História O dinheiro não compra amor - Destiel. - Capítulo 5


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Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Jo Harvelle, John Winchester, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel
Exibições 102
Palavras 1.561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


espero que gostem, eu vou fazer o Dean implorar pelo Cass, por que eu sou muito mal.
comentem.

Capítulo 5 - Agora ele pertence a Dean Winchester


Capítulo 5

Pov Miguel

Agora ele é propriedade de Dean Winchester.

Acordo com o nome dele preso em minha garganta.

Castiel.

Castiel, o que será que ele deve estar fazendo nesse exato momento? Deve estar em um avião em direção á Nova York, ou talvez já deva estar lá.

Vou em direção à sacada, para respirar ar fresco, coisa que na minha antiga casa eu não podia fazer. Eu e Gabriel estamos morando em uma nova casa, duas vezes maior que a antiga, pois o senhor Winchester não queria que ficássemos mais naquela casa, e como eu estou comendo na mão dele, eu não pude reclamar sobre nada de nada. Sim ele nos obrigou a sair de casa, junto de um caminhão onde nossas coisas foram colocadas e levadas conosco, o único cômodo que eles não tocaram fora o de Castiel, por ordens vindas de cima.

Não sei quanto tempo fiquei ali, só sei que saio dos meus devaneios quando sinto a mão de Gabriel no meu ombro, me viro em direção a ele e o abraço.

- Vai ficar tudo bem Miguel, eu sei que vai – Diz ele sorrindo para mim, na intenção de me fazer melhorar, mesmo não dando certo, eu retribuo o sorriso. – Você sabe que o Castiel é forte, como daquela vez em que ele caiu de uma árvore e quebrou o braço, mas se recusou a chorar, pois essa não era uma atitude que um “homem” como ele teria. – Sorrio ao me lembrar disso, Castiel sempre foi um guerreiro, mas nenhuma armadura é inquebrável, pois chegaria algum momento em que ele enlouqueceria e imploraria para voltar. Embora Miguel achasse que demoraria muito para algo assim acontecer.

- Eu sei Gabe, mas eu não consigo controlar, quer dizer, a culpa é minha por isso estar acontecendo, o papai estaria envergonhado por eu ter feito algo assim – Digo sentindo mais lágrimas vindas de encontro ao meu rosto, poderia parecer alto punição, mas eu sempre me culparia por isso. Sinto os braços de Gabriel envolta de mim, me apoio no seu ombro e começo a chorar feito um bebê.

- Calma, eu sei que você fez o possível para melhorar a nossa situação, eu teria feito o mesmo – Diz Gabriel começando a afagar meus cabelos.

- Se-sério? – Pergunto soluçando sem parar.

- Na verdade, não, mas você não tinha mais opções, e você nunca soube que o Castiel precisaria ficar longe de nós. – Diz ele me retirando do aperto de seus braços e me fazendo olhar no fundo de seus olhos, que tinham uma expressão meio abatida, mas ainda assim passavam segurança. – Mas eu garanto que Castiel vai conseguir entender, agora dá pra voltar para a cama? Pois amanhã você vai precisar de toda a sua garra para tentar trazer o Castiel de volta para nós.

Sigo em silêncio até a cama, quando me deito, Gabriel pega meu cobertor, deita-se na cama comigo e nos cobre, em seguida eu durmo calmamente sem mais interrupções noturnas ou pesadelos.

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Na manhã seguinte eu acordo ao som de gritos de Gabriel vindo do andar de baixo, olho no meu relógio do celular, 5: 45 da manhã, muito obrigado Gabriel. Desço até o andar de baixo e encontro Gabriel com o dedo mindinho enfiado dentro da boca e uma frigideira caída no chão com óleo esparramado por todo o lado.

- Hã...  Bom dia? – Eu olho para ele com um olhar matador, fazendo-o se eriçar todo – Desculpe se eu te acordei, estava tentando fazer o café da manhã, mas eu acho que fritar não é muito o meu estilo, desculpe. – Diz ele, eu apenas dou de ombros e me sento á mesa de jantar, confuso e cansado demais para perguntar o que ele queria fazer na frigideira, aí eu me lembro, quem geralmente cozinhava era o Castiel, sem ele aqui nós não tínhamos as melhores das alimentações. – Hey, Miguel, posso te fazer uma pergunta? – Questiona Gabriel me olhando de lado, assinto com a cabeça e depois o ouço perguntar – Como foi esse lance de vender o Castiel, quer dizer como era o contrato?

Olho para Gabriel pensando se deveria ou não responder a essa pergunta, por fim decido dar um fim nessa questão que o deixava tão curioso.

- Foi logo depois do papai ter morrido, a empresa ia mal e cada vez decaindo mais, mas então chegou ele, Dean Winchester, uma verdadeira salvação para a empresa. Ele chegou para uma discussão comigo sobre o desenvolvimento que havia decaído um pouco, já que ele e papai, de certa forma, eram sócios. Quando eu disse a ele que não teria como pagá-lo naquele mês, ele ficou louco, começou a dizer que quando meu pai estava vivo nada desse tipo tinha acontecido antes, mas então ele o viu. Lembra-se daquela foto do meu aniversário, aquela festa a fantasia em que você foi de doce, Castiel foi de anjo e eu fui de deus grego? – Vejo Gabriel assentindo positivamente com a cabeça, é lógico que ele se lembra, foi há um ano, talvez um pouco mais que isso. – Ele viu a foto de Castiel e se interessou no assunto da falência, quando ele disse que estaria aqui no dia seguinte com um contrato que iria mudar as nossas vidas, eu achei que fosse apenas palavras ao vento, mas mesmo assim ele veio. No dia seguinte, ele veio junto com os assessores para uma conferência particular, onde me mandaram trazer as fotos dos meus parentes e que eu ouvisse até eles terminarem de falar sem fazer nenhuma pergunta, eu sei, foi burrice a minha, mas mesmo assim eu obedeci. Eles disseram que nesse contrato eles fariam absolutamente TUDO para tirar a empresa da falência, e que esse contrato duraria dez anos, mas teria um preço, um dos meus irmãos teria de ser declarado como prova viva de que eu não passaria a perna neles para dar um jeito de ficar com o dinheiro para mim. Eu nem pude escolher qual dos meus irmãos eu queria que fosse a prova viva, Dean selecionou o Castiel sem mais nem menos, quando eu tentei dizer que não, que eu nunca faria um negócio desses, Dean me pressionou dizendo que se eu não fizesse isso, a empresa iria falir e nós não teríamos condições de pagar as dívidas que tínhamos com ele, e ele teria de confiscar todos os nossos bens para o pagarmos. Então eu assinei, eu nunca achei que ele seria capaz de tirar o Castiel de mim desse jeito, como se fosse apenas uma coisa a ser confiscada, e se Castiel desistir e querer voltar para casa, o contrato será desfeito e Castiel vai ser assassinado a sangue frio, já que a partir de agora ele é propriedade de Dean Winchester.

 

Pov Castiel

Depois de eu ficar por cinco minutos parado, pensando no que tinha acabado de acontecer, Sam apareceu na porta e sorriu a me ver. Ele claramente percebeu que tinha acontecido alguma coisa, pois depois de entrar no meu quarto ele me perguntou:

- Aconteceu algo, Cass? – Nego com a cabeça, pois ainda estou chocado o bastante para conseguir falar ou fazer qualquer coisa senão ficar parado encarando o nada. – Você não me parece na da bem, tem certeza de que está tudo bem – A minha resposta foi apenas um grunhido, que claramente poderia ser definido como o cessar desse assunto. – Ok então, você conseguiu ler meu bilhete, espero que não pense que escrevi isso por maldade ou por te achar sonso demais para não encontrar maldade em uma pessoa sem a minha ajuda, eu só estou tentando te proteger. – Como assim maldade?  Será que Dean, por trás de todas aquelas roupas de marca, é uma pessoa ruim?

  - Claro, eu acredito em você, mas pode me deixar sozinho um pouco, para pensar, sabe? – Vejo Sam fazendo que não com a cabeça, o que será que é agora? – Por que não?

- O jantar já vai ser servido, acho bom você se trocar, Cass, antes que Dean te expulse daqui por usar roupas desse tipo no jantar. Ele é um saco – Diz Sam claramente irritado como se soubesse que não adiantaria questionar Dean – Mas se você quiser eu posso te ajudar a escolher uma roupa e, de repente, te trocar. –  dando uma piscadela para mim, acompanhada de um sorriso safado.

- Não, obrigado, mas você pode me esperar fora do quarto – Digo dando um sorriso nervoso enquanto o empurrava para fora do quarto, quando termino de empurrá-lo não consigo controlar as batidas rápidas vindas do meu peito, como é possível o fato de dois irmãos tão diferentes entre si me deixarem com a mesma reação?

Ando até o closet e acabo por escolher algo mais básico, pego um short jeans (meio apertado em minha opinião), uma camiseta do Pink Floyd, o meu colar simples com “C” de prata (mas dessa vez com uma corrente de prata que tinha em uma caixa em um canto do closet) e um sapatênis (estilo é tudo) azul.

Saio do quarto percebendo o olhar de Sam sobre mim (mais especificamente sobre o meu traseiro), coro, mas mesmo assim não me abalo e pergunto:

- Vamos? – Vejo Sam assentir com a cabeça e sinto a mão dele sobre a minha, durante todo o caminho que percorremos na casa a única coisa que eu lembro-me é de tentar acalmar a minha respiração.


Notas Finais


no próximo capítulo vão ter revelações e (talvez) Destiel.


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