História O Elevador - Imagine V - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Hot, Kim Taehyung, Sayke, Sexo
Visualizações 2.130
Palavras 814
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi! Atualizar fanfics? Nop, postar novas. :')

Boa leitura. ☺❤

Capítulo 1 - "Presos" - Parte I


Fanfic / Fanfiction O Elevador - Imagine V - Capítulo 1 - "Presos" - Parte I

E lá estávamos nós novamente. Era como uma linda melodia, quando as portas do elevador se abriam eu podia ver, o quão bonito estava. Eu perguntava-me, "você poderia ficar ainda mais bonito e encantador?" mas parece que sim. Sua beleza era algo extraordinário, a cada dia ia se renovando. Suas orbes conectadas aos meus olhos, e minha sanidade ia se esvaindo.

— Bom dia, Senhorita S/N. — Indagou entrando pequeno local.

Bom dia, Kim Taehyung. — Respondi rápido. Eu sempre me comportava feito uma idiota ao seu lado.

Soltou uma risadinha baixa, se pôs em minha frente.

— Não acha que está na hora de termos mais intimidade? São quase três anos de trabalho juntos, S/A. — Ditou puxando seus cabelos para trás.

— Você sempre foi tão na sua. — Lhe respondi pendendo a cabeça para trás.

— Eu sempre fui muito tímido.

O elevador parou derrepente e as luzes se apagaram. Meu coração disparou. Imagina se Taehyung não houvesse entrado aqui. Eu estaria em maus-lençóis.

— T-Temos que chamar por ajuda! O que está fazendo se sentado!? — Bati o pé com raiva.

Ei, ei! — Mordeu o lábio. — Nós éramos os últimos na empresa. — Disse baixo.

— O que?! Por que está tão calmo? Eu vou tentar ligar para alguém. — Peguei meu celular rapidamente. Sem sinal. — Puta que pariu!

— Calma, não é o fim do mundo. Iremos passar a noite calmamente aqui.

— Calmente?! — Esbravejei. — Eu não irei dormir nesse chão duro e sujo.

— Então durma em pé, mimadinha. — Sussurrou. Semisserrei os olhos e me sentei.

— É impressão minha ou isso está ficando ainda mais quante. — Disse enquanto me abanava.

— Eu acho que está mesmo... — O moreno levou suas mãos a barra de sua camisa.

— O que está fazendo? — Perguntei observando seus movimentos.

— Estou tirando algumas peças de roupa. Se quiser morrer de calor, a vontade. — Tirou sua camisa e eu, encarei seu tronco exposto por alguns segundos e desviei o olhar, uma súbita vontade de marcar seu corpo, pedaço a pedaço cresceu dentro de mim. Balancei a cabeça na intenção de fazer com que aqueles pensamentos sujos saíssem de minha mente.

Olhei ao redor e depois para o teto. A saída superior!

— Tae! Me ajude, vamos tentar abrir isso. — Levantei contente. O moreno me olhou esquisito e negou. — Ei, você não quer sair daqui?

— Até que não me incomodo de ficar aqui. — Disse sorrindo.

Eu vou matar esse homem.

Tae, eu preciso ir. Por favor.

— O que eu ganharei em troca?

— Eu não sei, o que você quer? — Perguntei observando o mais alto sorrir malicioso.

— Eu quero que você tire a roupa primeiro. — Disse simples.

— O que?! Você está ficando maluco. — Gargalhei vendo o moreno ficar sério. — Vamos Tae, eu estou ficando sufocada.

Está com calor? Tire a roupa.

— Pervertido! Algumas horas aqui dentro não irá matar ninguém. — Eu acho...

(...)

Agora a calça. — Disse e eu lhe dei dedo. — O que você me mostrou? — Disse se levantando.

— Você é cego ou burro? — Ri sarcásticamente.

— Não me faça por esse dedo, dentro de você. — Engoli seco e revirei os olhos.

— Você é um completo louco! Vamos, eu já tirei minha blusa. — Sequei o suor que escorria por minha face.

— A calça! — Rosnou.

Aish. — Praguejei baixo. Abaixei minha calça lhe dando a visão de minha calcinha fio dental.

Eu estava apenas de lingerie em sua frente. Me senti aliviada por me livrar das peças de roupas que estavam me causando ainda mais calor. Tae mordeu e passou a língua entre os lábios. Senti um incômodo em meu íntimo, e esfreguei as pernas.

O maior se levantou do chão e caminhou até mim, seu olhar podia ser comparado ao de um verdadeiro predador.

O moreno aproximou sua boca de minha orelha e sussurrou:

— Suba em minhas costas. — Senti meu corpo inteiro arrepiar e assenti desconcertada.

O maior se virou e eu me coloquei em suas costas. Ele agarrou minhas coxas com firmeza e eu arfei.

Nos posicionamos no centro do elevador e eu empurrei a parte da saida. Para minha infelicidade – ou não – o andar qual tínhamos que entrar estava muito à cima. Suspirei, eu não iria subir em cima do elevador, nem que me pagassem. Por outro lado, o elevador estava bem mais fresco e com um clima agradável.

Me desça, Tae. — O moreno assentiu e me desceu. — Não vai dar para irmos, o melhor é esperar que alguém venha nos ajudar.

— O que iremos fazer, até lá?

— Eu não sei... — Suspirei pesado. — O que você gostaria de fazer? — Perguntei. O mais velho, sorriu caminhando até mim – novamente –, e disse baixo:

— Eu gostaria de lhe chupar bem gostoso, e te fazer gozar em meus dedos. E em seguida...

— H-Hm? — Disse com dificuldade. Minha calcinha estava mais que molhada.

— Provar do teu melzinho doce.


Notas Finais




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