História O doce veneno do amor (Harlivy) - Capítulo 19


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Hera Venenosa
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Arlequina X Hera Venenosa, Harley Quinn X Poison Ivy, Harlivy, Hera Venenosa
Exibições 199
Palavras 1.302
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey everyone ^^

101 favs? Sério, gente, obrigada mesmo, vocês não sabem a felicidade minha quando vi isso XD
Mas eu percebi uma decaída nos comentários do último capítulo :/ tem algo que vocês não gostaram? Saibam que pode abrir-se para mim sem problema algum, sou uma pessoa de mente aberta e que vê críticas como algo a melhorar :3

Bom, sem mais delongas, fiquem com o capítulo o/

Capítulo 19 - Interrogatório


Fanfic / Fanfiction O doce veneno do amor (Harlivy) - Capítulo 19 - Interrogatório

“Bilionários e seus gostos…” conversava mentalmente comigo enquanto olhava pela janela do enorme e luxuoso carro do melhor amigo da Harley, Bruce Wayne, o mesmo que já deu em cima de mim, se é que entende esta expressão. Eu ainda não consigo entender como eu continuo a gostar dele, claro que como forma de amigo, mesmo depois de ele fazer minha namorada quase se atirar de uma ponte. Talvez porque não seja culpa dele… ele é uma boa pessoa e uma das únicas em Gotham, a cidade repleta de corrupção.


Passando pela Kane Memorial Bridge, conseguia ver ao fundo a nobre mansão Wayne em Bristol, imponente como retratado nos jornais. Parecia quase um castelo moderno, realmente de dar uma invejinha.


-Saindo tão cedo das olimpíadas, jovem Bruce? - uma voz envelhecida ecoou por todo o carro, partindo do rádio que estava conectado via Bluetooth ao celular de Wayne.


-Pois é… Um certo palhaço me tirou de lá. - Batman respondeu num tom irônico, embora no fundo estivesse dizendo exatamente a verdade.


Todo aquele esforço por causa de Harley. Tudo por causa dela. Nós saímos da mais importante competição de nossa escola apenas para irmos atrás dela. Não acredito ainda que ele está fazendo isso. Por ela. Por nós…


Não demorou muito para que ele chegasse a entrada de sua mansão. A porta principal fora aberta antes de nossa chegada e lá estava o mordomo dos Waynes, Alfred Pennyworth, o velhote conselheiro do descendente da família. Bem, não posso dizer muita coisa sobre ele, pois nem eu sei, mas dizem que ele foi como um “pai” para o Batman, criando-o assim que seus pais foram assassinados.


Alfred sorriu para nós e abriu espaço para adentrarmos a enorme moradia. Quando comecei a observar as paredes do salão de entrada, me senti tonta por haver tantos detalhes. A frente, havia escadas em curvas opostas, mas que terminavam no mesmo ponto. Subimos as escadas e ao chegarmos parte de cima, percebi que havia um enorme corredor que dava a diferentes cômodos da mansão. Não hesitei em seguir Bruce sem parar, temia de ficar perdida ali naquela casa gigantesca.


Seguimos até o fim do corredor e quando nos aproximamos de uma sala que parecia ser a de estar, ele pediu para que aguardasse ali, e eu obedeci, já que costumo ser muito educada, ainda mais quando estou na casa de outras pessoas. Ele dirigiu-se a um piano e tocou algumas teclas aleatórias, mas eu não prestei muita atenção no ato. Acabei me distraindo com uma foto na parede do corredor onde havia retratado a família Wayne: Thomas, Martha e Bruce, todos alegres, parecendo fazer um piquenique no jardim da mansão. Martha vestia um sobretudo roxo e uma calça preta, com um chapéu também roxo com uma pena, apenas para dar um charme. Já Thomas, vestia uma camisa branca, com uma calça jeans e uma gravata borboleta um pouco frouxa. Bruce utilizava as mesmas roupas do pai, tirando a gravata e o cabelo incrivelmente arrumado, já que, por na foto ainda parecer ser uma criança, este estavam levemente bagunçados.


“Eu… sinto muito…” abaixei minha cabeça por um momento, em respeito a tragédia ocorrida que voltara a minha mente por alguns segundos.


-Pamela! - ouvi Batman me chamar.


Seguindo a voz, dirigi-me para a sala de estar e encontrei ele na porta de uma passagem escura, que ressurgia entre um armário cheio de livros.


-Uma passagem secreta? - perguntei, intrigada.


-Você vai se surpreender com a quantidade deles por aqui… - ele respondeu e sumiu entre as sombras.


O segui e adentrei a escuridão. Por um momento, não conseguia enxergar qualquer coisa a um palmo à minha frente e me conduzia através do barulho dos passos de Bruce. Quando me dei conta, estávamos em um elevador, que descia de forma rápida ao subsolo da mansão.


-Para onde estamos indo? - minha curiosidade me fez perguntar.


-Você logo verá. - foram as únicas palavras que ele disse.


Foi então que uma luz forte foi ligada assim que entramos em uma caverna abaixo da mansão. Batman havia o feito e, ao fazer isso, o barulho de revolta dos morcegos que ali adormeciam começou a ser ouvida através da caverna. Subimos uma pequena escada a nossa frente e dali pude ver o tamanho da caverna. Era realmente enorme. Havia um grande contraste na mesma, com partes cavernosas e outras com tecnologia de ponta. Subimos em uma pequena plataforma onde havia certos objetos químicos e outras coisas a fins. Subimos para mais uma plataforma logo após uma escada que ligava a outra em que estávamos. Esta, possuía um enorme computador com milhões de informações ali retratados. Foi então que subimos a última plataforma, onde pude ver mais a frente uma pequena sala escura e com uma janela comprida de vidro espelhado.


-O cara que você derrubou está ali. Irei arrancar certas respostas dele… - Batman comentou e apertou um pequeno botão vermelho num painel na grade da plataforma. Foi então que um suporte de metal surgiu entre o chão, revelando uma quase armadura negra. Ele desativou todas as travas e retirou o traje de lá.


-O que vai fazer com isso? - questionei.


-Bom, estarei lidando com um criminoso. Não posso mostrar meu rosto de playboy para um cara desses, certo? - ele falava enquanto vestia o traje reforçado por cima da roupa que utilizava.


Era de se espantar. O traje era reforçado com um material ultra-resistente, com luvas de combate e botas com camadas de isolante elétrico. A capa era costurada juntamente com um capuz desenhado perfeitamente para o rosto de Bruce. Um cinto de utilidades era uma das coisas que mais me chamou a atenção também. Mas uma coisa realmente me intrigava. Tudo aquilo fazia uma referência a um morcego. Afinal, acima do capuz havia pequenos chifres, além do logo no centro do peitoral do traje.


“Parece que ele realmente se tornou o Batman…”


=======


(Anotações do bloco de notas entregue a Pamela)


Nome do suspeito: Hector Louis


Informações a serem colhidas: localização de Harleen Frances Quinzel


~


A sala está escura, vantagem para o Batman, que usará de métodos do medo para fazê-lo falar.


Hector [acabou de acordar de seu desmaio]: onde eu estou…?


Batman: você está onde deve estar.


Hector: quem está aí?


Batman: seu pior pesadelo.


A luz foi acesa e Batman está a um palmo de distância do rosto do suspeito. O mesmo assusta-se.


H: quem é você? O que quer de mim!?


B: quero respostas. Você trabalha para o Coringa, certo?


H: e-eu não sei de nada, j-juro!


B: você percebe quantos ossos possui para eu quebrar?


H: você não o faria…


B: quer apostar?


H: aaaah! Tá bom, tá bom, e-eu confesso, eu confesso! Sim, eu trabalhava para o Coringa!


B: onde ele está!?


H: e-eu não sei, juro que não! E-ele apenas pediu para que eu atirasse um tranquilizante em Harley para que ele pudesse sequestrá-la sem dificuldades…


B: está mentindo!


H: não estou, cara, eu j-juro!


Batman pega Louis pelo colarinho e levanta-o de modo que seus pés ficassem fora do chão. Hector grita.


B: PARA ONDE LEVARAM HARLEEN QUINZEL?


H: u-um galpão em A-Amusement Mile… ao norte…


Estas foram as últimas palavras antes do suspeito desmaiar pelo medo.


=====


-Encontrei! - Bruce gritou, uma luzinha começando a piscar no meio do painel do computador.


-Como fez isso?


-Simplesmente rastreei todos os carregamentos que iam de caminhão até o norte de Amusement Mile. Coincidentemente, apenas um carregamento veio de Metrópolis, e é lá onde Harley está. - e fez uma pausa, respirou e disse mais baixinho - E é para onde estarei indo.


-Não! - coloquei minha mão como uma corrente em seu peito - Não pode fazer isso sozinho!


-Tenho o traje, ficarei bem…


-Não, não ficará! Coringa é doente e imprevisível! Ele é extremamente perigoso, você precisará de ajuda!


-Não! Você fica aqui, onde é seguro.


-Fico aqui enquanto você e minha namorada morrem? Nem pensar! Ela é especial para mim também, Bruce, assim como para você. Eu vou sim! - disse sem uma gota sequer de hesitação.



Continua...


Notas Finais


Aaaain XD cês realmente não sabem minha felicidade de criar o verdadeiro Batman no universo dessa fic \o/ e ainda o primeiro encontro do Morcegão com o Coringa que está por vir e.e vai ser épico, só isso que vocês necessitam saber!

Até a próxima!

Bye o/


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