História O Doutor da Peste - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Suspense
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Mensagem


Fanfic / Fanfiction O Doutor da Peste - Capítulo 5 - Mensagem


(Johnathan Blake)
Agarrei a mão de Iris, e apertei. 
- Olhe nos meus olhos. Você é a única chave que temos para abrir o cofre que contém a verdade sobre isso tudo. Se você se negar a falar mais com isso, HAH! Eu te garanto, mais cadáveres vão se empilhar. Somos a equipe que pode dar um fim nisso tudo. Me ajude, Iris. Faça com que isso nunca mais aconteça, mesmo que seja à troca de alguns minutos ruins!
Iris começou a lacrimejar, mas parecia que ela nem havia reparado que estava fazendo isso. Ela começou a pensar, eu acho. Mas ainda assim, não deixava de chorar. Ela se sentou no começo da cama, abraçando os joelhos.
- Eu prometo ser breve.
A mão dela estava inexplicavelmente fria. Como se ela já estivesse morta. Felizmente, esse não é o caso. Aliás, preciso parar de fazer essas observações mórbidas...
- Vamos fazer o seguinte. Se deite, e se recupere. Vou falar com você daqui a pouco. 
Ela fez um "sim" com a cabeça tremido, mordendo os lábios com força.
- Ela pode até deixar, mas eu não vou, Detetive. Ela já sofreu o bastante na mão dos repórteres lá fora. - disse Jake
- Repórteres??? Você os deixou entrar?? Antes da investigação policial??? Você é o que, um estagiário??!!
- Wow, wow, wow, calma! Eles todos tiveram minha supervisão!
Levei o policial para fora comigo, e bati a porta com força. 
- Esse não é o ponto...! A mídia não pode ter uma visão do crime sem a autorização oficial da polícia! Isso só prejudica o caso! Talvez até o próprio assassino descubra que Iris testemunhou contra ele! Ou comecem boatos sobre a competência da polícia, ou o próprio assassino comece a ser mais cauteloso, e... Ah, esqueça. Não podemos fazer nada a respeito agora... Desculpe a explosão, rapaz. *suspiro*.
Fiz a porta ranger com minha entrada lenta. Junto ao policial, que não estava com vontade de ver a expressão.
-Iris, eu entendo que você precise se preparar para tudo isso. Posso checar seus pertences, enquanto isso? Tenho suspeitas de que o assassino tenha deixado algo pertinente lá. - "Um pingente", pensei comigo, "isso certamente selaria que o responsável por tudo isso é o mesmo que tirou a vida das últimas vítimas. Tudo faria sentindo! O padrão de modus operandi estaria intacto." Abraçando os joelhos, ela fez sim com a cabeça de novo. Me levantei e me voltei à mesa com uma jaqueta e uma bolsa. Na bolsa estavam o que se espera encontrar de um cidadã comum... Carteira, identificação, dinheiro, maquiagem, etc. mas o que pegou minha atenção foi o que eu encontraria nos bolsos do jaqueta....
Não era um pingente. Era uma... Carta.
 



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