História O destruidor de corações - Capítulo 4


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila, Camren G!p, Lauren, Laurenzo
Exibições 235
Palavras 1.951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom pessoal este o último de hoje.... quem saiba eu apareça mais tarde. Espero que gostem e que me digam o que acham..😊☺

Capítulo 4 - Camila


Fanfic / Fanfiction O destruidor de corações - Capítulo 4 - Camila

Estou mais atrasada do que o habitual quando finalmente chego ao escritório. Ainda estou atordoada, tentando me recuperar do atraso, vendo meus e-mails e planejando o meu dia. Enzo “Destruidor de Corações” Jauregui. Eu não o conhecia antes da luta, mas esse era o seu nome. Lembro-me de vê-lo entrar no octógono e abrir um sorriso arrogante para a multidão. As mulheres foram à loucura. Não demorou muito tempo para eu descobrir o significado do seu nome. Lembro de sentir um choque quando vi o sorriso dele e aquele corpo... aquele corpo incrível.

A imprensa só falava no ocorrido, durante as semanas seguintes, após essa luta. Ele era chamado de Enzo "Destruidor de Corações" Jauregui antes da luta, mas a imprensa retirou a parte "de Corações" do seu nome depois disso.

Estou digitando palavras no Google antes mesmo que eu perceba o que estou fazendo. As imagens gravadas na minha memória não são diferentes daquelas que aparecem na tela. O árbitro tinha julgado que o golpe fatal foi um golpe limpo, mas isso não impediu a imprensa de fazer sensacionalismo com a história. Algumas semanas mais tarde, depois que a imprensa tinha seguido em frente, focando em qualquer outro assunto que viria a ser a matéria da vez, li uma pequena reportagem escondida na parte de trás do jornal, no meio das publicidades. O adversário de Enzo tinha uma doença desconhecida na base da cabeça e era uma bomba-relógio ambulante.

Estou pronta para empurrar os pensamentos sobre Enzo para as profundezas da minha mente e, finalmente, conseguir finalizar algum trabalho depois de mais duas xícaras de café. Já está no meio da tarde, quando Regina me informa, cantarolando, que eu tenho um cliente na recepção, mas eu não tenho nenhum compromisso marcado na agenda.

Eu caminho até a recepção, o meu volumoso cabelo castanho preso em um coque torto, no alto da cabeça, com dois lápis estrategicamente colocados. Eu paro de repente quando vejo Enzo levantar do sofá da sala de espera e jogar uma revista de volta à mesa.

Sou surpreendida pela sua aparência, embora ele me pareça estranhamente familiar, depois de passar metade da noite e a maior parte da manhã em meu pensamento. Eu coloco minha melhor cara neutra e endireito a minha postura. — Sr. Jauregui, eu tinha um encontro marcado com você hoje? — finjo que estou preocupada que eu possa ter esquecido um compromisso, mas não há a menor chance de eu me esquecer de qualquer coisa sobre esse homem nas duas vezes que o vi.

Ele dá dois passos mais perto de mim, apenas uns dois centímetros e meio mais perto do que se poderia considerar espaço normal entre as pessoas. Mas eu reparo nele. Ele é mais alto do que eu, pelo menos, uns quinze centímetros, se não mais. — É Enzo, por favor. — Ele sorri e a sala parece
menor, mais quente.

Eu sorrio de volta. Não tenho que fingir, é um sorriso verdadeiro. Estou feliz em vê-lo e não posso esconder isso, de qualquer forma. Eu não tenho ideia do porquê. Eu deveria estar apavorada, depois do que lembrei, mas não estou, por alguma razão. Estou curiosa sobre este homem. Eu aceno com a cabeça. — Enzo, em que posso ajudá-lo?

Ele sorri, é um sorriso malicioso, torto, que me faz pensar que o homem é brincalhão. Mas, caramba, se não é a coisa mais sexy que eu já vi. — Me lembrei de uma coisa que acho que eu deveria ter dito e esqueci de mencionar ontem. Você tem alguns minutos?

Eu inclino minha cabeça para o lado e o observo. O que me atrai nele, que não me faz querer correr, mesmo sentindo o coração disparar através da minha blusa? — Claro, vamos conversar no meu escritório.

Enzo abre um sorriso vitorioso e é contagioso. Eu sorrio de volta e não sei ao certo porque estamos com o mesmo sorriso no rosto. Ele me segue pelo corredor e, quando viro para entrar no escritório, eu o pego com o olhar fixo na minha bunda. Ele ergue os olhos, assim que eu o pego em sua linha de visão. Uma reação normal seria ele ficar envergonhado por ter sido pego, mas não Enzo. Ele sorri para mim, sem falsa modéstia. Em vez de achar isso grosseiro ou ofensivo, por alguma razão, isso me excita.

Sento-me atrás da mesa e Enzo olha para a pequena cadeira localizada na frente da mesa e de volta para mim. — Você se importaria se nos sentássemos lá? — Ele faz um gesto para o sofá atrás dele e percebo, pela primeira vez, que um homem do seu tamanho não caberia na delicada cadeirinha que fica em frente à mesa.

— Ah, claro, me desculpe. — Solto uma risada baixa. — Acho que essa cadeira não seria muito confortável para alguém do seu tamanho.

Enzo para ao lado do sofá e espera eu sentar. Sento em uma extremidade e espero que ele sente na extremidade oposta, para que haja espaço entre nós, enquanto conversamos. Uma mesa, normalmente, preenche o espaço necessário para uma reunião de negócios, mas não há nenhuma nos separando no sofá. Enzo não faz a coisa socialmente aceitável. Em vez disso, ele se senta próximo a mim. Não tão perto para nos tocarmos, mas próximos, como se estivéssemos em um teatro, um ao lado do outro.

Deus, está quente neste pequeno escritório, acho que não deveria ter fechado a porta. Eu levanto, ando até a janela e a abro. Volto para o sofá e Enzo se vira para mim. Ele está tão perto que eu sinto o desejo de estender a mão e tocá-lo. Ele está me observando e tem um leve sorriso no rosto. Levanto-me novamente para pegar um bloco e uma caneta, e seu sorriso está mais amplo ainda, quando retorno; ele parece estar se divertindo. Ele deve perceber que estou inquieta. Estou me esforçando para fingir que ele não me afeta, mas afeta, por alguma razão.

— Então, Enzo, o que você quer me falar? — Coloco minha caneta sobre o papel, preparada para fazer anotações, com a cabeça baixa. Estou determinada a não ser pega em seu olhar novamente.

Mas Enzo espera em silêncio e não fala. Eventualmente, eu não tenho escolha a não ser olhar para ele para ver por que ele não começou a falar ainda. E ele prende o meu olhar quando olho para
cima e sorri. Eu sorrio de volta, embora eu esteja ciente de que ele acabou de jogar comigo.

— Eu esqueci de te convidar para jantar ontem.

— Jantar? — Eu fico momentaneamente confusa.

Enzo abre um sorriso diabólico e, imediatamente, sinto o desejo de beijá-lo no rosto. O que há de errado comigo? Eu sou tranquila, controlada e serena. Não uma colegial perturbada por estar perto de um menino bonito na sala de aula.

— Sim, jantar. Você come, não é? — Sua voz é uma mistura de divertimento e provocação.

— Umm — eu gaguejo momentaneamente. — Eu não posso.

Sua resposta é rápida, sinto como se eu estivesse em um depoimento e sou a única a depor. — Por que não?

— Porque não seria correto.

— Você tem namorado?

— Não realmente.

— Então, por que não seria correto? — Enzo abre seu sorriso torto e eu sei, antes que ele fale o que quer que seja, que será algo sedutor. — Eu acho que seria muito correto.

Seu sorriso torto me faz sorrir e eu perco a linha de raciocínio. Esse comportamento é muito diferente do meu habitual.

— É complicado. — Essas duas pequenas palavras assustam a maioria dos homens, mas aparentemente não Enzo Jauregui.

— Ok, conte-me sobre isso. Eu vou te ajudar a resolver a complicação, assim nós podemos tirar isso do caminho. — Enzo se inclina mais para trás, cruzando uma perna sobre a outra, ficando confortável para ouvir a história. Sério?

— Bem... você é cliente de Shaw.

— E você disse ontem que vocês não eram um casal, certo?

— Nós não somos. — Estou sendo honesta, eu não penso em Shaw como meu namorado. Namorado implica uma relação de verdade, mais do que apenas bons amigos que satisfazem as necessidades sexuais um do outro, de vez em quando. Mas a minha resposta não é totalmente sincera também. — Quero dizer, não realmente.

— Tudo bem. — Ele desdobra seus braços e os acomoda sobre os joelhos enquanto se inclina para frente. — Então, onde está a complicação? — Ele olha diretamente nos meus olhos por um minuto, antes de continuar. — No não realmente?

Eu coro, não tendo certeza se ele percebe o que estou dizendo ou não. — Sim. — Prendo o seu olhar quando eu respondo, determinada a não recuar.

Enzo me avalia e entende o meu embaraço. Isso emana de mim, mesmo eu conseguindo alcançar a minha profunda calma e personalidade fria e calculista. Parece que não consigo esconder dele o
que estou sentindo, ele não permitirá isso, e não faço ideia de por que eu o deixei me controlar. Eu não consigo me controlar perto desse homem e isso me faz sentir exposta. — Deixe-me te levar para jantar. Apenas jantar. Eu serei um perfeito cavalheiro. Palavra de escoteiro. — Ele levanta sua mão e três dedos.

Eu franzo a testa para ele. — Você foi mesmo um escoteiro?

— Sim — ele diz a palavra sem convicção. Eu aperto os olhos e olho para seu rosto, com descrença. Ele sabe que eu posso dizer que ele está omitindo alguma coisa.

— Tudo bem, foi somente por um dia. Meu irmão e eu entramos numa briga e fui expulso na segunda reunião. Mas ainda conta. Eu fui um escoteiro.

Eu sorrio para ele, satisfeita pela sua confirmação, avaliando a sinceridade com que ele falou.

— Por quê?

— Por que o quê? — A confusão em seu rosto é evidente.

— Por que você quer jantar comigo?

Enzo me observa demoradamente, avaliando e olhando o meu corpo, de cima a baixo, não fazendo qualquer tentativa de esconder seu ataque descarado. Ele me dá um sorriso de menino que tem uma ponta de conotação sexual, antes de ele falar: — Além do óbvio de que você é linda?

Eu coro, mas me forço a ficar calada. Um bom negociador sabe quando se calar e deixar que seu oponente se contorça para preencher o silêncio.

— Você é inteligente, confiante e as pessoas à sua volta parecem adorar você — ele para e me olha; eu posso dizer que ele está decidido a continuar. — E quando eu olho nos seus olhos, eu vejo uma pequena centelha...

Ele faz uma pausa por um segundo. Eu olho para ele, mas ainda sem falarmos.

— E nas últimas vinte e quatro horas, tudo o que eu consegui pensar era no que seria necessário para transformar essa centelha em uma chama.

Puta. Merda. Eu o encaro por um longo momento. Minha mente está girando, mas eu já sabia da minha decisão, antes mesmo que ele falasse. Eu me levanto em silêncio, sinalizando o fim da nossa conversa. Enzo levanta e se junta a mim. Esperando pacientemente pela minha resposta.

— Está bem.

Ele sorri, e eu fico presa em seu charme pueril. — Está bem? — Eu acho que realmente o surpreendi.

Eu sorrio de volta e levanto uma sobrancelha, desafiando-o a questionar a minha resposta.

— Sexta-feira, às dezenove horas. Me dê o seu endereço. Eu vou buscar você.

— Eu saio daqui às dezenove horas. Por que você não me pega aqui?

E foi assim que eu fiz planos para jantar com Enzo “Destruidor de Corações” Jauregui.


Notas Finais


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