História O dinheiro não compra amor - Destiel. - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel
Visualizações 112
Palavras 1.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então, é isso. Eu me matei pra escrever essas mil palavras, por isso eu quero ver comentários, só peço isso.

Capítulo 1 - Um jantar interessante.



Se olhar para o relógio fixamente matasse, então eu estaria morto.

  Estava esperando alguma coisa para fazer na sala, como conversar com Charlie ou ler um bom livro que está repousado embaixo da minha mesa.

Naquela manhã todos na minha sala tiveram uma prova surpresa, incluindo (obviamente) eu. Mas a prova estava tão fácil que já terminei, mas até agora ninguém mais além de mim.

  - Vocês tem cinco minutos.- Disse a diretora Rowena, a tia de Charlie. Rowena fora da escola é uma mulher muito divertida, que adora uma boa fofoca e sabe fazer piadas; mas a Rowena dentro da escola não atura nenhuma piada, detesta alunos que ficam cochichando e tira pontos por tudo. - Os alunos que já terminaram podem sair.

  Levanto-me da carteira e saio da sala de aula, descendo todas as escadarias na direção da saída.

A escola 'Supreme Cross' fica à quilômetros de qualquer lugar com sinal de vida, e como eu não tenho carro tenho de esperar meu irmão vir me buscar.

  - CASSIE, ME ESPERA SEU IMBECIL. - Paro de andar ao ouvir Charlie me chamando.

  - Pensei que você ainda estivesse fazendo a prova. - Digo a ela que chega perto de mim arfando, pelo esforço de correr todas essas escadarias.

  - Eu terminei sim, só não me movo para a minha tia não me arrancar o coro, você sabe como ela é rigorosa. - Fala Charlie. Que arregala os olhos e me agarra pelo braço. Me fazendo gemer de dor. - Ei, você viu que tem um aluno novo na escola? 

  - Sério? - Pergunto com um tom de falso interesse. - Quem?

  - Um tal de Samuel Alguma-Coisa.

  - O quê? - Olho para ela que apenas dá de ombros. 

  - Acho que é Westchester. Sei lá, não sou obrigada a decorar nomes. Sem falar que eu fiquei ocupada demais olhando para o rosto dele em vez de ficar lendo o nome e eu.... - Charlie é interrompida pelo som do sinal do fim das aulas. Que - graças ao bendito Jesus- fez com que ela parasse de falar.

  - Tchau Charlie. - Digo ao avistar o carro de Miguel á alguns metros de distância.

  - Oi Cassie. - Fala Miguel ao eu entrar em seu carro. Seu tom de voz era sério, o mesmo que as pessoas usam para repreender um cachorro por ter feito xixi no tapete. - Precisamos conversar. 

  "Uh-Oh, sinto que estou ferrado". 

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Ao chegar em casa corro para o meu quarto e me troco rapidamente,  colocando um pijama.

Em seguida ando até a cozinha para começar a preparar o jantar. Miguel e Gabriel não sabem cozinhar, e Miguel é muito mão de vaca para pagar alguém para cozinhar, ou seja, sobrou para o lindinho aqui.

- Boa noite Cassie. - Disse Gabriel entrando na cozinha e abrindo a geladeira, provavelmente para roubar os chocolates franceses que Miguel ganhou de presente da perseguidora Anna.

- Cara, eu vou te contar viu. - Diz Gabriel de boca cheia, com uma caixa em forma de coração nas mãos. - Essa tal de Anna é doidinha de pedra, persegue o Miguel sem motivo nenhum, mas sabe comprar chocolate.

- Isso porque você não viu o bilhete que veio junto à caixa, ou as flores da semana passada. - Fala Miguel, que apareceu do nada na cozinha, fazendo Gabriel gritar de susto.

- Ai Satanás, tá brotando da terra agora é? - Diz Gabriel com a mão no peito.

- Sim. E, claro Gabriel. Pode pegar os MEUS chocolates. - Retruca Miguel. 

- Não que faça diferença para vocês, mas eu estou tentando cozinhar. Então se for para vocês ficarem se alfinetando, façam isso fora da minha cozinha, por favor. - Digo para os dois. Não preciso me virar para saber que me fuzilam com o olhar.

- Se a casa é minha, como a cozinha pode ser sua? - Pergunta Miguel.

- Se a cozinha é só sua. Então por que eu sou o único que a usa? - Miguel não me responde. - Afinal, o que você queria falar comigo?

- Eu queria dizer que iríamos jantar fora, mas voce foi correndo para o seu quarto. Se arrume, tem uma hora. Vai ser um jantar formal. - Seus passos ecoam por onde ele passa.

"Desgraçado".

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- Já colocaram os cintos? - Pergunta Miguel ao entrar no carro.

- Por quê nós precisamos ir para este jantar com você. Não somos donos de empresa alguma. - Diz Gabriel. Ele detesta todas as coisas relacionadas à trabalho ( Gabriel sempre foi meio preguiçoso). Eu tenho certeza de que se ele pudesse, passaria vinte horas só dormindo.

- Você vai saber quando chegarmos. - Responde Miguel. 

Os poucos minutos que passamos no carro foram silenciosos e agonizantes. Ao chegarmos, Miguel entregou a chave de seu carro para o manobrista e entramos no restaurante.

Chique é muito pouco para descrever esse lugar. A entrada tem uma luz dourada, com a melodia de algum clássico que eu não conheço ecoando por todas as direções, e diversas fragancias deliciosas rondando o ar à minga volta. 

- Sigam-me. - Diz Miguel, que anda até um balcão de madeira segurando a minha mão. Boa noite, Novak, mesa para seis.

- Deixe-me checar. - O balconista ( que tem um crachá com o nome de Fome*) digita algo no computador. - Tudo certo. Morte*, venha aqui por favor. - Um homem que estava atrás de nós caminha até o balcão.  - Leve wstes cavalheiros até a mesa deles. - Pede Fome.

Morte nada diz, mas meneia a cabeça,  como que dizendo "Me Sigam".

- Bem - vindos ao restaurante Quatro Cavaleiros. Sou Guerra* e serei o seu garçom esta noite, gostariam de pedir?

- Não, obrigado. - Disse Miguel.  - Estamos esperando alguém. 

Guerra sai para atender um casak que acabou de chegar, deixando-nos a sós. 

"Com quem será que vamos jantar."

- Cassie. - Sussurra Gabriel, que está sentado ao meu lado. - Com quem nós iremos jantar? 

- Eu não sei. - Sussurro de volta. - Mas Miguel parece preocupado. Ele bem contou como foi o dia dele.

- Vocês sabem que eu estou ouvindo, não é? - Fala Miguel, com um tom desgostoso. - Eles chegaram.

Miguel foi o primeiro a se levantar para cumprimentar os ( provavelmente ) outros empresários. Seguido por mim e depois Gabriel.

- Boa - Noite. É uma honra finalnente conversar com o senhor, senhor Winchester. - Diz Miguel,  com falsa emoção. 

- Sem essa ladainha. Vamos direto ao assunto. - Um homem loiro fala ríspido.  - Ele já sabe? - Pergunta o mesmo, que olha na minha direção.  Miguel move a cabeça negando. O loiro sorri. - Ora, ora. Pelo visto esse será um jantar interessante





Notas Finais


Então foi isso, espero que tenham gosta e até a próxima.
Morte, Fome, Peste e Guerra são os nomes dos donos do restaurante.


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