História O Destino de Gêmeos - Capítulo 30


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aspros de Gêmeos, Defteros de Gêmeos
Tags Aspros, Defteros, Hentai, The Lost Canvas
Exibições 76
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - Decisão


Fanfic / Fanfiction O Destino de Gêmeos - Capítulo 30 - Decisão

Voltaram para casa de Helena, onde comemoraram seu aniversário, a família estava quase completa, pois a senhora já havia acostumado com a ausência da filha mais velha. Lanna sempre fora muito distante da mãe e sempre passara o mais longe possível e Diane não sabia ao certo o porquê. Helena havia “perdido” uma filha, mas havia ganhado um filho, seu sonho sempre fora ter um menino e mesmo não sendo de sangue seu sonho se realizou parcialmente.

 

-Mãe, comprei isso a você, espero que goste. Parabéns. -Diz Diane entregando o presente a mais velha.

 

Ela logo abriu o presente de sua filha mais nova e o adorou, mesmo convivendo tão pouco, Diane a conhecia bem.

 

-Amei minha pequena. Obrigada. -A mais nova é agradecida com um abraço sincero.

 

Defteros timidamente se aproximou e estendeu uma pequena caixinha a senhora que o olhou com um sorriso o fazendo desviar seu olhar envergonhado.

 

-Obrigada, Defteros... Não precisava se preocupar. -Agradece Helena pegando a caixinha e a abrindo, revelando um lindo anel prata com uma esmeralda. -É lindo... Lindo é pouco. Não sei como agradece-lo...

-Apenas vi e achei que combinaria... Não precisa agradecer.

-Fico feliz por ter ganhado um filho tão bondoso... Se você quiser e se sentir bem pode me chamar de mãe, seria uma honra.

-Mãe, não assuste o Defteros.

-Tem razão, me desculpe. -Se desculpa a mulher curvando sua cabeça.

 

Continuaram a comemorar aquela data especial, o dia estava ótimo, para Diane só faltava duas pessoas, mas infelizmente uma nunca mais retornaria e a outra muito provavelmente não viria de qualquer jeito.

A morena contava para a mãe sobre o santuário, sobre os acontecimentos, como conheceu Defteros entre outras coisas quando a mais velha não perdeu a oportunidade de incentiva-los.

 

-Quando vocês providenciarão meu neto? Queria muito que fosse um menino, ficaria ainda mais feliz se fosse dois meninos gêmeos, assim como Defteros e seu irmão.

-Mãe... -Diane corou violentamente, aqueles assuntos ainda a deixava constrangida. -Somos apenas amigos.

-Pela sua reação você ainda é uma menina, não é mesmo?

-Pare com isso, você está me deixando constrangida.

-São coisas normais da vida e eu sou sua mãe e preciso saber. Defteros, você ainda é...?

-Não, eu não sou... Já tive relações com uma mulher.

 

Diane ficou um tanto surpresa, pois ele sempre fora tão sozinho, mas havia esquecido o fato que onde ele passava arrancava suspiros das mulheres e apenas que estava no santuário sabia do destino de gêmeos e o via como uma maldição.

Resolveram deixar aquele assunto de lado e continuaram com outros que não tocasse na vida pessoal do homem. Defteros estava calado como sempre, prestando atenção na conversa. Logo anoiteceu e os jovens precisavam descansar para irem embora ao amanhecer, seria uma longa viagem.

 

-Bom, irei me recolher, qualquer coisa me chamem. -Avisa Helena depositando um beijo na testa da filha. -Boa noite e obrigada por hoje.

-Boa noite, mamãe. -Responde Diane a caminho de seu quarto junto a Defteros.

 

Logo chegaram ao quarto e se deitaram onde ficaram na noite anterior. A morena muito cansada logo adormeceu, mas Defteros estava um tanto sem sono e apenas se sentou na cama de frente para a janela, observando a noite. Mais tarde ela foi se virar e viu que Defteros permanecia acordado e sem deixa-lo perceber, ela se levantou e caminhou até ele, o abraçando por trás. Ao sentir o corpo feminino encostar no seu o azulado leva suas mãos por cima das mãos da morena.

 

-Você deveria estar dormindo. -Começa ele.

-Digo o mesmo, a viagem será longa.

-Estou sem sono... Mas logo irei, não se preocupe.

 

Ficaram abraçados em silencio por alguns segundos, durante esses segundos diversas coisas passaram pela cabeça dos dois e a morena tomou a liberdade de perguntar algo que a deixou aflita mais cedo:

 

-Defteros....

-Sim?

-Com quantas mulheres você se deitou?

-Duas. -Responde o homem honestamente. -Amaya foi uma paixão que tive na adolescência, ela morava na vila do Rodório, mas faleceu por conta de uma doença, mas hoje eu vejo que aquilo não era paixão, era apenas uma atração de um adolescente. E a segunda foi Cordelia... Ela morava em um vilarejo próximo ao santuário, ela era uma mulher linda, mas muito maldosa e gananciosa, por ela só senti atrações físicas e como homem tenho minhas necessidades e não pude me conter, mas ela não pertencia apenas a mim, assim como todos, ela preferiu o Aspros no final, mas o mesmo só se aproveitou como faz com todas, mas parece que ela ficou apaixonada por ele.

-Entendo... -Responde Diane se sentindo aliviada, mas ao mesmo tempo incomodada.

-Porque está me perguntando isso?

-Defteros... Me torne sua. -Aquele pedido saiu como um sussurro em seu ouvido.

-Diane. -Diz o homem se levantando de imediato. -Porque você está me pedindo algo do tipo? -Sua pergunta foi séria e dependendo da resposta ele não conseguiria se conter.

-Sou tão boba que coloquei em minha cabeça esse tempo todo que você nunca havia se deitado com uma mulher... Sou mesmo ingênua, é como você disse, você é homem e possui suas necessidades. E eu não consigo pensar em outro homem para me tornar mulher... Confesso que queria ser sua primeira, mas parece que apenas você será meu primeiro.

-Diane, você não tem o porquê se entregar para mim, você poderá se arrepender no futuro, quando achar um homem que realmente deseja firmar algo.

-Eu me decidi a muito tempo, que se tivesse que me entregar para alguém, esse alguém seria você... Não tem outro.

-E depois, como ficaremos?

-Normal, como sempre fomos... Mas eu preciso que você me torne sua pelo menos essa noite... Preciso senti-lo de uma maneira intima.

-Diane...

 

Defteros não podia mais se conter e avançou para a cama, Diane estava sentada e conforme ele ia colocando seu corpo sobre o dela, a mesma ia se deitando. Ela levou suas frágeis mãos no rosto masculino e sorriu contente, enquanto ele a olhava no fundo dos olhos.

 

-Só pode ser um sonho, não posso acreditar. -Comenta a morena com os olhos marejados.

-Diane... Eu tenho medo de machuca-la. -Confessa o azulado ainda olhando fixamente nos belos olhos femininos.

-Não se preocupe, eu ficarei bem, aposto que já senti dores piores. -Ela sorri tentando passar-lhe confiança.



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