História O Diário Secreto de Sakura Haruno - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Hentai, Sakura Harem, Sasusaku, Yu-amae
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Palavras 6.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oh, voltei, passei a semana sem net, mas fiquei escrevendo com toda a vontade do mundo e saiu isssooo, se você ver erros, ignore, porque eu sou assim mesmo.

O ganhador do capítulo foi o Shisui porque duas pessoas votaram nele, agradeço a tudo, e fiquem espertas, escolham o próximo.

Capítulo 3 - Shisui Uchiha, o Bombeiro


Fanfic / Fanfiction O Diário Secreto de Sakura Haruno - Capítulo 3 - Shisui Uchiha, o Bombeiro

O som do seu sapato era a única coisa que se ouvia por aqueles corredores. Seu olhar era concentrado demais para desviar para outras portas, ou mulheres que não se sustentavam em pé ao deparar-se com o herdeiro de Fugaku Uchiha. Andou calmamente por entre o lugar se esquivando de alguns toques até chegar a sala que tanto queria. Puxou o ar para dentro dos pulmões ao girar a maçaneta e encontrar seu pai, do outro lado da sala na companhia de algumas mulheres.

Todas sorriram para seu lado, e apenas com um olhar severo o bastante, Fugaku fez com que todas aquelas se afastassem sem retrucar alguma coisa, deixando ele e seu filho a sós para uma conversa seja lá qualquer que fosse. Sasuke se ajeitou na hora em que a porta foi fechada, caminhou inexpressivo até seu pai e puxou a cadeira para se sentar.

- Não espera por você hoje - comentou o homem do outro lado, soltou a fumaça de seu charuto e Sasuke sorriu de canto, tirando seu terno para se acomodar melhor na cadeira. - O que quer?

- Minha mãe me ligou algumas vezes hoje, você não voltou para casa. Ela acha que ainda está na empresa, ou em qualquer lugar, menos no cassino que você levantou escondido de todos. - Levantou para ir até o bar e pegar uma bebida qualquer - A senhora Uchiha se sente sozinha dentro de casa, eu e Itachi somos seus alvos diariamente, eu principalmente.

- Você deve seguir os passos de sua mãe. É o filho mais novo, e aquele que ela mais gosta. - Sasuke riu de canto, colocando a garrafa de Tequila em cima do balcão do bar - Esse estabelecimento está me rendendo mais dinheiro que qualquer uma das empresas Uchiha, é divertido, e por ser divertido, precisa de atenção.

- Sua esposa também, você não acha? - Fugaku sorriu de canto. Seu cabelo estava jogado para trás, amarrado em um coque mais ou menos. Suas roupas não eram sociais, apenas uma camisa por cima escondendo a tatuagem nos ombros. A calça apertada, mas não o suficiente para denunciar seus quarenta e três anos. Ele era um homem sexy, ainda conquistava qualquer mulher que desejasse, mas ir para cama com qualquer mulher daquele lugar, não lhe servia, nem de aprendizado, nem ao menos de um prazer proporcional, apenas sua esposa e outra que jamais divulgaria seu nome.

- Eu me dedico a Mikoto com todo meu coração. Tem um cartão de crédito sem limites, não passo da meia noite, e faço o que ela quiser, quando quiser. Não posso dizer que sou um péssimo marido, eu sou um cara que anda na linha. - Sasuke voltou para a mesa e seu pai pegou um dos corpos servidos - O que você quer?

- Porque escolheu Sakura para ser sua secretária? - Fugaku o olhou na mesma hora, deixando de lado seu copo, e o charuto que fumava. Sasuke estranhou aquela atitude, o que o fez bater o copo na mesa de madeira e fitar seu pai com mais atenção.

- Bom, a Sakura é uma mulher muito bonita, e muito bem recomendada por meus amigos. Sempre ouvi dizer o bem que fez a empresa dos Senju, queria uma pessoa capaz de sucumbir nossos desejos, e fazer com que nosso negocio de família fosse mais além. Vi em Sakura algo que podíamos usar.

- O corpo dela? - Fugaku se deitou na cadeira - Sakura é bonita, tem uma mente peculiar, é educada, uma secretária boa de mais para ser real, mas isso, tudo isso, não explica o fato dela ter se tornando sua secretária tão rápido após demiti a que estava em nossa empresa a mais de dez anos, uma mulher de confiança.

- Se você não gosta dela, a demita - Fugaku levantou de sua cadeira, pegado o corpo de Tequila novamente e se virou para a janela ao lado - Eu vi em Sakura algo que toda pessoa que trabalha ao seu lado ver, competência.

- A Sakura é uma prostituta - Fugaku não pareceu abalado, Sasuke revirou os olhos e levantou - Você sabia disso?

- Eu sei de tudo, meu filho - disse calmo, pleno - ela não é uma prostituta, mas uma dançarina, muito sexy, vale ressaltar - Sasuke desviou o olhar - mas é talentosa, e sabe exatamente o que está fazendo.

Sasuke ficou calado, ouviu algumas coisas sobre aquele novo cassino, escutou seu pai falar sobre todo o lugar e aturou mulheres ao seu redor quando foi apresentado a algumas que não paravam de olhar. Ele podia simplesmente cair na cama de qualquer uma, não seria a primeira vez e com certeza, não seria a última, mas depois do jantar com sua mãe, tudo que queria era dormir em sua cama sem ninguém ao seu lado, e seu desejo foi realizado, mesmo que depois da meia noite.

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Sua mão deslizava pela barriga exposta, subia até os seios e descia ameaçando desfazer o nó da camisa amarrada. Virou de costas segurando as barras de ferro, desceu até o chão ouvindo os gritos de muitos homens. Deitou-se para trás, a fim de olhar para a multidão de homens enquanto procurava sua presa, mas não encontrou facilmente, virou seu corpo outra vez, engatinhando até o centro do palco como uma leoa pronta para dar o bote, fez menção de beijar o homem mais bonito da plateia, e aquele quase perdeu as forças na perna, o tocou porque achou que talvez aquele fosse escolhido, mas pelo olhar de lasciva, bruto, deixou de lado.

Não queria algo violento àquela noite, queria um sexo calmo, comportado, com direitos a tapas, mas nada de mordida. Deixou de lado jogando seu cabelo para trás, ficou de joelhos tocando em seus seios, os apertando, gemeu, suas pernas estavam molhadas de óleo e sua calcinha encharcada, não por homens, e sim pelo tesão que lhe atingia ao ser desejava por tantos homens, e não os querer de forma alguma.

Virou de costas novamente para levantar empinando sua bunda, notas de dinheiro voavam enquanto voltava às barras de ferro para segurá-la e rebolar como nenhuma outra fazia. Olhou por cima do ombro buscando sua presa, mas a música terminou, e assim, sua expressão sexy e poderosa. Desceu do palco pela parte de trás, uma vez que se decidisse voltar pela frente, seria atacada por muitos homens.

Encontrou suas amigas do outro lado, umas prontas para subir e brilhar, outras apenas terminando de fazer a maquiagem, como Karin, que olhava-se no espelho de mão enquanto finalizava seu rímel impecável.

- Você arrasa muito, uma rainha das barras de prata - Karin murmurou ao trocar de olho - Você nunca me ensinou a dançar assim.

- Para ser sincera, foi você quem tem me ensinado a rebolar tão intensamente - bateu na bunda da ruiva que soltou um gemido abaixando suas mãos. - Sigo suas instruções e ouço gritos de desejo.

- Não ensinei quase nada, você fez isso sozinha  - deixou suas coisas de lado e arrumou o vestido vermelho, que seria prontamente tirado ao avistar o homem com quem dormiria aquela noite - Ele está ai?

- Oh sim, e trouxe um amigo, bonito, algo, charmoso, mas... Não sei.

- Você ainda está bolada com o assunto do seu... - Olhou de um lado para o outro e Sakura se aproximou mais da amiga - Diário. Digo... Como ele pode ter aparecido na mesa do seu chefe? As únicas pessoas que sabem dele é você, eu, Ino e Hinata, e somos amigas desde sempre.

- Eu não sei. Mas irei descobrir - Sakura cruzou os braços depois de vestir sua jaqueta para cobrir o corpo - Vou tomar alguma coisa, dance, arrasa, explode e lembre-se - Sakura grudou suas testas - Suigetsu está louco para entrar na sua boceta e larga toda sua porra.

- Você é uma puta sem pudor - Empurrou a rosada que sorriu safada dando as costas para aquele palco e tudo que ele lhe oferecia.

Caminhou pelas beiradas até chegar ao bar, e dali, pode ver toda a apresentação de Karin e suas amigas, os gritos, elogios, tudo que qualquer mulher desejaria. No entanto, enquanto assistia suas amigas rebolarem, ainda buscava alguém para passar a noite, e sua busca foi em vão. Seria pouco homem naquela noite, ou a cabeça que não estava em lugar algum a não ser na conversa de mais cedo com se chefe, e a que teria no dia seguinte.

Não podia negar que depois de conversar com o Uchiha, correu para o banheiro, sempre levava dentro da bolsa um vibrador potente para saciar seu desejo, e depois de ver a cara de tesão de Sasuke, nada foi capaz de segurar aquele objeto e seus dedos enquanto os empurrava para dentro de si querendo sanar aquela vontade louca de trepar com o homem que pagava seu salário. Desejar em segredo, não era proibido, e não faria mal a ninguém. Todavia, ela sabia que um dia, um delicioso dia, teria que usar Sasuke para acabar com seu tesão, e isso não demoraria a acontecer uma vez que suas estórias a ser contadas chegaria ao fim, e ela dormiria com ele, e nunca mais o veria.

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A manhã chegava para expôs todas as horas da noite passava que Sakura perdeu ao invés de dormir. Seus olhos se abriram lentamente, olhou para o teto de seu quarto e percebeu a escuridão. Sentou na cama olhando para a grande janela ao lado, as cortinas impediam a luz do sol em outros dias, mas aquele não era o caso da manhã de terça-feira. Sakura pulou da cama andando até a janela de seu quarto, abriu uma fresta para olhar a diante, notou que o céu ainda estava escuro, ou seja...

- Acordei cedo - disse para si mesma andando em direção à saída do quarto - você não pode se mostrar ansiosa para contar sobre sua vida para Sasuke Uchiha, você é Sakura Haruno, uma linda mulher preparada para montar no primeiro homem que não mostrar apenas um sorriso bonito - chegou a cozinha pegando a chaleira, ligou o fogo e virou para ao balão de mármore que ficava bem no meio do compartimento - mas um cara com um corpo gostoso que tenha um sorriso mais gostoso ainda.

Foi ao armário pegar uma xícara, o pote de biscoito e saiu da cozinha, entrou na sala atravessando todo o lugar e se jogou no sofá - Lembre-se que você é poderosa, e qualquer homem morre aos seus pés - se olhou no espelho do teto daquela sala, era tão sexy deitar-se no sofá depois de uma noite na boate e olhar para seu rosto satisfeito, depois de uma boa transa e um orgasmo para ser lembrado.

- Você é linda, poderosa, gostosa, e perfeita - repetia essas palavras para jamais esquecer. Era assim que se sentia, era assim que sonhava em se sentir. Quando a chaleira alertou, levantou correndo, fez um delicioso chá de camomila e teve a certeza de que deveria levar um pouco para seu chefe.

Tomou um banho de banheira especial, com bastante espuma e viu o sol nascer de frente para sua janela, sem nenhuma peça de roupa. Ser secada pelos raios solares era sexy, demais para sua mente, como uma pela imagem para ser lembrada.

Naquele dia, Sakura lembrou-se prontamente da conversa que teria com Sasuke, e se arrumou para isso. Colocou um vestido preto, ressaltando os seios no decote. Os saltos eram vermelhos para combinar com o batom e o colar com uma pedra no final. Sem pulseiras ou anéis, penteado ou outra coisa. Apenas penteou seu cabelo e jogou para trás, pronta para pisotear o coração de qualquer homem. Sakura se sentia poderosa para isso, e não via mal algum, nunca vemos mal algum em se sentir bem consigo mesma, em ser capaz de fazer o que quiser com o coração de uma pessoa que claramente, não fará bem ao seu.

Mal?

Egoísta?

Coração frio?

Mal compreendida?

Enganada?

Traída?

Sim, tudo isso, mas Sakura foi capaz de passar por cima de tudo isso, e hoje, podia se olhar no espelho e ter a certeza de que homem nenhum, brincaria com seus sentimentos de novo, ela quem seria a dominadora, e acabaria com qualquer vestígio após o ato.

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Fez sua rotina de sempre, desceu o elevador do seu prédio e o táxi já a esperava. Desceu uma rua antes do trabalho para comprar o seu café, daria para Sasuke o chão que trouxe consigo, muita cara de pau? Claro que sim. E ela admitia isso. Subiu sorridente para seu andar, atraindo atenção de todos os outros executivos que trabalhavam ali, até mesmo aqueles com quem ela já teve o prazer de dividir a cama, uma vez que homens sérios de mais, procuravam medidas gostosas para saciar o estresse. E se fosse bonito, atraente, rico e bom de papo, Sakura não pensava nem duas vezes para ir além dos limites e ter o que queria.

Ao entrar no escritório, notou que não fora a primeira daquele dia. Fechou a porta e andou até sua mesa, olhando fixamente para a sala de Sasuke, onde o encontrou sentado de olhos fechados, como se pensasse em alguma coisa com ajuda de uma caneta entre seus lábios. Sakura soltou sua bolsa enquanto ria, não queria pensar em nada insano para fazer tão cedo naquele lugar.

Pegou o chá que havia trago e se dirigiu a sala de Sasuke, assim que abriu a porta, espantou o homem que se ajeitou na cadeira permitindo sua entrada.

- Bom dia, senhora Uchiha - disse ela, elegante, gentil, educada, sexy de mais para o olhar de Sasuke que não desviou, olhou para a mulher desfilar pela sala indo até o mine bar para pegar um copo de vibro, colocar em uma bandeja enquanto despejava uma água verde, porém, Sasuke não olhava para nada daquilo, e sim para as pernas de fora, o salto vermelho... - Eu sei que o senhor não teve uma noite muito boa - Sakura disse ao se virar, Sasuke desviou o olhar. - Precisa de alguma coisa para se acalmar.

Colocou a bandeja em cima da mesa, Sasuke deixou a caneta de lado e encarou o copo com uma expressão confusa e logo arrastou seus olhos para os verdes de Sakura.

- o que é isso?

- chá de camomila, ajuda você a controlar a ansiedade - Sasuke não hesitou em pegar o copo e tomar dois goles sortidos e virar de lado olhando atentamente para a rosada em sua frente. Maldita mulher. - Está bom?

- Isso não vai me ajudar. Quero que marque um jantar com minha mãe e Itachi em qualquer dia da outra semana, eu preciso de alguma coisa para fazer com que minha mãe fique calma.

- Itachi ainda não voltou para casa? - Sakura perguntou nostalgia, e Sasuke o fitou - Lembrou-se dele dizer que morar com seu melhor amigo era melhor que acordar com os gritos de sua mãe. A senhora Uchiha deve se sentir sozinha, uma vez que Itachi se casou depois de sair da casa do amigo, e o senhor, não para em casa.

- Esse chá está bom, mas prefiro o café preto.

- Não trouxe.

- Mas trouxe para você, eu quero - Sakura jogou o cabelo para trás, atraindo atenção para o decote, Sasuke tomou mais um longo gole.

- O chá, é como um remédio, e o café, podem destruir sua mente, e cortar o efeito do chá, por favor, tome e fique bem - Deu as costas rebolando até sair na porta, pelo menos, não antes de olhar para Sasuke novamente e sorrir, incentivando-o a tomar mais outros goles até terminar toda aquela porcaria e limpar os cantos dos lábios com as costas das mãos.

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     Sasuke não se mostrava desesperado, tão pouco ansioso por aquela conversa ao meio dia. Não, nada disso. O chá havia realmente surtido efeito, uma vez que sua curiosidade foi rebaixada, e sua vontade de correr até a Haruno e perguntar com sábias palavras o quem fora o primeiro homem após o outro que lhe feriu o coração, Idate Morino. O conhecia de vista, sua família era dona de uma construtora, muito bem elaborada, bonita, era rica em conhecimento e guardava muitos bons engenheiros, Idate era um deles. E em meio aos seus papéis, Sasuke se pegou imaginando a expressão de surpresa que Sakura faria ao ver o homem que lhe prometeu tudo, e logo a deixou para trás.

     Não seria como uma tortura, pelo contrário, a Haruno era forte, destemida, costumava sorrir para causas impossíveis e trazer uma solução. Não tinha duvidas das palavras de seu pai, Sakura era de fato uma mulher inteligente e sociável, bonita, astuta, perfeita. Levantou os olhos para a porta, e mais além enxergou Sakura, que mias uma vez era cortejada por um dos meninos que passavam ao seu lado, seu sorriso denunciava curiosidade, mas nada além disso.

     Voltou para seus documentos. Estava muito satisfeito com as reformas no novo logo da empresa, mas lhe faltava algo, algo que deixasse claro quem o fez. Com os pensamentos ao longe, ele só notou a presença de outra pessoa quando um copo de café sem açúcar com seu nome escrito pelas bordas foi colocado em sua frente. Ele ergueu o olhar e viu Sakura parada diante de si como uma das mais belas imagens. Fechou a planilha e pegou o café, tomando-o rapidamente.

     Junto de Sakura, ela trazia outras questões sobre o logo, e a noticia de que depois do almoço, a sala de reunião lhe esperava para mais uma reunião sobre o assunto da semana passada, o novo logo da empresa Uchiha, que por muitos anos, foi apresentado por um leque escuro, mostrando resistência até o momento, mas Sasuke queria mudar aquilo, uma vez que estava na frente de todo aquele lugar. Fugaku encontrará outra fonte de lucro para ganhar dinheiro, isso incluía Sasuke e Itachi, seus herdeiros, mas não fazia o estilo do Uchiha.

     Depois de deixar tudo para Sasuke, a rosada voltou a sua mesa, destemida, rebolando e sabendo que encantava, seduzia e trazia mais curiosidade ao homem que ficaria de frente depois. Chegou a sua mesa encontrando uma rosa avermelhada, bonita e cheirosa, trazida por mais um dos advogados da empresa debaixo, e por mais que amasse aquelas mãos grandes por seu corpo e todos os presentes que lhe eram enviados, não se sentia pronta, ou vontade para rolar naqueles mesmos lençóis.

Esperou com paciência todos saírem para o almoço naquele dia, pediu cuidadosamente o que queria, e uma salada simples para Sasuke, visto que o homem não tomou café logo pela manhã, não comeu nada, e precisava de algo leve para seu estomago. Ainda não entendia o motivo de sempre cuidar dele como se fosse um parente seu, mas não passava de um mero homem com qual queria dividir...

- Ah, pare com isso Sakura - se repreendeu enquanto levantava ao chamado do segurança que guardava o andar. - Você tem que se controlar na frente de seu chefe para não o encarar de forma errada e ele notar seu desejo - sussurrava para si mesma.

Se alguém houvesse, seria facilmente taxada de louca, mas Sakura não tinha tantos amigos na cidade para sair contando suas coisas. As meninas da boate tinham suas vidas; Karin gostava de um cara que odiava o fato dela se recusar a deixar aquela boate e namorá-lo descentemente, sempre disse que homem nenhum podia colocar uma coleira em seu pescoço e ditar seus passos. Por um lado, Sakura achava rude de sua parte, se ela gostava, porque não cair naquele relacionamento de cabeça, mas logo se lembrava do que Idate foi a sua vida, e do que lhe mostrou. Por outro, Suigetsu era abusado, um homem culto, mas que se apaixonara por uma mera dançarina de boate, prostituta e liberta da vida pesada.

Aquilo, não seria normal.

E também tinha Ino, uma mulher cuja moral já não existia, dormia com dois homens desde sempre, seus amores, seus primos, seus amantes e nada mais. Não sentia vontade de sair dali, vivia bem ao lado de pessoas que amavam e amor para dar de sobra. Quem iria sentar e ouvir sua amiga falar seus dramas tendo mais o que fazer?

- Senhorita Haruno - o guarda lhe deu o almoço que foi deixado, passou o dinheiro para o homem que assentiu olhando duas vezes para o decote generoso, e Sakura iria usar aquilo, não com aqueles homens, não com qualquer pessoa. Deu-lhes as costas e voltou pelo mesmo caminho.

Parou em sua mesa para olhar-se no espelho, estava perfeita como sempre, ajeitou toda a bandeja e respirou fundo antes de levantar e assim que deu o primeiro passo, parou ao ver Sasuke sair da sua sala e andar em sua direção. Ambos se encaram quando chegaram perto e Sasuke lhe tomou a bandeja de forma delicada e moveu a cabeça, a chamando em um pedido mudo. Sakura o seguiu pelo corredor que dava a sala de reunião e assim que entraram, as luzes foram acessas. Andou calmamente pelo lugar ouvindo apenas o salto de seu sapato ser ouvido, e quando Sasuke se sentou em seu devido lugar, no fim da mesa, Sakura se assentou ao lado esquerdo, olhou para o homem que havia colocado a bandeja na mesa e sorriu.

- Este é um bom lugar para uma conversa do nível - ele comentou, dobrando seus dedos para servirem de apoio ao rosto másculo - seu chá não funcionou corretamente, ou eu deveria vir atrás de você antes do meio dia?

Sakura olhou para o relógio ao lado quando um pequeno som foi ouvido, agora sim era o meio dia, e o horário de almoço havia começado. Ela sorriu, colocando o cabelo atrás da orelha e nada lhe respondeu. Puxou a bandeja para sua frente, com um sorriso no canto dos lábios e o olhar fixo em outro canto. Sasuke achou aquilo como uma grande e devota tortura, ela o queria ver maluco, dentro daquele vestido e ousando vestir algo que lhe desse tesão ao extremo. Não importava se já a tivesse visto com saias menores e blusas mais transparentes, a forma com que ela se vestia, tão sensual, exposta, mas nada vulgar, o fazia endoidar.

Mas o orgulho, trabalho, profissionalismo, vinha em primeiro lugar. Nada de sexo para ele e aquela mulher que fazia com que os pelos de sua nuca arrepiassem apenas com o tom de voz, ou melhor, apenas com o modo com que sorria para tudo que ele pedia - ou mandava em momentos estressantes.

- Deveria ter trago mais chá, eles me ajudam bastante em algumas manhãs - contou, quebrando o silêncio. Colocou o prato de salada na frente de Sasuke, e o Uchiha só não reclamou pela falta de carne, porque havia um montinho de tomates rodeados e suculentos de um lado - ajudam há passar o dia.

- Devo imaginar o porquê - ele pegou os talheres e notou que Sakura o fitava sem expressão, logo a rosada suspirou pegando os seus talheres também.

- Espero que não me veja como uma prostituta, eu não sou este tipo de mulher - pediu claramente interpretada mal, Sasuke assentiu.

- Eu não consigo vê-la como tal.

- Obrigada - respirou intensamente desta vez.

- Você pode continuar de onde parou, ou melhor, contar sobre o primeiro homem com quem dormiu. - Sakura riu e o fitou. - Li as primeiras páginas e você sabe disso, não havia nomes, apenas descrições, e se não fosse pelas convinhas descritas tão repetidamente, diria que tenha dormido com minha pessoa.

- Não me admira, Shisui Uchiha é seu primo, não? - Sasuke soltou os talheres dentro do prato e fitou Sakura sem reação, a rosada perfurou um pedaço de frango e levou a boca, o mordendo com delicadeza, encarou o Uchiha com um sorriso em seguida, e jogou os ombros para trás. - Bom apetite, senhor Uchiha.

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Dois meses.

Dois malditos meses que não dormia com nenhum homem desde que chegara a cidade nova.

Idate havia sido seu último, e por incrível que fosse parecer, ela não se sentira atraída por nenhum outro, para chegar a aquele tipo de intimidade. Talvez alguns beijos no trabalho novo, fora do mesmo, claro. Amassos com alguns homens da boate, mas nada que pudesse condenar à rosada, ou reacender seu fogo e cair de fato em cima de um homem e foder sem pensar duas vezes, e aquilo, certamente, deixava seu corpo sem opções a não ser, procurar por alguém... Rápido.

- Não acredito que tenha segurado tanto tempo - Ino comentou do outro lado do balcão, Sakura terminava sua bebida e não sorriu ao ouvir aquilo, apenas concordou - você precisa de um bom homem. Aproveita que hoje é sexta-feira e apegue seu fogo de alguma forma.

- Não era para me sentir assim - comentou algo e Ino riu - me sinto tão excitada quando estou lá, quero simplesmente pegar alguém e fazer com que seja meu, mas na hora, eu acabo não achando bom ir até o final, paro nos beijos.

- Aproveita que você ao menos pode escolher, não trabalha aqui para isso. -Sakura concordou olhando ao redor, e mesmo que seus olhos procurassem pelo macho certo, não o viam. - Vai dançar um pouco, você pode encontrar alguém capaz de tocar em você melhor que tu mesmo.

E com aquelas palavras, Ino a deixou sozinha para atender um cliente. A rosada aceitou o conselho e se dirigiu a pista de dança, junto com algumas garotas, Sakura dançou sensualmente, com toques ousados, balanços e rebolados na medida certa, nada comparado ao que fazia em cima do palco, mas ao ponto de esfregar-se em uma das garotas e beijar seus lábios.

Bebidas, corpos suados, música alta, toques leves, toques ousados... Pegada firme, forte, potente, seu corpo fora puxado para trás e o que sentiu foi algo duro encostar-se a sua bunda como se estivesse pronto para adentrar seu corpo e domá-la sem formalidades... Sexo agressivo, gostoso, com direito a acabar com seu fogo? Talvez sim, talvez não, a pegada era firme, aquele cheiro de álcool preencheu o lugar tão como o de perfume másculo caro, ela sabia. Virou seu corpo para ver o tal homem que descia e subia suas mãos pelas pernas da Haruno, lhe causando um calafrio gostoso, ela tinha que apagar aquele fogo de algum jeito.

Seus olhos brilharam ao olhar para o rosto do homem, era branco, completamente, bonito e maduro, com uma barba pequena, mas ainda assim uma marca charmosa. O cabelo não era grande, com alguns cachos mal feitos, sensual, sexy, bonito, charmoso, gostoso. Um homão. E claro, depois de sentir o que tinha por de trás daquela calça folgada, se apegou ao homem dançando sem pudor, esfregando seu corpo ao dele, e tocando também seria ousada, abusada, sem ser vulgar.

Suas necessidades estavam em primeiro lugar, não daria conversas, ou ilusão de que aconteceria novamente, era apenas sexo e ficaria somente nisso. Se valesse a pena, podia salvar no contato, ou apenas deixar de lado mais tarde. Sua voz era grossa, uma puta voz de cantor gostoso, cheio de tesão. Seus lábios estavam loucos para alcançar os dela, mas Sakura não deixaria que isso acontecesse antes de saber o que ele pretendia.

Esquivou-se até se separar para atacar outro qualquer, uma das garotas que conheciam foi até o homem para dançar, e ele dançou sorridente, grudento, mas não tanto quando foi com Sakura, era nítido o desejo por ela quando se entreolhavam ao longe. Fugiu dele mais duas vezes, e na mesma hora, estava diante do homem que dançava chamando atenção de muitas mulheres, e depois disso, achou que estava na hora de mostrar por quem ele estava interessado naquela noite.

- Sou Sakura Haruno - ela disse ao voltarem a dançar, porém, saíram da pista logo depois.

- Shisui Uchiha - foi formal ao pedir a delicada mão de Sakura e beijar a mesma. Assim que se sentaram no balcão, Sakura notou a camisa que o mesmo usava; era uma preta, colada no corpo e do lado direito do peito o símbolo dos bombeiros. Ah que sorte, iria apagar seu fogo com um puta bombeiro. - nunca vi você dançar na pista - ele disse, atraindo atenção de Sakura.

- E já me viu dançar em outros lugares?

- Felizmente, aquele palco se tornou meu prazer ao vê-la subir nele - o homem se aproximou de Sakura dando beijos em seu pescoço enquanto agarrava sua cintura, foi subindo por sua costa arrepiando a rosada e quando chegou a nuca, agarrou a mesma, a pegada forte fez a Haruno soltar um gemido, quase abriu as pernas para que ele a fodesse ali mesmo - você podia dançar em outro lugar para mim, apenas para mim.

- Não costumo fazer shows exclusivos. - Shisui a trouxe para mais perto, seus rostos estavam próximos e uma esperança de beijo era dada ali, mas a rosada negou outra vez, não cederia fácil, ela não seria qualquer uma, não, jamais. - Mas para você... Talvez abra uma exceção.

- Assistirei com devoção. - ele a soltou e Sakura o puxou pela camisa o agarrando com as pernas e o beijou ali mesmo, o homem deixou que o susto o possuísse, e se deleitou com o gosto daqueles lábios vermelhos. Seu membro estava totalmente duro e pronto para ter aquela mulher e se não saíssem dali, a foderia em cima daquele balcão na frente de todos.

- Vamos para outo lugar.

- Motel, minha casa, sua casa, meu carro, meu quartel, qualquer lugar - Sakura sorriu descendo no banco e cruzou os braços - o motel mais próximo, o melhor da cidade talvez.

- Faça - O homem sorriu de canto enlaçando sua cintura e não contou para nenhum de seus amigos onde passou a noite.

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Sakura levantou os cílios e encarou o olhar fixado do Uchiha em sua pessoa, a comida intocada esfriava de acordo com que a estória esquentava, a rosada sorriu um pouco e levantou a cabeça para o homem que desviou para o prato.

- Quer escutar até o final?

- Você transou com um primo meu - ele repetiu e sorriu com sarcasmo - não sei se isso é sorte, ou azar do mesmo.

- Talvez sejam os dois, senhor Uchiha - Sakura abaixou o olhar depois de ajeitar o cabelo, aquele movimento atraiu a atenção de Sasuke completamente. Tão sensual e desprovida de imperfeições, tão linda e ao mesmo tempo misteriosa, sexy, mas nada além da conta, sem a vulgaridade para ser estampada. - Dizem que quem dorme em minha cama tem uma sorte grande, mas nenhum home se deitou nela - riu sem humor e levantou a cabeça - o azar seria do homem que esperasse por mais de uma transa que escolhi o dia, a data e o lugar para acontecer.

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O motel que Sakura escolheu não fora qualquer um, e fez com que o homem perdesse todo e qualquer vestígio de sanidade ao entrar por aquela porta. Os beijos eram molhados e depois que a porta se fechou Sakura não se conteve, seus beijos foram agressivos ao se colocar diante do homem e puxar seus cabelos trazendo-o para si, e assim que o mesmo tocou em seu corpo passando suas mãos grandes por sua bunda a fim de tirar o vestido, ela parou.

O empurrou em cima da cama que ficava em frente à porta, não se ligou nos detalhes do quarto, tudo que queria era poder desfrutar de um corpo bonito e satisfazer seus anseios. O moreno a dizia o quanto era linda, enquanto puxava seu vestido para cima revelando o corpo nu. Andou como uma gata pronta para atacar, subiu na cama indo até os lábios do homem e dando outro beijo. Ah, nada se comprava ao prazer de tocar em um corpo como aquele depois de dois meses sozinha em sua seca solidão. Idate não habitava mais seus pensamentos, não aqueles que traziam paz a sua mente, como por muito tempo foi.

Quando o beijo terminou, Sakura ficou o olhando de cima, analisou bem aquele rosto, se aproveitaria apenas uma vez e o deixaria marcado, relembrando daquela noite até não querer mais. Deslizou seus lábios pelo pescoço do homem que agarrou sua cintura, mas ela levantou novamente, tirando suas mãos dali. Não seria como ele queria, e sim como ela desejava, e só estava começando.

Ao sentar no colo do homem, Sakura puxou a camisa que estava arrumada para dentro da calça preta; homens bem arrumados a excitavam tanto que havia como segurar sua vontade de foder. Caso sério. Na realidade que lhe cercava e naquela noite ao lado de Shisui, o bombeiro que apagaria o fogo que fazia com que seu corpo ficasse mole e cheio de malicias. Quando a camisa foi retirada, ela tratou de tocar no cabelo de Shisui novamente, e logo o trouxe para perto, oferecendo seus seios para serem sugados. Fechou os olhos ao sentir a língua morna rodear a áurea a causando calafrios. Gemeu rebolando em cima dele esfregando-se lentamente para sentir o volume abaixo de seu corpo.

Ah, como não gemer com aquilo? Shisui sabia perfeitamente o que estava fazendo, e ao prender um dos mamilos entre seus dentes, o fez gemer ao ter a visão de Sakura entregue em seus braços, mas sabia que não era completamente. Ele a tocou sem medo segurou os seios massageando um enquanto lambia e mordia o outro, sem fechar os olhos, assistindo as caretas de tesão pelo homem aumentar. Aquilo fazia seu ego subir em alto nível.

- Cheirosa... - Sakura ouviu e gostou se esfregou mais atentamente e se afastou, o empurrou na cama tirando completamente a camisa e beijou sua boca por segundos, desceu pelo pescoço beijando o peito largo. Ah, que gosto teria aquele gato?

Quando chegou a cintura, olhou maliciosa para ele enquanto desafivelava o cinto sem rodeios, e assim que conseguiu libertar o falo, seus olhos brilharam, era grosso, não grande, mas grosso e apontava diretamente para sua boca. Sakura o tocou abaixando um pouco mais a calça e não esperou mais ao colocar sua boca sobre a glande úmida. Ah, como era gostoso, depois de tempos saciaria suas vontades com um belo homem e com gosto agradável. O lambeu lentamente, rodeando seu membro enquanto o fitava, desceu até as bolas passando a língua em toda extremidade e voltoui subindo, ao chegar à glande, desceu o colocando na boca.

O gemido do moreno foi alto, ele ergueu sua costa, desesperado, olhou para baixo, para a boca que cobria seu pênis por segundos e o tirava, colocava, tirava. Ah, como sentia tesão. Suas pernas tremiam, enquanto a mulher estava se divertindo. Aquela loucura se tornou mais intensa quando ela o masturbou, subiu em seu colo para um beijo caloroso, e ele não aguentou, tentou mudar as posições, mas ela o impediu, pincelou o membro por sua boceta molhada e ele gemeu segurando a cintura dela. Simplesmente, urrou de prazer quando a penetrou. Sakura fechou os olhos segurando seus seios, levantou a cabeça para sentir tudo em seu corpo.

Era delicioso, embora não a preenchesse por completo, mas seria o suficiente para aquela noite. Oh, como seria. De olhos fechados e levando as mãos para trás, a fim de se apoiar nas cochas cobertas do homem, Sakura levantou seu quadril, subiu e desceu lentamente para logo começar no seu ritmo, e aquilo fez toda a cabeça daquele homem mudar. Friccionou suas pernas a preenchendo completamente, ouvindo sussurros e gemidos, nada alto, era um soado de anjo, gostoso e sensual.

Shisui a olhava com admiração, aquele corpo todo sendo seu por uma noite, olhou para baixo onde seus sexos se conectavam e não ocultou o urrado ao vê-la rebolar e enquanto descia e subia. Rapidamente ele a virou na cama, assustando a rosada que ficou de lado, levantou uma das pernas dela e uma tapa foi desferida, Sakura gemeu e a penetração aumentou de velocidade, fazendo-a arfar e puxar os lençóis. Homens bons de cama são aqueles que não reparam para o tamanho do mastro, apenas o usa de forma certa, e aquela sim era uma boa foda para esquecer Idate Morino.

Apertando os lençóis, Sakura virou o rosto para colar ao do homem que no momento seguinte começou uma seção de beijos molhados, mordidas em seus lábios e quando cansou, seu quadril passou a entrar e sair lentamente, mas com estocadas fortes, que faziam todo o corpo da rosada sacolejar. Ela ria, gemia, apertava os lençóis e arranhava o braço que batia em sua bunda de dez em dez segundos.

- Está gostoso para você? - ela perguntou lentamente, após outra penetração, e outra, mais outra.

- Está perfeito... - ele deu outra tapa - estou salvando você de alguma coisa?

- Senhor bombeiro, meu corpo está pegando fogo - ela brincou, e o homem sorriu. Saiu dela e se sentou, Sakura abriu suas pernas e fora puxada para mais perto. - me chupa, eu preciso.

- Eu apago todo tipo de fogo - O primeiro toque de sua língua naquela boceta encharcada fez a Haruno jogar o corpo para trás - Gema.

- Faça com vontade. - Ele obedeceu, passando sua língua por todos os lugares enquanto que seus dedos abriam o caminho - estou molhada o suficiente?

- Com certeza não - Shisui não estava em sua consciência normal, e não usou força para fazer com que Sakura gozasse apenas naquele ato, mas adorou vê-la inundar sua boca e girar na cama pedindo para ele a foder mais.

Rapidamente segurou aquela bunda desejosa e a penetrou completamente, adentrando fundo e a tendo até o fim de suas forças, onde gozou desesperadamente fora dela sujando os lençóis, seu corpo amoleceu depois daquela transa, e ele ficou por se tocar até que parasse de gozar, e ao fazer isso, teve Sakura lambendo cada vestígio sujo em seu corpo pela porra exposta, com aquela visão gostosa, ele deitou na cama para dormir, tal como a mulher ao seu lado.

.

.

Sasuke fechou os olhos abaixando sua cabeça, e a rosada apenas sorriu. Não, ele não acreditava que Shisui havia possuído o corpo da sua secretária tão intensamente. Já achava estranho nas poucas reuniões que tinham em família ele a olhar com tanto desejo, e ela seque pensar em dar atenção a sua presença, achava estranho, e agora, entendia por que. Certamente, aquela fora a noite mais gostosa da sua vida, a mais de três anos atrás, e olhar para Sakura hoje ainda mais gostosa, devia foder de mais com a mente daquele homem.

Sasuke desceu discretamente uma mão para esconder sua ereção, ou nem tanto, massageou seu membro e o segurou simplesmente, isso seria considerado um crime caso Sakura visse, ou se já não tinha visto, uma vez que toda sua estória o deixou iludido, pensativo, imaginou cada cena, detalhe. Imagine ele deitado em uma cama enquanto ela o cavalga sem puder algum, com movimentos circulares vendo seu pau entrar e sair daquela boceta rosada - certamente - entre as pernas longas que a escondia. Droga de pensamentos impuros, maldita mulher, diário...

- Ao amanhecer, acordamos juntos, e fui para casa, não havia mais interesse por minha parte - Sasuke não abriu os olhos, tão pouco subia sua mão, estava com vergonha, excitado, querendo sentir aquela boca em volta do seu falo duro.

Não.

Não.

NÃO.

Não podia pensar assim, agir daquela forma, ele que pedira para ouvir e adorou toda aquela estória, mas... As consequências vieram com força bruta.

- Você quer ajuda com isso? - Sasuke arregalou os olhos e a fitou imediatamente. Seria sua chance de jogá-la naquela mesa e provar das mesmas coisas que seu primo no passado.

- Claro - O que ele estava fazendo? Quebrando as regras? Cadê a conduta do trabalho, cadê o "agir profissionalmente" na frente dela? Sakura levantou arrumando sua cadeira ajeitou o cabelo e rodeou sua cadeira, fechou os olhos, aquilo seria gostoso, e ele estava mesmo precisando. - Com sua licença.

Sasuke abriu um olho, e depois o outro, notou a mesa vazia e Sakura se afastando com as bandejas. Rapidamente se deixou cair na cadeira... O que os pensamentos pecaminosos não o faziam imaginar. Olhou para baixo onde seu membro ainda estava duro, como roxa, ousou ainda olhar para a porta e desabotoar sua calça, passou a mão por cima querendo fazer com que voltasse ao normal, mas quem conseguiria fazer isso depois de uma bela estória de sexo casual com uma mulher bonita e que não podia tocar?

- Senhor - Sasuke levantou as mãos rapidamente e Sakura sorriu - até amanhã. - E saiu novamente, Sasuke fechou os olhos outra vez. Não sabia se estava disposto a ouvir mais uma estória de Sakura.


Notas Finais


AHHHH, o que acha? Mas e agora, quem foi o próximo com quem a Haruno dormiu após aquela noite? Indiquem seus homens, comentem o que acharam.


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