História W.D. Gaster- A Origem - Capítulo 11


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Greater Dog, Grillby, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Au De Undertale, Diário, Gaster, Gaster Blaster, Gasther, Papyrus, Sans, Undertale, Undyne, Wd Gaster
Exibições 8
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não tinha nada para colocar de capa, então peguei qualquer coisa.

Capítulo 11 - Problemas na construção


Fanfic / Fanfiction W.D. Gaster- A Origem - Capítulo 11 - Problemas na construção

Registro 7

29/11/2003

Acordei em uma maca, num quarto branco, ao meu lado numa mesa estava uma mulher alta, usava um jaleco amarelo e sua pele escamosa era amarela.

No seu crachá dizia "Dra. Abigail".

-Já acordou doutor? -ela parecia meiga.

-Sim... onde eu estou?

-No hospital geral de Hotland.

-Como eu vim parar aqui?

-Seus amigos disseram que algo do céu atingiu sua cabeça.Te trouxeram pra cá na mesma hora.

-Quando exatamente?

-Antes de ontem.

-Eu apaguei durante um dia inteiro!?

-Um dia inteiro foi o tempo que levou pra achar o que entrou no seu crânio.

-Então você só tirou agora o fio?

-Sim...Como você sabia sobre o fio?

-Não importa, ele está com você?

-Eu deixei ele naquela mesa...

Não havia nada sobre a mesa.

-Merda...Obrigado doutora, eu tenho que ir.

Voltei para casa e liguei pra Firenze.

-Que bom que ligou doutor.Eu preciso te contar algo.

-Um fio me atingiu outra vez.

-Droga, um fio escapou de mim...Você conseguiu pegar ele?

-Ele fugiu.

-Droga...Era isso?

-Não, você não acha que devia ter mencionado o fato que Gyaros é seu pai?

-Você não perguntou.Tchau, tenho que ir.

E ela desligou.

Voltei para Hotland e descobri que apenas um andar tinha sido feito.E u tinha muita coisa pra fazer.

10/12/2003

Não escrevo nada aqui há muito tempo porque ando muito ocupado.O natal e o ano novo se aproximam, temos que ter terminado pelo menos o 20° andar até o dia 23, estávamos no andar 14, não faltava muito, poderíamos ter feito o andar 20 até o dia 15 se não fosse por um imprevisto.

Lava, muita lava.Os dias em Hotland estavam cada vez mais quentes e as noites mais frias.As pessoas não conseguiam lidar com os extremos todo dia, tinha muita gente doente.O pior é que isso nem era o maior problema.

Agora era diário explosões de lava acontecerem, vários operários estavam feridos.O nível da lava subia cada vez mais.A coisa tava tão feia que Asgore teve que vir resolver pessoalmente.

Os operários reclamaram e disseram pra ele dar um jeito, a única maneira foi trazer o natal para mais cedo.As obras tinham sido paralisadas de novo, até descobrirem o que estava acontecendo.

11/12/2003

A coisa piorou mais ainda, a lava subiu tanto que engoliu o lugar onde acampavamos, até o andar 6 estava coberto de lava.Isso não fazia sentido, nada assim havia acontecido antes.

O andar 15 estava quase pronto quando a lava inundou, e aquele era o lugar onde o Núcleo ficava.O Núcleo era um grande buraco no chão que descia 15 andares, tubos sugavam a lava convertendo-a em energia.Algo me veio a mente.Aquilo era exatamente o que Error queria, só podia ser obra dele... Por outro lado, não teria como ele fazer isso sem estar aqui.

Concluí que quando a dra. Abigail deixou o fio escapar, ele tomou conta da única coisa que poderia causar desastres naturais tão grandes, ele estava controlando A Coisa.

Eu precisava dar um jeito de parar A Coisa, mas se com Undyne e Firenze foi difícil, imagine sem ninguém.Mas era preciso fazer algo, então coloquei uma armadura e peguei a pinça que usei pra pegar fios, eu ia ter que pescar o fio da Coisa.

Pude ir até o portão nos fundos da vila sem interrupção, mas o portão estava bem mais forte do que da última vez, eu precisava de uma rota alternativa.Comprei um mapa das Ruínas e descobri um túnel que antigamente era usado como mina, ele dava em cima do centro do Subsolo.

Fuí andando pelo túnel, ele era bem espaçoso, feito de pedra polida, suportes de metal impediam o teto de cair, um trilho abandonado me levou onde eu queria, ao centro.Peguei uma picareta e comecei a abrir um rombo no chão, com cuidado para não desabar.Já estava grande o suficiente.Coloquei a cabeça pra fora, era muito alto, o Subsolo ainda estava destruído, em um canto acorrentado estava a Coisa.

Não sabia se ela estava dormindo, então decidi não fazer muito barulho.Fiquei observando-a por meia hora até que ela se levantou o máximo que pode, e cuspiu uma rajada de vento no teto, eu quase caí, era um tremor fraco, não podia ser sentido na superfície, mas Hotland estava acima de nós, certamente tinham acabado de acontecer explosões de lava.Desci até o chão com uma corda, com a Coisa acorrentada meu trabalho era mais fácil.

Escalei ela sem grandes problemas, ela se balançava, mas não podia me derrubar.

Fui até a "cabeça" da Coisa e comecei a descer pro seu nariz, a coisa fazia o urronem protesto.Então eu fiz uma coisa muito nojenta, enfiei a pinça no nariz da Coisa e puxei o fio, ele urrou mais ainda.

O fio era enorme, tinha um metro e meio, ele não tentou me possuir.Guardei-o na cintura e fui embora, a Coisa ainda urrava, mas não podia fazer nada.

Chegando em casa liguei pra Firenze e contei tudo a ela.Ela disse que viria buscar o fio pessoalmente e passar o natal com Gyaros.Descobri que o nível da lava não subia mais, mas também não abaixava, isso era bom, poderíamos extrair a lava e levar para outro lugar.

Isso levaria um mês, então fui aproveitar as férias adiantadas.

14/12/2003

Firenze apareceu lá em casa, ela estava usando uma capa vermelha que a cobria toda, 2 espadas flamejantes estavam presas na cintura, nas suas costas uma mochila marrom gigante, uma máscara branca de cachorro cobria seu rosto.

-Olá doutor. -cumprimentou ela.

-Olá.

Ela se sentou no sofá e tirou a capa e a mochila, deixando elas com a máscara de cachorro em cima da mesa.

-Você tem que ver isso.

Ela abriu o zíper e tirou 10 potes de vidro, dentro de cada um havia um fio, de todos os tamanhos, eles se contorciam dentro do pote.

-Como você achou tantos tão rápido?

-Eu descobri que eles servem como bússola, quando estão se contorcendo, não tem mais fios, quando apontam para uma direção, é lá que está o próximo fio.

-Por enquanto, está tudo normal. -observei

-Por enquanto...Então, o que tem para comer?

Fomos para a cozinha e ficamos conversando o resto do dia.



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