História O Destino de Rebecca Burn - Capítulo 4


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Personagens Personagens Originais
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Palavras 835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Capítulo quatro


Fanfic / Fanfiction O Destino de Rebecca Burn - Capítulo 4 - Capítulo quatro

Rebecca Narrando:

Acordei la pelas 8:20 da manhã, só conseguia pensar que aquilo era tudo culpa minha, e se eu não estivesse usando uma roupa curta? e se eu estivesse dormindo em vez de estar andando pela casa? Pra falar a verdade nunca imaginei que isso poderia acontecer comigo, ele é sangue do meu sangue, sei que ele é um safado mas por que comigo? Ele tem as piranhas que se esfregam nele durante os jogos do cassino..

- Já está acordada? - Disse dona Maria trazendo um café com leite e um misto quente para mim - Pensei que a bela adormecida iria dormi mais

- Ah dona Maria, a senhora é demais, sabia? - Disse dando mordidas naquele misto quente que só ela sabe fazer.

- Becca, ontem as meninas me contaram que seu pai chegou meio alterado ontem anoite, ele te bateu? ou fez algo do tipo?

-Claro que não, ele nao é louco de relar a mão em mim

Eu literalmente não sabia se eu devia falar pra ela por que seria outra pessoa me julgando e com toda certeza as outras empregadas da casa saberiam em questões de segundos, não sei o que fazer, se eu contar? Serei mais uma puta que o Senhor Henrique Burns II comeu, e o pior, que vão falar que me ofereci..

- Senhora Rebecca? - Disse Dona Anna olhando pra mim e para Dona Maria - Seu pai, ops, o senhor Henrique está te chamando no escritório

Mil pensamentos na cabeça, será que ele vai pedir desculpas? ou vai me xingar e me humilhar? Sera que ele vai me por pra fora de casa por que apenas recusei de me relacionar com meu próprio pai? Esses eram meus pensamentos enquanto eu caminhava silenciosamente para o escritório

- Rebecca? - Disse meu pai - Eu queria te pedir desculpas por ontem, eu estava bêbado e drogado, e eu sou seu pai, eu tenho que cuidar de você e não fazer essas coisas..

- Tudo bem, pai, eu te amo muito, e sei que sua atitude não foi por maldade.

- Que tal hoje anoite, nos dois irmos jantar fora? Só eu e você? Conversar como nunca conversamos e você me contar sobre seus namoradinhos e a escola?

- Ah pai, o senhor sabe que nunca fiquei com ninguém, prefiro estudar para dar orgulho para o senhor pai..

- Eu ja tenho muito orgulho… E filha, eu não quero mais que você vá a escola, vai vir um professor particular uma vez por semana pra te preparar para a faculdade

Eu e meu pai conversamos por horas, até dar a hora do almoço e logo ele foi para o Hotel, eu nunca imaginaria que ouviria dele aquelas palavras.. Eu sabia que ele tinha um coração enorme ainda dentro dele..

Henrique Narrando:

Aquela vadia acreditou em minhas palavras mal sabe ela sobre essa noite, além de piranha, ela é burra e pelo jeito continua virgem, pra isso essa piranha vai servir, bem apertada ela deve ser, como eu gosto.. Depois de conversas tediosas sobre a vida dela, fui para a casa de drogas do meu amigo pegar uns Ecstasy, cocaína e maconha para essa grande noite, mal acredito que ela vai dar pra mim e depois vou precisar fazer ela me dar dinheiro, como as outras vadias…

Cinco horas depois

Já era quase umas 19:00 e eu precisava me arrumar para buscar ela, coloquei um terno, nada muito chique por que no fim da noite eu estaria pelado com ela, arrumei meu cabelo e passei um perfume, quando cheguei em casa para buscar ela, ela estava maravilhosa, com um vestido preto decotado e um salto fino, seus cabelos que viviam bagunçados estavam arrumados e ja batiam perto da bunda, ela entrou em minha Ferrari e fomos em um dos restaurantes mais caros de Las Vegas, onde eu tive a oportunidade de colocar meio ecstasy em sua bebida para ela se soltar

- Rebecca, você se incomodaria de passar no hotel comigo? Preciso resolver algumas coisas lá e não quero te deixar sozinha - Falei com um sorisso malicioso no rosto.

- Claro que não, vamos logo..

Chegando no hotel fomos para um quarto onde coloquei mais meio ecstasy na sua bebida e comecei a cheirar um pouco, ela ate cheirou comigo do jeito que as piranhas cheiram

- Pai eu estou com calor demais, vou ir tomar banho tudo bem?

- Quer ajuda minha filha?

- Nao, ja sou grande o suficiente para isso pai..

Após insistir muito, ela acabou apoiando a ideia, já estávamos ambos pelados no banheiro quando eu comecei a passar a mão em seu peito e ela se contorcia, quando eu peguei ela no colo e coloquei na cama, puxava o cabelo dela e ela so se contorcia, seu gemido daria pra ouvir em outros quartos, era o tipo de piranha que eu gostava... Após duas horas conseguimos dormir, ela dormia nos meus braços e eu dormia com a mão em sua bunda



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