História O deus da nova revolução - Capítulo 14


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Palavras 1.329
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ok, tiro o que disse acho que este a aqui pode ser um dos melhores que já escrevi. No próximo capitulo, vou escrever a história da morte do Satoshi.

Capítulo 14 - Um criminoso , Sub-mundo e o Calderon da galaxia


Fanfic / Fanfiction O deus da nova revolução - Capítulo 14 - Um criminoso , Sub-mundo e o Calderon da galaxia

O Misaki adaptou-se melhor do que eu pensava. Geralmente, quando são transformadas em regalias, não aceitam muito bem, mas o Misaki aceitou com muita confiança,mesmo após ter lhe explicado as desvantagens e a relação da regalia e do deus, ele apenas disse que ia dar o seu melhor.
No entanto, a frequente aparição de Phantoms do sub mundo está a começar a preocupar-me. Os Phantoms do sub-mundo são criaturas que vivem no Sub-mundo,então, como vêm eles parar do mundo celestial para a Terra?
Perguntei ao Miketsukami o que achava desta aparições subitas, ele era um Youkai e conhecia o sub-mundo melhor que eu.
- Quem sabe? Talvez os demônios sem tenham revoltado, por tu sabes, estarem no sub-mundo?- disse, enquanto servia-me uma chavena de chá.
- Duvido muito. Se fosse eles, já teriam sido punidos a bastante tempo, Deuses não aturam estes comportamentos- respondi, olhando fixamente para a minha chavena.
- Então o que achas?
-Não sei. Mas têm que ser alguém muito agil para fazer isto sem deixar nenhum traço.- respondi, pensando no assunto.
-Desculpa, se não posso te ser de grande ajuda.
- Não faz mal. Acho que vou fazer uma pequena pesquisa por mim próprio.
Time skip:
Tentei de tudo. Perguntei a todos os Deuses que eu conhecia, mas nenhum deles sabia de nada. Era quase um crime perfeito, nenhum traço, nenhuma testemunha, nada.
-Satoshi sama, passasse algo? Têm estado a suspirar a noite toda.- Hotaru perguntou enquanto servia o jantar.
- Apenas pensando nos meus falhanços como deus- respondi, balançando a cadeira para trás e brincando com o garfo.
- Ainda pensas naquilo dos Phantoms-disse, rindo-se.
-Não têm piada! Quem quer que seja é uma mente criminosa porque não lhe faltou nenhum promenor- respondi, irritado.
-Satoshi-sama, tendo pensado em dizer-lhe mas... porque não vai ao Sub-mundo, é como dizem "o criminoso volta sempre ao local do crime" -disse.com convicção.
Ir ao sub mundo? Ainda não tinha pensado nisso, também não era como se quissese ir,mas, talvez consiga a informação que desejo.
- Está decidido então, amanhã vamos ao sub-mundo!
No dia seguinte:
-Sato-chan,porque nos acordaste tão cedo- Kotoko queixou-se,bocejando.
-Vou numa missão muito arriscada, por isso vou precisar de reforços-anuncie olhando para eles.
- Onde vamos então? -Misaki perguntou de jeito sério.
- Ao sub-mundo.
Todos ficaram com expressões de horror,menos a Hotaru que já sabia.
- Não olhe para mim assim! Não como se me agradasse também, mas isto exige medidas trágicas- disse, tentando com que esta ideia não soasse tão mal.
-Porque estamos no templo então? -Kotoko perguntou.
- Na terra existem alguns portais espalhados pelo mundo, que permitem nos entrar em outros mundos, felizmente só os deuses são capazes de os abrir.- respondi, dirigindo me para a frente do templo.
Com um movimento singelo da minha mão, abri na nossa frente o portal qu nos levaria ao sub-mundo.
-Já agora, quando entrarem vão sentir como se estivesse a cair num abismo, é normal, apenas tentem manter o equilibrio-avisei-os, saltando para o portal, seguido por eles.
- Ahhhh! -eles gritavam pelo profundo portal que caimos.
Depois do pareceu uma eternidade, o portal acabou e chegamos ao sub-mundo.
-Não mudou nada- pensei.
Aquele cheiro horrivel a enxofre no ar, o ar de uma terra devastada pela guerra, lugar onde nada crescia e um cêu escuro, sem vida.
- ahhh, que cheiro horrivel! -Kotoko e Misaki exclamaram, dobrando o lenço que traziam a volta do pescoço- Como aguentas este cheiro, Sato-chan?
-Já estou habituado. Já agora,recomdendo vos a prender a respiração, para não atrairem muitos Phantoms- disse, começando a andar.
Os demonios que passa por, olhavam me surpreendidos,.não costume um Deus aparecer por estas bandas.
- Então pequeno Deus! que fazes por aqui? Não me digas que foste condenado- Um demônio de corpo vermelho, abordou-me do nada.
- Para a tua infelicidade, não. Mas têns sorte preciso de ajuda, e tu vais dar-me o que eu quero.- disse, encarando-o.
- E o que te leva a pensar isso?- respondeu, com um irritante sorriso.
Sem lhe dar resposta, dei-lhe um pontapé no estomâgo. O demônio caiu-no chão, com as mãos na parte dorida. Em seguida, foi uma joalhada na cara que fez o nariz dele começar a sangrar. Peguei-o pelos chifres e disse-lhe:
-Percebes agora porque?
- Sim,senhor-ele respondeu.
Os demônios como ele não são desafio contra os deuses. Os demônios são obrigados a seguir o Veto, que os proibe de nos tocar.
Hotaru, Kotoko e Misaki olhavam para mim com caras aterrorizadas.
-Então, porque os Phantoms do sub-mundo estão a parecer no mundo terrestre? -perguntei, com uma expressão dura.
- Nenhum de nós têm a certeza, mas rumores dissem que alguém que não é o sub-mundo, anda a passar-los pelos portais- ele respondeu, suando com medo.
- E como têm a certeza que não é nenhum de vôces?
- Dah! A regra do Veto impedenos de sair desta estufa. Se quiseres provas vai ao castelo dos demonios, o rei têm um bilhete deixado pelo nosso intruso- disse, correndo de ali para fora.
Suspirei, e eu que não queria ficar aqui por muito tempo.
-Parece que vamos ter que fazer outra paragem- disse, encanrando-os.
- Sato-chan, porque fizeste aquilo?-Kotoko perguntou, tentando liberar o menos ar possível.
-Acredita criaturas com aquela é nunca maneira de os por a falar. Não te esqueças estão aqui por alguma razão.
Dirigimos nos ao castelo, ao chegar nem me importei como os guardas,entrei pelo castelo.
- Lucifér! Abre estas malditas portas- gritei do outro lado do quarto do rei.
- Para um Deus, és bem mal educado!-Lucifér, o rei dos demônios recebeu-me no seu quarto.
- Sabes que não estou aqui para conviver passa me o que eu quero.
- Nem sequer sei o que tu queres- disse, com ar de burro.
-Uma palavra: Phantoms.
- Ah, isso!- respondeu, com se soubesse agora- Mas sabes é muito feio entrar na terra dos outros, sem sequer dar um presente. Que tal as belas regalias que trazes contigo- apontando para eles.
- Também sabes que posso condenar-te a eternidade no fogo ardente?- respondi, com um sorriso sinistro.
-Que desmancha prazeres! Toma lá-disse, entregando-me o bilhete.
Quando vi aquele selo no bilhete, pude jurar que o meu sangue congelou nas veias. Uma marca de gota de sangue. A mesma de aqueles mércenários.
- Satoshi, o que passa? Misaki disse, abanando os meus ombros.
Um bando de guardas apareceram no quarto, gritando:
- Lorde Lucifér, o ladrão voltou.
Sem perder tempo, corri por ali por fora. Cheguei ao centro daquele mundo. O mesmo homem de há 30 anos atrás .... aquele que a matou...
-Sekki, Hotaru!
Com um golpe da Silent Glaive, os Phantoms que ele levava, foram cortados a meio.
- Com que então vemos nos outra vez!- o homem anunciou olhando para mim, a sua cara coberta por aquela máscara.
- Desta vez vou acabar contigo!- ameaçei-o ,atacando-o ele não se desviou, recebendo o ataque com toda a sua força.
- Quem diria,estás muito mais forte do que a última vez. És um adversário interessante.- disse
Pegou em mim e na regalia e puxou-nos com ele para dentro daquele portal.
-Sato-chan! - a Kotoko e Misaki gritaram, saltando para o portal.
- Onde nós estamos? - Kotoko perguntou, quando aterramos noutra dimensão.
-O Cauldron da galaxia. Aqui é onde todos os seres vivos são chamados para serem renascidos e onde se encontra a informação das suas vidas passadas.- O homem respondeu, fitando-nos. -O local perfeito para a nossa desforra.
Furioso, ataquei-o novamente, mas desta vez que desviou o ataque.
-Com esses ataques não me vais derrotar.
-Sekki, Misaki- disse trocando de regalia.
Começei a atirar as flechas, e raspei-lhe o ombro com uma.
Aproximei-me dele, pronto para o golpe final. Aí uma das suas láminas, perfurou-me a barriga.
- Foi divertido brincar com contigo. Mas infelizmente o jogo acabou. - disse, sorrindo.
Aí empurrou-me, fazendo me cair no para o fundo do cauldron.
-Satoshi! -Misaki,Kotoko e Hotaru gritaram enquanto, eu caia nas profundezas.


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