História O Drama de Sweet Amoris - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~lunahentai

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Iris, Jade, Nathaniel, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Brasil, Fanfic, Políticos
Visualizações 8
Palavras 424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ta ai o começo da treta.

Capítulo 7 - Cap.7


P.O.V Dilma

Se você, ou qualquer outra pessoa caçoar de mim, tudo bem, o foda-se está ai para esses momentos. Mas a partir do momento em que o ser de espécie desconhecida mexe com alguém da minha família, ou com algum dos meus amigos, queridos, eu faço cosplay de Satanás.

E era o que estava acontecendo, a vagabunda da Ambre embebedou meu amigo, fez o coitado passar por bêbado descontrolado, e pagar esse micão em público, justo no dia em que ele vai expor seus sentimentos para o amor da vida dele, e ainda por cima, quer filmar para por na internet!Dessa vez a Ambre não me escapa, não estamos no colégio, e não tem ninguém aqui que vá defende-la.

Peguei um copo de refrigerante, que estava com o Bolso-senpai e joguei no celular dela. Que me encarou como se fosse o fim do mundo.

-FILHA DA PUTAAA! A Ambre ficou berrando, mas eu não ouvi nada, a única coisa que passou na minha cabeça era que naquele momento eu deveria arrastar a cara dela no chão igual a Maria Rabetão faz com a bunda dela ao dançar. E foi o que eu fiz.

Dei um belo de um tapa na fuça daquela catchiorra, que não reagiu, e ficou me encarando. Eis que puxo ela pelos cabelos e à levo até uma mesa próxima, que estava com bebidas e copos. O que eu fiz? Arrastei a cara dela de um lado para o outro. Todos ali estavam gritando, Li e Charlotte tentando ajudar a amiga, mas Bolso e Lula seguraram elas. Continuei distribuindo tapas e socos naquela quenga, até que a Maria Rabetão me prendeu num “mata leão” por trás.

-Epaa epaa epaa, deixa a minha mina, ela não fez nada de mais! Gritou a Maria Rabetão. E logo me soltou

-Não fez? Ela expôs o Aécio ao ridículo na frente de toda essa gente! O Lula respondeu, entrando para a discussão.

Lula e Bolso soltaram a Li e a Charlotte que correram para ajudar a Ambre. E logo atrás veio o trouxa do Nathaniel, socorrer a irmãzinha.

-Fica calma, eu vou te levar para casa. Falou o Nath, pegando sua irmã no colo.

-Dilma você lacrou dando uma surra na Ambre! Falou o Castiel, que estava ali, mas não percebi. Deu um tapinha em meu ombro de forma amigável.

-Valeu cabelo de menstruação! Respondi.

Ficou aquele climão, até que ouvimos sirenes, era a policia, deu ruim. Como ali só a Chalotte era maior de idade, ela foi tentar resolver a situação com eles.  



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