História O dinheiro não compra amor - Destiel. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel
Exibições 100
Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nada a dizer, apenas fiquem com a fanfic.

;)

Capítulo 4 - QUE MANSÃO


Capítulo 4

Que mansão

Pov Castiel.

 

O embarque foi difícil de ser feito, pois eles não acreditaram que não tínhamos bagagem. A viagem de avião foi chata, eu fiquei ao lado de Robert o tempo todo, o que não me deu nenhuma liberdade para ler o papel que Sam me entregou. Ah, e Sam pegou outro voo, ou seja, a viagem foi muito chata e sem nenhuma emoção. agora chegamos em Nova York e desembarcamos, e já tinha outro carro a nossa espera, mas dessa vez não seria Robert quem iria dirigir “ótimo, sem nenhum tempo de paz para mim” pensei. Quem esse tal de Dean pensa que é? Só porque eu vou ser obrigado a morar com ele não significa que eu vá fugir a qualquer instante em que eu ficar sozinho. O carro que nos espera é tão bonito quanto o outro. Grande, bonito, espaçoso e MUITO confortável, se não mais.

Entro no carro tranquilamente, mas então eu me lembro de que a minha casa estava vazia quando eu acordei, e queria muito saber o que tinha acontecido, por isso decido perguntar a Robert.

- Robert, onde estavam os meus irmãos e as coisas deles? Eu acordei e eles já não estavam mais lá – Vejo Robert ficar um pouco tenso com a pergunta, mas claramente eu não iria me curvar, eu preciso saber o que aconteceu.

- Acho melhor você fazer essa pergunta ao senhor Winchester, pois eu não sei se tenho a resposta. – Diz Robert. Como assim ele não tem a resposta? Não é ele que foi encaminhado para me buscar da casa onde meus irmãos moram? Meus pensamentos são interrompidos por Robert que diz uma frase que faz meu estômago se revirar:

- Chegamos. – Seu olhar era tenso, ele claramente tinha muito medo do chefe para ficar assustado desse jeito, o rosto dele se esbranquiçou um pouco.

Olho pela janela do carro e... UAU, que mansão, se aminha casa era grande, então isso aqui é colossal, como esse cara conseguia pagar para limparem a casa dele? Devia levar um mês inteiro pra isso. A casa era em um estilo vitoriano, com um jardim enorme e bem organizado, as janelas são limpas e brilhantes, a casa tinha três andares e tinha uma pintura rústica de um jeito lindo, ela tinha pilares que chamavam a atenção a porta da frente, que tem a cor vermelho-sangue. Tudo parecia vindo de um sonho, até eu me lembrar do VERDADEIRO motivo de eu estar aqui, eu fui vendido, esse homem sem alma nem coração me comprou pelo puro prazer de fazer meu irmão de fantoche, eu faria de tudo para deixá-lo desconfortável.

O carro para em frente da escadaria que leva á porta da frente, o que será que acontece dentro dessa linda casa? Coisas horríveis a ponto de alcançar o inimaginável? Eu não sei dizer, mas tenho a impressão de que vou descobrir.

Saio do carro junto de Robert, que começa a andar em direção à porta, eu não consigo evitar o tremor que meu corpo começa a ter. Subo os degraus, em seguida paro na soleira da porta, fecho os olhos e respiro profundamente com um pensamento na cabeça:

“Não pode ser tão ruim assim“.

Entro dentro daquela mansão, sigo Robert em silêncio, nenhum de nós fala nada, parece haver um acordo silencioso entre nós, e esse acordo dizia especificamente para manter a calma e o silêncio. Eu e ele subimos as escadarias, andamos até um corredor enorme e entramos em um quarto, eu arregalei meus olhos ao entrar no quarto, ele é igual ao meu quarto na minha antiga casa, só que maior. Tem o mesmo papel de parede, a mesma cama, a mesma estante de livros, o mesmo guarda-roupa, o mesmo carpete, o mesmo banheiro, o mesmo closet e até o mesmo cheiro. Como eles conseguiram fazer isso? O contrato que Miguel assinou foi há meses, que eu saiba ninguém de fora entrou no meu quarto, a não ser... Quando fomos pintar o meu quarto Miguel tirou fotos dele para lembrarmos exatamente onde os móveis estavam, e se isso fosse só uma desculpa para conseguir tirar fotos?

- Vou deixar você sozinho, espero que se sinta a vontade – Diz Robert me deixando sozinho e fechando a porta ao sair. Sento-me na cama, queria poder conversar com alguém, mas não tenho celular e não vou tentar sair do quarto, pois posso me perder nessa casa ou acabar trombando com Dean. Decido tomar um banho, pois assim posso relaxar e pensar um pouco, pelo menos vou me sentir em casa por alguns minutos.

Entro no Box e coloco na água quente assim eu penso melhor e espaireço com mais facilidade. Não sei por quanto tempo eu fiquei no banheiro, só sei que eu estava bem daquele jeito, mas opto por sair. Pego uma toalha que estava no gancho, me seco e a enrolo na cintura, quando eu saio vou para o closet e começo a selecionar as minhas roupas. Esse closet é três vezes maior que o meu, com muito mais roupas de marcas caras, e até roupas sexuais, como conjuntos de couro e saias. Definitivamente esse Dean é muuuuito tarado.

Acabo por vestir uma calça de moletom preta, uma camiseta azul, um gorro roxo e o meu colar com “C” de prata em uma corrente simples.

Quando saio do banheiro lembro-me do bilhete que Sam me deu, entro no banheiro e nele está escrito:

Não caia na lábia do meu irmão, você é melhor que isso,

Com amor, Sam.

PS: Vou voltar ainda hoje e espero poder te ver.

 

Como assim, cair na lábia de Dean? Será que Dean me quer? Isso explicaria as roupas e conjuntos sexuais que tem no closet. Sei que Sam não está mentindo para mim, ele é bom demais para fazer isso, vou manter distância de Dean.

Quando saio do banheiro me deparo com a última pessoa que queria ver nesse momento, Dean Winchester.

Rápida e disfarçadamente eu escondo o recado de Sam no bolso, e ele não parece notar. UFA, me safei de uma boa.

Ele se aproxima de min com um sorriso galanteador (que não funcionará comigo) e me entrega uma caixa embrulhada com papel de presente e diz:

- Para você, Robert me contou que você perdeu o seu no caminho – Diz ele sem tirar os olhos dos meus. Os olhos dele são lindos, um verde tão intenso e profundo que até parecem duas esmeraldas. Eu rapidamente abro o embrulho e vejo que é um celular (nota do autor: vocês que vão escolher o celular do Cass) novo. Robert imbecil, perdeu o escambau, ele que não me deixou pegar o meu.

- Obrigado – Eu disse depois de coloca-lo em cima da cômoda, quando eu me viro em direção á ele, Dean me puxa e me agarra pela cintura e encosta seus lábios aos meus. O beijo dele no começo é calmo, mas vai ganhando intensidade. Eu me lembro que disse que ia resistir, mas meu Deus, que homem é esse?

Quando o beijo cessa, ele me solta e vai embora, sem mais nem menos, me deixando com uma cara de taxo.


Notas Finais


Momento Destiel ;)
comentem.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...