História O Destino de Rebecca Burn - Capítulo 2


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction O Destino de Rebecca Burn - Capítulo 2 - Capítulo Dois

4 Anos depois
Rebecca sempre foi uma criança saudável, mesmo não tendo muita atenção do pai, apenas do avô que a mimava como fosse sua própria filha, ela era muito parecida com ele, era loira com os olhos azuis e mais branca que papel, exatamente como ele era..

Jonas Burns Narrando:
Não sei o que eu errei na criação do meu filho, talvez seja as vadias que coloquei dentro de casa enquanto ele crescia, talvez eu nunca tenha contado o quanto a mãe dele foi uma guerreira enquanto estava grávida dele, colocou a própria vida em risco para fazer esse menino nascer, não entendo o por que dele não dar atenção para a minha neta ou o por que de eu só ter descoberto que seria avô no dia que ela nasceu, fazia essas perguntas para mim mesmo enquanto eu preparava um whisky duplo para mim.
- Vovô, vovô, cheguei da escolinha - Ouvi uma voz de uma criança, uma voz doce como ela era pra mim, um docinho de cocô - fiz esse cartão dos dias dos pais para você e um para o papai.
- Obrigado meu anjo - Disse pegando ela no colo e colocando ela sentando nas minhas pernas - Mas sabe o que eu acho?
- O que vovô?
- Que você devia tomar banho para irmos comer fora, só você, eu e o seu papai
A menina pulou tao forte do meu colo e saiu correndo, apenas por que eu disse que o pai dela estaria presente, quando eu abri o cartão era um desenho tão fofo, com a letra dela toda desengonçada em vermelho escrito: " Vovô você é como meu segundo pai, eu te amo" e em baixo um desenho meu e dela.

Henrique Narrando:
Não entendo o por que de meu pai mimar tanto aquele monstro, ela literalmente não vai fazer diferença nas nossas vidas, apenas atrapalhar, é uma boca a mais para comer, e segundo pesquisas uma criança ate seus 18 anos pode gastar mais de 150 mil dólares, no Burns Palace Hotel & Cassino as coisas não estão muito boas, os investimentos não estão nem 50% focados no hotel fazendo nos termos certo prejuízo, como que eu iria sustentar esse monstro e meu pai com câncer?
Literalmente não sei, se fosse um menino ate eu entenderia ja que um dia ele poderia trazer lucros para empresa..
- Filho? Podemos ter uma conversa? -Ouço uma voz cansada, talvez cansada da vida já que estava a cinco anos lutando contra um câncer que só se espalhava no corpo.
- Pois não, pai? O senhor precisa de algo?
- Preciso de um favor seu, meu filho..
- Pode dizer, você sabe que eu mataria e morreria pelo senhor pai.
- Eu estou morrendo como sabe, e peço para cuidar de minha neta, dar o amor que eu nunca te dei filho, a atenção e tudo mais que não te dei, me arrependo de nao ter sido o pai que você poderia seguir os caminhos, de ter deixado as empregadas cuidar de você..
- Você foi o melhor pai, pai..
Naquela noite, eu devia ter feito algo, ter conversado com meu pai mais e falado que amava ele, naquela noite, eu ouvi um barulho de tiro e de choros da Rebecca, entrei no quarto correndo e ví a pior cena que um filho poderia ver de seu pai, ele estava jogado no chão e os miolos de sua cabeça espalhados pelo o quarto, uma arma em sua mão e uma carta em cima da mesa.. Chamei a polícia e lí sua carta que dizia que existe milhões de dólares guardado em uma conta secreta no Brasil e que esse dinheiro poderia fazer o Hotel & Cassino voltar a lucrar



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