História O Destino de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Cedrico Diggory, Cho Chang, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Viktor Krum
Tags Draco Malfoy, Drarry, Harry Potter, J K Rowling
Exibições 195
Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 21 - Uma conversa com Dumbledore


 

21. UMA CONVERSA COM DUMBLEDORE

— Senhorita Granger, senhor Weasley – disse o homem barbudo, um pequeno e leve sorriso se formando em seus lábios. — O que vocês têm para me dizer?

Hermione mordeu os lábios. E Rony também o fez. Eles eram, agora, o foco daquela grande reunião que se fazia no escritório de Dumbledore; o professor os observava de forma astuta, a professora McGonagall com aquele olhar superior e Snape, de costume, com aquele rosto de desaprovação.

Enquanto Hermione parecia tentar dialogar pelos olhares com Dumbledore, Rony tentava encontrar Draco, mas o garoto simplesmente parecia não estar ali. Ele cutucou a amiga, mas ela nada disse. Como ele havia suspeitado, Hermione estava ali mais por Cho do que por Draco, apesar de que ambos os mistérios pareciam se conectar. O ruivo preferiu ficar quieto, enquanto observava uma tentativa falha de Hermione argumentar sem falar nada.

— Os olhos não conversam, senhorita Granger – comentou Severo Snape, os braços cruzados em seu peito, os cabelos caindo pelos olhos e os lábios fechados e discretos. — Se conversassem, a humanidade estaria mais avançada.

Hermione tentou soltar uma risada, para descontrair a tensão que estava se criando naquela sala, mas o que saiu foi um gravo muxoxo. Quem realmente riu foi Dumbledore, que agora caminhava por entre sua mesa, os dois alunos e o professor Snape.

— Hermione – disse o diretor -, apesar do comentário de Severo, eu conheço o que seus olhos querem dizer. Sente-se, por favor.

O diretor, assim também, colocou-se em sua grande cadeira cristalizada e segurou sua varinha com as pontas dos dedos, balançando-a em um algum ponto no ar que fez com que seis xícaras surgissem na mesa. Por sua vez, as xícaras voaram até Hermione, Rony, Dumbledore, Narcisa, Minerva e Snape. O mais velho balançou a cabeça em um sinal e Pomona Sprout, Sibila e Alastor Moody retiraram-se da sala aos passos leves.

A xícara de Snape retornou para a mesa e enfim desapareceu após a recusa do professor, que se deslocou até um dos cantos da sala. O mais longe – e menos aprofundado – que pudesse ficar do assunto, ele ficaria. No entanto, as vozes finas das pessoas que ali estavam não tinham como adentrar seu cérebro.

Minerva McGonagall observou o professor com seus olhinhos fechados, os óculos caindo em seu nariz. Se ela dissesse que nunca havia desconfiado de Snape em alguma coisa, estaria mentindo. Quantas vezes ela não teve a vontade de se transfigurar e segui-lo? Dumbledore, no entanto, parecia nem ter percebido que Severo havia se exilado do "círculo social".

— Rony, e você? – questionou Dumbledore, uma vez que Hermione continuava calada. — Vocês iriam preferir chocolate quente à chá?

Um sorriso se abriu no rosto de Rony: — Estaria ótimo, senhor!

Hermione olhou de lado para o amigo, levemente brava, mas não teve como se opor. Um leve toque nas xícaras e Dumbledore já havia trocado o chá por chocolate quente (fumegando) direto da cozinha de Hogwarts.

— É incrível como eles trabalham, coitados – comentou o diretor, agora sobre os elfos domésticos da cozinha do castelo. — Se aceitassem salário, pelo menos, não me sentiria tão culpado em tê-los.

— Se contratasse pessoas, ao invés... – Hermione pensou ter comentado em sua mente, mas as palavras haviam fugido de sua boca para os ouvidos de Dumbledore, que agora sorria para ela. — Desculpe.

Rony deu um longo gole em seu chocolate, sujando não só o canto de sua boca como, também, a mesa do diretor, que rapidamente pareceu absorver a sujeira.

— Por que minha mãe não usa isso? – Rony olhou surpreso para a mesa, que claramente parecia estar enfeitiçada. — Esperta ela, né?

O clima estava começando a ficar desconfortável quando Minerva McGonagall suspirou alto o suficiente para que todos pudessem lhe escutar. Alvo Dumbledore fez com que a sua xícara desaparecesse, assim como a de Hermione – na qual a garota ainda não havia tocado – e apenas deixou a senhora Malfoy e Rony com as suas.

— O motivo da vinda, acho eu, envolva, logicamente, Draco Malfoy – disse o diretor, batendo com sua varinha no tampo da mesa, Hermione parecendo cada vez mais desconfortável com a situação. — E, como a própria professora McGonagall disse, à Cho Chang, também. Vamos resolver tudo isso de apenas uma vez. Mas tomem o tempo que precisarem tomar. Temos o dia inteiro pela frente. Quem quer começar?

— Acredito, diretor, que estou aqui apenas para acompanhar Hermione – Rony tomou mais um grande gole de seu chocolate, sujando seu queixo. — Por que, Harry e Hermione sabem, com certeza, está acontecendo...

— Então é assim? – Dumbledore questionou ironicamente. — Então começamos com você, senhor Weasley.

A xícara de Rony desapareceu – para a infelicidade do garoto – e ele olhou assustado para a amiga. Mesmo que Dumbledore já fosse alguém com quem eles facilmente já conseguiam dialogar, Rony sentia certa pressão pela delicadeza do que estava acontecendo nos últimos dias.

— Senhor...? – Hermione levantou o braço, mas voltou a abaixa-lo quando Dumbledore lhe fez um sinal com a sobrancelha. O diretor realmente queria que Rony explicasse o que estava acontecendo. — Vamos, Rony, deixe de ser medroso.

Rony, sim, estava tremendo. Suas pernas pareciam duas varetas presas a um corpo imóvel e inútil. Tentava se controlar para que seus dedos também não transparecessem seu medo, mas era quase impossível. Tentou tomar toda a sua coragem e quando abriu os lábios para que pudesse dizer alguma coisa, sentiu que alguém parecia lhe observar. Mas, na verdade, todos o faziam.

Porém, inexplicavelmente, parecia algo mais profundo. Como se alguém estivesse a vigiar seus... pensamentos. De cara olhou para os miúdos olhos do diretor, mas não faria sentido caso o homem estivesse fazendo aquilo. Se pudesse ler sua mente, por que pediria que ele falasse? Um teste. Mas então lembrou-se do professor no canto da sala. De canto de olhou, olhou para Snape. O professor estava com os olhos fixados em Rony e, naquele momento, o ruivo queria correr para debaixo da mesa.

Se tinha uma coisa que Rony tinha medo, além de aranhas, era do professor Snape.

— Snape... – Dumbledore advertiu. Todos na sala, com exceção de Rony, não entenderam o que estava acontecendo. E quando Snape saiu de sua mente, Rony sentiu uma liberdade clarear seus pensamentos. — Pode começar, Rony.

Então, com o medo completamente canalizado para as suas pernas, Rony suspirou antes de começar as despejar as palavras para cima de Dumbledore.

— Cho está desaparecida. Foi vista indo para as masmorras há algumas semanas, mas desde então desapareceu. Seus colegas e nem mesmo seus amigos sabem de seu paradeiro. Estão dizendo por aí que ela se envolveu com algum tipo de droga e fugiu da escola para que seus pais não descobrissem. Mas todos nós sabemos que isso é mentira, Cho nunca iria fazer isso. Na verdade, não sabemos. Mas Hermione sabe que não foi isso. Harry também. Sabemos que ela não se envolveu com drogas e que muito menos fugiu da escola.

"Outros, ainda, dizem que ela se envolveu com algum aluno do sétimo ano e ele a ameaçou para que não contasse nada, mas todos sabemos que Cho só tem olhos para Harry. É verdade. Nem mesmo Cedrico iria chamar sua atenção. Vocês sabiam que ela apenas aceitou o pedido de Diggory por que queria fazer ciúmes a Harry? ".

— Rony – interviu Dumbledore -, você poderia chegar ao ponto principal antes que aconteça a virada de século?

Hermione riu baixinho e Rony tentou esquecer da amiga por alguns instantes.

— Cho Chang não é Cho Chang, senhor – resumiu Rony, o diretor abriu os olhos em uma surpresa. — Hermione foi atacada por Cho no corredor das masmorras, quando ela iria falar com Draco. Mas, Hermione diz ter sido atacada por ela mesma. Acreditamos que ela usufruiu de uma poção polissuco feita com fios de cabelo de Hermione, de quem ela pegou durante os ensaios para a festa.

"Cho atacou Hermione por sob o efeito da poção, se encontrou com Draco e ele foi a última pessoa quem teve contato com ela. Hermione só acordou daquele baque depois de duas horas e já não estava mais no castelo da escola. "

Rony olhou para Hermione e a garota concordou com a cabeça, lhe dando permissão para que continuasse a explicação.

— A nossa teoria é de que Hermione e as crianças foram levadas para o mesmo lugar onde Cho, agora, possa estar. Todas voltaram para o castelo, quando a professora os encontrou, com exceção de Cho. Quando retornaram, como vocês mesmos disseram, elas pareciam obliviadas, para que não se lembrasse o que havia acontecido. Aí entra a nossa teoria de que Cho Chang estava sob o efeito da Maldição Imperius.

— Provas – pediu Dumbledore.

— Cho não atacaria Hermione e se passaria por ela por qualquer coisa. Sabemos do que a garota é capaz e, desculpa dizer, mas ela nunca teve coração para matar uma arvorezinha maldosa da estufa, mesmo se valesse pontos para a Corvinal. Ela não teria sangue para fazer isso com Hermione. Sem contar que uma poção polissuco não poderia ser feita por qualquer pessoa. E, mais uma vez não querendo ser maldoso, Cho mal sabia usar Alohomora, quem diria preparar uma poção polissuco.

"Professor Moody nos contou que dependendo da intensidade, uma pessoa por sob o efeito da Maldição poderia fazer qualquer tipo de coisas, até mesmo matar...".

— Professor Moody não está errado, continue.

— Hermione sugeriu que, com a poção polissuco, ela atacou Hermione, já sob o efeito da maldição, e foi ao encontro de Draco. Não sabemos o que aconteceu, mas, agora, isso não é necessário. Nesse ponto dos acontecimentos, todas as crianças já estavam desaparecidas – isso sabemos por que a professora Minerva passou pelos corredores perguntando por elas, certo?

A professora concordou a cabeça.

— Se não estou errado em meus cálculos, Cho seria a única das suspeitas ainda "lúcida", mesmo que sob o efeito da maldição. Como a aparatação é proibida dentro de Hogwarts, não havia ninguém que pudesse levar Cho e os outros para outro local. Logo, Cho foi quem os levou. Hermione não se lembrava, ninguém se lembrava. Draco pode saber alguma coisa, afinal ele foi o único que viu Cho antes de todas as crianças serem "levadas" para fora do castelo.

Rony parou para respirar.

— Eu ainda não entendi, senhor Weasley. Eu pedi provas sobre a teoria, mas até agora são ideias soltas em um fundo indefinido, certo? A parte sobre a poção polissuco, porém, faz sentido. Mas a maldição Imperius e Cho ter levado Hermione e os outros? Ainda não há provas sobre isso.

— Senhor – interrompeu Hermione. — Draco foi atacado ontem à noite. Eu vi por que, sinceramente, vocês não tiveram o cuidado de me fazer dormir. Existe mais um ponto na teoria. Draco foi atacado pelas mesmas pessoas que, supostamente, estão usando Cho.

— Por que? – Narcisa levantou da sua cadeira, tremendo igual a Rony.

— Senhora Malfoy – disse Hermione. — Como dito, Draco foi o último a vê-la. E antes de ser levado para a casa com a senhora, ele saiu no meio da noite. Quem me disse isso O pequeno Andrew, do primeiro ano, ele estava acordado quando Draco levantou da sua cama depois de falar com as paredes.

— Senhora Granger! – exclamou Dumbledore. — Outra ponta solta em sua teoria. Quando teve contato com esse garoto?

— Não fui, foi Harry – disse Hermione. — Ele andou pelas masmorras em busca de respostas sobre o Draco. Eu não estava na escola, afinal estava em um algum lugar da qual eu desconheço, mas ele me contou isso antes da professora Minerva chegar ontem a enfermaria? Trocamos rapidamente o assunto para que ela não desconfiasse de que estávamos andando pelos corredores a noite ou, quem sabe, nos metendo em alguma encrenca.

— Vocês estão – concluiu a mulher.

— Se Draco viu alguma coisa durante a noite, somando ao seu encontro com Cho há algumas semanas, o ataque a ele tem um simples motivo: apagar a testemunha. Draco soube de algo e o vilão teve que "mata-lo" para que ele não disse nada. Mas ninguém melhor para nos explicar do que ele próprio, certo?

— Draco está dormindo, senhorita, ele...

— Estou aqui – disse Draco.

O garoto apareceu em uma porta falas do outro lado da sala, perto de Snape. Narcisa correu para os seus braços, lhe fazendo milhões de perguntas. Mas o garoto nada respondeu, ele apenas se aproximou e tomou o banco que Hermione havia lhe oferecido.

— Você está fraco demais, Draco – choramingou sua mãe. — Volte a dormir.

— Não, mãe, eu preciso dizer algumas coisas para Dumbledore – olhou para todos. — Eu vi Hermione aquele dia... Digo, eu vi Cho. Ela me venho com um papo de que Harry não gostava de mim de que ele estava atrás de uma... diversão. Não acreditei no que ela estava dizendo. E então ela me prendeu debaixo do banco do lado de fora. Cedrico me ajudou. Hermione fez isso.

— Eu?

— Digo, Cho fez isso. Claro, se a teoria estiver certa. Mas, sim, é verdade. Aquela não poderia ser Hermione. Até alguns dias atrás não entendia o que havia acontecido, mas, agora, que escutei o que Rony disse, entendi tudo. Não era Hermione sendo má comigo, era alguém se passando por ela. Era Cho.

Dumbledore pigarreou, ainda inconformado: — Você saiu à noite.

— A teoria deles é verdade, professor – Draco concluiu. — Eu vi Cho, na verdade, depois de ela "me atacar" no pátio. E eu vi as crianças, eu vi elas naquele corredor... escuro. Eu vi alguém nas sombras. Achei que fosse Hermione, mas não havia sentido. Mas agora há. Era Hermione nas sombras, desacordada. Cho havia reunido todos eles e lhe colocado em frente a lareira.

— A lareira para usos externos – disse Dumbledore. — No final do corredor da Lufa-Lufa?

— Sim – concordou Draco. — Ela jogava eles nas chamas verdes e eles, desapareciam. Como se tivessem atravessado a parede.

— Você se lembra o que eles diziam para atravessar?

Draco olhou para todos.

— Eu... ahn. Mansão Holiday? Mansão...

— Mansão Hollow? – Snape jogou-se em frente a Draco. — Era a Mansão Hollow?

Draco concordou com a cabeça.

— É verdade, senhor – Snape se afastou novamente. — As crianças estão dizendo a verdade. Eu conheço aquele lugar e... Não tem como eles terem inventado isso. Não tem como Cho ter feito isso, ninguém, ninguém que nunca visitou o lado escuro...Ahn, poderia conhecer aquele lugar.

— Então, ela estava sob a maldição? – concluiu Dumbledore.

— Sim, ela estava. E se estou certo – continuou Snape -, eu sei quem atacou Draco. Sim, Hermione está certa. A pessoa que controlou Cho, atacou Draco.

Narcisa começou a chorar, enquanto caia ao chão, agarrando-se as pernas de Draco. Snape se afastou, mas Dumbledore, por sua vez, aproximou-se da mulher.

— O que você sabe, Narcisa? – nada de respostas. — O QUE VOCÊ SABE?

— Foi o Senhor, diretor! – ela exclamou. — Ele atacou Draco. Estava metido com algumas coisas de Lúcio. Meu marido ficou devendo uma... tarefa para ela, senhor. Foi a sua forma de "justiça". Atacou o meu Draco. Foi o Senhor.

— Então, se foi O Senhor... – Dumbledore voltou para a sua mesa. — O Cavaleireiro está com ele?

Snape e Dumbledore se olharam por longos momentos. E Snape saiu correndo da sala, com um sinal de Dumbledore, que disse: — Professora McGonagall, convoque alguém do Ministério e chame todas as crianças para a enfermaria. Hermione, acompanhe ela. Só existe um motivo para o Senhor querer todas aquelas crianças.

— O que está acontecendo, diretor? – Hermione questionou.

— Desculpe, Hermione, mas a agora a situação não permite que você fique sabendo. Apenas siga a professora. Rony fique quieto sobre o que aconteceu aqui. Vamos trabalhar para ajeitar as coisas e trazer Cho de volta. Narcisa, proteja seu filho. O que atacou Cho não vai atacar Draco, mas quem anda com ele, sim. Vocês dois são uma ameaça para o plano da Ceita...

— Ceita? – todos exclamaram ao mesmo tempo.

— Explicarei tudo quando for possível. Por enquanto, não saiam do castelo, de qualquer forma. Minerva, antes de ir, declare situação de alerta para o perímetro. O que A Ceita quer ainda está dentro deste castelo.

— É Draco? – Hermione sussurrou para Dumbledore.

— Também – respondeu o diretor. — Após a avaliação com a professora, volte aqui para cima, Hermione. Você será a única para quem contarei o que está acontecendo.

E quanto todos desapareceram, Draco olhou para Dumbledore atordoado. Ele não fazia ideia de quem era O Cavaleiro e muito menos o Senhor. Imagina saber o que era a Ceita. Mas era algo que envolvia ele e isso estava lhe deixando nervoso.

— Senhor – perguntou – posso ver Harry?

 

 

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VAMOS RELEMBRAR TUDO QUE ACONTECEU ATÉ AGORA?

1) Cho, na forma de Hermione, atacou a garota e logo depois Draco. 

2) Como ela mesmo, levou Hermione e as crianças para Mansão, onde ela e os outros foram abusados pelo Cavaleiro.

3) Draco foi atacado pelo Senhor, logo, existe uma ligação entre o caso de Cho e o caso de Draco, o que coloca o garoto como Alvo para o Senhor.

4) Cho morreu antes de voltar para Hogwarts, mas teve momentos de clareza, ou seja, ela lembrou-se de tudo que aconteceu a ela. Hermione também poderia lembrar-se disso?

5) Snape e Dumbledore conhecem o Senhor?

6) O que é A Ceita?

 

Eu sei que está bastante confuso, até eu estou um pouco perdido, mas caso não entendem o que está acontecendo, deixem nos comentários suas dúvidas ou enviem por MP.

 

Enquanto ODDM não retorna,

xoxo.

 

Notas Finais


obrigado por lerem <3


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