História O dinheiro não compra amor - Destiel. - Capítulo 3


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Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel
Exibições 97
Palavras 698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


espero que gostem, um leve momento Samstiel pra dar uma pitada de romance nesse capítulo.
não sei quando eu vou postar de novo, mas pode demorar um tempo, provavelmente só fim de semana que vem...
; )

Capítulo 3 - Estou cansado de corar por tudo.


Capitulo 3

Pov Castiel

 

- Bom dia, Castiel.

Não consigo dizer nada. Minha garganta está seca, minha boca permanece fechada e meus olhos observam cada detalhe de Samuel, por fim, cerca de alguns minutos depois (que para mim foram uma eternidade) eu respondo a ele:

- Bom dia, Samuel – Minha voz sai um pouco tremida, com certeza eu fui patético tentando parecer calmo.

Ele sorri, um lindo sorriso com covinhas a mostra. Caralho, esse garoto é muito lindo, acho que vou desmaiar de ataque cardíaco, ou melhor, ataque Covínhaco, já que essas covinhas são muito lindas. Ok Castiel, chega de viadagem. Forço a me acalmar um pouco, mas a minha calma vai toda embora quando Samuel chega BEM mais perto de mim, nossos corpos estão quase se colando.

- Pode me chamar de Sam – Diz ele piscando para mim e sorrindo, ai Papai, me segura, chama o Samu, sei lá. – É assim que meus amigos me chamam, espero que possamos ser amigos. Ou talvez mais que amigos. – Essa última frase não passou mais que um sussurro bem rouco no pé do meu ouvido, me deixando arrepiado e brutalmente corado nessa hora, é bem difícil alguém dar em cima de mim desse jeito, na minha escola eu mal tinha amigos, muito menos namorados ou peguetes. Sim, eu sou gay, mas sexualidade nunca foi um problema na minha família, pois quando minha mãe morreu, meu pai se assumiu bi e Gabriel também é gay, meu pai e Miguel sempre quiseram a nossa felicidade, independente de sexualidade ou o que fosse.

Fui levemente inclinado na direção de “Sam” quando o carro deu uma freiada brusca, fazendo assim nossos corpos ficarem colados e  npssos rostos ficarem bem perto, quem não entendesse a situação poderia pensar que nós íamos nos beijar. Meus pensamentos simplesmente evaporam quando Sam ponha a mão na minha cintura e nos ajeita no banco, fazendo com que minha respiração voltasse um pouco ao normal, mas o meu coração bate em ritmo descontrolado. Merda, eu corei, estou cansado de corar por tudo.

- Eu sinto muito por meu irmão fazer isso com você, Cass. Posso te chamar de Cass? – Eu faço que sim com a cabeça e ele sorri, na hora eu viro meu rosto para não ver o sorriso dele, pois sei que vou perder o fôlego se eu vê-lo – Eu não queria que você tivesse que passar por isso, mas ele insistiu em levar você para lá, me desculpe. – O tom de voz dele parece sincero, me fazendo pensar que a presença dele não seja tão ruim afinal das contas.

Por que ele precisa de mim lá, afinal de contas, ele não viu que meus irmãos estavam tão desesperados para fugir da falência a ponto de vender o próprio irmão? Por que ele aceitou essa proposta, pra começo de conversa, o que eu tenho que ele quer tanto assim? – Pergunto para Sam, mas ele não tem tempo de responder, pois o carro para e Robert abre a porta pedindo para Sam e eu sairmos.

Depois de descermos do carro, Sam, Robert e eu fomos entrando no aeroporto, aquele lugar era maior que dez shoppings juntos, eu seria capaz de me perder lá dentro, sorte a minha que Robert estava nos guiando.

- Se quiserem ir ao banheiro a hora é agora, pois nosso voo daqui a pouco vai sair, e eu não vou perder o avião por causa de garotos mijões – Diz Robert ríspido, será que esse cara não poderia ser gentil uma vez na vida? Eu acabo sentando em um banco qualquer pois não estou com vontade de fazer nada, a preguiça começou a me dominar cedo hoje, mas Sam sai para comprar um café.

Quando Sam volta, ele tem um café, uma caneta e um papel em mãos, não sei o que ele estava escrevendo, mas quando Robert se virou para olhar no grande relógio que tinha ali dentro do aeroporto, ele entregou o papel para mim. Logo após eu receber o papel de Sam, os alto-falantes do aeroporto anunciam:

- Voo para Nova York, embarcar agora no avião. Voo para Nova York, embarcar agora no avião.

É, pelo visto essa vai ser uma longa viagem.


Notas Finais


talvez eu poste o próximo capítulo ainda hoje, ok?
não se esqueçam de comentar


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