História O Doutor da Peste - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Suspense
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Anti-Climático


Fanfic / Fanfiction O Doutor da Peste - Capítulo 6 - Anti-Climático


WOWOWOW, o que é isso?", veio o recruta, histérico, com as mãos em direção da carta. "SSSSHHHH! Estamos num hospital!!", eu disse, já de saco cheio. 
Uma carta... Uma carta... Que feitos horríveis você me trouxe por correspondência, "doutor"...? 
Minha visão parecia estar indo a um mundo alternativo. Continuei olhando a carta, no vácuo, com meus dedos ficando mais soltos. Tinha uma aura escura sobre essa carta... Agora... Eu só preciso por meus dedos nela, e ver se ela realmente veio do doutor, procurar evidência, e...
"Eu fico com isso.", disse o recruta, arrancando a carta de mim.
"Ah, que maduro... Você acha mesmo que isso é um jogo, novato??! Isso é evidência, e de alta prioridade!"
"E é exatamente por isso que estou tirando ela de você, detetive. Se lembra da lei de evidência? A número 15? "Toda e qualquer evidência encontrada pela polícia deve ter a autorização da perícia do Departamento de Polícia"... Esqueceu?", disse ele numa posição de vitória.
Faço força nas minhas sombrancelhas. O sorrisinho de satisfação do moleque me irritava mais do que devia. Pego meu chapéu, e vou em direção à porta.
"Tsc... Ótimo. Seja como for. Boa noite, Iris. Agradeço grandemente pela sua cooperação. Ela não será esquecida. Você provavelmente diminuiu o vao de longitude que estamos da verdade. Ah, e... Novato? Se lembre que isso quer dizer que você também não pode abri-la sem a devida autorização da perícia."
O sorriso dele começa a enfraquecer, até que tudo que restou no rosto dele foi uma cara de tacho. Saio da sala com um sorriso convencido. Hehehehe. Aviso a um membro da força para cuidar da evidência. Não posso confia-la nas mãos do novato. Aliás, falando em evidência... 
Começo à andar em direção ao escritório do Departamento. De volta à prancheta, eu acho. 
Minha intuição não falha. TEM algo que estivemos esquecendo. Algum detalhe, alguma testemunha, alguma mudança por mais pequena que seja, algum... ALGO! Todo assassino em série, um dia, uma hora, deixa um erro. E é nesse que erro que eles estarão apodrecendo por trás das grades, escutando a doce melodia de suas consciências quebrando. 
Humpf. O que estou dizendo? Ele já deixou um erro em nossas mãos: uma testemunha. 
Bem, de volta à prancheta. Tenho informação à caçar. Mas preciso me organizar primeiro... 
Abro a porta do escritório, deixando toda minha "molhadez" que consegui da chuva entrar junto comigo. Hora de rever as evidências até agora...
 



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