História O Dragão Esmeralda e seu Anjo - Genji e Angela - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Overwatch
Personagens D.Va, Genji, Hanzo, Mercy, Reinhardt
Tags Angela Ziegler, Gency, Genjixangela, Reinhardt, Shimada Genji, Winston
Visualizações 107
Palavras 1.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não é um capítulo happy e nem muito longo :/ ele é um complemento do ultimo lançado , meu povo T-T E assim como eu disse não foi um dos meus favoritos. Mas realmente espero que gostem :3

Capítulo 35 - Uma Nova Promessa


Fanfic / Fanfiction O Dragão Esmeralda e seu Anjo - Genji e Angela - Capítulo 35 - Uma Nova Promessa

A missão de Angela se estende ao invés de poucos dias se tornam semanas, ao que parecia o corpo médico da Overwatch havia sofrido severos cortes e por isso ela e sua mentora estavam sendo forçadas a seguirem as mobilizações da central americana. Várias bases haviam sido atacadas ao redor do globo, obviamente os ataques eram obra da Talon, e todas haviam deixado rastros de que pareciam estar buscando por algo.

Genji estava odiando aquilo, quando Mercy entrou em contato dizendo que teria de ir para uma base no Egito e que ficaria lá por mais um mês, ele ficou extremamente desanimado, mas não deixou transparecer sua pressa em ver a loira, afinal estranhamente eles tiveram pouquíssimo tempo para conversarem. Por outro lado, cada vez que podia conversar com ela, lhe trazia uma sensação ótima de que ela estava bem, exceto pela última conversa que tiveram. Angela estava séria e com olheiras, o Shimada notou um leve ferimento no pescoço dela e quando perguntou o que havia acontecido, a loira respondeu mostrando sua espada.

Ela disse que sua pistola de plasma havia simplesmente parado no meio de uma troca de tiros, o ferimento havia sido feito por uma mulher de cabelos roxos, mas graças a espada, Angela conseguiu lhe perfurar na barriga, o que fez a agressora recuar e utilizar algum tipo de mecanismo que a fez sumir do local, deixando Mercy livre. Genji ficou aliviado por ver que seu anjo dourado não era tão frágil quanto parecia.

Longe de Angela, Genji começou a se afastar dos outros agentes, ele tentou conversar com a ADM, mas sua requisição foi negada, segundo ela, na situação mundial atual, seria inviável algo desse tipo e que até mesmo estavam sendo contratados com urgência outros médicos para as áreas em que não estivessem havendo conflitos, inclusive uma médica experiente iria fazer um teste para tentar ingressar na posição de Mercy. Aquilo enfureceu Genji a ponto dele esmurrar a mesa da mulher.

- Conselho que segure seus ânimos, sr.Shimada. Ou devo lhe lembrar que mesmo sendo um dos agentes especiais, ainda é um funcionário desta empresa.

Genji sentia seu sangue ferver, ele queria poder ver Mercy logo, mas aquela organização o estava atrapalhando.

- Irei me retirar...Peço desculpas por ter erguido meu tom de voz...

- Espere, sr. Shimada. Verei o que posso fazer, não prometo nada.

Genji que já estava de costas para aquela, se vira e faz uma reverência.

- Arigatou gozaimasu! Não tenho palavras para expressar minha gratidão. – dizia ele.

Diz o guerreiro se retirando e abandonando a sala da ADM, o que ele não viu foi o sorriso cínico que a mulher tinha no rosto. Ela faz um gesto e a trava da porta é ativada.

Do lado de fora, Genji não parecia estar tão mais feliz, cabeça baixa e punhos cerrados.

- Vadia, mentirosa...

Ele sai de lá pisando pesado, irado com tamanho cinismo daquela mulher, no estado em que Genji estava aquilo foi o basta.

~Dois Meses Depois~

Enquanto no Egito, Angela estava no aeroporto internacional, aguardando seu vôo. Depois de uma longa reunião com a administração, e que graças a Ana deu certo. Agora a loira estava ansiosa para voltar para casa, junto de Genji e os outros depois de tanto tempo longe, ela apenas achou estranho o fato de ter ligado para o Shimada e não ter sido atendida, pelas chances dele também ter sido enviado em uma missão. Ela mal podia esperar para cair nos braços de Genji após tanto tempo separados, queria sentir o aperto de seus braços, o cheiro de seu perfume e tudo aquilo que ela tanto ama nele.

Depois de esperar aquelas poucas horas até o embarque, Mercy estava finalmente a bordo do avião que lhe levaria de volta. A loira estava prestes a relaxar, quando uma notícia exclusiva apareceu no monitor de seu assento.

‘’ Overwatch, nossos protetores ou apenas mais um poderoso grupo criminoso? Esta e outras notícias em breve esclarecidas! ’’

Ela não conseguia acreditar no que estava lendo, sem conseguir esperar pelo noticiário, ela começa a pesquisar em seu computador sobre os últimos acontecimentos relacionados a Overwatch e para seu tormento lá estava, Overwatch suspeita de invasão e pilhagem em diversas empresas. Aquilo soava ridículo para Angela, a Overwatch era de fato uma empresa de segurança privada, mas, sempre que pode enviou seus agentes por todo o globo para auxiliar as nações durante e após a crise ômnica.

- Isso não possível... É ridículo que algo assim tenha acontecido, tem que ser um engano...

Ela recebe uma chamada de vídeo pelo computador, era Fareeha, Angela atende a chamada e vê sua amiga.

- Angela já viu as notícias...? – perguntava Pharah.

- Si-Sim, me responda Fareeha. Você acha mesmo que isso aconteceu? Acha que a Overwatch teria mesmo agido de uma maneira tão errada?

- A Overwatch que Jack e meus pais criaram provavelmente não, mas...

- Está sabendo de algo que eu não sei?

Pharah olha para trás, como se estivesse checando algo.

- Escute, Angela, não é um bom momento para tocarmos neste assunto. Eu e...isso é tão estranho de falar... e minha família vamos para a base americana no primeiro vôo daqui de Numbani. Daí posso falar com você mais abertamente.

- Okay, tomem cuidado. Não sabemos como as pessoas vão reagir com tal notícia.

Fechando a conversa com Pharah, Mercy nota uma notificação de sua agência bancária, uma transação havia sido feita no último mês, por estar muitíssimo ocupada ela não checou sua conta uma única vez. Era uma transferência de uma quantia razoável, ela procura saber quem havia feito aquela transferência, mas ao ver o nome de quem a havia feito, ela sente um frio lhe percorrer a espinha. Estava no nome de Genji Shimada, aquilo era muito e devia corresponder ao dinheiro que ele próprio já havia comentado que nunca gastava.

Imediatamente, Angela entra no sistema da Overwatch e procura pelas credenciais de Genji, para seu desespero, havia ali escrito em vermelho, desaparecido. Eis que outra ligação de vídeo chega até ela, desta era Winston.

- Dra.Ziegler! Que bom...

- Angela! Me diz pelo amor de Deus, que ele está com você! – dizia Tracer parecendo aflita.

- Tracer, pare com isso eu já ia...

- Vocês dois podem...por favor me dizer... o que houve com o Genji...

Os dois do outro lado se entre olham e Winston toma a palavra.

- Não temos notícias dele tem quase um mês, ele apena levou uma mochila, a armadura e deixou uma carta com a Tracer. Eu quis abrir, mas está endereçada para você.

- Ele estava muito estranho, Angela. Me deu um abraço apertado, me deu essa carta e em seguida foi embora.

Angela fecha o computador e passava a mão sobre o rosto, uma vontade enorme de chorar lhe invadiu, seguido de um medo irracional do que poderia haver naquela carta, nas ultimas vezes em que conversaram, ele não parecia estar estranho como Tracer falou. Angela não sabia como reagir, Genji sumido, Overwatch e tudo aquilo pelo que ela havia lutado estava ameaçado de desmoronar. Ela apenas rezava para que tudo aquilo não passasse de boato.

Após horas de vôo, Mercy pega um táxi e vai direto para a base da Overwatch, chegando lá, tudo parecia estar em seu devido lugar. Os soldados nos portões, alguns fazendo ronda e outros parados em pontos de vigília. Ela paga o táxi e agarra suas malas, para em seguida correr para os portões, se identificando e após se confirmada sua identidade, Angela dispara em direção ao seu quarto, ainda tinha esperanças de que Genji tivesse lhe deixado algo, algo que apenas ela fosse reconhecer.

Ela revira cada centímetro do apartamento, cada minúsculo canto daquele lugar estava de pernas para o ar, mas nada foi encontrado. Quando estava sem quaisquer esperanças, Angela ouve a porta da frente sendo destrancada e parecia ter ouvido a voz de Genji lhe chamando, era de fato impossível ele ter ido embora, suas roupas, tudo estava ali, exceto aquilo que ela mais desejava que estivesse lá, a espada que ele carregava nas costas. Correndo do quarto até a sala e ignorando as inúmeras tranqueiras nas quais pisou, mas desmorona ao dar de encontro com Tracer e D.va.

- Querida! Calma... – diz a inglesa abraçando Mercy.

- Hey...Doc, calma...- diz Hana, dando tapinhas nas costas de Mercy.

A loira não chorava como os outros, ela não segurava seus gritos e sua histeria, mas era possível ver suas costas arqueando a cada soluçada. Era algo realmente triste de se ver, D.va até mesmo sentia-se mau por ter em algumas ocasiões tentado seduzir o Shimada da loira, aquele silêncio do choro dela era pior do que se ela estivesse berrando e fazendo um escarcéu, se fosse a gamer estaria até mesmo se debatendo no chão e xingando o Shimada. O próximo a chegar era Winston, o enorme primata abraça Mercy com carinho. Parecia que ele sentia a dor dela, carregando ela no colo e encostando a palma da mão nas costas de Angela.

- Calma...Calma... Vai ficar tudo bem, doutora... – dizia ele.

- É...Doc...ainda não abrimos a carta que ele entregou para a Lena. – dizia D.va.

- Isso mesmo, Mercy. Pense bem, ele pode ter lhe deixado alguma dica de para onde foi, tenho certeza que Genji te ama. E eu conheço ele muito bem! – dizia Tracer tentando animar a médica.

Um som de explosão e risadas do lado de fora quebrava o clima do local, para variar Roadhog e Junkrat estavam testando explosivos. Winston abandona o cômodo indo para o lado de fora junto de D.va. Tracer aproveita a brecha e diz para Mercy ler a carta sozinha, deixando a loira em paz e indo tentar acalmar os ânimos do pessoal do lado de fora.

Agarra a carta e nota que logo atrás dela havia uma pena presa a ela, era semelhante a de uma andorinha ou pardal, ela descartando o envelope e pegando a carta, a loira começa a ler, esperando pelo pior.

‘’ Querida... Angela... Minha amada Angela...

Se está lendo esta carta significa que eu fui um fraco e não aguentei lhe esperar. Peço lhe perdão, por magoá-la... Eu abandonei a Overwatch, tentei, realmente tentei estar aqui para receber você. Mas, por um lado dessa maneira não conseguiria me despedir... Peço que não me procure, no momento, por favor... E por favor, não pense que lhe abandonei. Esta reles metade de mim apenas foi a procura... nem eu sei ao certo, Angela. Apenas sei que do jeito que estou não irei lhe fazer feliz, não por completo. Sei que é pedir demais e imagino que esteja com brava e talvez até com ódio, mas peço mais uma vez que me perdoe, pois farei de tudo para voltar ‘’inteiro’’.

Eu juro que voltarei.

Com amor. Do seu Genji Shimada’’

 

Mercy não sabia o que pensar ou sentir, era um misto de preocupação e dor. Genji estava sem dinheiro e sem nada praticamente, havia levado apenas um casaco e uma troca de roupa e suas espadas, deixando todo o resto para Angela. Mas apesar de toda a dor, as últimas palavras dele na carta, em que ele jurava voltar para ela. Lhe enchiam de esperança, Angela enxuga suas lágrimas e voltava para seu quarto.

Abraçada a espada dele, Angela acaba por cair no sono, para mais uma vez sonhar com seu amado ninja.

Enquanto isso uma figura encapuzada chegava ao Nepal, de dentro do capuz uma luz verde assustava as pessoas próximas dele. O frio impiedoso daquelas terras parecia entrar pelas minúsculas fendas da armadura dele fazendo suas partes humanas serem castigadas pelo frio extremo.

- Que comece minha jornada...Angela...me dê forças, meu amor.

 Diz ele olhando para o céu que exibia poucos rastros de luz do nascer do Sol e olhando para um bilhete sem data que garantia sua volta.


Notas Finais


Até a próxima ^^ e espero que tenham gostado :3


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