História O Diário de um Adolescente Podólatra 2 - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente, voltei para postar mais um capítulo :)
Tem o ponto de vista do Rafa e do Paulo!

Capítulo 13 - Eu não Consigo Acreditar


A data coincidia com o dia em que ele havia saído da cidade dele, eu acho. O título era: “ Deixando para trás...” a princípio eu não entendi o que aquilo realmente queria dizer, mas ao ler do que se tratava, compreendi perfeitamente:

“Finalmente passei. Claro que não era mais novidade eu ter passado. Já se esperava isso. Vou me mudar agora para uma nova cidade onde, creio eu, vou poder reconstruir uma nova vida...

Quem eu estou querendo enganar. Vai ser difícil é claro! Principalmente quando eu estou deixando alguém ao qual eu gosto muito. O Felipe, ele foi mais do que um amigo pra mim, ele era mais do que um irmão! E eu estraguei tudo! Tudo por causa desse meu bendito fetiche. Eu não deveria ter revelado a ele, mas como não contar quando ele me pegou lambendo seus pés durante um dia em que fui dormir na sua casa?”

 

Então esse Felipe deveria ser o “Pablo” dele. Passei mais algumas folhas e vi o que ele escreveu assim que chegou aqui:

“Aposto que o idiota do meu primo ficou besta ao ver que eu tinha mudado completamente.O que musculação e uma calibrada na alimentação não faz... E pensar que eu comecei tudo isso só por causa do Felipe... Droga! Já estou pensando nele de novo? Quando será que vou aprender que isso é passado?

Ele gostava mesmo desse Felipe. Pulei algumas páginas e li algo que me surpreendeu:

“Sai hoje pra conhecer um pouco a cidade. O porre do meu primo é muito enjoado. O metidinho rico não faz questão da minha presença aqui. Dane-se! Sai pra região litorânea e acabei esbarrando em um garoto loiro de olhos verdes-oliva, muito bonito, tão bonito quanto o Fe... Enfim, ele foi simpático comigo, algo bem estranho na verdade já que eu nem o conhecia.”

Esse garoto só podia ser o Diego! Claro, o Diego tem esse “dom” de ser bonzinho com todo mundo. Aff.

Pulei mais algumas páginas e quase cai. Esse trecho era enorme e continha detalhado algo peculiar:

“Sei que não tenho escrito muito aqui, mas tudo isso tem um motivo e explicação. Lembra do garoto loiro de olhos verde-oliva? Pois é, ele é amigo do Rafael (o mala) e o melhor, ele agora também é meu amigo! Não sei como um cara tão gente boa como ele pode ser amigo do mala do Rafael. Bem ainda não somos muito amigos, mas sei que logo seremos.

O Diego é muito gente boa, mas além dessas qualidades, o que me atrai mesmo são seus pés, e que pés! Brancos, imagino quando ele retirar do tênis aqueles pés suados, ah se eu pudesse colocar minha língua neles... eu chuparia dedo por dedo até cansar!”

E aí eu me peguei segurando meu pau duro de tesão. Larguei meu cacete e voltei para o texto.

“Estamos todos em uma chácara de uma das amigas do Rafael. A garota até que não é de se jogar fora, depois eu até dê uns pegas nela. Hoje vamos fazer caminhada, mal espero poder cheirar o tênis do Diego depois dessa caminhada ainda mais quando ele, depois que tomamos banho na cachoeira, colocou o tênis sem esperar secar o pé direito...”

Então aqui está a parte em que ele rouba a meia do Diego:

“Assim que chegamos, dei um jeito de despistar rapidamente Diego, como? Disse que iria tomar banho no banheiro perto da área de lazer, ele também falou que iria,só que no banheiro ali do corredor mesmo. Fiquei de tocaia em meu quarto esperando ele sair do quarto dele. Assim que vi ele só de toalha indo ao banheiro, eu zarpei para o quarto dele, entrei e procurei pela meia cinza. Ela estava meio preguenta de suor e exalava um forte chulé. Ele não exagerou quando me disse que tinha chulé.

Voltei para o meu quarto e a festa começou. Tranquei a porta, tirei minha bermuda fincando somente de cueca. Meu pau, duro pra caralho, marcava bem a minha cueca. Peguei aquela meia e encostei perto do meu nariz. Fui ao céu. Nossa, que cheiro ótimo. Um delícia. Comecei a me punhetar cheirando essa meia. O gozo veio rápido, mas quem disse que era o suficiente? Me masturbei umas três vezes... Esfreguei a meia pela minha cara, queria absorver aquele cheiro, mas não todo, queria que sobrasse um pouco pra guardar na minha gaveta de recordação...”

Não agüentei mais ler. Fechei o diário e fui atrás dessa meia na gaveta. Não foi difícil achar, estava na mesma gaveta que estavam as chaves. A meia estava dentro de um saco plástico. Desembrulhei desesperadamente o saco e peguei a meia... Que cheiro, o Paulo não exagerou. Era uma delícia mesmo!

O resto... Vocês sabem.

 

POV do Paulo

 

Cara, eu não sei ao certo quando foi que eu comecei a reparar em pés. Acho que foi desde o dia em que eu perdi uma aposta com o Felipe...

Me lembro bem daquele dia.

Nós estávamos na oitava série. Eu tinha 14 anos ele também. Eu calçava naquela época 40 ele 41. Éramos quase do mesmo tamanho, a única coisa que diferenciava mesmo entre nós dois era a cor da pele, dos olhos e dos cabelos.

Eu: loiro, olhos azuis e branco.

Ele: cabelos pretos, olhos castanho escuro e a cor da pele uma tentação... Sabe aquele ator Taylor Lautner? Pois é, o Felipe seria a versão brasileira dele. Uma loucura. Eu até me lembro que antes de tudo isso acontecer a popularidade dele com as garotas havia aumentado depois que lançaram aquele filme Lua Nova.

Enfim, voltando a história...

Eu sempre fui mais inteligente do que ele. Fato. Mas um dia caí na graça, de querer apostar com ele em algo que eu julgava ser melhor: Basquete.

Estávamos na casa dele fazendo um trabalho enorme de história. Depois do trabalho ele me desafiou para um jogo. Eu não quis, mas aí ele insistiu muito:

– Qual é cara? Tá com medinho é?

– Eu sei que eu sou melhor do que você.

– Claro que não é! – Eu já havia jogado pela escola uma vez, ele não.

– Então faz o seguinte. Vamos apostar?

– Apostar o que?

– Sei lá... Quem vencer escolhe o que quizer.

– Qualquer coisa?

– Qualquer coisa. – Ele disse.

Na época ele ficava com a garota mais gata da escola. Eu era muito afim dela só que ele não sabia. Se eu ganhasse eu iria pedir pra ele fazer meu esquema com ela. Eu sei que ele não iria se importar.

– Ta bem.

– Ok. Arremesso livre melhor de três.

Ganhei à primeira. Eram dez arremessos ao aro  e quem acertasse mais ganhava. Uma besteira, coisa de muleque.

Mas aí perdi a segunda e quase ganhei a terceira. Eu não acreditei.

– Pega otário – ele curtiu com a minha cara.

– Fala logo o que você quer? – Eu disse meio irritado.

– O que você iria pedir?

Eu fiquei com medo de dizer a verdade. Sei lá, na hora eu imaginei que ele pudesse me bater e como ele era mais forte do que eu, teria que mentir.

– Hein, o que você ia pedir? – Ele fez a pergunta novamente. Eu olhei para o tênis dele e aí bateu uma ideia e disse:

– Ia mandar você dar uma cheirada no meu pé?

– Aé seu Filho da mãe! Então é isso que você vai fazer?

– O que?

– É, quem perdeu paga.

Estávamos a sós na casa dele. Ele usava um tênis basqueteiro. Fazia muito calor nessa época e como estava todo suado logo deduzi que estava com chulé. Caralho, eu havia me fudido.

– Cara pera lá.

– Não que Mané pera lá o que. Vem – ele tirou o tênis. – Tá com um chulé da porra.

Eu realmente não queria

– Porra Felipe não faz isso comigo não...

– Deita aí no chão. – Ele falou

Não tinha como argumentar com ele. Ele sempre foi autoritário. Éramos amigos desde os dez anos, e eu sabia disso. E se eu não fizesse ele iria me bater, tenho certeza, ele adorava usar a força em prol de suas causas.

– Tá bom. – me deitei preparando para a tortura.

Ele encostou o pé ainda com a meia toda suada no meu rosto e começou a esfregá-la como se estivesse limpando. Eu prendia a respiração não queria cheirar aquilo. Ele percebeu e aí tirou a meia e enfiou com tudo na minha boca.

– Pronto, quero ver você prender a respiração agora.

Ele colocou os dedos no meu nariz e começou a brincar com eles. Não deu, eu funguei profundamente e aquele cheiro entrou nas minhas narinas e invadiu meus pulmões.

Foi aí que começou. O cheiro que era pra me causar repulsa na verdade me causou desejo. E aí eu me via lutando contar uma excitação dentro das minhas calças.

Ele esfregava os dedos cumpridos dele na minha cara passando bem perto da minha boca e aquilo só me dava vontade de cheirar e degustar aquele pé. Eu queria sentir aqueles dedos se mexerem dentro da minha boca.

E aí ele parou.

– Ta aí cara, acho que já deu.

Eu levantei rapidamente. Peguei minhas coisas e fui me embora. Ele achou que eu havia ficado com raiva, mas na verdade eu estava com vergonha, vergonha porque eu havia gozado.

 

No outro dia na escola ele veio até mim em particular e disse que o que aconteceu não iria mais acontecer que ele estava arrependido e que não contaria nada para ninguém.

Ele estava enganado, eu queria mais daquilo. Eu queria poder encostar minha língua no pé dele e eu não sabia o porquê disso. Pesquisei na internet sobre isso e a partir daí comecei a me interessar pelos garotos, comecei a imaginar como eram os pés deles, qual gosto teria, como seria o cheiro, TUDO!

Mas de todos os garotos da minha escola o que me chamava mais atenção era o meu amigo, meu melhor amigo: Felipe.


Notas Finais


Postei bastante! Espero que gostem!
Até o próximo capítulo :)
Aos que estão comentando, meu muito obrigado! XD


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