História O deus da nova revolução - Capítulo 15


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não sei o que dizer sobre este capitulo. Ele é muito obscuro e cheio de violência.Por favor, se não gostarem ou tiverem medo, não leiam. Este capitulo fala da História de como O satoshi morreu e como se tornou um deus

Capítulo 15 - O passado me condena


Fanfic / Fanfiction O deus da nova revolução - Capítulo 15 - O passado me condena

Dizem que o caldron da galáxia guarda as informações de todas as vidas passadas. Enquanto caia pelo profundo do caldreon, pude finalmente,ver. O meu passado.

Ano 1400:
Numa casa de uma pequena aldeia, uma mãe dava com dificuldade luz ao seu primeiro filho.
-Só mais um pouco Hanako-um homem de cabelo escuro a apoiava, segurando a sua mão.
Com um grito final, o bêbe nasceu.
- É um rapaz.- a parteira anunciou.
- Ele é lindo, não achas?- Hanako disse pegando no bêbe.
-Se é. Como vamos chama-lo?
-Mmm.... que tal Satoshi? Para que ele um dia cresça para ser um menino muito inteligente- a mulher sugeriu.
-É uma ótima ideia. A partir de hoje és Satoshi Ketchum.- ele disse, segurando no pequeno dedo. O bêbe sorriu com aquele gesto, mostrando os seus pequenos olhos ambâr. Aquele bêbe era eu.
Time skip on:
- Mamã Mamã!- o pequeno Satoshi chamava.- O jantar já esta pronto?
- Espera só um pouco, querido!- respondeu colocando o prato da sopa na mesa.
A criança pegou na pequena colher e provou a sopa.
-Está muito boa! - a criança exclamou sorrindo. Um sorriso de felicidade génuina.
- Que bom!
A mãe sentou-se na mesa e olhou para o lugar vazio ao seu lado. O seu marido ainda não tinha chegado a casa.
De repente, bateram a porta.
-Eu vou! - a criança levantou-se e abriu a porta. -Professor Oak! - disse, abraçando o homem.
-Então pequeno Satoshi, como estás? -perguntou, afagando-lhe a cabeça.
- Bem vindo, Oak-san- Hanako, o cumprimentou.
- Óla Hanako-chan. O teu marido ainda não chegou a casa?- perguntou, olhando para os lados.
- Não. Ultimamente têm chegado bastante tarde- disse, preocupada.
- Hanako... tu- o Professor disse, fazendo uma breve pausa, pensando no que ia dizer a seguir.
-Deve estar apenas muito ocupado com o trabalho. Afinal de contas, ele é muito trabalhador.- a mulher disse com um sorriso. Um sorriso falso.
Time skip on:
Satoshi, agora com seis anos, regressava da escola. A mãe tinha limpezas que fazer e o pai de trabalhar, por isso voltava da escola sozinho.
Quando ia abrir a porta de casa, ouvio os seus pais falarem. Abriu uma frecha da porta e espreitou por ela.
-Posso saber porque voltas tão tarde a casa? - a sua mãe perguntou, num tom perigoso.
-Que tu achas? Estou a trabalhar, querida-respondeu com certa rudeza.
- Não me venhas com o querida! Estás a mentir, a única coisa que têns feito- berrou-lhe.
- E porque dizes isso?
-Eu vi-te ontem com aquela mulher, de forma intima.- respondeu, de cabeça abaixada.
Ele congelou no ato.
-Eu.... eu posso explicar-gaguejou
-Não precisas de explicar nada, percebi tudo. Tu não precisas de nós para nada. Eu vou me embora com o Satoshi e deixou-te a vontade para tudo- gritou exaltada, enquanto o marido lhe segurava as mãos.
Num raio, só se ouviou o som do estalo que ele deu em Hanako.
A mulher assustada pos a mão na bochecha.
-Calma-te...- ele sussuro- Nós discutimos isto mais tarde- disse, saindo do compartimento.
Na fora, o pequeno Satoshi olhava aterrorizado para a cena que tinha acontecido a sua frente, sem saber que o seu Inferno só tinha começado agora.
As discussões entre os seus pais começaram a ficar mais frequentes. Quando isso acontecia, ele simplesmente ia para a casa do Professor Oak.
-Oak-san?- Satoshi perguntou.
-Sim?- o homem disse, enquanto folheava as páginas de um livro.
-Porque a mãe e o pai estão sempre a discutir? - disse, bricando com um carrinho de madeira.
- Sabes quando os pessoas estão juntas a muito tempo, é dificil concordarem em tudo e por isso discutem.-respondeu, olhando para o garoto.
O satoshi assentiu, triste.
-Olha Satoshi, experimenta isto!- disse, dando-lhe uma pequena lâmina.- Agora espeta aqui! - apontou para um boneco em forma de animal.
Ao espetar a lâmina no bicho, um monte de doces sairam dentro dele. A cara dele iluminou-se.
-Gostas? Achei uma boa maneira de animar as festas de príncipes. Se alguma vez te sentires só, vêm eu dou-te uns doces.
-Ok.
Time skip on:
As dicussões passaram a ser todos os dias, e pior, elas tornaram-se em agressões. Satoshi apesar de novo, percebia que aqueles gemidos da mãe dele não era coisa boa.
-Satoshi queres ir jogar a bola? -um dos seus colegas perguntou lhe, segurando uma bola.
-.... Não, talvez outro dia-respondeu, posando a cabeça na mesa.
- Credo Satoshi, és mesmo um chato. É por isso que ninguém te pede para jogar- o rapaz retorqui, aborrecido.
O satoshi não se importava. Estava habituado há algum tempo a estar sozinho, até porque, não queria dar problemas. A única pessoa de que ele necessitava era a sua mãe. Desde de aquele dia tenebroso em que prometeu que não a deixaria.
Time skip on:
-Satoshi, Satoshi.- uma mão o abanava para acordar.
- Pai, que foi- o rapaz perguntou, esfregando os olhos.
- Olha queres ir brincar com o teu velhote? -perguntou demasiado perto da sua cara. Havia qualquer coisa esquisita no seu alito, o cheiro horroso. Parece...
O seu pai levou-o para um um bar.
- Ketchum-san! Vai ser o habitual para hoje? - um homem entrocado disse, fazendo sinal para que duas mulheres o acompanhassem.
-Obrigado Hans! Olha cuida ai do Satoshi enquanto eu vou, ok?- respondeu de forma muito divertida.
Os homens que ali estavam, olhavam para o rapaz, de forma esfomeada. Como se ele fosse um prato suculento e eles um bando de mendigos sem comer.
-Satoshi! - Hanako gritou, entrando pelo bar e abraçando o seu filho.
- Mãe, a criança também o abraço.
-Nem acredito que o teu pai te levou a um sitio destes.- respondeu, com raiva, apertando as mãos em punhos.
Ao olhar para as mãos da sua mãe, Satoshi notou que elas estavam cheias de pisaduras e algumas ainda avermelhadas.
Virando a cabeça para esconder as lágrimas, ele disse:
-Vamos para casa, mãe!
Time skip on:
Com 10 anos, Satoshi não aguentava estar em sua casa. Sempre que chegava, havia briga. Sua mãe dissia estar tudo bem, apesar das suas feridas têrem aumentando por todo o corpo e cada vez mais notavéis. O seu maldito pai, era o mesmo. Chegava bêbedo, drogado ou sabe se lá como...
e vingava-se nos outros.
Com todos esse acontecimentos, Satoshi era uma criança solitária que preferia estar sozinho a ler um livro do que conviver com outras pessoas. A única pessoa que ainda confiava, tirando a sua mãe era o Professor Oak, que o recebia nas noites mais violentas.
Time skip on:
Satoshi Ketchum com 12 anos, regressava a sua casa,coisa rara já faz um boa tempo. Ao abrir a porta de casa, espera encontrar-se com alguma discussão, mas para sua surpesa, não. A casa estava silenciosa, uma paz que o jovem já não recordava a muito tempo.
-Mãe! -ele chamou.
Quando entrou na cozinha, não estava preparado para o que viu. A sua mãe estendida no chão de madeira, uma ferida gigante do seu estomâgo e sangue que lhe escorria no chão. Satoshi não teve dúvida. O seu pai tinha se enfurecido de vez e acabado com a vida dela.
Caiu de joelhos no chão, olhando para o corpo pálido da sua mãe, sem conseguir controlar as lágrimas. Ele tinha falhado não a pode proteger. Ao seu lado estava uma faca ensaguentada, olhou na sua direção com olhos vazios. Podesentir uma voz que vinha por toda a casa que dizia:
-Pega.
Os sussuros dos Phantoms vinha por todo o lado, começaram a ficar cada vez mais altos.
-Calesse! -Satoshi gritou!
Sem tirar olhar do objeto,lembrou-se das palavras que Oak uma vez lhe disse:
" Se sentires que os teus demônios falam muito alto,sorri e a melhor maneira de os enfrentar.
Pegando na faca, a sua frente. Satoshi começou a traçar com a faca, rapidos movimentos no peito, fazendo uma cruz. Apesar de o seu peito continuar a sangrar e se começar a sentir tonto. Finalmente, fez um corte nos cantos da boca e com um suspiro final, disse:
-Não te preocupes mãe, Deus há de nos salvar- dando a sua última respiração e caindo no chão ao lado da sua mãe.
Acordei num sitio esquisito, ao meu redor avistei uma pessoa com assas. O quê onde estou? Mirando o meu corpo, notei que as cicatrizes desaparecido. Levantei-me e começei a caminhar. Os homens usavam todos uma camisa branca desabotada mostrando o peito e uma calça branca enquanto as mulheres um vestido curto branco.Olhei para o que trazia vestido. Estranho...o vestuário é o mesmo, mas porque é todo negro?
-Satoshi! -uma voz poderosa, vinda do nada chamou-me.
- Quem és tu? -perguntei,assustado.
- Eu sou aquele que sabe e criou tudo o que existe. Aquele que destroi,cuja indentidade nunca deve ser revelada.- respondeu, num tom ainda mais poderoso que antes. Tenho a certeza que se estivessemos na terra, ele tinha destruido uma montanha só com a voz.
-Tu... és Deus? -perguntei, a medo.
-Exatamente, meu jovem. E tu estás aqui para seres julgado.
-Eu julgado, porque?
- Tu cometeste o pior dos pecados e por isso, não mereces ir ao céu!
Arregalei os olhos. Eu para o Inferno? Não.
- Por favor, deixe-me ir para o céu. Eu o suplico, não me separe da minha mãe!-choramingei.
- Não dá agora!
- Eu faço qualquer coisa!
- Aqueles que tiram a sua própria vida, não o merecem. Aliás, farei algo pior que o Inferno. Vivéras nesta terra, para o resto dos teus dias como um deus renascido, vendo diante dos teus olhos as coisas mais macabras do mundo.
Dois pares de mãos transparentes, derrubaram-me, obrigando-me a deitar naquela chão frio. Tentei libertar-me daquele aperto, mas era inutil.
-Como teu selo de contrato e prova dos teus pecados. As cicatrizes que inflagiste a ti próprio ficaram cravadas na tua pele e ser para sempre-disse, antes de duas katanas gigantes me,ferirem na pele.
Gritei de dor.As katanas não so cortavam na pele mas também parecia que cortavam me por dentro. Implorei-lhe que parasse, até que a minha voz ficasse rouca. Pouco tempo depois, o meu corpo desisitiu de lutar, deixei as lágrimas escorer livremente.
Deus... é assim tão cruél?


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