro ali gosta de crianças, ao invés de adultos. E qual o problema?

Lúcio resmunga.

— Lúcio, temos algo para você. Você precisa ser forte. Senão... Vitório vai ser o próximo a conhecer o Cavalheiro na cama.

E, então, ele é nocauteado. ”

Narcisa olha para todos os cantos, menos para os olhos de Lúcio. Ele não contou a ela sobre a ameaça com Vitório, mas sobre Peter Lockhart, a criança desaparecida e que agora era estuprada por um adulto, sim.

Narcisa fechou os olhos.

— O que teremos que fazer?

— Algo que Voldemort nunca iria nos pedir...

— O quê...?

— Algo terrível, Narcisa. Inumano. E precisamos fazer isso. Se não fizermos, nossos filhos podem acabar sofrendo.

Narcisa então se levanta, os olhos brilhando a raiva, crescendo cada vez mais em seu peito. A raiva que ela estava sentindo do Cavaleiro, um pedófilo do cacete, e d’Senhor e sua ajudante estava estampada em seu rosto.

— O dia em que um deles tocar em meus filhos, Lúcio, eu estarei morta!

 

 

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EI, GENTE!

Gostaram do capítulo? Eu espero que sim :)

Então, nesse capítulo tivemos uma grande expansão sobre os nossos vilões. Além de descobrir que o Cavaleiro é um pedófilo filho da puta (ele merece morrer, não merece?) e que o Senhor e a Bella o apoiam, sabemos, agora, que Lúcio e Narcisa estão sofrendo uma ameaça pior do que eles poderiam aceitar.

Lúcio não contou a Narcisa sobre o estupro de Peter e nem que Vitório estava sendo ameaçado da mesma coisa, mas sabemos que Narcisa já sentiu o perigo e que nada, nem ninguém, vai machucar os filhos dela. 

Então, vocês acham que as coisas vão funcionar para os Malfoy? Será que o Cavaleiro vai pagar por ser nojento e filho da puta?

O Destino de Draco Malfoy retorna na próxima segunda-feira, dia 31/10, com capítulo inédito. A fanfic é atualizada toda semana às segundas-feiras, às 22h.

Não esqueçam de COMENTAR o capítulo, assim como COMPARTILHAR a fanfic para seus amigos.

KISSES!


Notas Finais


Obrigado por mais essa leitura. Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar, favoritar e compartilhar O Destino de Draco Malfoy com os amiguinhos.
A gente retorna segunda-feira com capítulo inédito.


KISSES!


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